Empresário: saiba as vantagens de usar uma plataforma de gestão financeira digital!

O futuro da contabilidade é, sem dúvidas, digital, visto que a área financeira vem assumindo um papel cada vez mais estratégico nas empresas.

 Quem investir o quanto antes na automação de processos certamente sairá na frente dos concorrentes ao imprimir mais inteligência aos negócios.  
Isso porque as plataformas de gestão financeira permitem a averiguação das informações em tempo real e trazem agilidade e precisão.
Assim, as empresas podem extrair percepções confiáveis sobre os dados de uma única fonte e liberar recursos humanos para realizar tarefas estratégicas que agreguem valor.  
Muitas informações úteis sobre pagamento você pode encontrar neste recurso https://slotogate.com/pt/.
Essa é a avaliação do COO e cofundador da plataforma Saas de gestão de performance corporativa Accounfty, João Mano, que elenca a seguir 5 vantagens de automatizar as atividades financeiras da empresa, deixando de lado as planilhas.

  • Mais transparência com as demonstrações financeiras: cada vez mais o dia a dia das empresas requer governança corporativa na prática, e ela precisa ser apresentada de forma transparente aos investidores.
  • Não basta mais mostrar certificações de compliance: é necessário deixar claro como isso é aplicado nas suas demonstrações financeiras. Sistemas automatizados fazem isso de forma padronizada e sem armadilhas. 
  • Redução de mais de 10 horas mensais em processos contábeis: antes tudo que requeria programação de funções, cruzamento de planilhas ou resgate de outros arquivos, agora pode ser feito de forma muito mais simples, segura e confiável utilizando o processo de automatização.  
  • Previsibilidade de curto e médio prazo: o impacto da Covid-19 nas finanças das empresas acabou com o paradigma de que “o budget semestral/anual é o que deve ser visto e considerado”. As despesas periféricas e o fluxo de caixa do dia a dia foram duramente impactados com uma série de custos imprevistos, que, ao não serem levados em consideração, afetam de forma categórica a previsão orçamentária das companhias, inviabilizando projetos e até mesmo a gestão de equipes. A plataforma de gestão financeira permite isso em tempo real, de forma rápida, prática e sem sobressaltos. 
  • Facilidade de consolidação de dados para auditorias: processos de auditoria podem ser longos, solicitar itens que não são acessados no dia a dia, e complicar a certificação e recertificação. Automatizando os processos contábeis, as demonstrações ficam padronizadas e claras, garantindo mais credibilidade ao processo junto aos auditores. 
  •  Precisão na avaliação das diferentes áreas x budget aplicado: com uma plataforma de gestão financeira é possível considerar outras áreas da empresa e seus orçamentos para fazer um planejamento integrado, em tempo real. Isso permite acompanhar e analisar a estratégia da empresa em intervalos mais curtos.

Fonte: Contábeis
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Você sabe quais documentos devem ser enviados todo mês para sua contabilidade?

Os documentos contábeis são fundamentais para a escrituração e registros obrigatórios da sua empresa

Empreender é sinônimo de responsabilidade e compromisso. Por isso, para manter as finanças “saudáveis” é preciso estar em dia com as obrigações legais. Não pense que essa tarefa deva ficar somente a cargo do contador. O empreendedor também deve fazer sua parte. É importante para que se faça um bom gerenciamento da sua empresa.

Para que o contador possa cumprir com as obrigações legais, além de manter sua empresa organizada é fundamental que ele receba todas as documentações necessárias regularmente.
Mas quais documentos devo enviar mensalmente para a contabilidade? Esta é uma dúvida de muitos empresários no Brasil e vamos ajudar listando quais são os 10 documentos que devem ser entregues mensalmente ao contador.
Acompanhe a leitura e descubra quais são.

Por que é preciso enviar certos documentos contábeis mensalmente ao contador?

Os documentos contábeis são aqueles que as suas informações afetam a escrituração contábil de uma empresa. Todos são muito importantes, pois falam da sustentabilidade do negócio, mas alguns deles são mais especiais. E alguns devem ser enviados mensalmente à contabilidade, de forma obrigatória.

Em suma, estes documentos têm o objetivo de comprovar as movimentações financeiras e as transações realizadas pela empresa no período, permitindo a melhor gestão tributária e outras demandas fiscais, bem como a melhor administração do negócio como um todo, sendo essencial nas atividades do contador.
Deste modo, é importante criar uma rotina de emissão, armazenamento e direcionamentos dos documentos contábeis à sua assessoria. Atualmente, há muitas ferramentas eletrônicas que ajudam a organizar estes documentos de forma integrada com a contabilidade, em tempo real. É uma dica avaliar estes recursos.

Relação de documentos contábeis mensais

A seguir, relacionamos os 10 principais documentos contábeis que você deve enviar para o seu contador mensalmente:

  • Guias de Impostos ou Contribuições: INSS, FGTS, Contribuição Sindical, outras Contribuições Sindicais.
  • Comprovantes de pagamentos dos impostos: como a DAS, DARF’s, GARE’s, etc.
  • Todas as notas fiscais – de entrada e saída – e comprovantes de despesas e de receitas.
  • Extratos: Bancários, de Aplicações, Cartões de Crédito, Empréstimos e Desconto de Duplicatas.
  • Recibos de pagamento: Salários, Pró-Labore, Férias, Vale Transporte e Atestados Médicos de Funcionários
  • Notas Fiscais de serviços adquiridos.
  • Arquivos Eletrônicos – Nota Fiscal Paulista, Redução Z, Arquivos do Sped Fiscal e XML’s das notas fiscais.
  • Recibos e Contratos: de locação, de honorários, despesas e contratos a pagar.
  • Controle de Estoque.
  • Movimentos e recibos de autônomos e outros colaboradores.

Conclusão

Agora que você descobriu quais documentos devem ser enviados para a contabilidade, não perca mais tempo. Verifique se você está enviando as informações necessárias da sua empresa e desempenhe um trabalho de forma adequada.
Fonte: Jornal Contábil
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Simples Nacional com novo limite de faturamento? Entenda!

O limite de faturamento do Simples Nacional pode ser ampliado. Entenda!

Confira, em nosso artigo, tudo o que você precisa saber sobre o possível reajuste na tabela do Simples Nacional e o possível novo limite de faturamento

Na última quarta-feira, dia 04/05/2022, a câmara dos deputados começou a discutir a possível ampliação da tabela do Simples Nacional, o que implicará o aumento do limite de faturamento do Microempreendedor Individual, das Microempresas (ME) e das Empresas de Pequeno Porte (EPP) enquadradas nesse regime.
Esse reajuste pode ajudar muitas empresas a se manterem no Simples Nacional. Por isso, no artigo de hoje, nós vamos apresentar tudo o que você precisa saber sobre o assunto para que se mantenha atualizado sobre o possível reajuste.
Sendo assim, continue conosco e tenha uma boa leitura!

O que é o Simples Nacional?

Em primeiro lugar, é importante entender o que, de fato, é o Simples Nacional e como funcionam as regras de faturamento para se enquadrar nesse regime.
Podemos definir o Simples Nacional como um regime tributário direcionado às Microempresas e às Empresas de Pequeno Porte. Trata-se de um modelo simplificado de regime, por ter como objetivo a redução da carga tributária e da burocracia dessas empresas para que elas possam se tornar mais competitivas quando comparadas a empresas maiores.
A fim de se enquadrar nesse regime, as empresas precisam obedecer a alguns critérios, como exercer alguma das atividades permitidas pelo Simples Nacional e respeitar o limite de faturamento que, atualmente, é de R$ 4,8 milhões por ano.
Entretanto, esse limite pode ser ampliado para R$ 8,69 milhões caso o reajuste na tabela do Simples Nacional seja aprovado. Entenda melhor sobre o assunto a seguir!

O que muda com o reajuste da tabela do Simples Nacional?

O projeto de lei que visa ao reajuste na tabela do Simples Nacional começou a ser discutido no dia 04/05/2022 na câmara dos deputados e defende que o limite de faturamento das empresas enquadradas no Simples Nacional deve ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Dessa maneira, os novos limites de faturamento anual das empresas seriam corrigidos da seguinte forma:

  • Microempreendedor Individual (MEI): de R$ 81 mil para R$ 144.913,41;
  • Microempresa (ME): de R$ 360 mil para R$ 869.480,43;
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): de R$ 4,8 milhões para R$ 8.694.804,31.

Além da mudança de faturamento, esse projeto de lei também defende o aumento do número de funcionários permitidos ao MEI para 2, tendo em vista que o limite atual é de 1 funcionário.
Conforme expectativa do relator, o deputado Marco Bertaiolli, os novos limites de faturamentos devem começar a valer ainda no ano fiscal de 2022 para serem apurados em 2023. Dessa forma, vamos continuar acompanhando a tramitação do projeto. 
Para saber mais, você pode acessar as matérias abaixo:

Com a aprovação desse reajuste, muitas empresas que estão quase ultrapassando o limite de faturamento poderão se manter no Simples Nacional e ampliar o seu faturamento.
Mas, até lá, é necessário manter as finanças organizadas e entender como agir diante das situações em que o limite for ultrapassado para conseguir se manter no Simples Nacional. Para tanto, contar com uma boa contabilidade é fundamental.

Conte com o nosso suporte de excelência!

Nada melhor do que contar com especialistas contábeis que dominam a legislação tributária e o seu regime de tributação para cuidar da contabilidade do seu negócio, não é mesmo?
Por isso, não hesite em contar conosco. Somos especialistas em tributação pelo Simples Nacional e vamos prestar o suporte de que a sua empresa precisa a fim de se manter saudável, legal e enquadrada nesse regime. 
Logo, não perca mais tempo e entre em contato conosco agora mesmo!
Fonte: Abrir empresa simples
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Empresário, você conhece o programa de crédito “Brasil Empreendedor”?

Programa Crédito Brasil Empreendedor é composto por um conjunto de medidas para facilitar o acesso ao crédito a empreendedores de diversos portes.

O Ministério da Economia lançou no dia 25 de abril o Programa Brasil Crédito Empreendedor, com medidas para facilitar acesso ao crédito a empreendedores de diversos portes.
Hoje, a maior dificuldade dos empreendedores para terem acesso ao crédito é a falta de garantias. O que o governo está fazendo é bancar essas garantias como forma de destravar a liquidez dos bancos e possibilitar o acesso ao dinheiro.

O que é o Programa Crédito Brasil Empreendedor?

O Programa Crédito Brasil Empreendedor é composto por um conjunto de medidas para facilitar o acesso ao crédito a empreendedores de diversos portes.
A iniciativa é da Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia (ME).

Quais iniciativas serão alcançadas pelo programa?

A MP do Crédito, a ser assinada, alavancará outros R$ 23 bilhões em financiamentos, sendo R$ 21 bilhões pelo Programa Emergencial de Acesso a Crédito – Fundo Garantidor para Investimentos (Peac-FGI); e R$ 2 bilhões pelo FGHab (Programa Casa Verde).
O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) atende hoje a microempresas e pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões.
A expectativa é que o programa movimente em torno de R$ 50 bilhões em créditos junto aos bancos.
A emenda ao PL nº 3.188/21 aprovada na Câmara dos Deputados também reedita o Programa de Estímulo ao Crédito (PEC), destinado à realização de operações de crédito a pessoas físicas ou jurídicas com receita bruta anual de até R$ 300 milhões.
Estima-se que, com essa reedição, até 31 de dezembro de 2022 sejam contratados R$ 14 bilhões amparados pelo programa.
Fonte: Contábeis
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Consultoria financeira: quando contar com ela na sua empresa?

Baixa lucratividade, ineficiência no atendimento ou no pós-venda, gastos excessivos, pagamentos atrasados, são alguns sintomas que indicam que a saúde financeira da sua empresa não anda tão bem.

Se a sua empresa passou recentemente por um diagnóstico financeiro, com certeza você saberá o que fazer, tomando a decisão mais acertada.
Se não passou pelo diagnóstico, não perca mais tempo, identifique os problemas antes que eles cresçam mais.

Conte com uma consultoria financeira para ajudá-lo no diagnóstico

Um diagnóstico financeiro só é eficiente quando é elaborado por quem entende muito bem do assunto, ou seja, precisa ser um especialista.
Afinal, por meio do diagnóstico é possível que a empresa saiba em que parte do processo está havendo alguma falha ou problema para ser tratado e resolvido.
O diagnóstico financeiro avalia toda a gestão financeira executada na empresa. Para isso, reúne dados que fazem parte da sua rotina financeira.
A consultoria faz um raio X do negócio, que envolve faturamento da companhia, suas entradas e saídas, como valores a receber e a pagar.
O desempenho financeiro e o modelo de negócios são mensurados por meio da análise das informações contábeis, registro de planilhas, dados do planejamento estratégico e muita conversa com os gestores.
Com todas as informações em mãos, a consultoria financeira cria estratégias de melhorias e estímulos, ações para corrigir falhas e estuda medidas para a prevenção de erros.
Por meio do diagnóstico financeiro, você terá mais base para a tomada de qualquer decisão que afete o seu empreendimento.

O que a consultoria financeira deve avaliar para fazer um diagnóstico preciso?

Para elaborar um diagnóstico preciso sobre a saúde financeira de sua empresa, a consultoria financeira precisa avaliar principalmente os seguintes processos:

  • Faturamento: observa a clareza dos últimos números registrados;
  • Despesas: enumera tudo o que dever ser pago, como impostos, contribuições, salários, entre outros gastos;
  • Estoques: identifica o valor do estoque da empresa, com todas as despesas;
  • Saldos a receber: observa tudo o que o negócio tem a receber. Comparar valores mês a mês;
  • Capital de giro: verifica os recursos financeiros necessários que a empresa tem como objetivo de se manter operando regularmente, pagando custos e despesas ao longo do tempo;

Provisão orçamentária: analisa um custo futuro, considerando estimativas de juros, encargos tributários, entre outros.
Fonte: Contábeis
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Conheça a proposta que busca aumentar o prazo de adesão ao Pronampe

Programa voltado a micro e pequenas empresas está no pacote para impulsionar crédito elaborado pelo Ministério da Economia.

Nesta terça-feira (12), a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que prorroga até o fim de 2024 o uso de recursos emergenciais para empréstimos do Pronampe.
A prorrogação do programa que busca facilitar o crédito para micro e pequenas empresas já estava em pauta no governo há um tempo e faz parte também do conjunto de iniciativas que o ministério da Economia vem lançando.
De acordo com o ministro Paulo Guedes, a medida por injetar R$ 100 bilhões em crédito.

Pronampe

O Pronampe foi criado em 2020, no início da pandemia da Covid-19, para socorrer pequenos empresários que tiveram queda brusca nas receitas e, ao mesmo tempo, ficaram sem acesso a crédito barato devido à crise.
Para viabilizar taxas de juros mais baixas em um momento de elevada incerteza, o governo federal fez um aporte bilionário de recursos no Fundo Garantidor de Operações (FGO), que ficaria responsável por honrar os pagamentos em caso de inadimplência.
Os fundos garantidores ajudam a cobrir eventuais prejuízos das instituições financeiras. Isso ajuda sobretudo empresas que não têm garantias tão sólidas e, por isso, ficam sem acesso a crédito com baixo custo.
O desenho do programa foi considerado extremamente bem-sucedido pelo governo, pelos empresários e por parlamentares, que trataram de aprovar uma lei em 2021 tornando o Pronampe uma política oficial e permanente de crédito.
As novas contratações de operações, no entanto, precisavam respeitar o prazo de 31 de dezembro do ano passado.

Nova rodada de crédito

O governo Jair Bolsonaro já vinha sendo pressionado pelos setores empresariais a destravar os programas de crédito voltados a micro e pequenas empresas.
A proposta em votação nesta terça na Câmara prorroga essa data até 31 de dezembro de 2024.
Com isso, os recursos aportados pelo governo por meio de crédito extraordinário —fora do alcance da regra fiscal do teto de gastos— seriam devolvidos só a partir de 2025 para os cofres do Tesouro Nacional. A verba terá de ser usada para abater dívida pública.
O projeto ainda precisará passar por nova votação no Senado, onde foi proposto originalmente, devido às alterações feitas pelos deputados.
Desde 2021, todas as operações de crédito contratadas pelo Pronampe têm taxas de juros de até 6% mais a Selic, hoje em 11,75% ao ano. A taxa ainda é apontada como vantajosa pela equipe econômica, pois fica abaixo do cobrado em outras linhas ofertadas pelos bancos.
O relator na Câmara, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), também incorporou em seu parecer uma autorização para o governo aportar recursos do Orçamento no FGO, para evitar que no futuro o fundo fique sem recursos para dar continuidade às operações.
Para isso, porém, o governo dependerá de disponibilidade no Orçamento e no teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação.
“Estou permitindo o aporte de recursos ordinários, mas isso depende de reserva orçamentária. Estamos criando um programa permanente”, afirmou.
Bertaiolli também incluiu uma dispensa ampla de certidões negativas de débito para a contratação das novas operações ou renegociações, à exceção de eventuais dívidas previdenciárias. Isso vai permitir que companhias com pendências trabalhistas tenham acesso a crédito, por exemplo.

Programa de Estímulo ao Crédito – PEC

O relator ainda prevê em seu texto a retomada do Programa de Estímulo ao Crédito (PEC), programa que incentiva a concessão de crédito para microempresas ou companhias de pequeno e médio porte.
O PEC permite que as instituições financeiras convertam eventuais prejuízos temporários com essas operações em créditos tributários para pagar menos imposto. A medida libera o capital dos bancos que ficaria comprometido com essas transações, o que contribui para alavancar um volume maior de crédito.
O programa havia sido encerrado no fim de 2021, mas o texto prorroga sua vigência até 31 de dezembro de 2022.
Em sua primeira versão, o PEC poderia ser usado pelas instituições financeiras em empréstimos concedidos a MEIs (microempreendedores individuais) ou empresas com faturamento até R$ 4,8 milhões anuais.
Agora, o texto incluiu também o segmento de companhias de médio porte, com receita bruta anual de até R$ 300 milhões. Essa expansão do PEC foi criticada por legendas de oposição ao governo, por conceder um benefício tributário a empresas com maior volume de receitas. Mesmo assim, a base aliada assegurou a permanência da medida.

Fonte: Contábeis

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