Atrair clientes – 5 técnicas para vender seus serviços com precisão!

Atrair clientes – 5 técnicas para vender seus serviços com precisão!

Atrair clientes pode ser uma tarefa complicada, principalmente quando não se tem definido exatamente o seu público.
Entretanto, é possível usar algumas estratégias para tornar os seus serviços mais interessantes.
Neste texto, você conhecerá 5 técnicas para vender seus serviços para as pessoas certas, além de promover a fidelização dos seus clientes, e, assim, ganhar autoridade no mercado.
Boa leitura!

1. Conheça o seu público

Você não conseguirá atrair clientes, nem oferecer um serviço de qualidade, sem conhecer seus consumidores. Tenha bem definido qual é o seu público-alvo e averigue quais mudanças você precisará fazer em seu empreendimento para que seja mais atrativo.
Uma boa forma de fazer isso é analisar quais os tipos de pessoas interagem com maior frequência nas redes sociais da empresa e que já compram os serviços oferecidos por você.

2. Forneça um bom atendimento para atrair clientes

Como você vem tratando os seus clientes antes e depois deles terem finalizado uma compra?
Ser educado, responder todas as dúvidas que aparecerem e pedir um feedback do seu atendimento após uma compra fará com que eles tenham uma boa impressão do seu negócio.
De acordo com a Fórum Corporation:

“Cerca de 70% das pessoas que pararam de consumir um produto ou serviço, o fizeram porque tiveram um mau atendimento (tanto por falta de contato quanto por não receberem a atenção desejada)”.

3. Invista em um blog

Investir na produção de conteúdos de qualidade na internet para que o seu público seja nutrido e crie engajamento com a sua marca, dessa forma será possível ter clientes fiéis através de uma ótima estratégia que, além de tudo, possibilitará a atração de novos clientes.
O marketing de conteúdo vem ganhando bastante espaço nas campanhas das empresas, pois é uma forma barata e efetiva de tornar um negócio, produto ou serviço conhecido na internet.

4. Crie contas comerciais nas redes sociais

Assim como os blogs, as redes sociais são ótimas formas para que a sua empresa seja vista no mundo online. Crie perfis nos sites e aplicativos mais utilizados pelo seu público e comece a produzir conteúdos por lá.
As redes sociais também podem lhe trazer informações valiosas sobre o seu público, como idade, local onde mora, sexo, dentre outras informações. Você também poderá promover um maior engajamento com esses usuários, pedindo feedbacks sobre o seu serviço, por exemplo.

5. Ofereça conteúdos gratuitos

Muitas empresas apostam em oferecer uma “amostra grátis” do seu produto, como trials, ou deixar uma determinada funcionalidade sem custo algum. Também é possível produzir e-books, infográficos e outros materiais que não sejam exatamente o seu serviço, mas que abordem o mesmo assunto e que sejam valiosos para o seu público.
Você poderá disponibilizar esses conteúdos por meio de landing pages, nas quais constam um pequeno formulário, no qual o usuário dará algumas informações sobre ele: e-mail, nome, área de atuação etc. Estes dados também lhe ajudarão a entender melhor o seu público.
Assim, conhecendo essas 5 dicas de como atrair clientes mais propensos a comprar seus serviços, você poderá colocá-las em prática, sempre analisando os resultados e adaptando as estratégias para o seu público-alvo.
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Se ficou com alguma dúvida entre em contato conosco!
Fonte: Abrir Empresa Simples

Impostos sobre obras: entenda quais você deve pagar!

Impostos sobre obras: entenda quais você deve pagar!

Toda construção civil é regida por um contrato de execução da obra. Trata-se do contrato de empreitada, art. 610 e art. 626 do Código Civil.

A Lei determina, dentre outras coisas, que o empreiteiro tem responsabilidade civil e promete entregar um item pré-determinado. Ademais, a Lei brasileira delimita impostos sobre obras.
É essencial que você, contratante de trabalho para construção civil ou gestor de construtora, esteja consciente dos impostos sobre as obras, para evitar problemas com a legislação e muitas dores de cabeça.
Neste artigo, você vai saber mais acerca dos impostos sobre obras, que podem ser executadas apenas por mão de obra ou por empreitada mista, a qual providencia materiais explicitados nos contratos e atende às leis tributárias.

Impostos sobre obras na construção civil

Ao tratar de impostos sobre obras na construção civil, a palavra é “orçamento”. 
O orçamento de uma obra deve conter, por exemplo:

  • materiais utilizados;
  • salários dos colaboradores;
  • recursos para o trabalho;
  • margem de lucro;
  • encargos.

Preste atenção ao termo “encargos”. É imprescindível que você os considere ao fazer um orçamento. 
Os tipos de impostos sobre a mão de obra são:

  • impostos trabalhistas: pagos a cada mês para o colaborador, ou ao término do seu contrato – alíquotas desse imposto variam de acordo com o Estado, por isso, é bom consultar uma contabilidade local para ter mais segurança fiscal e jurídica;
  • impostos sociais ou previdenciários: encargos fixos, delimitados por Lei, com percentual fixo incidente sobre a folha de pagamento de seus colaboradores.

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Retenção de tributos na construção civil

A Lei tributária brasileira define que o contratante deve se responsabilizar pelo pagamento de impostos como INSS e ISS, os quais são devidos por parte do prestador de serviços. Esse pagamento do contratante deve ser realizado por meio de retenção nas notas fiscais.
Falando mais especificamente, a retenção é um tipo de antecipação dos impostos que são devidos, apurados e delimitados pelo contratante. Este, portanto, é o principal contribuinte em impostos sobre obras.
Isso devido ao fato de o contratante assumir a posição de contribuinte substituto: se algo não está correto, se os impostos não estão sendo pagos de maneira devida, o contratante terá um débito tributário na Receita Federal – RFB – que, em seu sistema,vai identificar o contratante e ainda as irregularidades.
O Código Tributário Nacional determina a possibilidade de reter tributos sobre obras, em concordância com a Constituição Federal – consulte art. 121, parágrafo único, inciso II, art. 128 e art. 150, parágrafo 7°.

Impostos sobre construção para engenheiro pessoa física

O engenheiro formado e autorizado à prestação de serviços de engenharia, sem, entretanto, ter CNPJ, deve pagar certas taxas e tributos para exercer seus serviços, que se relacionam à construção civil:

  • taxa do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA – que se trata de valor devido para liberar seus serviços;
  • ISS – Imposto Sobre Serviço – que pode ser pago registrando-se na prefeitura de onde você exerce sua profissão;
  • alíquota da emissão de nota fiscal pela prestação de serviço, assinado pelo engenheiro que é pessoa física.

Impostos sobre construção para engenheiro pessoa jurídica

Se você é proprietário de uma empresa que tenha um representante engenheiro, autorizado a gerenciar a organização e os processos de construção civil, tem como tributos essenciais para prestar seus serviços:

  • taxa do CREA, paga por você por ser engenheiro e para a empresa – o valor é em dobro;
  • ISS;
  • emissão de nota fiscal, com alíquota menor se comparada a de um engenheiro pessoa física.

Estamos falando de tributos sobre prestação de serviços de engenharia, como construção civil, visto que há impostos incidentes sobre alvarás e contratação de funcionários. 
Se gostou do nosso conteúdo sobre impostos sobre obras, compartilhe! E precisando de mais ajuda, entre em contato conosco! Nós podemos lhe ajudar com a tributação na prestação de serviços de construção civil!

Qual é a base de cálculo do ISS na Construção Civil?

Qual é a base de cálculo do ISS na Construção Civil?

O pagamento de tributos é uma obrigatoriedade presente em qualquer empresa. Um desses tributos é o ISS. 
Compreender o que é esse imposto e qual a base de cálculo do mesmo na construção civil é fundamental para garantir que o seu pagamento seja feito da forma correta, evitando problemas com o Fisco. 
Neste artigo vamos falar sobre o ISS, te auxiliando a compreender com ele funciona dentro do segmento de construção civil.
Confira!
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O que é o ISS?

ISS é a sigla de Imposto Sobre Serviço e, como o próprio nome indica, deve ser pago sempre que um serviço for realizado, ou seja, qualquer empresa que preste serviços deve pagar esse tributo.
Ele foi criado para substituir o ISSQN – Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza e é regido pela Lei complementar 116/2003.
É preciso considerar, também, que o valor da alíquota pode variar de cidade para cidade, ou seja, é importante se atentar a esse detalhe.

Qual é a base de cálculo na construção civil?

A alíquota varia entre 2% e 5% dependendo do serviço, entretanto é preciso considerar algumas variáveis como, por exemplo, se o regime tributário da sua construtora for o Simples Nacional, o ISS será cobrado através do DAS, juntamente com os outros tributos que o DAS abrange.
As mercadorias utilizadas para a prestação do serviço não são contabilizadas no cálculo do ISS, pois, são contabilizadas no ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços.
A base de cálculo do ISS de uma construtora civil é o preço do serviço, logo, é o valor total da receita bruta. 

Como funciona o cálculo?

Vamos ver na prática como é feito o cálculo: 
Base de cálculo X Porcentagem da alíquota (entre 2% e 5%)
Suponhamos que o valor total da receita bruta seja de: R$ 100,000.00.
E a porcentagem da alíquota seja de: 5%.
R$ 100,000.00 X 5% = R$ 5,000. 
Ou seja, o valor que deve ser pago de ISS é de R$ 5,000. 

A importância de contar com uma contabilidade especializada em construção civil

Por mais que seja um cálculo simples, lidar com tributos é sempre algo que exige muita atenção para que não ocorram problemas com o Fisco. 
Além disso, é necessário analisar detalhes da empresa, analisar a porcentagem da alíquota de acordo com a cidade, dentre outras variáveis que exigem atenção. 
Para garantir que tudo isso seja feito de forma minuciosa e eficiente, é fundamental contar com uma contabilidade que entenda do ramo de construção civil. Dessa forma, você vai contar com profissionais especializados que vão cuidar para que todos os tributos necessários sejam pagos em dia, além de proporcionar outras vantagens financeiras. 
Investir em um serviço contábil é a chave para evitar dores de cabeça por problemas fiscais, afinal, sua empresa estará nas mãos de profissionais qualificados para cuidar desses aspectos enquanto você estará livre para promover um serviço de construção civil extraordinário. 
Quer contar com o auxílio de uma contabilidade para traçar o caminho do sucesso da sua empresa? Entre em contato conosco, estamos preparados para te ajudar!

Gestão de projetos industriais – 5 dicas para não perder o controle orçamentário e de prazos!

Gestão de projetos industriais – 5 dicas para não perder o controle orçamentário e de prazos!

Como é feita a gestão de projetos industriais em sua empresa?

Não conseguir administrar corretamente esse setor pode fazer com que os demais fiquem desorganizados ou excedam custos, gerando prejuízo para o seu negócio.

Para que isso não ocorra, confira então, a seguir, 5 dicas sobre como fazer uma boa gestão de projetos industriais, focando nos pontos importantes do empreendimento e evitando assim, desperdícios com funcionários e dinheiro.

1. Procure qualificação

Para se tornar um bom gestor, independente da área, é preciso buscar qualificação. Dessa forma, existem diversos cursos online, inclusive gratuitos, que ensinam assim, as principais táticas e técnicas de gestão para que o seu negócio prospere.
Também é importante conhecer bem o mercado em que atua e ter assim, informações sobre seus principais concorrentes, além de possuir diferenciais na sua indústria. Assim, o seu público-alvo escolherá a sua instituição para fechar negócio.

2. Diminua os custos de produção em sua gestão de projetos industriais

Tenha sempre a mão e de forma atualizada todos os custos da sua indústria, desde os valores pagos para aquisição de matéria prima até itens utilizados diariamente pelos operários. 
Com isso, você terá uma boa visão dos investimentos feitos atualmente pela sua indústria e poderá decidir em quais campos poderá haver um corte de gastos sem que a qualidade do produto final seja diminuída.
Uma forma de diminuir os custos de produção é saber gerenciar os seus colaboradores. Maneje-os para áreas que necessitem de mão de obra e não procure focar apenas na linha de produção, já que negligenciar outros setores da empresa poderá trazer problemas e prejuízos futuros.

3. Invista em novas tecnologias

Apenas parar de gastar não fará a sua empresa crescer: é preciso saber em quais pontos o dinheiro extra deverá ser investido, e uma dessas possibilidades é em tecnologias que otimizem o trabalho dentro da indústria.
Participe de eventos do seu setor e confira quais as novidades, programas e equipamentos você poderá trazer para a sua instituição. Dessa forma, você conseguirá produzir mais em menos tempo, aumentando sua produtividade, e, quem sabe, até reduzir os custos.
Além disso, atualmente existem diversos softwares de gestão que armazenam informações, fazem balanços de gastos, cadastro de funcionários, dentre outras atividades. Assim, grande parte das atividades de gestão serão automatizadas e organizadas no computador, o que otimizará o tempo e permitirá que a sua equipe foque em áreas mais práticas.

4. Organize seus dados

Para ter uma boa gestão de projetos industriais, é preciso que todos os dados e informações estejam sempre organizados e com fácil acesso para você e colaboradores que precisem acessá-los.
Assim, você evita perder documentos importantes e permite que todas as áreas da sua indústria consigam atuar em conjunto, o que lhe trará mais resultados e organização interna.

5. Foque em produtividade

Um gestor industrial precisa se certificar de que todos os processos estão sendo executados da maneira mais produtiva possível, pois um problema em uma etapa pode comprometer toda a linha de produção, gerando atraso na entrega do produto final.
Saiba como manter um equilíbrio entre investimentos e despesas e procure a extrair o melhor resultado com as máquinas e funcionário que já possui. Também dedique um tempo para encontrar possíveis falhas na produção, além de formas de deixar os seus funcionários mais engajados.
Comece a aplicar as dicas desse post para otimizar a sua gestão de projetos industriais. Você notará que seus processos ficarão mais ágeis e os lucros da sua empresa aumentarão.
Gostou do texto? Então confira, aqui no nosso blog, outros artigos que também poderão lhe interessar!
Fonte: Quero Montar uma empresa

Obrigações acessórias – Quais são as incidentes a uma rede de hotéis

Obrigações acessórias – Quais são as incidentes a uma rede de hotéis

O setor de hotelaria é um dos segmentos que permite a inscrição nos três regimes tributários existentes no Brasil: Simples Nacional, Lucro Real e Lucro Presumido.
Em todos eles o empresário deve ficar atento às suas obrigações tributárias, que se dividem em obrigações principais e acessórias.
Enquanto como obrigações tributárias principais consideramos o pagamento de tributos e impostos, o foco das obrigações acessórias é a informação de toda essa movimentação ao Fisco. Tais obrigações possuem caráter declaratório.
Acompanhe o conteúdo e saiba quais as obrigações acessórias que a rede hoteleira deve apresentar ao governo e seus órgãos.
Confira Nossas Especialidades (1) - CCR Contabilidade

Tenho um hotel: quais são minhas obrigações acessórias?

Antes de tudo, é válido saber que contratar um suporte contábil é decisão crucial para as redes hoteleiras. Mesmo conhecendo todas as suas obrigações, apenas um profissional qualificado é capaz de gerenciar as informações.
Lembre-se: se o seu empreendimento não entregar as obrigações acessórias nos prazos determinados, há a possibilidade de paralisação das atividades por requisição da Receita Federal. Por isso, vale ficar atento às informações.
Mas vamos lá. Veja a seguir as obrigações acessórias incidentes em uma rede de hotéis, seja pelo Lucro Presumido, seja pelo Simples Nacional.

Hotéis no Simples Nacional

As empresas que adotam o Simples Nacional possuem mais facilidade da hora de entregar suas obrigações acessórias. Isso porque, neste regime, o recolhimento de impostos já é mais simples do que nos demais regimes.
O Simples Nacional conta com 5 obrigações tributárias acessórias:

1. DAS

Documento de Arrecadação do Simples Nacional, o DAS é o documento que reúne todos os impostos que o estabelecimento deve pagar. A data de vencimentos de todos os impostos é única, 

2. DEFIS

Considerado um modelo mais básica e simplificado do Imposto de Renda, a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais – DEFIS – reúne informações dos sócios, do que diz respeito a documentos e percentuais de participação.

3. DIRF

Como o próprio nome se auto explica, a DIRF – Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte – informa ao Fisco todos os valores que foram retidos na fonte. 

4. DESTDA

Já na DESTDA, Declaração de Substituição Tributária Diferencial de Alíquota e Antecipação, o foco são os valores destinados ao Fundo de Combate à Pobreza e ao ICMS.

5. eSocial

Por fim, o eSocial – que provavelmente será substituído pelo Governo Federal – é um sistema que reúne as informações sobre os funcionários da empresa.

Hotéis no Lucro Presumido

As obrigações acessórias definidas pelo Lucro Presumido são um pouco mais complexas, uma vez que exigem o recolhido individual dos impostos. Aqui, o cálculo das contribuições se dá de acordo com o segmento da empresa.
Neste regime, o empresário deve cumprir 3 obrigações acessórias:

1. DES

Exigida em alguns municípios do país, a Declaração Eletrônica de Serviços possui a mesma função de uma nota fiscal e é emitida por prestadores de serviços. Sua emissão é mensal.

2. DCTF

A Declaração de Débitos Tributários Federais contempla as informações sobre o pagamento dos impostos incidentes em empresas de Lucro Presumido, sendo estes:  IPI, IRRF, CSLL e IRPJ.

3. EFD

As contribuições EFD, por sua vez, abrangem o CNAE e o NCM do negócio. Tal obrigação é parte importante do SPED Fiscal, software utilizado para organizar as versões digitais de todos os documentos contábeis.
Além de garantir a regularização dos estabelecimentos para fins de fiscalização, principalmente partindo do Fisco, conhecer as obrigações acessórias e proceder com sua entrega dentro do prazo estipulado auxilia na gestão do negócio. 
Afinal, assim como as obrigações principais, as acessórias são essenciais para a sustentabilidade do hotel. 
Gostou do artigo? Possui alguma dúvida sobre obrigações acessórias para hotel? Fale conosco!

Plano de negócios para Comércio – Como elaborar o seu?

Plano de negócios para Comércio – Como elaborar o seu?

Muitos comerciantes abrem as portas de suas empresas sem muito planejamento. Porém, pular a etapa da criação de um plano de negócios é um erro grave para o seu empreendimento, podendo, acarretar, até mesmo, em falência.
Pensando nisso, criamos esse artigo para te ajudar! Nele, você encontrará um passo a passo sobre como montar um plano de negócios completo e efetivo para assim, gerir sua empresa. 
Esse documento lhe dará o norte para iniciar o seu novo comércio (e também pode ser utilizado como base para empresas de outros setores). Confira!

1. Descreva a sua empresa

Comece o seu plano de negócios fazendo uma descrição completa da sua empresa, elencando assim, os seus diferenciais competitivos e o que a faz se destacar.
Se acaso, procura sócios e investidores, é preciso então, que as informações sejam claras e descritas de forma a prender a atenção de quem lê, desse modo, fazendo-o se interessar pela proposta do seu empreendimento.

2. Analise o mercado

Depois, faça uma análise minuciosa do mercado no qual o seu negócio atuará. Procure então, compreender quem são os seus concorrentes e quais os seus diferenciais em relação a eles.
Além disso, conheça melhor o seu público-alvo: quem são essas pessoas (homem, mulher, criança, faixa etária, renda) e quais características relacionadas aos produtos que você comercializa,elas gostam. Ou seja, entenda assim, como você pode agradá-los com seus produtos (sanando suas dores, resolvendo problemas, tocando em suas paixões, etc).
Também é importante analisar os fornecedores do seu ramo de atuação. Procure descobrir quais deles vendem os melhores produtos por um preço mais em conta. Escolher um bom fornecedor para o seu negócio fará com que você ganhe mais clientes pela qualidade, além da economia.

3. Faça o posicionamento de mercado dos seus produtos

Como você quer que os seus produtos sejam vistos pelas pessoas? Eles deverão ser comprados pela qualidade? Por terem diferenciais? Um bom custo-benefício? É importante que as respostas para essas perguntam também estejam em seu plano de negócios.
Ou seja:

Você deve entender o que você está vendendo e o que leva uma pessoa a comprar os seus produtos. Ao saber essas informações, você poderá anunciar melhor o seu produto, exaltando os reais benefícios de tê-lo, além de se diferenciar da concorrência.

4. Elabore o plano financeiro e operacional

Depois de finalizar toda a ideia central do seu negócio, é hora de calcular quanto ele lhe custará. Para isso, é preciso criar planos para a área financeira e operacional da sua empresa.
Comece a verificar quantas e quais são as mercadorias que serão vendidas no seu estabelecimento, se existe a necessidade de contratar funcionários, aluguel de espaço, conta de energia, entre outros pontos.

5. Avalie o seu plano de negócios

Com tudo pronto, é hora de revisar o seu plano de negócios, verificando se não deixou algum item para trás e se não faltou adicionar alguma outra informação que ache necessária. Finalizando esse processo, é só tirar o projeto no papel e começar, na prática, a criar a sua empresa!
É importante que você deixe destacado em seu plano de negócios, no momento de sua criação, instruções de como realizar cada etapa, além de dicas de como fazê-las de forma mais eficiente. Você também pode deixar o seu documento mais dinâmico, com espaços em branco que devem ser preenchidos na hora de executar determinada parte.
Assim, tendo um plano de negócios completo sobre o seu empreendimento, você se sentirá mais seguro e preparado para levantar a sua empresa, além de estar pronto para evitar e lidar com contratempos que podem surgir.
Gostou do conteúdo? Deseja ler mais artigos como esse? Então continue no nosso blog e confira nossas outras postagens!
Fonte: Abrir um negócio lucrativo

CONSTRUÇÃO CIVIL NO SIMPLES NACIONAL ANEXO III OU IV?

CONSTRUÇÃO CIVIL NO SIMPLES NACIONAL ANEXO III OU IV?

A definição do anexo III ou IV é bastante complexa e costuma gerar muitos entendimentos distintos.
Ao longo dos anos este assunto vêm se tornando mais claro e já podemos estabelecer critérios para esclarecer quando é obrigatório o CNO (cadastro nacional de obras), quando é obrigatória a retenção de INSS e em que situações a empresa deve tributar pelo anexo III ou IV, quando optantes pelo Simples Nacional. São situações diferentes e não necessariamente devem ser adotadas ao mesmo tempo.  
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            O primeiro passo é entender alguns conceitos:

CONCEITOS DE REFORMAS 

            – REFORMA- A modificação de uma edificação ou substituição de materiais nela empregados, sem acréscimo de área
            – REFORMA DE PEQUENO VALOR – Aquela de responsabilidade de pessoa jurídica, que possui escrituração contábil regular, em que não há alteração de área construída, cujo estimado total, incluindo material e mão de obra, não ultrapasse o valor de 20 vezes o limite máximo do salário de contribuição vigente na data de início da obra.
            -ACRÉSCIMO OU AMPLIAÇÃO – a obra realizada em edificação preexistente, já regularizada na RFB, que acarrete aumento da área construída, conforme projeto aprovado. 

CONCEITOS DE SERVIÇOS

            – SERVIÇO DE CONSTRUÇÃO CIVIL: aquele prestado no ramo da construção civil, discriminados no Anexo VII da IN/RFB nº 971/09, tais como: pintura, impermeabilização, limpeza de canteiros de obras.
            ANEXO VII da IN /RFB.: 971/09 – Neste IN está relacionado o que é OBRA e o que é SERVIÇO 

 ANEXO IV  

Serão tributadas no Anexo IV as receitas decorrentes da prestação dos seguintes serviços:
a) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores;
b) serviço de vigilância, limpeza ou conservação;
c) serviços advocatícios.

Se o serviço for de construção civil obra, aqui entendido como serviços de alvenaria, gesso, e etc., mesmo em se tratando de reforma e sem estar obrigado a possuir um CNO (Cadastro Nacional de Obra) , fica sujeito a retenção e a tributação pelo anexo IV

ANEXO III

Serão tributadas no Anexo III as receitas decorrentes da prestação dos seguintes serviços:
A lista do Anexo III vai estar no § 5º-B§ 5º-D e § 5º-F do artigo 18 da Lei Complementar 123).

            A Conclusão é que para definir o anexo que deve ser utilizado, assim como a necessidade de retenção ou não é preciso observar o contrato de prestação de serviço e o objeto deste contrato: 
           Sendo serviços de construção civil, mesmo sendo reforma sem acréscimo de área e não possuindo o CNO (Cadastro Nacional de Obra), fica sujeito ao anexo IV, o que irá definir o anexo III ou IV são os serviços, ainda mesmo que o serviço seja somente instalação elétrica, portanto, serviços, conforme anexo VII, da IN 971/2009, que não estão sujeito ao CNO ou retenção, por ser tratar do anexo III, mas se este serviço foi contratado para fazer parte de uma construção ou obra de engenharia que faça parte do respectivo contrato, sua tributação ocorrerá juntamente com a obra, na forma do anexo IV.
Carmen Rita Hugo da Silveira// Cátia Rita Hugo da Silveira
Contadoras                                     
CCR Contabilidade e Consultoria S/C Ltda.
 

Gestão de estoque – “7” dicas para manter o controle dos seus produtos

Gestão de estoque – “7” dicas para manter o controle dos seus produtos

Mantenha a disciplina e a organização e todo o resto ficará mais fácil de ser gerido e processado!
Concorda? Claro que você concorda, apesar de isso ser um dos pontos mais difíceis para desenvolvimento de um negócio.
Por isso, se você deseja fazer gestão de estoque de forma otimizada, nossa contabilidade para empresas listará os pontos base!
Vamos lá!

Quais são os critérios mais importantes dentro da organização para maior controle e gestão de estoque?

Observe:

  • Compra de produtos;
  • Gerenciamento e acompanhamento, além de conferência das chegadas de mercadorias;
  • Processamento de vendas – o que saiu;
  • Organização dos produtos de acordo com categorias, espaços e especificações.

Ou seja, seus funcionários devem ser devidamente treinados para que todas as operações sejam realizadas com sucesso, havendo um acompanhamento próximo, o estoque sempre estará atualizado e organizado, ocorrendo menos perdas e riscos de prejuízos. 
Veja outras informações correlatas ao assunto!

Quantidade VS Demanda

Somente havendo acompanhamento pode-se saber quanto de cada item é preciso repor. Através de dados coletados quanto às vendas e saídas, com média de prazo, é possível saber em quanto tempo, no mínimo, se deve ter os mesmos produtos nas prateleiras ou no estoque, para não ser pego desprevenido. 
Se antecipar às demandas é sempre importante, porque quando o cliente vai até sua empresa e não encontra o produto, ele retorna para casa de mãos vazias, e é muito capaz que vá buscar o item na concorrência – o que deixaria muitas brechas para que você perdesse o cliente e talvez, a recorrência da venda daquele mesmo produto. 

Adote um modelo de reposição 

Mas o que isso significa?

“Que, ou você pode usar a reposição contínua, ou pode usar a periódica. Cada uma tem seus diferenciais. “

Por exemplo, na contínua, os produtos são comprados com maior frequência, nesse caso, seria bom mapear quais são os mais vendidos e a demanda vendida por período. 
Já na reposição periódica, são comprados produtos apenas em datas específicas ou em prazos. Exemplo: a cada 6 meses. Ou seja, seu ciclo de compra envolve um maior período. A frequência das vendas desses produtos pode levar mais tempo, e por isso, sua compra pode não ser tão emergencial ou recorrente e daí com uma boa organização e controle, há como saber o que comprar, o quanto comprar e em quanto tempo comprar cada categoria, peça ou produto. 

Pense em diversificação de estoque

Muito do mesmo, você só pode ter caso realmente esse produto venda muito.

“O segredo para boas vendas está também no sentido da diversificação. Pois é, diversificar pode ser uma excelente estratégia, se você quer servir bem diversos públicos.”

A qualidade, preço, tamanho e marca podem variar, então, é bom sempre poder oferecer mais opções a clientela. Todas essas ações fazem com que você aumente as suas chances de vendas!
Com certeza ainda temos muito a colaborar com seus negócios e com seus lucros, mas essa conversa vamos deixar destinada para quando você entrar em contato conosco, pois temos coisas incríveis para te revelar, de forma que você poderá potencializar seus negócios de maneira nunca vista!
Vamos conversar!
Fonte: Abrir um Negócio Lucrativo

Plano de negócios: como elaborar o seu? – Passo a Passo

Plano de negócios: como elaborar o seu? – Passo a Passo

O plano de negócios é uma das coisas mais importantes para o sucesso de um empreendimento.
O ideal é que seja escrito antes mesmo de começar o negócio, sendo passível de ajustes conforme contextos internos ou externos. Mas você sabe como fazer um plano de negócios?
Neste artigo, vamos apresentar a você um passo a passo básico. Vamos primeiro ver exatamente o que é um plano de negócios, esse documento essencial a uma empresa?

O que é um plano de negócios?

O plano de negócios, como diz o nome, é um plano. E planejar significa antever situações e propiciar estratégias para melhorar o funcionamento e o faturamento da empresa.
O plano de negócios permite que você tenha uma ideia boa sobre seu mercado, projetando tomadas de decisão e procurando os investidores certos. Ele contém todos os detalhes mais importantes sobre sua empresa, com especificações e objetivos claros – e como atingi-los. Não são ideias apenas, mas dados reais para colocar em prática.
Existem vários modelos de plano de negócios. Vamos mostrar a você um método prático, que o ajudará a compreender a função e a importância desse planejamento.
Vamos ao passo a passo?
Confira Nossos Serviços 1 - Contabilidade em Porto Alegre - RS | CCR Contabilidade

1. Dados gerais

Nesta primeira parte do plano de negócios você vai registrar algumas informações, começando pelo sumário executivo em que escreverá o resumo das partes mais significativas do documento.
Esta parte inicial deve ser realizada após todas as outras do plano de negócios, embora esteja listada em primeiro lugar.
Não deixe de incluir:

  • o que vai vender ou oferecer;
  • público-alvo;
  • local da empresa: física, online ou ambas as modalidades?
  • investimento;
  • faturamento mensal desejado;
  • retorno sobre investimento;
  • informações sobre os empreendedores e suas responsabilidades;
  • dados legais como CNPJ, Inscrição Estadual (IE) e municipal, etc;
  • missão: baseada nas necessidades do consumidor; 
  • formato jurídico: MEI (Microempreendedor Individual), EI (Empresário Individual), EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Individual), Sociedade Limitada… onde sua empresa se encaixa, de acordo com seus objetivos e com as permissões da Lei para cada caso?
  • enquadramento tributário: Lucro Real, Lucro Presumido ou o mais fácil e com menos custos, o Simples Nacional: depende do faturamento anual da empresa e da Receita Federal;
  • capital social: ativos da empresa, como equipamentos e outros bens, além de dinheiro;
  • fontes de recursos: cuidado para não se endividar muito!

2. Análise do mercado

Nesta segunda parte do plano de negócios, você vai avaliar seu nicho de mercado e como afeta seu negócio: pesquisa, avaliação e ser realista para delimitar “onde você está pisando”. 
Inclua os seguintes itens:

  • análise do perfil do público-alvo;
  • estudo dos concorrentes;
  • análise dos fornecedores: verifique preços, prazos de entrega, qualidade, garantias etc.

3. Estratégias de venda e marketing

O maior objetivo de toda empresa é vender e lucrar, não é mesmo? 
Então, esta parte de comercialização e marketing é muito importante. Faça uma estratégia de preços, vendas e marketing, informando:

  • descrição de seus serviços ou produtos;
  • valores dos serviços ou produtos;
  • maneiras de comercialização: como o que você vai vender chegará ao consumidor, através de que canais de venda e distribuição;
  • localização: se a loja for física, um bom ponto urbano; caso seja online, ainda assim deve apresentar endereço e telefone, e o marketing digital se torna mais vital;
  • plano financeiro: procedimentos operacionais e financeiros, como quantidade de funcionários, logística, custos fixos e variáveis, metas de faturamento, retorno do investimento e ponto de equilíbrio do negócio, por exemplo.

Este é apenas um exemplo de plano de negócios, mas, como dissemos, você pode encontrar facilmente planejamentos prontos e eficientes. Um dos mais famosos planos de negócios é o Canvas, e o SEBRAE tem um site especialmente dedicado a ajudar você a fazer um modelo eficiente.
E aí, o que achou do nosso passo a passo básico para criar um plano de negócios para sua empresa?
Não deixe de pesquisar o máximo de dados que puder, sobre o mercado, fontes de recursos, diminuição de custos, contabilidade, empreendedorismo, gestão empresarial e tecnologia.
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Como vender mais, gastando muito menos? Contabilidade para Comércio

Como vender mais, gastando muito menos? Contabilidade para Comércio

Vender é maravilhoso, e lucrar mais ainda, concorda?  Todos precisamos disso, afinal de contas, nenhuma empresa sobrevive sem lucro. Só que nem sempre vender significa literalmente lucrar, e é aí que a coisa fica muito feia, quando você não tem uma assessoria financeira e contábil adequada! Pensando muito seriamente no tema sobre melhorar sua lucratividade, foi que tivemos a ideia de falar sobre como vender mais, gastando pouco. Vamos entender melhor? Nossa contabilidade para comércio vai te ajudar nos devidos esclarecimentos!

Custos e planejamento 

Nem sempre, você como empresário, está fazendo os cálculos corretos. É como dissemos, nem sempre o que se vende, de fato é lucro. Para isso, é preciso fazer uma série de verificações importantes, como:

  • Quais são todos os custos fixos e variáveis?
  • Quais são os custos que mais estão lhe tomando os recursos?
  • É possível reduzir? Onde?
  • Como está a precificação?
  • Onde está o ponto de equilíbrio?

Observe que são muitas coisas a serem analisadas, para só então se começar a fazer um planejamento coerente para o sucesso. Você só saberá como vender mais gastando menos, se tiver tudo isso calculado, porque do contrário, mesmo vendendo, continuará no vermelho e isso é um GRANDE RISCO para você e seu negócio!

Use a tecnologia ao seu favor

Imagine o quanto você pode vender mais rápido e em larga escala, se o seu produto ou serviço puder ser vendido em todo o Brasil. Com certeza seu potencial de crescimento seria demasiado, concorda?

E isso é possível, desde que você esteja bem atento às possibilidades. Por exemplo, mesmo sem gastar muito, é possível aumentar o volume de vendas, a partir do comércio online. Para isso, basta que você tenha um e-commerce ou loja virtual, insira todos os produtos, com imagens e descrições, e comece tendo um excelente marketing em sua empresa.  Aposte em soluções inteligentes e modernas, afinal de contas, vivemos em uma era digital, onde as pessoas estão sempre conectadas, seja de dia, de noite ou de madrugada!

Venda reativa: uma solução de atração e fidelização

Talvez você não tenha se preocupado tanto com isso, mas sai mais caro atrair novos clientes do que fidelizar.  O grande problema é que, a maioria dos empresários pensam apenas no curto prazo, se acomodando muitas vezes com a questão de manter o cliente retornando em sua loja ou empresa. Mas é preciso lembrar que um cliente insatisfeito jamais retorna! E pior, ele pode dar trabalho e divulgar informações negativas sobre seu perfil de atendimento e marca.

O que seria pior do que isso?

Para vender mais, você precisa, portanto, lembrar que é muito mais vantajoso fazer com que os clientes que já chegaram à sua empresa, voltem! Não é tão difícil quanto parece e há algo ainda mais especial nisso, que talvez, você nem tenha percebido…

Sabe o que é?

É que mantendo um cliente, você garante que ele sempre esteja dando lucro à sua empresa. Isso quer dizer que, enquanto você cativa os clientes e os mantém sempre comprando, ainda consegue mais novos prospectos, de forma que seu volume de lucro AUMENTA.

Percebe como funciona essa estratégia? 

Portanto, na venda reativa, você deve lembrar e trabalhar os seguintes pontos:

  • Conheça seus clientes;
  • Tenha uma aproximação com seus clientes (a melhor forma é usando a internet, redes sociais, lista de whatsApp, lista de e-mail, marketing, blog, entre outros);
  • Tenha bons argumentos para que o cliente queira comprar de você;
  • Saiba fazer boas ofertas;
  • Ofereça diferenciais competitivos – prêmios, pontos, descontos, brindes. Isso fideliza demais.

E não esqueça que, com uma contabilidade para comércio, você tem maiores e melhores garantias, já que poderá reduzir impostos e conseguir benefícios fiscais que farão com que você consiga maior capital para seu negócio! Viu que interessante todas essas informações? Agora, é hora de conversarmos melhor! Nos diga, como podemos te ajudar?! Fonte: Abrir um Negócio Lucrativo