Contabilidade tributária: como ter o controle sobre os seus tributos e pagar o mínimo possível?

Contabilidade tributária: como ter o controle sobre os seus tributos e pagar o mínimo possível?

Toda empresa está enquadrada em um regime de tributação, conforme seu porte e atividade: Lucro Real, Lucro Presumido ou o Simples Nacional.
Seja qual for o seu caso, para tratar dos tributos e impostos é preciso entender de contabilidade tributária.
Você sabia que existem estratégias que ajudam uma empresa a cortar custos com tributos, de acordo com a Lei? Você pode contratar um contador para ajudá-lo nessa questão, mas caso queira estudar sobre o assunto por conta própria, este artigo está aqui para te ajudar!
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O que é contabilidade tributária?

A contabilidade tributária faz parte da contabilidade empresarial e trata, como o nome sugere, do estudo de assuntos relacionados aos tributos. 
É a responsável pela análise tributária, para processar e aplicar informações tributárias de empresas, obtendo, assim, dados nos quais os gestores vão basear suas tomadas de decisões, em especial as relacionadas às finanças. 
Resumidamente, a contabilidade tributária tem a ver com as obrigações fiscais e tributárias de um negócio, e segue a legislação tributária de sua atividade e seu país.

Elisão fiscal: como pagar menos impostos

Elisão fiscal é uma prática da contabilidade tributária para colocar uma empresa nas modalidades que permitem diminuir o pagamento de impostos. Planejamento tributário e fiscal são ferramentas da elisão fiscal.
Veja, a seguir, algumas dicas de como diminuir os impostos da sua empresa:

Atente para o regime da empresa

Escolher o regime Simples Nacional pode ser mais vantajoso que o Lucro Presumido e o Lucro Real, por conta do pagamento de tributo unificado, mas nem toda empresa vai economizar e se beneficiar com esse tipo de regime.
Certas empresas que não fazem parte do Simples Nacional obtêm benefícios fiscais em alguns segmentos. Verifique o que é melhor para sua empresa diminuir os impostos.

Cuidado com dividendos e pró-labore

Pró-labore alto pode ser um problema para o empresário, visto que sobre ele recaem Imposto de Renda (IR) e previdência, os quais não são incidentes sobre os dividendos. Quer dizer, antecipar dividendos é uma alternativa para diminuir os tributos da empresa.
Portanto, procure equilibrar dividendos e pró-labore.
Note que, para recolher dividendos, uma empresa deve ter lucro, ou não terá receita para pagar dividendos de acordo com o esperado.

Não sonegue impostos

Sonegar impostos é um risco enorme em termos de contabilidade tributária. Essa dica parece meio óbvia, mas muitos empresários se acham espertos e acabam pegos, vindo a pagar juros e multas altíssimas que podem levar o negócio à falência.
Consulte o art. 1° da Lei 4.729/65 para conferir os crimes de sonegação fiscal.

Pague os impostos em dia

Quem paga em dia evita multas e incomodações. Tenha um controle financeiro rígido, não atrase pagamentos: um dia já é o suficiente para perder dinheiro. 
Caso não possa pagar em dia, faça parcelamento das dívidas.

Use a tecnologia e contrate bons profissionais

Agora estamos falando de planejamento. E ainda, mais uma vez, de controle rígido sobre os procedimentos da contabilidade tributária. Procure ferramentas tecnológicas para tornar tudo mais fácil, seguro e econômico, como softwares que automatizam tarefas e geram relatórios.
Além disso, contrate bons profissionais de contabilidade, alinhados com a tecnologia e atualizados em termos da legislação tributária.
E aí, gostou do nosso conteúdo sobre contabilidade tributária e como pagar o mínimo possível? Se gostou, comente aqui!
Entre em contato conosco e lhe ajudaremos a manter o controle sobre seus tributos por meio de profissionais de qualidade!

Logística reversa – O que é e como aplicá-la à sua indústria?

Logística reversa – O que é e como aplicá-la à sua indústria?

Logística reversa na indústria, o que é isso?

Não é novidade que cada vez mais, o meio ambiente vem dando alerta de que precisa de maiores cuidados. Consumimos demais, produzimos muito lixo e pouco tem sido realizado para promover maior sustentabilidade e preservação da terra, da fauna, da flora e de todos os demais recursos naturais. Fato é que, as indústrias usam muitos recursos e com esta preocupação com relação ao meio ambiente, é que novas práticas e condutas têm sido desenvolvidas para trazer maiores seguranças e garantias. É por isso que a logística reversa tem sido tão bem utilizada e requisitada nos ramos industriais.  Portanto, a logística reversa se trata de um conjunto de providências e ações destinadas a coletar e viabilizar restituições de resíduos sólidos nos setores industriais, seja para reaproveitamento desses ou ainda para destinar os resíduos e materiais em locais adequados. Resultado de imagem para logistica reversa

A logística reversa é obrigatória?

Se de alguma forma, sua indústria atua com alguns dos seguintes produtos que iremos listar logo abaixo, de acordo com a Lei de número 12.305 de agosto de 2010, sua atenção deve ser redobrada, pois sim, a logística reversa é obrigatória. E quais seriam esses produtos?

  • Baterias e/ ou pilhas;
  • Agrotóxicos;
  • Pneus;
  • Óleos lubrificantes, resíduos e/ ou embalagens;
  • Produtos eletroeletrônicos e componentes associados;
  • Lâmpadas fluorescentes, de mercúrio, de vapor de sódio e de luz mista.

E como a logística reversa funciona?

No processo de pós-venda, o produto deve retornar a sua cadeia de distribuição, antes mesmo de ter sido utilizado pelo consumidor ou ainda que tenha pouco tempo de uso. Isso ocorrerá sempre que o produto apresentar defeitos ou em situações de erros de pedido, assim, o produto poderá passar por nova vistoria e, havendo reparos e melhorias, poderá ser comercializado novamente.  Já no processo de pós-consumo, o produto que foi adquirido, é descartado pelo seu consumidor. Chegando ao fim de sua vida útil, a empresa deve receber esses produtos, peças ou insumos para que sejam destinados a um ciclo de reciclagem, desmanche ou de reintrodução no mercado, caso seja possível e indicado. 

E por que a logística reversa é importante para as indústrias?

Com a política da logística reversa introduzida e praticada em sua indústria, você só tem a ganhar pontos, visto que age com uma Política Nacional de Resíduos Sólidos, gerando maior bem-estar à comunidade, sociedade, população, ao planeta e a saúde de todos, preservando também o meio ambiente.  Assim, ao assumir a ação de descartar e reciclar os itens, sejam eles produtos, máquinas, peças ou demais itens, você demonstra ter preocupação e responsabilidade social, buscando gerar maior sustentabilidade e equilíbrio em muitos sentidos.  Esse tipo de atitude, além de gerar uma boa imagem à marca do seu negócio, ou seja, da sua indústria, promove também, ações positivas aos consumidores, gerando empatia daqueles que apoiam a natureza e que admiram boas ações sociais.  Portanto, um dos métodos para destacar sua indústria como parceira do mundo, é com essas e outras práticas, que além de gerar economia, ainda traz uma visibilidade de consciência e proveito para todos. Mas ainda há muitos outros pontos nos quais podemos ajudar, portanto, venha conversar com nossa contabilidade para indústrias! Fonte: Quero montar uma empresa

Gestão de projetos na Construção Civil: como fazer o orçamento render, dentro do prazo

Gestão de projetos na Construção Civil: como fazer o orçamento render, dentro do prazo

Na gestão de projetos de Construção Civil, qualidade, prazo e escopo são essenciais. É necessário haver controle e contínuas correções e adaptações. Ou seja, não é tarefa fácil gerenciar projetos nessa área.
Além disso, há muitas variáveis envolvidas para conseguir proporcionar eficiência e segurança, para assim, atingir os objetivos estabelecidos ou determinar as ações mais adequadas no decorrer da obra.
Além de tudo isso, ainda deve ser levado em conta o orçamento e os prazos. Afinal, há uma data para começar e para terminar, de acordo com o contrato. Entretanto, adversidades costumam surgir, como falta de recursos, modificações de última hora e desmotivação dos trabalhadores.
Pensando nisso, neste artigo vamos falar sobre como executar a gestão de projetos de Construção Civil da melhor forma, evitando erros e despesas desnecessárias.
Mas, primeiramente, você sabe o que é gestão de projetos?
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Gestão de projetos: o que significa

Gestão de projetos atualmente é utilizada em diferentes áreas, inclusive na Construção Civil. 
Basicamente, gestão de projetos envolve habilidades, técnicas, ferramentas e conhecimentos utilizados para o planejamento, execução e acompanhamento de um projeto. 
Existem inúmeras teorias sobre como realizar um bom projeto, de acordo com cada área – projetos de produto, indústrias, residências, etc. – e a gestão de projetos é vital em todas elas. O Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI) indicou que 20% do Produto Interno Bruto (PIB) do globo é para investimentos nos mais diferentes tipos de projetos. 

Como fazer uma boa gestão de projetos na Construção Civil

Uma boa gestão de projetos na área de Construção Civil exige um orçamento que renda e prazos cumpridos, ainda que surjam imprevistos ou mudanças significativas durante a obra.
Na Construção Civil, existem certas características no processo produtivo e no mercado que tornam a aplicação de procedimentos e teorias de gestão, às vezes, complexa: são as adaptações de que falamos, praticamente inevitáveis.
Neste contexto de gestão de projetos em obras, é importante se atentar às novas tecnologias, além do cenário do crédito imobiliário no país. Esses são fatores decisivos que permitem aumentar ou diminuir a demanda de projetos de Construção Civil. 
Além disso, metodologias inovadoras voltadas a liderança e gerenciamento de equipes vêm surgindo com força na área. 

Fases do projeto de Construção Civil

Um projeto tem começo, meio e fim, seja qual for. E cada parte é importante, portanto, antever dificuldades em todas as etapas é essencial (claro, na medida do possível).
Em geral, as etapas de um projeto de Construção Civil são:

  1. Início: averiguar a viabilidade e assinar o termo de abertura da obra;
  2. Planejamento: definir objetivos específicos e como atingi-los;
  3. Execução: pessoas e recursos para chegar ao escopo determinado;
  4. Acompanhamento: controle contínuo de resultados alcançados;
  5. Finalização: encerrar e aceitar a obra executada.

Cuidado com as correções, seus custos podem aumentar de uma etapa para outra, portanto, faça um planejamento detalhado e previna-se contra adversidades!
Vamos ver, agora, algumas dicas para uma gestão de projetos de Construção Civil que seja fiel aos prazos e não estoure o orçamento?

Dicas para gestão de projetos em Construção Civil

A seguir, veja algumas sugestões para que seu projeto de Construção Civil seja eficiente:

  • contrate uma equipe completa e que trabalhe com qualidade, mantendo-a motivada;
  • trate da gestão das pessoas envolvidas: patrocinadores, clientes, gerente do projeto, equipe, sociedade e órgãos reguladores;
  • tenha objetivos claros e práticos para a equipe: ele deve ser SMART: specific (específico) – mensurable (mensurável) – attainable (alcançável) – relevant (relevante) e time-based (com prazo certo);
  • facilite a comunicação interna, ou seja, o diálogo com os envolvidos no projeto, eliminando, assim, ruídos e propiciando canais eficientes;
  • tenha um cronograma, subdividindo as entregas: pontue cada etapa do projeto, com prazos e padrões de qualidade;
  • use um sistema de gestão de projetos eficiente, que sincronize pessoas, processos, recursos, prazos, normas, tecnologias e padrões de qualidade.

Esperamos que você tenha apreciado nosso conteúdo sobre gestão de projetos de Construção Civil! Para mais artigos como esse, continue navegando em nosso blog!

Ponto de equilíbrio financeiro – O que é e como calcular?

Ponto de equilíbrio financeiro – O que é e como calcular?

Manter a roda da fortuna girando sempre ao favor do seu negócio, pode ser um verdadeiro desafio!

Assim, manter a empresa sempre no ponto do equilíbrio absoluto é o desejo de todos os empresários. No entanto, muito além de vontade e alguns conhecimentos estratégicos, é preciso conhecimento em finanças, e saber, claro, realizar cálculos precisos. Por isso, ao longo do tempo, pela necessidade que foi surgindo, foram criadas “ferramentas”, indicadores e fórmulas de apoio, para que a manutenção da saúde financeira fosse gerida de forma mais assertiva.  Assim, nasceu um indicador chamado de ponto de equilíbrio ou break even point, que é o responsável por apontar o limite entre o prejuízo e o lucro da empresa em determinado período.  Portanto, vamos, a partir de agora, entender melhor alguns aspectos a respeito do ponto de equilíbrio financeiro! Vamos lá?

Mas afinal, o que é o ponto de equilíbrio financeiro de uma empresa?

O ponto de equilíbrio se trata do resultado entre as despesas fixas e variáveis e das receitas totais, onde, em determinado período, elas se igualam. Ou seja, caso exista um faturamento menor do que o previsto, o resultado fica sendo como um prejuízo financeiro. Se o faturamento for maior, haverá lucro para a empresa. Esse ponto de equilíbrio, portanto, será calculado através da subtração dos gastos fixos pelos gastos variáveis, multiplicado pela margem de contribuição.  Resultado de imagem para empreendedor numa corda

Mas e como calcular o ponto de equilíbrio financeiro da empresa?

Será necessário considerar os custos e despesas para se encontrar o ponto de equilíbrio. Assim, usamos uma fórmula simples, onde o resultado mostrará a quantidade de vendas de um determinado produto ou serviço, que deverá ser alcançado em determinado período, para que assim, a empresa obtenha lucro.  Dessa forma, quando os lucros e as despesas se igualam, ou seja, empatam, o faturamento fica sendo zero. O que significa dizer que as despesas serão quitadas, mesmo sem haver lucro.  É aí que vamos encontrar o break even point ou ponto de equilíbrio, como prefira chamar.  A fórmula a ser usada para encontrar esse ponto de equilíbrio, é simples, veja: basta somar as despesas que são fixas e dividir depois, pela margem de contribuição do negócio.  Vai ficar assim: ponto de equilíbrio financeiro = despesas fixas / margem de contribuição. 

Quer ver um exemplo ainda mais claro?

Considere que sua empresa gaste 120 mil reais por ano para manter todas as suas operações e que a margem de contribuição seja de 25%. Assim: 120 mil (como despesas fixas)/ dividido por 0,25 (que é a margem de contribuição).  Resultado = 480 mil reais.  Ou seja, nesse caso, sua empresa necessitaria de uma receita bruta com no mínimo de faturamento de 480 mil reais, para não ficar com nenhum tipo de prejuízo financeiro. Entendeu? Acima desse valor, sua empresa estaria no lucro, e abaixo dele, estaria com prejuízo.  Agora ficou bem simples de entender, não foi? Portanto, depois de todos esses esclarecimentos, nada melhor do que ter uma contabilidade assertiva e especializada, que possa te ajudar a melhorar seus resultados e números! Fonte: Abrir um negócio lucrativo

Gestão de contratos na construção civil – 5 dicas para não perder o controle!

Gestão de contratos na construção civil – 5 dicas para não perder o controle!

Redigir e fazer a gestão de contratos não é uma tarefa simples. Apesar da venda ou parceria já estar fechada, é por meio deste documento que todas as informações são detalhadas, incluindo o que cada parte poderá ou não fazer enquanto ele estiver vigente.
Neste artigo, você irá conferir 5 dicas muito importantes durante a gestão de contratos: desde a escrita do documento até o seu devido armazenamento. Para conferir todas, continue a leitura!
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1. Tenha atenção dobrada aos detalhes

Imagine que depois de ter um contrato redigido e assinado, você perceba que faltou uma cláusula muito importante, o que poderá ocasionar prejuízos para a sua empresa. Para evitar esse e outros tipos de transtornos, sempre releia o contrato várias vezes para se certificar de que não esqueceu nenhum detalhe.
Uma dica é anotar os principais tópicos para que o acordo seja benéfico para ambos os lados. Assim, você não esquecerá de adicioná-los a versão final da papelada.

2. Opte pelos contratos eletrônicos

Para facilitar a escrita do contrato, evitar erros e ter um controle de todas as emissões, você pode investir em redigir contratos virtuais. A assinatura também é feita digitalmente, e esse é considerado o método mais seguro.
Além disso, essa é uma forma mais barata de gerir contratos, já que não é necessário gastar com impressões e folhas. Essa também é uma boa maneira de contribuir com o meio ambiente, diminuindo o uso de papel. 

3. Não esqueça dos prazos

Existem certas situações que exigem um prazo máximo para serem cumpridas, além da possibilidade de exigência do próprio assinante para que o documento seja entregue rapidamente. Portanto, entregue um contrato bem revisado, mas seja ágil e cumpra os prazos.
Uma ótima maneira de evitar problemas com atrasos é organizar, por data de entrega, todos os contratos que precisam ser feitos. Por mais que o acordo já tenha sido fechado, nada impede que a outra parte possa voltar atrás.

4. Se organize em sua gestão de contratos

Procure deixar as cópias dos contratos da sua empresa bem organizadas, independente se estiverem na versão impressa ou online. Isso facilitará a busca desses documentos futuramente, por você e por pessoas de outros setores que necessitem validar alguma informação.

5. Preste atenção na ortografia

Um ponto muito importante ao criar um contrato, é prestar atenção na ortografia. Entregar um documento mal redigido e com muitos erros dará a impressão de que a sua empresa não é profissional ou não teve cuidado ao criar o contrato.
Procure a ajuda de um redator ou revisor para encontrar possíveis erros no documento. 
Além disso, tome cuidado ao baixar modelos prontos de contratos encontrados na internet. Ao pegar qualquer modelo de contrato, além da possibilidade de apresentar erros, eles podem não atender às necessidades da sua empresa, fazendo com que um dos lados possa ter algum tipo de prejuízo.
Agora que você entendeu todas as dicas de como fazer uma boa gestão de contratos dentro da sua empresa, comece a colocá-las em prática! Além disso, sempre avalie contratos já assinados, pois alterações podem surgir a qualquer momento.
Gostou do texto? Então confira, agora, outras dicas e conteúdos aqui no nosso blog!