Plano de negócios para Comércio – Como elaborar o seu?

Plano de negócios para Comércio – Como elaborar o seu?

Muitos comerciantes abrem as portas de suas empresas sem muito planejamento. Porém, pular a etapa da criação de um plano de negócios é um erro grave para o seu empreendimento, podendo, acarretar, até mesmo, em falência.
Pensando nisso, criamos esse artigo para te ajudar! Nele, você encontrará um passo a passo sobre como montar um plano de negócios completo e efetivo para assim, gerir sua empresa. 
Esse documento lhe dará o norte para iniciar o seu novo comércio (e também pode ser utilizado como base para empresas de outros setores). Confira!

1. Descreva a sua empresa

Comece o seu plano de negócios fazendo uma descrição completa da sua empresa, elencando assim, os seus diferenciais competitivos e o que a faz se destacar.
Se acaso, procura sócios e investidores, é preciso então, que as informações sejam claras e descritas de forma a prender a atenção de quem lê, desse modo, fazendo-o se interessar pela proposta do seu empreendimento.

2. Analise o mercado

Depois, faça uma análise minuciosa do mercado no qual o seu negócio atuará. Procure então, compreender quem são os seus concorrentes e quais os seus diferenciais em relação a eles.
Além disso, conheça melhor o seu público-alvo: quem são essas pessoas (homem, mulher, criança, faixa etária, renda) e quais características relacionadas aos produtos que você comercializa,elas gostam. Ou seja, entenda assim, como você pode agradá-los com seus produtos (sanando suas dores, resolvendo problemas, tocando em suas paixões, etc).
Também é importante analisar os fornecedores do seu ramo de atuação. Procure descobrir quais deles vendem os melhores produtos por um preço mais em conta. Escolher um bom fornecedor para o seu negócio fará com que você ganhe mais clientes pela qualidade, além da economia.

3. Faça o posicionamento de mercado dos seus produtos

Como você quer que os seus produtos sejam vistos pelas pessoas? Eles deverão ser comprados pela qualidade? Por terem diferenciais? Um bom custo-benefício? É importante que as respostas para essas perguntam também estejam em seu plano de negócios.
Ou seja:

Você deve entender o que você está vendendo e o que leva uma pessoa a comprar os seus produtos. Ao saber essas informações, você poderá anunciar melhor o seu produto, exaltando os reais benefícios de tê-lo, além de se diferenciar da concorrência.

4. Elabore o plano financeiro e operacional

Depois de finalizar toda a ideia central do seu negócio, é hora de calcular quanto ele lhe custará. Para isso, é preciso criar planos para a área financeira e operacional da sua empresa.
Comece a verificar quantas e quais são as mercadorias que serão vendidas no seu estabelecimento, se existe a necessidade de contratar funcionários, aluguel de espaço, conta de energia, entre outros pontos.

5. Avalie o seu plano de negócios

Com tudo pronto, é hora de revisar o seu plano de negócios, verificando se não deixou algum item para trás e se não faltou adicionar alguma outra informação que ache necessária. Finalizando esse processo, é só tirar o projeto no papel e começar, na prática, a criar a sua empresa!
É importante que você deixe destacado em seu plano de negócios, no momento de sua criação, instruções de como realizar cada etapa, além de dicas de como fazê-las de forma mais eficiente. Você também pode deixar o seu documento mais dinâmico, com espaços em branco que devem ser preenchidos na hora de executar determinada parte.
Assim, tendo um plano de negócios completo sobre o seu empreendimento, você se sentirá mais seguro e preparado para levantar a sua empresa, além de estar pronto para evitar e lidar com contratempos que podem surgir.
Gostou do conteúdo? Deseja ler mais artigos como esse? Então continue no nosso blog e confira nossas outras postagens!
Fonte: Abrir um negócio lucrativo

CONSTRUÇÃO CIVIL NO SIMPLES NACIONAL ANEXO III OU IV?

CONSTRUÇÃO CIVIL NO SIMPLES NACIONAL ANEXO III OU IV?

A definição do anexo III ou IV é bastante complexa e costuma gerar muitos entendimentos distintos.
Ao longo dos anos este assunto vêm se tornando mais claro e já podemos estabelecer critérios para esclarecer quando é obrigatório o CNO (cadastro nacional de obras), quando é obrigatória a retenção de INSS e em que situações a empresa deve tributar pelo anexo III ou IV, quando optantes pelo Simples Nacional. São situações diferentes e não necessariamente devem ser adotadas ao mesmo tempo.  
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            O primeiro passo é entender alguns conceitos:

CONCEITOS DE REFORMAS 

            – REFORMA- A modificação de uma edificação ou substituição de materiais nela empregados, sem acréscimo de área
            – REFORMA DE PEQUENO VALOR – Aquela de responsabilidade de pessoa jurídica, que possui escrituração contábil regular, em que não há alteração de área construída, cujo estimado total, incluindo material e mão de obra, não ultrapasse o valor de 20 vezes o limite máximo do salário de contribuição vigente na data de início da obra.
            -ACRÉSCIMO OU AMPLIAÇÃO – a obra realizada em edificação preexistente, já regularizada na RFB, que acarrete aumento da área construída, conforme projeto aprovado. 

CONCEITOS DE SERVIÇOS

            – SERVIÇO DE CONSTRUÇÃO CIVIL: aquele prestado no ramo da construção civil, discriminados no Anexo VII da IN/RFB nº 971/09, tais como: pintura, impermeabilização, limpeza de canteiros de obras.
            ANEXO VII da IN /RFB.: 971/09 – Neste IN está relacionado o que é OBRA e o que é SERVIÇO 

 ANEXO IV  

Serão tributadas no Anexo IV as receitas decorrentes da prestação dos seguintes serviços:
a) construção de imóveis e obras de engenharia em geral, inclusive sob a forma de subempreitada, execução de projetos e serviços de paisagismo, bem como decoração de interiores;
b) serviço de vigilância, limpeza ou conservação;
c) serviços advocatícios.

Se o serviço for de construção civil obra, aqui entendido como serviços de alvenaria, gesso, e etc., mesmo em se tratando de reforma e sem estar obrigado a possuir um CNO (Cadastro Nacional de Obra) , fica sujeito a retenção e a tributação pelo anexo IV

ANEXO III

Serão tributadas no Anexo III as receitas decorrentes da prestação dos seguintes serviços:
A lista do Anexo III vai estar no § 5º-B§ 5º-D e § 5º-F do artigo 18 da Lei Complementar 123).

            A Conclusão é que para definir o anexo que deve ser utilizado, assim como a necessidade de retenção ou não é preciso observar o contrato de prestação de serviço e o objeto deste contrato: 
           Sendo serviços de construção civil, mesmo sendo reforma sem acréscimo de área e não possuindo o CNO (Cadastro Nacional de Obra), fica sujeito ao anexo IV, o que irá definir o anexo III ou IV são os serviços, ainda mesmo que o serviço seja somente instalação elétrica, portanto, serviços, conforme anexo VII, da IN 971/2009, que não estão sujeito ao CNO ou retenção, por ser tratar do anexo III, mas se este serviço foi contratado para fazer parte de uma construção ou obra de engenharia que faça parte do respectivo contrato, sua tributação ocorrerá juntamente com a obra, na forma do anexo IV.
Carmen Rita Hugo da Silveira// Cátia Rita Hugo da Silveira
Contadoras                                     
CCR Contabilidade e Consultoria S/C Ltda.
 

Gestão de estoque – “7” dicas para manter o controle dos seus produtos

Gestão de estoque – “7” dicas para manter o controle dos seus produtos

Mantenha a disciplina e a organização e todo o resto ficará mais fácil de ser gerido e processado!
Concorda? Claro que você concorda, apesar de isso ser um dos pontos mais difíceis para desenvolvimento de um negócio.
Por isso, se você deseja fazer gestão de estoque de forma otimizada, nossa contabilidade para empresas listará os pontos base!
Vamos lá!

Quais são os critérios mais importantes dentro da organização para maior controle e gestão de estoque?

Observe:

  • Compra de produtos;
  • Gerenciamento e acompanhamento, além de conferência das chegadas de mercadorias;
  • Processamento de vendas – o que saiu;
  • Organização dos produtos de acordo com categorias, espaços e especificações.

Ou seja, seus funcionários devem ser devidamente treinados para que todas as operações sejam realizadas com sucesso, havendo um acompanhamento próximo, o estoque sempre estará atualizado e organizado, ocorrendo menos perdas e riscos de prejuízos. 
Veja outras informações correlatas ao assunto!

Quantidade VS Demanda

Somente havendo acompanhamento pode-se saber quanto de cada item é preciso repor. Através de dados coletados quanto às vendas e saídas, com média de prazo, é possível saber em quanto tempo, no mínimo, se deve ter os mesmos produtos nas prateleiras ou no estoque, para não ser pego desprevenido. 
Se antecipar às demandas é sempre importante, porque quando o cliente vai até sua empresa e não encontra o produto, ele retorna para casa de mãos vazias, e é muito capaz que vá buscar o item na concorrência – o que deixaria muitas brechas para que você perdesse o cliente e talvez, a recorrência da venda daquele mesmo produto. 

Adote um modelo de reposição 

Mas o que isso significa?

“Que, ou você pode usar a reposição contínua, ou pode usar a periódica. Cada uma tem seus diferenciais. “

Por exemplo, na contínua, os produtos são comprados com maior frequência, nesse caso, seria bom mapear quais são os mais vendidos e a demanda vendida por período. 
Já na reposição periódica, são comprados produtos apenas em datas específicas ou em prazos. Exemplo: a cada 6 meses. Ou seja, seu ciclo de compra envolve um maior período. A frequência das vendas desses produtos pode levar mais tempo, e por isso, sua compra pode não ser tão emergencial ou recorrente e daí com uma boa organização e controle, há como saber o que comprar, o quanto comprar e em quanto tempo comprar cada categoria, peça ou produto. 

Pense em diversificação de estoque

Muito do mesmo, você só pode ter caso realmente esse produto venda muito.

“O segredo para boas vendas está também no sentido da diversificação. Pois é, diversificar pode ser uma excelente estratégia, se você quer servir bem diversos públicos.”

A qualidade, preço, tamanho e marca podem variar, então, é bom sempre poder oferecer mais opções a clientela. Todas essas ações fazem com que você aumente as suas chances de vendas!
Com certeza ainda temos muito a colaborar com seus negócios e com seus lucros, mas essa conversa vamos deixar destinada para quando você entrar em contato conosco, pois temos coisas incríveis para te revelar, de forma que você poderá potencializar seus negócios de maneira nunca vista!
Vamos conversar!
Fonte: Abrir um Negócio Lucrativo

Plano de negócios: como elaborar o seu? – Passo a Passo

Plano de negócios: como elaborar o seu? – Passo a Passo

O plano de negócios é uma das coisas mais importantes para o sucesso de um empreendimento.
O ideal é que seja escrito antes mesmo de começar o negócio, sendo passível de ajustes conforme contextos internos ou externos. Mas você sabe como fazer um plano de negócios?
Neste artigo, vamos apresentar a você um passo a passo básico. Vamos primeiro ver exatamente o que é um plano de negócios, esse documento essencial a uma empresa?

O que é um plano de negócios?

O plano de negócios, como diz o nome, é um plano. E planejar significa antever situações e propiciar estratégias para melhorar o funcionamento e o faturamento da empresa.
O plano de negócios permite que você tenha uma ideia boa sobre seu mercado, projetando tomadas de decisão e procurando os investidores certos. Ele contém todos os detalhes mais importantes sobre sua empresa, com especificações e objetivos claros – e como atingi-los. Não são ideias apenas, mas dados reais para colocar em prática.
Existem vários modelos de plano de negócios. Vamos mostrar a você um método prático, que o ajudará a compreender a função e a importância desse planejamento.
Vamos ao passo a passo?
Confira Nossos Serviços 1 - Contabilidade em Porto Alegre - RS | CCR Contabilidade

1. Dados gerais

Nesta primeira parte do plano de negócios você vai registrar algumas informações, começando pelo sumário executivo em que escreverá o resumo das partes mais significativas do documento.
Esta parte inicial deve ser realizada após todas as outras do plano de negócios, embora esteja listada em primeiro lugar.
Não deixe de incluir:

  • o que vai vender ou oferecer;
  • público-alvo;
  • local da empresa: física, online ou ambas as modalidades?
  • investimento;
  • faturamento mensal desejado;
  • retorno sobre investimento;
  • informações sobre os empreendedores e suas responsabilidades;
  • dados legais como CNPJ, Inscrição Estadual (IE) e municipal, etc;
  • missão: baseada nas necessidades do consumidor; 
  • formato jurídico: MEI (Microempreendedor Individual), EI (Empresário Individual), EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Individual), Sociedade Limitada… onde sua empresa se encaixa, de acordo com seus objetivos e com as permissões da Lei para cada caso?
  • enquadramento tributário: Lucro Real, Lucro Presumido ou o mais fácil e com menos custos, o Simples Nacional: depende do faturamento anual da empresa e da Receita Federal;
  • capital social: ativos da empresa, como equipamentos e outros bens, além de dinheiro;
  • fontes de recursos: cuidado para não se endividar muito!

2. Análise do mercado

Nesta segunda parte do plano de negócios, você vai avaliar seu nicho de mercado e como afeta seu negócio: pesquisa, avaliação e ser realista para delimitar “onde você está pisando”. 
Inclua os seguintes itens:

  • análise do perfil do público-alvo;
  • estudo dos concorrentes;
  • análise dos fornecedores: verifique preços, prazos de entrega, qualidade, garantias etc.

3. Estratégias de venda e marketing

O maior objetivo de toda empresa é vender e lucrar, não é mesmo? 
Então, esta parte de comercialização e marketing é muito importante. Faça uma estratégia de preços, vendas e marketing, informando:

  • descrição de seus serviços ou produtos;
  • valores dos serviços ou produtos;
  • maneiras de comercialização: como o que você vai vender chegará ao consumidor, através de que canais de venda e distribuição;
  • localização: se a loja for física, um bom ponto urbano; caso seja online, ainda assim deve apresentar endereço e telefone, e o marketing digital se torna mais vital;
  • plano financeiro: procedimentos operacionais e financeiros, como quantidade de funcionários, logística, custos fixos e variáveis, metas de faturamento, retorno do investimento e ponto de equilíbrio do negócio, por exemplo.

Este é apenas um exemplo de plano de negócios, mas, como dissemos, você pode encontrar facilmente planejamentos prontos e eficientes. Um dos mais famosos planos de negócios é o Canvas, e o SEBRAE tem um site especialmente dedicado a ajudar você a fazer um modelo eficiente.
E aí, o que achou do nosso passo a passo básico para criar um plano de negócios para sua empresa?
Não deixe de pesquisar o máximo de dados que puder, sobre o mercado, fontes de recursos, diminuição de custos, contabilidade, empreendedorismo, gestão empresarial e tecnologia.
Se gostou, compartilhe! 

Como vender mais, gastando muito menos? Contabilidade para Comércio

Como vender mais, gastando muito menos? Contabilidade para Comércio

Vender é maravilhoso, e lucrar mais ainda, concorda?  Todos precisamos disso, afinal de contas, nenhuma empresa sobrevive sem lucro. Só que nem sempre vender significa literalmente lucrar, e é aí que a coisa fica muito feia, quando você não tem uma assessoria financeira e contábil adequada! Pensando muito seriamente no tema sobre melhorar sua lucratividade, foi que tivemos a ideia de falar sobre como vender mais, gastando pouco. Vamos entender melhor? Nossa contabilidade para comércio vai te ajudar nos devidos esclarecimentos!

Custos e planejamento 

Nem sempre, você como empresário, está fazendo os cálculos corretos. É como dissemos, nem sempre o que se vende, de fato é lucro. Para isso, é preciso fazer uma série de verificações importantes, como:

  • Quais são todos os custos fixos e variáveis?
  • Quais são os custos que mais estão lhe tomando os recursos?
  • É possível reduzir? Onde?
  • Como está a precificação?
  • Onde está o ponto de equilíbrio?

Observe que são muitas coisas a serem analisadas, para só então se começar a fazer um planejamento coerente para o sucesso. Você só saberá como vender mais gastando menos, se tiver tudo isso calculado, porque do contrário, mesmo vendendo, continuará no vermelho e isso é um GRANDE RISCO para você e seu negócio!

Use a tecnologia ao seu favor

Imagine o quanto você pode vender mais rápido e em larga escala, se o seu produto ou serviço puder ser vendido em todo o Brasil. Com certeza seu potencial de crescimento seria demasiado, concorda?

E isso é possível, desde que você esteja bem atento às possibilidades. Por exemplo, mesmo sem gastar muito, é possível aumentar o volume de vendas, a partir do comércio online. Para isso, basta que você tenha um e-commerce ou loja virtual, insira todos os produtos, com imagens e descrições, e comece tendo um excelente marketing em sua empresa.  Aposte em soluções inteligentes e modernas, afinal de contas, vivemos em uma era digital, onde as pessoas estão sempre conectadas, seja de dia, de noite ou de madrugada!

Venda reativa: uma solução de atração e fidelização

Talvez você não tenha se preocupado tanto com isso, mas sai mais caro atrair novos clientes do que fidelizar.  O grande problema é que, a maioria dos empresários pensam apenas no curto prazo, se acomodando muitas vezes com a questão de manter o cliente retornando em sua loja ou empresa. Mas é preciso lembrar que um cliente insatisfeito jamais retorna! E pior, ele pode dar trabalho e divulgar informações negativas sobre seu perfil de atendimento e marca.

O que seria pior do que isso?

Para vender mais, você precisa, portanto, lembrar que é muito mais vantajoso fazer com que os clientes que já chegaram à sua empresa, voltem! Não é tão difícil quanto parece e há algo ainda mais especial nisso, que talvez, você nem tenha percebido…

Sabe o que é?

É que mantendo um cliente, você garante que ele sempre esteja dando lucro à sua empresa. Isso quer dizer que, enquanto você cativa os clientes e os mantém sempre comprando, ainda consegue mais novos prospectos, de forma que seu volume de lucro AUMENTA.

Percebe como funciona essa estratégia? 

Portanto, na venda reativa, você deve lembrar e trabalhar os seguintes pontos:

  • Conheça seus clientes;
  • Tenha uma aproximação com seus clientes (a melhor forma é usando a internet, redes sociais, lista de whatsApp, lista de e-mail, marketing, blog, entre outros);
  • Tenha bons argumentos para que o cliente queira comprar de você;
  • Saiba fazer boas ofertas;
  • Ofereça diferenciais competitivos – prêmios, pontos, descontos, brindes. Isso fideliza demais.

E não esqueça que, com uma contabilidade para comércio, você tem maiores e melhores garantias, já que poderá reduzir impostos e conseguir benefícios fiscais que farão com que você consiga maior capital para seu negócio! Viu que interessante todas essas informações? Agora, é hora de conversarmos melhor! Nos diga, como podemos te ajudar?! Fonte: Abrir um Negócio Lucrativo