por Marketing CCR | jan 10, 2020 | Empreendedorismo, Empresarial, Gestão Empresarial
Você pode até não saber, mas a contabilidade para comércio lida com uma série de exigências e documentos, que são importantíssimos para a empresa e o Fisco.
E, caso você não tenha tudo isso atualizado e dentro das conformidades legais, os prejuízos são para além do imaginável e do que talvez, você queira arcar!
Por isso, hoje, conheça algumas ações, documentos e registros que sua empresa precisa, e que tem a ver com a contabilidade empresarial, combinado?
Escriturações comerciais e financeiras
A contabilidade tem a capacidade de registrar vários tipos de relatórios que são essenciais para o seu negócio. A escrituração é por onde se dá esse tipo de registro, pois, inclui todas as operações financeiras e comerciais da empresa – por meio de inúmeras comprovações. Assim, são lançados esses registros, nos livros contábeis.
O que mais a contabilidade faz por sua empresa?
Uma boa contabilidade tem a responsabilidade de reunir todos os documentos mais importantes de sua empresa, para que, dessa forma, muitas ações legais possam ser comprovadas. Nesse sentido ainda, a contabilidade opera com algumas ações, como:
- Notas fiscais para as empresas.
- Folhas de pagamentos e todos os demais documentos dos colaboradores, de modo que na hora de enviar os registros corretos ao eSocial, tudo seja feito com assertividade.
- Pró-labore.
- Extratos de movimentação bancária.
- Documentos referentes a financiamentos ou empréstimos.
- Documentos expedidos por cartórios ou tabelionatos.
Esses documentos, dentre muito outros, são de vital importância para o seu negócio e o resguarde do mesmo, visto que o Fisco está sempre de olho e qualquer falha ou deslize, pode incorrer em multas altas e outros prejuízos!
E os livros contábeis: para que servem?
Existe um código, chamado de Código Comercial Brasileiro, onde todos os comerciantes, SEM EXCEÇÃO, devem, de forma obrigatória, possuir uma CONTABILIDADE. Dentro das regras exigidas, é preciso que toda escrituração da empresa seja padronizada, de forma que os livros contábeis estejam devidamente registrados com todos os dados de relevância. Alguns desses livros são:
- Livro caixa;
- Livro diário;
- Livro razão;
- Livro auxiliar ou de contas correntes;
- Registro de duplicatas.
A contabilidade para o comércio deve possuir todos os documentos, de forma a providenciar todos os livros e registros necessários na apuração de impostos.
Demonstrativos empresariais
Você sabia que, além de tudo o que já foi falado, você também vai precisar de demonstrativos? Os demonstrativos apresentam resultados do conjunto de informações sobre sua empresa. E, a partir disso, é possível conseguir vários benefícios, pois são apresentados se a empresa teve lucro ou prejuízo em determinado período. Quer ver quais são os demonstrativos mais importantes?
- Balanço patrimonial;
- Demonstração do resultado do exercício;
- Demonstração das mutações do patrimônio líquido;
- Demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados;
- Notas explicativas;
- Demonstração dos fluxos de caixa;
- Demonstração do valor adicionado.
Além disso, é o contador que pode lhe amparar em muitos outros sentidos, como:
- Assessoria financeira e contábil;
- Precificação de produtos ou serviços;
- Ponto de equilíbrio;
- Melhores investimentos;
- Entre muitos outros!
Portanto, fica EVIDENTE E COMPROVADO que você realmente precisa de uma contabilidade para comércio! E então, gostou do nosso conteúdo? Se ficou com alguma dúvida, entre em contato conosco! Fonte: Abrir um negócio lucrativo
por Marketing CCR | jan 3, 2020 | Abertura de empresa, Abrir empresa, Comércio, Empreendimento
Quer dizer que você está pensando, ou já está convicto(a), em abrir um comércio para ter o seu próprio negócio, mas ainda não sabe qual e como dar o primeiro passo? Não faz ideia do que deve cumprir até que seu comércio esteja formalizado e tenha seu CNPJ?
Abrir um comércio não é um processo difícil, mas existem determinados passos importantes a serem cumpridos. Se você está realmente interessado em abrir um comércio, fique atento, pois trataremos hoje de informações importantes para você empreendedor!O que você precisa saber antes de abrir um comércio
O ato de abrir um comércio é a concretização de objetivo que, muitas vezes, significa um sonho sendo realizado. Porém, até chegar nesse ponto, existe uma série de fatores a serem estudados e analisados:- Avaliar se você tem perfil empreendedor;
- Conhecer suas principais características;
- Estudar o mercado no qual você vai entrar;
- Saber como escolher os sócios, se houver;
- Traçar um plano de negócio para comércio;
- Estabelecer metas;
- Definir e conhecer seu público-alvo;
- Conhecer o seu produto;
- Planejar uma reserva de capital;
- Prever custos iniciais;
- Escolher o mais adequado regime de tributação para comércio, entre outras coisas!
Para tudo isso, e demais etapas de abertura de comércio, é importante você contar com ajuda especializada, nesse aspecto, uma contabilidade para comércio é bastante útil.Qual tipo de empresa abrir?
Uma das muitas decisões que você deve tomar antes de formalizar seu comércio, é com relação ao tipo de empresa que vai abrir. Aqui estamos falando de formato jurídico, regime tributário e porte da empresa.Formato jurídico
Os mais comuns são:- EIRELI e Empresário Individual – aqui a responsabilidade é limitada e o empreendedor abre seu comércio sem sócios e se torna o único responsável pelo negócio;
- Sociedade Simples Limitada – é uma espécie de sociedade que exige pelo menos um sócio, onde existem algumas responsabilidade limitadas.
Regime tributário
É aqui que você começa a desenhar o tipo de tributação que seu comércio irá ter:- Simples Nacional;
- Lucro Real;
- Lucro Presumido.
Cada um destes regimes tributários possuem seus benefícios, diferenciais e exigências. Mas aí você pode perguntar: “Mas qual é o melhor regime tributário para o meu comércio”?
Realmente isso vai depender de uma série de análises, em que um contador especializado em comércio fica responsável por efetuar, juntamente com a coleta de dados que você, empreendedor, irá passar. Além disso, uma contabilidade competente escolhe o melhor regime tributário para o seu comércio, de modo que se possa reduzir os pagamentos com impostos. E, apenas nesse sentido, já é uma ótima vantagem, não é verdade?Porte da empresa
A definição do porte de sua empresa é conforme o faturamento anual bruto.- MEI (Microempreendedor Individual).
- ME (Microempresa).
- EPP (Empresa de Pequeno Porte).
Caso o comércio/empresa não exerça uma atividade vedada pela LC 123/2006, assim como a ME, ele também pode optar pelo Simples Nacional. Portanto, existem vários tipos de empresas que são formadas pelas escolhas das alternativas existentes entre essas três variáveis (formato jurídico, regime tributário e porte da empresa), cada um atendendo determinado perfil de empreendedor.E se você precisa de ajuda em algumas dessas questões, venha conversar com nossa contabilidade para comércio agora mesmo! Fonte: Abrir um negócio Lucrativo
por Marketing CCR | dez 27, 2019 | comércio online, e-commerce, Empreendedorismo, Empresarial, negócio online
Você vai montar sua loja virtual, e-commerce e precisa de um nome bacana? Muito legal, pois o tema que preparamos hoje vem justamente com essa abordagem!
Vamos lá!Tecnologia e palavras-chave para sua loja virtual
Você deve saber o quanto trabalhar com palavras-chave é essencial para destacar os seus negócios e trazer maior visibilidade para sua loja virtual, certo?
Portanto, o uso de palavras-chave em sua loja virtual será um grande diferencial para você!
E apesar de não ser uma regra, usar palavras-chave pode ser muito útil, tanto no sentido de gerar conexão com seu segmento, quanto no de gerar facilidade de ser encontrado nos mecanismos digitais.
Quer ver alguns exemplos de como algumas palavras-chave podem ser úteis?
Veja alguns exemplos de nomes que, unidos a palavras-chave, podem ser relevantes para seus negócios:- Moda Feminina Plus Size;
- Moda fera para mulheres estilosas;
- Conceito arruma a casa (segmento de acessórios e artigos para o lar, por exemplo).
Portanto, tanto no sentido de ser encontrado no Google, como no de gerar conexão com seu público-alvo, é muito bom poder contar com essa estratégia para escolher um nome bem legal para sua loja virtual.Disponibilidade de domínio
Seu domínio deve ter o nome da sua loja, assim fica fácil localizá-lo como empresa, podendo se destacar no meio da multidão.
Mas antes de definir qual o nome da sua loja, é preciso validar:- Se o nome está disponível pela Junta Comercial;
- Se o nome já não foi registrado em outro domínio. Nesse caso, é preciso fazer uma pesquisa em sites de registro de domínio para saber se o nome está disponível para uso e contar com uma contabilidade para lojas virtuais, que pode te ajudar nos contextos de verificação com a Junta.
Compreendido até aqui?Teste os nomes, veja a sonoridade deles e a facilidade da pronúncia
Não adianta querer colocar um nome todo original, mas que soe estranho ao ser falado… talvez um nome engraçado, até seja divertido e bem-humorado, mas será que faz jus ao seu segmento, a sua empresa e a autoridade que você deseja ter em seu nicho de atuação?
Um nome curto, por exemplo, pode ser muito melhor do que um enorme. Não é legal tentar nomes mirabolantes, achando que vão conquistar o público! Um nome curto, e fácil de ser soletrado, é sempre muito melhor!
Portanto, pegue caneta e papel, ou seu computador mesmo, e comece a usar toda a criatividade que possui! Vale a pena pedir sugestão à amigos mais próximos e a família!Ferramentas que ajudam a formar nomes de empresas e de lojas
Mais uma vez, lá vem a tecnologia com todas as suas inovações e ferramentas!
Na hora de escolher o nome para sua empresa virtual, você pode usar recursos como:
Portanto, se você não quer usar os seus neurônios e passar horas e horas tentando decidir qual o melhor nome, pode usar esses sites que fazem sugestões! E quando o assunto envolver contabilidade para lojas virtuais e e-commerce, pode contar conosco, pois, podemos reduzir suas cargas tributárias e fazer muito mais por você!
Fonte: Abrir Um Negócio Lucrativo
por Marketing CCR | dez 20, 2019 | Empresarial, Gestão Empresarial, Prestação de Serviços, Prestadores de Serviços
Toda empresa precisa de um contador. Porém, se você presta serviços, um assessor contábil especializado é a melhor opção para o seu negócio.
Qualquer contador servirá para te ajudar, mas contar com um especialista torna as coisas mais fáceis. Imagine contratar o serviço de alguém e não precisar explicar muito para que ele entenda o que precisa.
Essa é a principal vantagem de ter à sua disposição uma assessoria contábil especializada em prestadores de serviço! Ao longo do artigo, vamos te mostrar mais algumas das vantagens que irão te convencer a buscar um profissional especial para o seu negócio.
Confira abaixo!
1. Saberá qual o melhor regime tributário para o seu negócio
Por saber em qual categoria da prestação de serviços você se encaixa, o profissional especializado terá condições de te indicar o melhor regime tributário, que te ajudará a pagar menos impostos.
O Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real têm suas próprias características e alíquotas, dependendo do serviço que for prestar. O especialista também avaliará se a sua empresa pode ou não se incluir nessas categorias fiscais.
2. Saberá exatamente quais tributos deve pagar
Além de te incluir em um regime tributário mais vantajoso, você também saberá exatamente quais impostos deve pagar e quando eles deverão ser pagos. Dessa forma, o contador manterá esses detalhes sob controle, te notificando quando estes tributos precisarem ser pagos.
3. Fará o planejamento tributário e financeiro
Com total domínio sobre os impostos e regimes tributários, a assessoria contábil é capaz de fazer um planejamento antecipado das suas obrigações com o Fisco. Não apenas isso, mas também tem a capacidade de coordenar suas finanças, de maneira a otimizar seu uso de dinheiro.
Isso é feito por meio do planejamento financeiro. Nele, o contador irá mapear as entradas e saídas de dinheiro, se programando de maneira que sempre tenha dinheiro em caixa quando suas contas estiverem para vencer.
Vale mencionar que as informações do planejamento financeiro são extremamente úteis para auxiliar nas tomadas de decisões da empresa.
4. Você poderá focar em tarefas estratégicas do seu negócio
Já imaginou ter de fazer todo o planejamento financeiro por conta própria? Se começou seu negócio trabalhando sozinho, certamente já teve de perder bastante tempo fazendo isso.
A assessoria contábil é o melhor atalho para que possa ficar tranquilo e trabalhar no que é estratégico para a evolução da sua empresa. Veja abaixo quais tipos de tarefas poderá realizar contando com os serviços de um profissional especializado em prestadores de serviços:
- Desenvolver novos tipos de serviço;
- Cuidar do nível de qualidade da prestação do seu serviço;
- Prospectar novos clientes;
- Atuar em projetos importantes;
- Trabalhar menos para ter mais tempo livre!
Por isso, não hesite na hora de pensar na contratação de uma assessoria contábil especializada em prestadores de serviços. Além de não se preocupar com os tributos, você terá à disposição uma consultoria financeira, que cuidará em aumentar o rendimento do seu dinheiro.
Quer entender mais como funcionam os serviços de um contador especializado? Acesse o nosso blog
E se ficou com alguma dúvida, não hesite em nos contatar!
Fonte: Abrir empresa Simples
por Marketing CCR | dez 13, 2019 | Empreendedorismo, Empresarial, Marketing, Negócios
Se você ainda não considera o mix de marketing no planejamento estratégico do seu negócio, pode estar deixando de lucrar bastante, tenha certeza disso.
Muitas vezes o marketing é levado em segundo plano, com a parte de vendas e produção tomando a frente. Isso não está de todo errado, já que trazer dinheiro e atender seus clientes é de suma importância. Mas como você vai vender se ninguém conhece o seu negócio?
É por isso que o mix de marketing precisa ser feito antes mesmo de suas operações começarem. Começando a agir nessa área, você conseguirá elaborar um funil completo de vendas para o seu negócio.
O melhor é que você não precisa ser um guru do marketing para elaborar o seu mix. Para facilitar sua vida, vamos mostrar o que é o mix de marketing e um guia para elaborar a sua estratégia de vendas.
Boa leitura!
Mix de Marketing: conceito e definição
Conceituado por alguns dos principais nomes do marketing, o mix de marketing é um conjunto de estratégias controlados pelo empreendedor para gerar o desejo de compra nos consumidores.
Esse mix considera quatro pilares, também conhecidos como os 4 P’s do marketing. Por terem sido desenvolvidos há cerca de 50 anos, existem algumas outras teorias e até mesmo uma espécie de desenrolar dos quatro P’s, expandindo-o para 6 ou 8 P’s.
Não vamos abordar essas variações nesse artigo. O objetivo aqui é simplificar ao máximo o mix de marketing para que, mesmo sem conhecimento prévio, você possa desenvolver um para o seu negócio.
Por isso, esse guia vai mostrar o que são os 4 P’s e que perguntas deve fazer a si mesmo para montar sua própria estratégia. Esses são os 4 passos desse tutorial.
Pegue um caderno ou abra o bloco de notas do seu computador ou celular, anote o que são os 4 P’s e comece já a definir o mix de marketing da sua empresa!
Os 4 P’s do marketing
1. Produto
Apesar do nome, nessa estratégia se engloba também serviços que pode prestar. Produto é o primeiro P da estratégia por ser o elemento principal do seu negócio.
O que você vende? É a primeira pergunta que deve fazer quando se está elaborando seu mix de marketing. Porém, não basta dizer que são “chinelos confortáveis” ou “depilação à laser”. Esse é apenas o começo da resposta.
Na definição de produto, deve-se deixar claro, também, como ele atende a uma necessidade, desejo ou dor de um cliente, as situações nas quais o cliente precisará do seu produto e como ele se diferencia de outras opções já disponíveis no mercado.
2. Preço
O que você vai cobrar do seu cliente pela solução que ele precisa. Outro elemento fundamental do seu mix de marketing, você deverá responder às seguintes questões para precificar o produto que definiu no primeiro passo:
- Qual o mínimo que devo cobrar?
- Qual é o máximo que posso cobrar?
- Quais os preços que minha concorrência pratica e por quê?
- Como o cliente se relaciona com o preço de produtos ou serviços?
3. Praça
Existem divergências sobre a maneira que esse P deve ser chamado. Inclusive, muitas confusões ocorrem quando incluímos o ambiente digital, que não existe fisicamente.
Isso acontece por conta de um erro na tradução de quando o conceito veio para o Brasil. O conceito original, em inglês, se chama Placement, que fica melhor traduzido como posicionamento, e não praça.
Por isso, não pule este P caso tenha um negócio digital. Pelo contrário, no ambiente online, posicionamento é um dos elementos mais importantes.
Aqui, você deverá pesquisar como os clientes normalmente acessam os produtos e serviços que oferece. Com a resposta, deverá ser definido quais ferramentas e canais são os melhores para distribuir o seu produto.
4. Promoção
No último P, deverá pesquisar e responder às seguintes questões:
- Melhores dias e horários para alcançar seus clientes;
- Pesquisar quais tipos de conteúdo mais promovem engajamento;
- Quais são os pontos fortes e fracos dos seus concorrentes?
Por meio desse planejamento, estará com seu mix de marketing preparado e a menos um passo de lançar seu negócio próprio e viver o sonho de ser um empreendedor.
Quer saber mais como empreender e planejar novos negócios? Então continue acompanhando os artigos do blog!
Fonte: Abrir empresa simples
por Marketing CCR | dez 6, 2019 | Empreendimento, Empresarial, Gestão Empresarial, Negócios
O LTV é um dos melhores cálculos para entender como seus clientes se comportam ao longo do relacionamento entre vocês.
Já pensou em descobrir quanto tempo seu cliente passa consumindo seus produtos e, melhor ainda, quanto costuma gastar durante esse tempo?
Pois é exatamente isso que o Lifetime Value – também conhecido pela sigla LTV – permite que faça. O melhor de tudo: calcular o “valor do tempo de vida do cliente” não é complexo!
Antes de mostrarmos como você pode calcular o LTV, vamos discorrer um pouco mais sobre o que ele significa e o que representa; por que é importante que você aprenda a calculá-lo e, para fechar, como realizar o cálculo. Continue a leitura e entenda!
O que é LTV?
O termo “valor do tempo de vida do cliente” é usado com frequência, mas se trata de uma tradução um tanto simples do termo, chamado Lifetime Value. Para contextualizá-lo melhor, podemos dizer que o objetivo da sigla é descobrir o quanto um cliente contribui para sua empresa e por quanto tempo ele normalmente compra de você.
A métrica é perfeita para responder algumas questões acerca do histórico dos seus clientes, assim como prever seu comportamento. Existem diversos tipos de cálculos e, para começar, vamos te mostrar o mais simples deles ao longo deste artigo.
Por que é importante calcular o Lifetime Value?
Além de ser uma das melhores formas para entender seu cliente, há alguns benefícios diretos em fazer o cálculo. Um deles é descobrir se você pode ou deve investir mais recursos na retenção desses consumidores.
Ele permite, também, que você saiba quais são os tipos de clientes mais valiosos para sua empresa. Nem todos os clientes são iguais, mas descobrir qual grupo mais contribui para o seu negócio fará com que você entenda onde deve investir para maximizar seus resultados.
Como mencionamos anteriormente, existem diversas maneiras de calcular o LTV, umas mais simples e outras mais complexas, que podem requerer a ajuda de um profissional.
Veja, abaixo, um destes modelos de cálculo. Ele utiliza um cliente por vez.
Como calcular o LTV?
O primeiro passo é escolher um de seus clientes. Pode escolher qualquer um deles, mas começar pelo que mais compra pode ser bem interessante.
O primeiro passo é descobrir o quanto esse cliente gastou nos últimos anos. Em seguida, anote há quantos anos ele compra da sua loja. Agora, multiplique os dois números. Imagine que nosso cliente gastou R$ 6.490,00 no último ano. Ele é cliente da loja há 2 anos.
6490 * 2 = 12980
Agora, subtraia esse total pelo custo de aquisição do cliente. Ou seja, o quanto gastou para que esse cliente viesse a comprar de você. Nesse caso, vamos supor que esse cliente veio por meio de uma campanha de anúncios no Facebook que custou R$ 430,00.
12980 – 430 = 12550
Ou seja, o LTV desse cliente específico é de R$ 12.550. O modelo tem algumas falhas, já que ele considera um cliente estável, que compra com frequência. Por outro lado, é uma maneira de começar a calcular e entender o quanto seus clientes valem pelo tempo que estão comprando do seu negócio.
Você pode repetir o cálculo com outros clientes para, assim, descobrir padrões e grupos específicos de compra.
Gostou do artigo? Então não fique apenas na teoria, comece agora a calcular o LTV! Caso tenha alguma dúvida ou precise de ajuda, é só entrar em contato conosco e nossos especialistas cuidarão de tudo!
Fonte: Abrir empresa simples
por Marketing CCR | nov 29, 2019 | Empreendedorismo, Empresarial, Gestão Empresarial, Marketing
O inbound marketing pode ser o queridinho do marketing digital, mas se ignorar o outbound marketing você pode perder a chance de ver suas vendas multiplicarem.
Apesar do termo pouco convencional, o outbound marketing é o que mais se aproxima do marketing convencional, aquele que exista antes da internet. Com o crescimento do inbound e das plataformas de conteúdo, o outbound marketing acabou sendo deixado de lado por muitos, já que uma das principais promessas do inbound é precisar de menos investimento.
Entretanto, pode-se dizer que essa afirmação é puro marketing. Você pode tanto fazer inbound quanto o outbound com pouco investimento. O que realmente importa é a estratégia que usa em conjunto com essas ferramentas.
É por isso que te convidamos a ler esse artigo: nos próximos parágrafos, vamos te ensinar o que é o outbound marketing, a diferença entre ele e o inbound marketing e como o outbound pode fazer suas vendas multiplicarem. Confira!
O que é outbound marketing?
Em tradução livre, significa “marketing de saída”. Ou seja, é um marketing que parte de dentro para fora. Enquanto no inbound você usa sua plataforma para atrair pessoas, no outbound você quem vai atrás deles.
Quer algo que prove que o outbound marketing continua tão importante? As empresas continuam a investir milhões em campanhas publicitárias no horário nobre da TV e a alugar espaços em outdoors. Até mesmo empresas disruptivas da internet continuam a investir no outbound mais tradicional.
Mas isso não significa que o outbound está limitado a estas ações. Do contrário, ele também evoluiu e tem diversas formas, algumas delas que você, possivelmente, nem percebe. Já fez uma busca no Google? Então certamente se deparou com anúncios – uma tática de outbound marketing – nos primeiros resultados.
Outbound x Inbound: qual a diferença?
Até o momento, você já deve ter notado quais são as diferenças entre as duas modalidades de marketing. Porém, vamos exemplificar um pouco mais. Dessa maneira, você será capaz de identificar uma peça de inbound e uma peça de outbound marketing sem problemas.
No inbound, você usa o seu espaço para atrair consumidores. Vamos novamente usar o exemplo da busca no Google. Além dos anúncios, você pode clicar em algum site e acabar em um post de blog. Se você buscou o termo outbound marketing e encontrou esse artigo, isso significa que a nossa estratégia de inbound marketing deu certo, já que te atraímos com sucesso à nossa página.
Já o outbound funciona de maneira diferente. Enquanto um post de blog encontrado de maneira não-paga pelo Google é considerado inbound, um anúncio do Google que aparece quando você busca é outbound. Sabe qual a diferença?
O anúncio pago é segmentado para aparecer a determinados tipos de usuários, separados por localização e outras informações como idade ou gênero. O anúncio que aparece para você pode não aparecer para um outro usuário que fez a mesma busca. Isso é outbound marketing, pois foi investido em um conteúdo ou oferta para que ela te alcançasse.
Agora entenda, abaixo, como o outbound marketing pode fazer com que suas vendas se multipliquem!
Como o outbound marketing te ajuda a vender?
Novamente, precisamos usar a comparação com o inbound para te mostrar como o outbound pode acelerar seus resultados. Apesar de uma estratégia sólida, o inbound é melhor para resultados a longo prazo. Pense nele como um trabalho de formiguinha que, se feito com consistência, é capaz de trazer grandes ganhos.
Mas nem sempre dá tempo de esperar o trabalho de formiguinha dar frutos. E é aí que entra o outbound marketing. Criado para gerar resultados no curto prazo, suas táticas envolvem alcançar o máximo de pessoas que puder, usando conteúdos ou ofertas para convertê-las em clientes ou prospectos para o seu negócio.
De maneira resumida, você usa o outbound para alcançar e o inbound para reter. Nossa sugestão? Que entenda sobre as duas modalidades e as use em conjunto para maximizar seus resultados!
Gostou do conteúdo? Então continue acompanhando os artigos do blog para aprender mais sobre marketing!
Fonte: Abrir um Negócio Lucrativo
por Marketing CCR | nov 27, 2019 | Contabilidade para construção civil, Contabilidade para Prestadores de Serviços, Empresarial, Gestão Empresarial
Apostar em gestão empresarial na Construção Civil é uma das principais estratégias para as empresas do setor manterem-se produtivas e aquecidas.
Em meio às crises econômicas vivenciadas pelo país nos últimos anos, o setor da Construção Civil certamente é um dos que mais vem sofrendo. A partir de 2014, quase 500 mil vagas formais de emprego no segmento foram fechadas.
Para ultrapassar e, principalmente, vencer estes obstáculos, é necessário adotar ações estratégicas que garantam a boa execução dos serviços e, consequentemente, os níveis de lucratividade.
Veja, a seguir, o que você deve fazer para turbinar os negócios na sua obra!
Motivação da equipe de funcionários
Equipes desmotivadas não produzem. Ainda mais em um setor que exige esforço físico e trabalho braçal. Manter a motivação é o combustível para que o profissional exerça suas atividades com satisfação e mantendo sua busca pela perfeição.
Benefícios extras, comunicação assertiva e relações humanas são três tópicos pertinentes à motivação na construção civil.
Outro fato que é bem comum são os conflitos de execução em determinados setores. Neste ponto, é preciso deixar claro sobre as responsabilidades individuais de cada colaborador, em prol do coletivo.
Quanto menos discussão, mais produção e menos prejuízo no gerenciamento das atividades.
Orçamentos inteligentes e bem elaborados
Gargalos ainda na fase inicial comprometem a viabilidade do projeto de construção civil, Sendo assim, os orçamentos devem ser elaborados com inteligência e assertividade.
Na gestão empresarial, um orçamento de qualidade oferece um panorama mais real sobre as necessidades, obstáculos e desafios da obra.
Por isso, leve em consideração aspectos como mão de obra, localidade da construção, cálculo de encargos, tributação e formação de preços.

Fluxo de caixa
Assim como em qualquer negócio, o fluxo de caixa também faz parte da engrenagem das empresas de Construção Civil.
Lançar as entradas e saídas em sistemas automatizados – deixando de lado planilhas obsoletas, auxilia na previsão de custos dentro de um cenário 100% atualizado.
Encargos trabalhistas
O setor da Construção Civil é um dos que mais possui ações judiciais na Justiça do Trabalho. O que causa, de fato, um enorme prejuízo financeiro às empresas do setor.
Mas o que resulta no alto número de reclamações trabalhistas? O não pagamento de direitos simples, como horas extras, por exemplo, é um dos motivos.
Por isso, se você deseja alavancar os seus contratos de construção, dedique atenção especial às relações trabalhistas, junto aos contratos de trabalho.
Uma boa assessoria contábil é de grande valia nesta demanda.
O que acontece se não existe uma gestão empresarial para obras?
- Descontrole financeiro;
- Dados desatualizados;
- Longos períodos inativos devido às condições climáticas;
- Falta de manutenção preventiva;
- Alto volume de reclamações trabalhistas;
- Descumprimento das NRs (Normas Regulamentadoras);
- Atrasos na entrega da obra ao cliente final;
- Tomadas de decisões comprometedoras.
A gestão empresarial na Construção Civil é essencial para o desenvolvimento do setor, incluindo o cumprimento de projetos, entregas dentro do prazo e respeito às leis trabalhistas. Este combo, quando bem gerenciado, é a grande alavanca para o seu negócio!
Se você possui dúvidas sobre a gestão de obras e gostaria de um suporte neste sentido, entre em contato conosco e saiba como podemos lhe auxiliar!
por Marketing CCR | nov 22, 2019 | Contabilidade, Contabilidade para o Terceiro Setor, Empreendedorismo, Gestão Empresarial
Você já pensou como empresas sem fins lucrativos cuidam da gestão financeira? A contabilidade para terceiro setor é crucial para o desenvolvimento dos serviços de utilidade pública. Neste texto, você aprenderá o que é a contabilidade para o terceiro setor, qual a sua importância para a saúde financeira de empresas sem fins lucrativos e como o contador possui papel central nessa área.
O que é a contabilidade para o terceiro setor
A contabilidade para terceiro setor é aquela que acomete empresas que prestam serviços sem visar o lucro, como ONGs (Organizações Não Governamentais) e OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público).
O dinheiro utilizado para manter esse projetos em pé advém de iniciativas privadas e doações feitas por empresas públicas e privadas. Em alguns casos, também podem receber dinheiro por meio de repasses públicos.
A instituição do terceiro setor também poderá criar e vender produtos/serviços, no qual o dinheiro captado será utilizado para manter os seus serviços de qualidade. Por conta do seu condicionamento, o terceiro setor possui uma série de benefícios, como o pagamento de menos impostos. Por outro lado, o primeiro setor corresponde ao governo, enquanto o segundo setor refere-se às empresas da iniciativa privada, com a comercialização de bens e serviços para a população visando o lucro.
Qual a importância da contabilidade para terceiro setor?
Empresas que fazem parte do terceiro setor, mesmo que tenham obrigações menores, são fiscalizadas constantemente pelo governo, já que empreendedores mal intencionados podem criar ONGs para lavagem de dinheiro ou maquiar informações de recebimentos e gestão das doações. Por isso, é muito importante que a instituição tenha uma equipe de contabilidade eficiente, para se certificar de que toda as obrigações fiscais estão sendo cumpridas. Além disso, é por meio da contabilidade que sairão as instruções para uma melhor gestão do dinheiro arrecadado, já que além de bancar as atividades propostas pela instituição, a própria empresa precisa se manter. É importante se atentar que empresas originárias do exterior, mas que atuam no Brasil, também precisam cumprir as leis locais.
Afinal, qual o papel do contador neste contexto?
O contador na área de contabilidade para terceiro setor ficará responsável por manter a instituição na legalidade e cumprindo todas as suas obrigações fiscais. Além disso, ele deverá fazer um planejamento financeiro dos valores arrecadados, de forma a possibilitar que os serviços prestados pela ONG continuem e sua estrutura seja mantida. Um contador também agregará credibilidade para futuros doadores, pois mostrará que o dinheiro oferecido será bem investido e trará um real retorno para a sociedade. Uma outra atividade realizada por este profissional é a criação de balancetes, que são documentos para verificar movimentações em intervalos de tempo específicos. E então, conseguiu compreender o que é a contabilidade para terceiro setor, quais empresas fazem parte desse grupo e qual o papel do contador para este tipo de negócio? É de demasiada importância saber que a gestão financeira para empresas do terceiro setor é diferente dos demais setores. Precisa de uma contabilidade eficiente e que, realmente, lhe traga resultados? Então entre em contato conosco! Fonte: Gestão Terceiro Setor
por Marketing CCR | nov 20, 2019 | Contabilidade para construção civil, Contabilidade para Prestadores de Serviços, Gestão de negócios
No segmento da construção civil (em que atuam construtoras), existem diversas normas, e elas são adotadas dependendo da obra, como por exemplo PPRA ou PCMAT.
PPRA ou PCMAT, em termos de objetivo, são iguais: são programas preventivos e que proporcionam mais segurança à execução de uma obra. Porém, apresentam diferenças.
Neste artigo, você vai ver quando utilizar PPRA ou PCMAT e o que significam. Fique atento: toda construtora precisa ter conhecimento sobre essas determinações da legislação.
Acompanhe!
PPRA ou PCMAT: qual a diferença?
Como dito, PPRA e PCMAT têm basicamente o mesmo objetivo, que é se preocupar com o meio ambiente e riscos ambientais.
- PPRA: normatizado pela NR 9, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
- PCMAT: normatizado pela NR 18, Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.
Ao escolher qual programa utilizar, PPRA ou PCMAT, saiba que o PPRA é mais voltado para Higiene Ocupacional e fases de Antecipação, Reconhecimento, Avaliação e Controle de Riscos Ocupacionais. Evita doenças do trabalho ou ocupacionais, incluindo acidentes de trabalho; o PCMAT, por outro lado, preocupa-se mais com acidentes de trabalho. Essa, portanto, é a principal diferença entre PPRA e PCMAT.

O PPRA tem vigência máxima de 1 ano, de acordo com a NR 9, item 9.2.1.1:
“Deverá ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.”
Já o PCMAT não tem vigência delimitada, é programado baseando-se nas etapas do empreendimento projetado. É de responsabilidade do Engenheiro de Segurança, que procura fazê-lo se encaixar durante toda a obra, de acordo com o item 18.3.4. Portanto, o PCMAT controla desde o começo até o acabamento da obra.
Quem deve utilizar PPRA ou PCMAT
Em construtoras, o PCMAT é mais utilizado, visto que se dedica à construção civil.
Caso a obra tenha vinte empregados ou mais, o PCMAT precisa ser implantado.
Por outro lado, o PPRA é obrigatório na construção civil e nas indústrias que tenham ao menos 1 trabalhador sob regime CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.
PPRA precisa ser implantado em todos os estabelecimentos e nichos de trabalho, exceto na mineração – indica a NR 22, em que se pode optar entre PPRA ou PGR. Essa última sigla significa Programa de Gerenciamento de Riscos. Segundo o item 22.3.7.1.3, empresas que implementam o PGR não precisam de PPRA.
PCMAT, é importante lembrar, foca na estrutura da obra e o dono da obra é responsável por ela – o contratante. Assim, terceiros não precisam implantar o PCMAT, visto que seus itens não são aplicáveis a eles; compete a estes a implantação do PPRA, independentemente do número de empregados.
PPRA e PCMAT
O PPRA se implementa na obra quando tiver 1 empregado CLT, já a NR 18 determina que o PCMAT cumprirá as diretrizes da NR 9.
E o que isso significa? Que PPRA e PCMAT formam um documento unificado, com nome de PCMAT. Então, PPRA ou PCMAT se tornam PCMAT.
Segundo a NR 18.3.1.1:
“O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR 9 – Programa de Prevenção e Riscos Ambientais.”
PPRA ou PCMAT? Na hora de decidir, saiba que ambos juntos criam um programa mais robusto, dirigido a prevenção de acidentes e doenças no trabalho e a Higiene Ocupacional – os programas se completam, embora em certas obras seja utilizado o PPRA separado.
Para a construção civil, não se esqueça do que determina a NR 18, item 18.3.1.1: é obrigatório implemantar PPRA e PCMAT, não PPRA ou PCMAT.
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