por Marketing CCR | dez 6, 2019 | Empreendimento, Empresarial, Gestão Empresarial, Negócios
O LTV é um dos melhores cálculos para entender como seus clientes se comportam ao longo do relacionamento entre vocês.
Já pensou em descobrir quanto tempo seu cliente passa consumindo seus produtos e, melhor ainda, quanto costuma gastar durante esse tempo?
Pois é exatamente isso que o Lifetime Value – também conhecido pela sigla LTV – permite que faça. O melhor de tudo: calcular o “valor do tempo de vida do cliente” não é complexo!
Antes de mostrarmos como você pode calcular o LTV, vamos discorrer um pouco mais sobre o que ele significa e o que representa; por que é importante que você aprenda a calculá-lo e, para fechar, como realizar o cálculo. Continue a leitura e entenda!
O que é LTV?
O termo “valor do tempo de vida do cliente” é usado com frequência, mas se trata de uma tradução um tanto simples do termo, chamado Lifetime Value. Para contextualizá-lo melhor, podemos dizer que o objetivo da sigla é descobrir o quanto um cliente contribui para sua empresa e por quanto tempo ele normalmente compra de você.
A métrica é perfeita para responder algumas questões acerca do histórico dos seus clientes, assim como prever seu comportamento. Existem diversos tipos de cálculos e, para começar, vamos te mostrar o mais simples deles ao longo deste artigo.
Por que é importante calcular o Lifetime Value?
Além de ser uma das melhores formas para entender seu cliente, há alguns benefícios diretos em fazer o cálculo. Um deles é descobrir se você pode ou deve investir mais recursos na retenção desses consumidores.
Ele permite, também, que você saiba quais são os tipos de clientes mais valiosos para sua empresa. Nem todos os clientes são iguais, mas descobrir qual grupo mais contribui para o seu negócio fará com que você entenda onde deve investir para maximizar seus resultados.
Como mencionamos anteriormente, existem diversas maneiras de calcular o LTV, umas mais simples e outras mais complexas, que podem requerer a ajuda de um profissional.
Veja, abaixo, um destes modelos de cálculo. Ele utiliza um cliente por vez.
Como calcular o LTV?
O primeiro passo é escolher um de seus clientes. Pode escolher qualquer um deles, mas começar pelo que mais compra pode ser bem interessante.
O primeiro passo é descobrir o quanto esse cliente gastou nos últimos anos. Em seguida, anote há quantos anos ele compra da sua loja. Agora, multiplique os dois números. Imagine que nosso cliente gastou R$ 6.490,00 no último ano. Ele é cliente da loja há 2 anos.
6490 * 2 = 12980
Agora, subtraia esse total pelo custo de aquisição do cliente. Ou seja, o quanto gastou para que esse cliente viesse a comprar de você. Nesse caso, vamos supor que esse cliente veio por meio de uma campanha de anúncios no Facebook que custou R$ 430,00.
12980 – 430 = 12550
Ou seja, o LTV desse cliente específico é de R$ 12.550. O modelo tem algumas falhas, já que ele considera um cliente estável, que compra com frequência. Por outro lado, é uma maneira de começar a calcular e entender o quanto seus clientes valem pelo tempo que estão comprando do seu negócio.
Você pode repetir o cálculo com outros clientes para, assim, descobrir padrões e grupos específicos de compra.
Gostou do artigo? Então não fique apenas na teoria, comece agora a calcular o LTV! Caso tenha alguma dúvida ou precise de ajuda, é só entrar em contato conosco e nossos especialistas cuidarão de tudo!
Fonte: Abrir empresa simples
por Marketing CCR | nov 29, 2019 | Empreendedorismo, Empresarial, Gestão Empresarial, Marketing
O inbound marketing pode ser o queridinho do marketing digital, mas se ignorar o outbound marketing você pode perder a chance de ver suas vendas multiplicarem.
Apesar do termo pouco convencional, o outbound marketing é o que mais se aproxima do marketing convencional, aquele que exista antes da internet. Com o crescimento do inbound e das plataformas de conteúdo, o outbound marketing acabou sendo deixado de lado por muitos, já que uma das principais promessas do inbound é precisar de menos investimento.
Entretanto, pode-se dizer que essa afirmação é puro marketing. Você pode tanto fazer inbound quanto o outbound com pouco investimento. O que realmente importa é a estratégia que usa em conjunto com essas ferramentas.
É por isso que te convidamos a ler esse artigo: nos próximos parágrafos, vamos te ensinar o que é o outbound marketing, a diferença entre ele e o inbound marketing e como o outbound pode fazer suas vendas multiplicarem. Confira!
O que é outbound marketing?
Em tradução livre, significa “marketing de saída”. Ou seja, é um marketing que parte de dentro para fora. Enquanto no inbound você usa sua plataforma para atrair pessoas, no outbound você quem vai atrás deles.
Quer algo que prove que o outbound marketing continua tão importante? As empresas continuam a investir milhões em campanhas publicitárias no horário nobre da TV e a alugar espaços em outdoors. Até mesmo empresas disruptivas da internet continuam a investir no outbound mais tradicional.
Mas isso não significa que o outbound está limitado a estas ações. Do contrário, ele também evoluiu e tem diversas formas, algumas delas que você, possivelmente, nem percebe. Já fez uma busca no Google? Então certamente se deparou com anúncios – uma tática de outbound marketing – nos primeiros resultados.
Outbound x Inbound: qual a diferença?
Até o momento, você já deve ter notado quais são as diferenças entre as duas modalidades de marketing. Porém, vamos exemplificar um pouco mais. Dessa maneira, você será capaz de identificar uma peça de inbound e uma peça de outbound marketing sem problemas.
No inbound, você usa o seu espaço para atrair consumidores. Vamos novamente usar o exemplo da busca no Google. Além dos anúncios, você pode clicar em algum site e acabar em um post de blog. Se você buscou o termo outbound marketing e encontrou esse artigo, isso significa que a nossa estratégia de inbound marketing deu certo, já que te atraímos com sucesso à nossa página.
Já o outbound funciona de maneira diferente. Enquanto um post de blog encontrado de maneira não-paga pelo Google é considerado inbound, um anúncio do Google que aparece quando você busca é outbound. Sabe qual a diferença?
O anúncio pago é segmentado para aparecer a determinados tipos de usuários, separados por localização e outras informações como idade ou gênero. O anúncio que aparece para você pode não aparecer para um outro usuário que fez a mesma busca. Isso é outbound marketing, pois foi investido em um conteúdo ou oferta para que ela te alcançasse.
Agora entenda, abaixo, como o outbound marketing pode fazer com que suas vendas se multipliquem!
Como o outbound marketing te ajuda a vender?
Novamente, precisamos usar a comparação com o inbound para te mostrar como o outbound pode acelerar seus resultados. Apesar de uma estratégia sólida, o inbound é melhor para resultados a longo prazo. Pense nele como um trabalho de formiguinha que, se feito com consistência, é capaz de trazer grandes ganhos.
Mas nem sempre dá tempo de esperar o trabalho de formiguinha dar frutos. E é aí que entra o outbound marketing. Criado para gerar resultados no curto prazo, suas táticas envolvem alcançar o máximo de pessoas que puder, usando conteúdos ou ofertas para convertê-las em clientes ou prospectos para o seu negócio.
De maneira resumida, você usa o outbound para alcançar e o inbound para reter. Nossa sugestão? Que entenda sobre as duas modalidades e as use em conjunto para maximizar seus resultados!
Gostou do conteúdo? Então continue acompanhando os artigos do blog para aprender mais sobre marketing!
Fonte: Abrir um Negócio Lucrativo
por Marketing CCR | nov 27, 2019 | Contabilidade para construção civil, Contabilidade para Prestadores de Serviços, Empresarial, Gestão Empresarial
Apostar em gestão empresarial na Construção Civil é uma das principais estratégias para as empresas do setor manterem-se produtivas e aquecidas.
Em meio às crises econômicas vivenciadas pelo país nos últimos anos, o setor da Construção Civil certamente é um dos que mais vem sofrendo. A partir de 2014, quase 500 mil vagas formais de emprego no segmento foram fechadas.
Para ultrapassar e, principalmente, vencer estes obstáculos, é necessário adotar ações estratégicas que garantam a boa execução dos serviços e, consequentemente, os níveis de lucratividade.
Veja, a seguir, o que você deve fazer para turbinar os negócios na sua obra!
Motivação da equipe de funcionários
Equipes desmotivadas não produzem. Ainda mais em um setor que exige esforço físico e trabalho braçal. Manter a motivação é o combustível para que o profissional exerça suas atividades com satisfação e mantendo sua busca pela perfeição.
Benefícios extras, comunicação assertiva e relações humanas são três tópicos pertinentes à motivação na construção civil.
Outro fato que é bem comum são os conflitos de execução em determinados setores. Neste ponto, é preciso deixar claro sobre as responsabilidades individuais de cada colaborador, em prol do coletivo.
Quanto menos discussão, mais produção e menos prejuízo no gerenciamento das atividades.
Orçamentos inteligentes e bem elaborados
Gargalos ainda na fase inicial comprometem a viabilidade do projeto de construção civil, Sendo assim, os orçamentos devem ser elaborados com inteligência e assertividade.
Na gestão empresarial, um orçamento de qualidade oferece um panorama mais real sobre as necessidades, obstáculos e desafios da obra.
Por isso, leve em consideração aspectos como mão de obra, localidade da construção, cálculo de encargos, tributação e formação de preços.

Fluxo de caixa
Assim como em qualquer negócio, o fluxo de caixa também faz parte da engrenagem das empresas de Construção Civil.
Lançar as entradas e saídas em sistemas automatizados – deixando de lado planilhas obsoletas, auxilia na previsão de custos dentro de um cenário 100% atualizado.
Encargos trabalhistas
O setor da Construção Civil é um dos que mais possui ações judiciais na Justiça do Trabalho. O que causa, de fato, um enorme prejuízo financeiro às empresas do setor.
Mas o que resulta no alto número de reclamações trabalhistas? O não pagamento de direitos simples, como horas extras, por exemplo, é um dos motivos.
Por isso, se você deseja alavancar os seus contratos de construção, dedique atenção especial às relações trabalhistas, junto aos contratos de trabalho.
Uma boa assessoria contábil é de grande valia nesta demanda.
O que acontece se não existe uma gestão empresarial para obras?
- Descontrole financeiro;
- Dados desatualizados;
- Longos períodos inativos devido às condições climáticas;
- Falta de manutenção preventiva;
- Alto volume de reclamações trabalhistas;
- Descumprimento das NRs (Normas Regulamentadoras);
- Atrasos na entrega da obra ao cliente final;
- Tomadas de decisões comprometedoras.
A gestão empresarial na Construção Civil é essencial para o desenvolvimento do setor, incluindo o cumprimento de projetos, entregas dentro do prazo e respeito às leis trabalhistas. Este combo, quando bem gerenciado, é a grande alavanca para o seu negócio!
Se você possui dúvidas sobre a gestão de obras e gostaria de um suporte neste sentido, entre em contato conosco e saiba como podemos lhe auxiliar!
por Marketing CCR | nov 22, 2019 | Contabilidade, Contabilidade para o Terceiro Setor, Empreendedorismo, Gestão Empresarial
Você já pensou como empresas sem fins lucrativos cuidam da gestão financeira? A contabilidade para terceiro setor é crucial para o desenvolvimento dos serviços de utilidade pública. Neste texto, você aprenderá o que é a contabilidade para o terceiro setor, qual a sua importância para a saúde financeira de empresas sem fins lucrativos e como o contador possui papel central nessa área.
O que é a contabilidade para o terceiro setor
A contabilidade para terceiro setor é aquela que acomete empresas que prestam serviços sem visar o lucro, como ONGs (Organizações Não Governamentais) e OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público).
O dinheiro utilizado para manter esse projetos em pé advém de iniciativas privadas e doações feitas por empresas públicas e privadas. Em alguns casos, também podem receber dinheiro por meio de repasses públicos.
A instituição do terceiro setor também poderá criar e vender produtos/serviços, no qual o dinheiro captado será utilizado para manter os seus serviços de qualidade. Por conta do seu condicionamento, o terceiro setor possui uma série de benefícios, como o pagamento de menos impostos. Por outro lado, o primeiro setor corresponde ao governo, enquanto o segundo setor refere-se às empresas da iniciativa privada, com a comercialização de bens e serviços para a população visando o lucro.
Qual a importância da contabilidade para terceiro setor?
Empresas que fazem parte do terceiro setor, mesmo que tenham obrigações menores, são fiscalizadas constantemente pelo governo, já que empreendedores mal intencionados podem criar ONGs para lavagem de dinheiro ou maquiar informações de recebimentos e gestão das doações. Por isso, é muito importante que a instituição tenha uma equipe de contabilidade eficiente, para se certificar de que toda as obrigações fiscais estão sendo cumpridas. Além disso, é por meio da contabilidade que sairão as instruções para uma melhor gestão do dinheiro arrecadado, já que além de bancar as atividades propostas pela instituição, a própria empresa precisa se manter. É importante se atentar que empresas originárias do exterior, mas que atuam no Brasil, também precisam cumprir as leis locais.
Afinal, qual o papel do contador neste contexto?
O contador na área de contabilidade para terceiro setor ficará responsável por manter a instituição na legalidade e cumprindo todas as suas obrigações fiscais. Além disso, ele deverá fazer um planejamento financeiro dos valores arrecadados, de forma a possibilitar que os serviços prestados pela ONG continuem e sua estrutura seja mantida. Um contador também agregará credibilidade para futuros doadores, pois mostrará que o dinheiro oferecido será bem investido e trará um real retorno para a sociedade. Uma outra atividade realizada por este profissional é a criação de balancetes, que são documentos para verificar movimentações em intervalos de tempo específicos. E então, conseguiu compreender o que é a contabilidade para terceiro setor, quais empresas fazem parte desse grupo e qual o papel do contador para este tipo de negócio? É de demasiada importância saber que a gestão financeira para empresas do terceiro setor é diferente dos demais setores. Precisa de uma contabilidade eficiente e que, realmente, lhe traga resultados? Então entre em contato conosco! Fonte: Gestão Terceiro Setor
por Marketing CCR | nov 20, 2019 | Contabilidade para construção civil, Contabilidade para Prestadores de Serviços, Gestão de negócios
No segmento da construção civil (em que atuam construtoras), existem diversas normas, e elas são adotadas dependendo da obra, como por exemplo PPRA ou PCMAT.
PPRA ou PCMAT, em termos de objetivo, são iguais: são programas preventivos e que proporcionam mais segurança à execução de uma obra. Porém, apresentam diferenças.
Neste artigo, você vai ver quando utilizar PPRA ou PCMAT e o que significam. Fique atento: toda construtora precisa ter conhecimento sobre essas determinações da legislação.
Acompanhe!
PPRA ou PCMAT: qual a diferença?
Como dito, PPRA e PCMAT têm basicamente o mesmo objetivo, que é se preocupar com o meio ambiente e riscos ambientais.
- PPRA: normatizado pela NR 9, Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
- PCMAT: normatizado pela NR 18, Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção.
Ao escolher qual programa utilizar, PPRA ou PCMAT, saiba que o PPRA é mais voltado para Higiene Ocupacional e fases de Antecipação, Reconhecimento, Avaliação e Controle de Riscos Ocupacionais. Evita doenças do trabalho ou ocupacionais, incluindo acidentes de trabalho; o PCMAT, por outro lado, preocupa-se mais com acidentes de trabalho. Essa, portanto, é a principal diferença entre PPRA e PCMAT.

O PPRA tem vigência máxima de 1 ano, de acordo com a NR 9, item 9.2.1.1:
“Deverá ser efetuada, sempre que necessário e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.”
Já o PCMAT não tem vigência delimitada, é programado baseando-se nas etapas do empreendimento projetado. É de responsabilidade do Engenheiro de Segurança, que procura fazê-lo se encaixar durante toda a obra, de acordo com o item 18.3.4. Portanto, o PCMAT controla desde o começo até o acabamento da obra.
Quem deve utilizar PPRA ou PCMAT
Em construtoras, o PCMAT é mais utilizado, visto que se dedica à construção civil.
Caso a obra tenha vinte empregados ou mais, o PCMAT precisa ser implantado.
Por outro lado, o PPRA é obrigatório na construção civil e nas indústrias que tenham ao menos 1 trabalhador sob regime CLT – Consolidação das Leis do Trabalho.
PPRA precisa ser implantado em todos os estabelecimentos e nichos de trabalho, exceto na mineração – indica a NR 22, em que se pode optar entre PPRA ou PGR. Essa última sigla significa Programa de Gerenciamento de Riscos. Segundo o item 22.3.7.1.3, empresas que implementam o PGR não precisam de PPRA.
PCMAT, é importante lembrar, foca na estrutura da obra e o dono da obra é responsável por ela – o contratante. Assim, terceiros não precisam implantar o PCMAT, visto que seus itens não são aplicáveis a eles; compete a estes a implantação do PPRA, independentemente do número de empregados.
PPRA e PCMAT
O PPRA se implementa na obra quando tiver 1 empregado CLT, já a NR 18 determina que o PCMAT cumprirá as diretrizes da NR 9.
E o que isso significa? Que PPRA e PCMAT formam um documento unificado, com nome de PCMAT. Então, PPRA ou PCMAT se tornam PCMAT.
Segundo a NR 18.3.1.1:
“O PCMAT deve contemplar as exigências contidas na NR 9 – Programa de Prevenção e Riscos Ambientais.”
PPRA ou PCMAT? Na hora de decidir, saiba que ambos juntos criam um programa mais robusto, dirigido a prevenção de acidentes e doenças no trabalho e a Higiene Ocupacional – os programas se completam, embora em certas obras seja utilizado o PPRA separado.
Para a construção civil, não se esqueça do que determina a NR 18, item 18.3.1.1: é obrigatório implemantar PPRA e PCMAT, não PPRA ou PCMAT.
Esperamos que nosso conteúdo sobre PPRA ou PCMAT para construtoras tenha sido útil para você. Se gostou, compartilhe!