Gestão de projetos industriais – 5 dicas para não perder o controle orçamentário e de prazos!

Gestão de projetos industriais – 5 dicas para não perder o controle orçamentário e de prazos!

Como é feita a gestão de projetos industriais em sua empresa?

Não conseguir administrar corretamente esse setor pode fazer com que os demais fiquem desorganizados ou excedam custos, gerando prejuízo para o seu negócio.

Para que isso não ocorra, confira então, a seguir, 5 dicas sobre como fazer uma boa gestão de projetos industriais, focando nos pontos importantes do empreendimento e evitando assim, desperdícios com funcionários e dinheiro.

1. Procure qualificação

Para se tornar um bom gestor, independente da área, é preciso buscar qualificação. Dessa forma, existem diversos cursos online, inclusive gratuitos, que ensinam assim, as principais táticas e técnicas de gestão para que o seu negócio prospere.
Também é importante conhecer bem o mercado em que atua e ter assim, informações sobre seus principais concorrentes, além de possuir diferenciais na sua indústria. Assim, o seu público-alvo escolherá a sua instituição para fechar negócio.

2. Diminua os custos de produção em sua gestão de projetos industriais

Tenha sempre a mão e de forma atualizada todos os custos da sua indústria, desde os valores pagos para aquisição de matéria prima até itens utilizados diariamente pelos operários. 
Com isso, você terá uma boa visão dos investimentos feitos atualmente pela sua indústria e poderá decidir em quais campos poderá haver um corte de gastos sem que a qualidade do produto final seja diminuída.
Uma forma de diminuir os custos de produção é saber gerenciar os seus colaboradores. Maneje-os para áreas que necessitem de mão de obra e não procure focar apenas na linha de produção, já que negligenciar outros setores da empresa poderá trazer problemas e prejuízos futuros.

3. Invista em novas tecnologias

Apenas parar de gastar não fará a sua empresa crescer: é preciso saber em quais pontos o dinheiro extra deverá ser investido, e uma dessas possibilidades é em tecnologias que otimizem o trabalho dentro da indústria.
Participe de eventos do seu setor e confira quais as novidades, programas e equipamentos você poderá trazer para a sua instituição. Dessa forma, você conseguirá produzir mais em menos tempo, aumentando sua produtividade, e, quem sabe, até reduzir os custos.
Além disso, atualmente existem diversos softwares de gestão que armazenam informações, fazem balanços de gastos, cadastro de funcionários, dentre outras atividades. Assim, grande parte das atividades de gestão serão automatizadas e organizadas no computador, o que otimizará o tempo e permitirá que a sua equipe foque em áreas mais práticas.

4. Organize seus dados

Para ter uma boa gestão de projetos industriais, é preciso que todos os dados e informações estejam sempre organizados e com fácil acesso para você e colaboradores que precisem acessá-los.
Assim, você evita perder documentos importantes e permite que todas as áreas da sua indústria consigam atuar em conjunto, o que lhe trará mais resultados e organização interna.

5. Foque em produtividade

Um gestor industrial precisa se certificar de que todos os processos estão sendo executados da maneira mais produtiva possível, pois um problema em uma etapa pode comprometer toda a linha de produção, gerando atraso na entrega do produto final.
Saiba como manter um equilíbrio entre investimentos e despesas e procure a extrair o melhor resultado com as máquinas e funcionário que já possui. Também dedique um tempo para encontrar possíveis falhas na produção, além de formas de deixar os seus funcionários mais engajados.
Comece a aplicar as dicas desse post para otimizar a sua gestão de projetos industriais. Você notará que seus processos ficarão mais ágeis e os lucros da sua empresa aumentarão.
Gostou do texto? Então confira, aqui no nosso blog, outros artigos que também poderão lhe interessar!
Fonte: Quero Montar uma empresa

CONSTRUÇÃO CIVIL NO SIMPLES NACIONAL ANEXO III OU IV?

CONSTRUÇÃO CIVIL NO SIMPLES NACIONAL ANEXO III OU IV?

A definição do anexo III ou IV é bastante complexa e costuma gerar muitos entendimentos distintos.
Ao longo dos anos este assunto vêm se tornando mais claro e já podemos estabelecer critérios para esclarecer quando é obrigatório o CNO (cadastro nacional de obras), quando é obrigatória a retenção de INSS e em que situações a empresa deve tributar pelo anexo III ou IV, quando optantes pelo Simples Nacional. São situações diferentes e não necessariamente devem ser adotadas ao mesmo tempo.  
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            O primeiro passo é entender alguns conceitos:

CONCEITOS DE REFORMAS 

            – REFORMA- A modificação de uma edificação ou substituição de materiais nela empregados, sem acréscimo de área
            – REFORMA DE PEQUENO VALOR – Aquela de responsabilidade de pessoa jurídica, que possui escrituração contábil regular, em que não há alteração de área construída, cujo estimado total, incluindo material e mão de obra, não ultrapasse o valor de 20 vezes o limite máximo do salário de contribuição vigente na data de início da obra.
            -ACRÉSCIMO OU AMPLIAÇÃO – a obra realizada em edificação preexistente, já regularizada na RFB, que acarrete aumento da área construída, conforme projeto aprovado. 

CONCEITOS DE SERVIÇOS

            – SERVIÇO DE CONSTRUÇÃO CIVIL: aquele prestado no ramo da construção civil, discriminados no Anexo VII da IN/RFB nº 971/09, tais como: pintura, impermeabilização, limpeza de canteiros de obras.
            ANEXO VII da IN /RFB.: 971/09 – Neste IN está relacionado o que é OBRA e o que é SERVIÇO 

 ANEXO IV  

Serão tributadas no Anexo IV as receitas decorrentes da prestação dos seguintes serviços:
a) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores;
b) serviço de vigilância, limpeza ou conservação;
c) serviços advocatícios.

Se o serviço for de construção civil obra, aqui entendido como serviços de alvenaria, gesso, e etc., mesmo em se tratando de reforma e sem estar obrigado a possuir um CNO (Cadastro Nacional de Obra) , fica sujeito a retenção e a tributação pelo anexo IV

ANEXO III

Serão tributadas no Anexo III as receitas decorrentes da prestação dos seguintes serviços:
A lista do Anexo III vai estar no § 5º-B§ 5º-D e § 5º-F do artigo 18 da Lei Complementar 123).

            A Conclusão é que para definir o anexo que deve ser utilizado, assim como a necessidade de retenção ou não é preciso observar o contrato de prestação de serviço e o objeto deste contrato: 
           Sendo serviços de construção civil, mesmo sendo reforma sem acréscimo de área e não possuindo o CNO (Cadastro Nacional de Obra), fica sujeito ao anexo IV, o que irá definir o anexo III ou IV são os serviços, ainda mesmo que o serviço seja somente instalação elétrica, portanto, serviços, conforme anexo VII, da IN 971/2009, que não estão sujeito ao CNO ou retenção, por ser tratar do anexo III, mas se este serviço foi contratado para fazer parte de uma construção ou obra de engenharia que faça parte do respectivo contrato, sua tributação ocorrerá juntamente com a obra, na forma do anexo IV.
Carmen Rita Hugo da Silveira// Cátia Rita Hugo da Silveira
Contadoras                                     
CCR Contabilidade e Consultoria S/C Ltda.
 

Plano de negócios: como elaborar o seu? – Passo a Passo

Plano de negócios: como elaborar o seu? – Passo a Passo

O plano de negócios é uma das coisas mais importantes para o sucesso de um empreendimento.
O ideal é que seja escrito antes mesmo de começar o negócio, sendo passível de ajustes conforme contextos internos ou externos. Mas você sabe como fazer um plano de negócios?
Neste artigo, vamos apresentar a você um passo a passo básico. Vamos primeiro ver exatamente o que é um plano de negócios, esse documento essencial a uma empresa?

O que é um plano de negócios?

O plano de negócios, como diz o nome, é um plano. E planejar significa antever situações e propiciar estratégias para melhorar o funcionamento e o faturamento da empresa.
O plano de negócios permite que você tenha uma ideia boa sobre seu mercado, projetando tomadas de decisão e procurando os investidores certos. Ele contém todos os detalhes mais importantes sobre sua empresa, com especificações e objetivos claros – e como atingi-los. Não são ideias apenas, mas dados reais para colocar em prática.
Existem vários modelos de plano de negócios. Vamos mostrar a você um método prático, que o ajudará a compreender a função e a importância desse planejamento.
Vamos ao passo a passo?
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1. Dados gerais

Nesta primeira parte do plano de negócios você vai registrar algumas informações, começando pelo sumário executivo em que escreverá o resumo das partes mais significativas do documento.
Esta parte inicial deve ser realizada após todas as outras do plano de negócios, embora esteja listada em primeiro lugar.
Não deixe de incluir:

  • o que vai vender ou oferecer;
  • público-alvo;
  • local da empresa: física, online ou ambas as modalidades?
  • investimento;
  • faturamento mensal desejado;
  • retorno sobre investimento;
  • informações sobre os empreendedores e suas responsabilidades;
  • dados legais como CNPJ, Inscrição Estadual (IE) e municipal, etc;
  • missão: baseada nas necessidades do consumidor; 
  • formato jurídico: MEI (Microempreendedor Individual), EI (Empresário Individual), EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Individual), Sociedade Limitada… onde sua empresa se encaixa, de acordo com seus objetivos e com as permissões da Lei para cada caso?
  • enquadramento tributário: Lucro Real, Lucro Presumido ou o mais fácil e com menos custos, o Simples Nacional: depende do faturamento anual da empresa e da Receita Federal;
  • capital social: ativos da empresa, como equipamentos e outros bens, além de dinheiro;
  • fontes de recursos: cuidado para não se endividar muito!

2. Análise do mercado

Nesta segunda parte do plano de negócios, você vai avaliar seu nicho de mercado e como afeta seu negócio: pesquisa, avaliação e ser realista para delimitar “onde você está pisando”. 
Inclua os seguintes itens:

  • análise do perfil do público-alvo;
  • estudo dos concorrentes;
  • análise dos fornecedores: verifique preços, prazos de entrega, qualidade, garantias etc.

3. Estratégias de venda e marketing

O maior objetivo de toda empresa é vender e lucrar, não é mesmo? 
Então, esta parte de comercialização e marketing é muito importante. Faça uma estratégia de preços, vendas e marketing, informando:

  • descrição de seus serviços ou produtos;
  • valores dos serviços ou produtos;
  • maneiras de comercialização: como o que você vai vender chegará ao consumidor, através de que canais de venda e distribuição;
  • localização: se a loja for física, um bom ponto urbano; caso seja online, ainda assim deve apresentar endereço e telefone, e o marketing digital se torna mais vital;
  • plano financeiro: procedimentos operacionais e financeiros, como quantidade de funcionários, logística, custos fixos e variáveis, metas de faturamento, retorno do investimento e ponto de equilíbrio do negócio, por exemplo.

Este é apenas um exemplo de plano de negócios, mas, como dissemos, você pode encontrar facilmente planejamentos prontos e eficientes. Um dos mais famosos planos de negócios é o Canvas, e o SEBRAE tem um site especialmente dedicado a ajudar você a fazer um modelo eficiente.
E aí, o que achou do nosso passo a passo básico para criar um plano de negócios para sua empresa?
Não deixe de pesquisar o máximo de dados que puder, sobre o mercado, fontes de recursos, diminuição de custos, contabilidade, empreendedorismo, gestão empresarial e tecnologia.
Se gostou, compartilhe! 

Gestão de projetos na Construção Civil: como fazer o orçamento render, dentro do prazo

Gestão de projetos na Construção Civil: como fazer o orçamento render, dentro do prazo

Na gestão de projetos de Construção Civil, qualidade, prazo e escopo são essenciais. É necessário haver controle e contínuas correções e adaptações. Ou seja, não é tarefa fácil gerenciar projetos nessa área.
Além disso, há muitas variáveis envolvidas para conseguir proporcionar eficiência e segurança, para assim, atingir os objetivos estabelecidos ou determinar as ações mais adequadas no decorrer da obra.
Além de tudo isso, ainda deve ser levado em conta o orçamento e os prazos. Afinal, há uma data para começar e para terminar, de acordo com o contrato. Entretanto, adversidades costumam surgir, como falta de recursos, modificações de última hora e desmotivação dos trabalhadores.
Pensando nisso, neste artigo vamos falar sobre como executar a gestão de projetos de Construção Civil da melhor forma, evitando erros e despesas desnecessárias.
Mas, primeiramente, você sabe o que é gestão de projetos?
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Gestão de projetos: o que significa

Gestão de projetos atualmente é utilizada em diferentes áreas, inclusive na Construção Civil. 
Basicamente, gestão de projetos envolve habilidades, técnicas, ferramentas e conhecimentos utilizados para o planejamento, execução e acompanhamento de um projeto. 
Existem inúmeras teorias sobre como realizar um bom projeto, de acordo com cada área – projetos de produto, indústrias, residências, etc. – e a gestão de projetos é vital em todas elas. O Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI) indicou que 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do globo é para investimentos nos mais diferentes tipos de projetos. 

Como fazer uma boa gestão de projetos na Construção Civil

Uma boa gestão de projetos na área de Construção Civil exige um orçamento que renda e prazos cumpridos, ainda que surjam imprevistos ou mudanças significativas durante a obra.
Na Construção Civil, existem certas características no processo produtivo e no mercado que tornam a aplicação de procedimentos e teorias de gestão, às vezes, complexa: são as adaptações de que falamos, praticamente inevitáveis.
Neste contexto de gestão de projetos em obras, é importante se atentar às novas tecnologias, além do cenário do crédito imobiliário no país. Esses são fatores decisivos que permitem aumentar ou diminuir a demanda de projetos de Construção Civil. 
Além disso, metodologias inovadoras voltadas a liderança e gerenciamento de equipes vêm surgindo com força na área. 

Fases do projeto de Construção Civil

Um projeto tem começo, meio e fim, seja qual for. E cada parte é importante, portanto, antever dificuldades em todas as etapas é essencial (claro, na medida do possível).
Em geral, as etapas de um projeto de Construção Civil são:

  1. Início: averiguar a viabilidade e assinar o termo de abertura da obra;
  2. Planejamento: definir objetivos específicos e como atingi-los;
  3. Execução: pessoas e recursos para chegar ao escopo determinado;
  4. Acompanhamento: controle contínuo de resultados alcançados;
  5. Finalização: encerrar e aceitar a obra executada.

Cuidado com as correções, seus custos podem aumentar de uma etapa para outra, portanto, faça um planejamento detalhado e previna-se contra adversidades!
Vamos ver, agora, algumas dicas para uma gestão de projetos de Construção Civil que seja fiel aos prazos e não estoure o orçamento?

Dicas para gestão de projetos em Construção Civil

A seguir, veja algumas sugestões para que seu projeto de Construção Civil seja eficiente:

  • contrate uma equipe completa e que trabalhe com qualidade, mantendo-a motivada;
  • trate da gestão das pessoas envolvidas: patrocinadores, clientes, gerente do projeto, equipe, sociedade e órgãos reguladores;
  • tenha objetivos claros e práticos para a equipe: ele deve ser SMART: specific (específico) – mensurable (mensurável) – attainable (alcançável) – relevant (relevante) e time-based (com prazo certo);
  • facilite a comunicação interna, ou seja, o diálogo com os envolvidos no projeto, eliminando, assim, ruídos e propiciando canais eficientes;
  • tenha um cronograma, subdividindo as entregas: pontue cada etapa do projeto, com prazos e padrões de qualidade;
  • use um sistema de gestão de projetos eficiente, que sincronize pessoas, processos, recursos, prazos, normas, tecnologias e padrões de qualidade.

Esperamos que você tenha apreciado nosso conteúdo sobre gestão de projetos de Construção Civil! Para mais artigos como esse, continue navegando em nosso blog!

Gestão de contratos na construção civil – 5 dicas para não perder o controle!

Gestão de contratos na construção civil – 5 dicas para não perder o controle!

Redigir e fazer a gestão de contratos não é uma tarefa simples. Apesar da venda ou parceria já estar fechada, é por meio deste documento que todas as informações são detalhadas, incluindo o que cada parte poderá ou não fazer enquanto ele estiver vigente.
Neste artigo, você irá conferir 5 dicas muito importantes durante a gestão de contratos: desde a escrita do documento até o seu devido armazenamento. Para conferir todas, continue a leitura!
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1. Tenha atenção dobrada aos detalhes

Imagine que depois de ter um contrato redigido e assinado, você perceba que faltou uma cláusula muito importante, o que poderá ocasionar prejuízos para a sua empresa. Para evitar esse e outros tipos de transtornos, sempre releia o contrato várias vezes para se certificar de que não esqueceu nenhum detalhe.
Uma dica é anotar os principais tópicos para que o acordo seja benéfico para ambos os lados. Assim, você não esquecerá de adicioná-los a versão final da papelada.

2. Opte pelos contratos eletrônicos

Para facilitar a escrita do contrato, evitar erros e ter um controle de todas as emissões, você pode investir em redigir contratos virtuais. A assinatura também é feita digitalmente, e esse é considerado o método mais seguro.
Além disso, essa é uma forma mais barata de gerir contratos, já que não é necessário gastar com impressões e folhas. Essa também é uma boa maneira de contribuir com o meio ambiente, diminuindo o uso de papel. 

3. Não esqueça dos prazos

Existem certas situações que exigem um prazo máximo para serem cumpridas, além da possibilidade de exigência do próprio assinante para que o documento seja entregue rapidamente. Portanto, entregue um contrato bem revisado, mas seja ágil e cumpra os prazos.
Uma ótima maneira de evitar problemas com atrasos é organizar, por data de entrega, todos os contratos que precisam ser feitos. Por mais que o acordo já tenha sido fechado, nada impede que a outra parte possa voltar atrás.

4. Se organize em sua gestão de contratos

Procure deixar as cópias dos contratos da sua empresa bem organizadas, independente se estiverem na versão impressa ou online. Isso facilitará a busca desses documentos futuramente, por você e por pessoas de outros setores que necessitem validar alguma informação.

5. Preste atenção na ortografia

Um ponto muito importante ao criar um contrato, é prestar atenção na ortografia. Entregar um documento mal redigido e com muitos erros dará a impressão de que a sua empresa não é profissional ou não teve cuidado ao criar o contrato.
Procure a ajuda de um redator ou revisor para encontrar possíveis erros no documento. 
Além disso, tome cuidado ao baixar modelos prontos de contratos encontrados na internet. Ao pegar qualquer modelo de contrato, além da possibilidade de apresentar erros, eles podem não atender às necessidades da sua empresa, fazendo com que um dos lados possa ter algum tipo de prejuízo.
Agora que você entendeu todas as dicas de como fazer uma boa gestão de contratos dentro da sua empresa, comece a colocá-las em prática! Além disso, sempre avalie contratos já assinados, pois alterações podem surgir a qualquer momento.
Gostou do texto? Então confira, agora, outras dicas e conteúdos aqui no nosso blog!

Prestador de Serviços MEI: Entenda as regras e benefícios para você se formalizar como Microempreendedor Individual!

Prestador de Serviços MEI: Entenda as regras e benefícios para você se formalizar como Microempreendedor Individual!

Mei - Abrir Empresa Simples
Olá empreendedor, tudo bem? Você decidiu empreender e quer saber como se formalizar como um prestador de serviços MEI?
Ótimo!
Então, vamos explicar melhor para que você comece do jeito certo e, assim, empreenda com sucesso!
Antes de tudo, deixa te fazer uma pergunta: você sabe o que é um MEI?”.

MEI – o que é

O MEI, ou microempreendedor individual, é uma forma de empreender de maneira legalizada para aqueles profissionais que trabalham por conta própria ou que pretendem abrir uma empresa simples e sem burocracia.
Essa é uma das modalidades mais simples e vantajosa para quem deseja ter o próprio negócio e trabalhar em total conformidade legal.
E um dos pontos mais atraentes em ser MEI é a questão de sua forma de pagar tributos, que é bem mais reduzida que os demais regimes tributários existentes.
Outro detalhe de grande relevância, é que dependendo da classe ou categoria da prestadora de serviços, alguns encargos são obrigatórios e outros não.
Devido a isso, apesar de não ser obrigatório para o MEI ter um contador, contratar uma contabilidade para prestadores de serviços é essencial; pois, dentre as várias contribuições que ela pode dar à sua empresa MEI, ela também vai analisar minuciosamente cada tipo de imposto para checar quanto à essa obrigatoriedade.

Mas e como atuar como um prestador de serviços MEI?

Como já dissemos, você pode se formalizar sozinho, sem o apoio de um contador, no entanto, existem algumas normas e critérios para se tornar um prestador de serviços MEI que precisam ser cumpridas, por isso, mais uma vez, ser auxiliado por uma assessoria contábil especializada em prestadoras de serviços torna todo esse processo mais simples e seguro.
Além de que, um contador competente tem a capacidade de apoiar o prestador de serviços MEI em todas as suas necessidades legais. 

Mas, afinal, o que é preciso para você ser um prestador de serviços MEI?

Documentos e informações
1) Cadastro no Portal de Serviços do Governo Federal – Plataforma  gov.br.
2) Dados pessoais: RG, Título de eleitor ou Declaração de Imposto de Renda, dados de contato e endereço residencial.
3) Dados do seu negócio: tipo de atividade econômica realizada, forma de atuação e local onde o negócio é realizado. 

Passo a passo da inscrição MEI

1) Clique no botão Formalize-se, disponível no Portal do Empreendedor;
2) Na página que se abrirá, informe os dados da sua conta Brasil Cidadão. Se você ainda não possui cadastro na Plataforma gov.br, clique na opção Fazer Cadastro. Após o término do cadastro, retorne ao Portal do Empreendedor e clique novamente em Formalize-se;
3) Autorize o acesso aos seus dados pelo Portal do Empreendedor – Área do Usuário da REDESIM;
4) Caso solicitado, informe o número do recibo da sua declaração de imposto de renda ou do título de eleitor;
5) Informe o número do seu telefone celular e na sequência o código SMS enviado para você;
6) Confira os dados carregados pelo sistema e preencha as informações solicitadas;
7) Preencha as declarações solicitadas e conclua a inscrição.

Quais as condições para se tornar um MEI?

1.Não participar como sócio, administrador ou titular de outra empresa, ter mais de um estabelecimento, e se é sócio de sociedade empresária de natureza contratual ou administrador de sociedade empresária, sócio ou administrador em sociedade simples.
2.Contratar no máximo um empregado;
3.Exercer uma das atividades econômicas previstas no Anexo XI, da Resolução CGSN nº 140, de 22 de maio de 2018, o qual relaciona todas as atividades permitidas ao MEI.
Faturamneto1 - Abrir Empresa SimplesFaturamento2 - Abrir Empresa SimplesFaturamneto3 - Abrir Empresa Simples
O microempreendedor individual terá como despesas apenas o pagamento mensal do Simples Nacional.

Valores

Comercio Industria - Abrir Empresa Simples

Comércio ou Indústria
R$49,90, ou R$ 50,90


Prestacao De Servicos - Abrir Empresa Simples

Prestação de Serviços R$ 54,90 


Comercio Servicos - Abrir Empresa Simples

Comércio e Serviços juntos
R$ 55,90


 
 
 
 


Observação:

O pagamento pode ser feito por meio de débito automático, online ou emissão do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

MEI e os benefícios 

Mei E Beneficios - Abrir Empresa Simples

Agora que você já sabe sobre valores e despesas e o que é preciso para ser um MEI, vamos aos benefícios e direitos de ser um MEI:

Auxilio Maternidade - Abrir Empresa SimplesVocê tem direito a auxílio-maternidade;

Afastamento Saude - Abrir Empresa SimplesDireito a afastamento remunerado por problemas de saúde;

Aposentadoria - Abrir Empresa SimplesAposentadoria;

Simples Nacional - Abrir Empresa SimplesSendo MEI, você é enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL);
Cnpj - Abrir Empresa SimplesCom CNPJ, pode abrir conta em banco e tem acesso a crédito com juros mais baratos. Pode ter endereço fixo para facilitar a conquista de novos clientes;
Sebrae - Abrir Empresa SimplesConta com cobertura da Previdência Social para você e sua família. Conta também com o apoio técnico do Sebrae para aprender a negociar e obter preços e condições nas compras de mercadorias para revenda, obter melhor prazo junto aos atacadistas e melhor margem de lucro. 
Entendeu como você poderá atuar como prestador de serviços MEI legalmente?
Portanto, se você quer mesmo atuar como prestador de serviços MEI, e deseja ser um microempreendedor individual bem-sucedido, não perca mais tempo! 
Regularize-se já! É um processo simples, rápido e sem burocracia…
Se tiver dúvidas, consulte sempre um contador
Outras informações acesse Perguntas Frequentes 
Fonte: Portal do Empreendedor – MEI (texto adaptado)