Você sabe quais documentos devem ser enviados todo mês para sua contabilidade?

Os documentos contábeis são fundamentais para a escrituração e registros obrigatórios da sua empresa

Empreender é sinônimo de responsabilidade e compromisso. Por isso, para manter as finanças “saudáveis” é preciso estar em dia com as obrigações legais. Não pense que essa tarefa deva ficar somente a cargo do contador. O empreendedor também deve fazer sua parte. É importante para que se faça um bom gerenciamento da sua empresa.

Para que o contador possa cumprir com as obrigações legais, além de manter sua empresa organizada é fundamental que ele receba todas as documentações necessárias regularmente.
Mas quais documentos devo enviar mensalmente para a contabilidade? Esta é uma dúvida de muitos empresários no Brasil e vamos ajudar listando quais são os 10 documentos que devem ser entregues mensalmente ao contador.
Acompanhe a leitura e descubra quais são.

Por que é preciso enviar certos documentos contábeis mensalmente ao contador?

Os documentos contábeis são aqueles que as suas informações afetam a escrituração contábil de uma empresa. Todos são muito importantes, pois falam da sustentabilidade do negócio, mas alguns deles são mais especiais. E alguns devem ser enviados mensalmente à contabilidade, de forma obrigatória.

Em suma, estes documentos têm o objetivo de comprovar as movimentações financeiras e as transações realizadas pela empresa no período, permitindo a melhor gestão tributária e outras demandas fiscais, bem como a melhor administração do negócio como um todo, sendo essencial nas atividades do contador.
Deste modo, é importante criar uma rotina de emissão, armazenamento e direcionamentos dos documentos contábeis à sua assessoria. Atualmente, há muitas ferramentas eletrônicas que ajudam a organizar estes documentos de forma integrada com a contabilidade, em tempo real. É uma dica avaliar estes recursos.

Relação de documentos contábeis mensais

A seguir, relacionamos os 10 principais documentos contábeis que você deve enviar para o seu contador mensalmente:

  • Guias de Impostos ou Contribuições: INSS, FGTS, Contribuição Sindical, outras Contribuições Sindicais.
  • Comprovantes de pagamentos dos impostos: como a DAS, DARF’s, GARE’s, etc.
  • Todas as notas fiscais – de entrada e saída – e comprovantes de despesas e de receitas.
  • Extratos: Bancários, de Aplicações, Cartões de Crédito, Empréstimos e Desconto de Duplicatas.
  • Recibos de pagamento: Salários, Pró-Labore, Férias, Vale Transporte e Atestados Médicos de Funcionários
  • Notas Fiscais de serviços adquiridos.
  • Arquivos Eletrônicos – Nota Fiscal Paulista, Redução Z, Arquivos do Sped Fiscal e XML’s das notas fiscais.
  • Recibos e Contratos: de locação, de honorários, despesas e contratos a pagar.
  • Controle de Estoque.
  • Movimentos e recibos de autônomos e outros colaboradores.

Conclusão

Agora que você descobriu quais documentos devem ser enviados para a contabilidade, não perca mais tempo. Verifique se você está enviando as informações necessárias da sua empresa e desempenhe um trabalho de forma adequada.
Fonte: Jornal Contábil
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Empresário, você sabe para onde está indo o dinheiro da sua empresa?

Leia neste artigo sobre a questão financeira dos negócios, mais especificamente os lucros.

Eu ouvia muito a pergunta “onde está o dinheiro?” quando era responsável pelas finanças nas empresas onde trabalhei.
Outra pergunta era: “se você diz que o lucro é X, por que no banco só tem Y, que representa menos da metade do lucro?”.
Com o tempo fui me organizando e passei a ter de forma detalhada essas informações, e com isso responder com segurança aos questionadores.
Hoje, como consultor, me fazem essas mesmas perguntas já no primeiro contato. Mais ou menos assim: “Lino, deve ter alguma coisa errada com os números da nossa empresa, pois meu financeiro me apresenta um lucro, mensal ou anual, mas ele nunca bate com o que temos no banco e estamos sempre sem recursos. Se estamos operando com lucro isso não deveria acontecer, você não acha?”.
Pois é. Quem é da área financeira sabe, ou deveria saber, o porquê de a empresa apresentar lucro, mas não ter o dinheiro disponível. Essas mesmas perguntas vindas dos donos são aceitáveis, pois grande parte deles não está familiarizada com a linguagem financeira e contábil.
As razões para essas diferenças não são um mistério. Tudo começa com o processamento da contabilidade; ao final desse processamento, surgem o balancete mensal e o respectivo Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) .
O DRE  é bem simples, ele mostra de forma clara os totais de faturamento no mês e no ano, e os totais das despesas também no mês e no ano.
As despesas são elencadas por tipo, por exemplo despesas com pessoal, despesas administrativas, despesas com tributos, despesas com vendas, impostos sobre o lucro etc.
A linha final do DRE é o resultado do faturamento menos as despesas, portanto o lucro líquido, ou prejuízo em alguns casos.
A apropriação desses valores é sempre feita pelo regime de competência ou fato gerador, portanto, quando se faz a contabilização, não se leva em conta quando tudo isso será recebido – caso do faturamento – ou quando todos os custos serão pagos. Esses valores terão sua movimentação mostrada no balanço, não no DRE.
O balanço, como o próprio nome diz, mostra os saldos das movimentações dos créditos (ativos) e dos débitos (passivos) da empresa. O passivo, também pelo seu saldo, é mostrado em duas partes. O passivo geral, com terceiros, e o patrimônio líquido, que é a dívida com os sócios.
O patrimônio líquido, por sua vez, é dividido em valor do capital, valor das reservas, valor dos lucros a distribuir e valores já distribuídos aos sócios por conta desses lucros.
É no balanço, portanto, onde estão as respostas às perguntas dos donos. Quem é da área olha e já sabe interpretar os números.
A forma que encontrei para deixar os sócios confortáveis, e a mim também, foi criar uma planilha em Excel bem resumida em que fosse possível fazer a prova dos nove para deixá-los seguros de que o lucro apresentado, além de ter fundamento, está de fato correto. É o que sempre sugiro ao financeiro quando sou contratado para uma consultoria.
A vantagem disso é que, enquanto o balanço tem estrutura padronizada, no Excel se pode mostrar a mesma coisa de forma diversa, em layouts mais apropriados para leigos.
É bem simples: é só abrir um arquivo de planilha Excel. Algo assim:

  • Nome do arquivo: Onde está o dinheiro?
  • Lucro total apresentado no DRE: R$ 1.500.000,00
  • Dados do balanço ou balancete:
  • Ativos:

-Valor em bancos e caixa: R$ 600.000,00
-Contas a receber de clientes: R$ 280.000,00
-Impostos a compensar: R$ 20.000,00
-Outras contas a receber: R$ 40.000,00
-Adiantamentos: R$ 30.000,00
-Ativo imobilizado – depreciação: R$ 180.000,00
     -Total dos ativos: R$ 1.150.000,00

  • Passivos:

-Contas a pagar: R$ 200.000,00
-Fornecedores: R$ 300.000,00
-Tributos: R$ 50.000,00
-Empréstimos bancários: R$ 50.000,00
-Outros débitos: R$ 50.000,00
-Total do passivo com terceiros: R$ 650.000,00

  •  Patrimônio líquido

-Capital e reservas: R$ 20.000,00
-Lucros a pagar: R$ 1.500.000,00
-Lucros já pagos: (-) R$ 1.020,000,00
-(Líquido a pagar aos sócios: R$ 500.000,00)
    -Passivo total: R$ 650.000,00 + R$ 500.000,00 = R$ 1.150.000,00.

  • Prova dos 9:

-Total dos ativos: R$ 1.150.000,00
-Passivo com terceiros: (-) R$ 650.000,00
      -Saldo: R$ 1.150.000,00 – R$ 650.000,00 = R$ 500.000,00.
Esse valor de R$ 500.000,00 é exatamente o que os sócios têm a receber da empresa.
Como R$ 20.000,00 é o capital, eles poderiam sacar R$ 480.000,00.
Será sempre assim no mês a mês ou no balanço geral do final do ano. Isso deixa os sócios satisfeitos e o financeiro seguro de que está de posse das informações corretas.
A outra pergunta, do porquê de nunca haver dinheiro, deve ser respondida sempre com o fluxo de caixa atualizado, embora essa planilha já mostre as razões da falta de dinheiro.
A solução para a falta de dinheiro pode vir de atitudes como aumento de capital, redução do prazo de recebimento das vendas e retenção de parte dos lucros, entre outras.
O ideal para uma empresa é ter caixa para suportar pelo menos seis meses de custos.
O que estou propondo aqui tem alguns inconvenientes. A maioria absoluta das empresas, pequenas, médias e até mesmo grandes, não tem contabilidade adequada. Pouquíssimas se utilizam dos balanços para a apuração de resultados.
Sem balanço é impossível essa “prova dos 9”. Nenhum software de gestão consegue apresentar números confiáveis se eles não forem confrontados com os dados contábeis do balanço ou balancete. E, das que usam a contabilidade, nem todas conciliam ou auditam os números do balanço, o que traz insegurança sobre os números apresentados.
Outro inconveniente é a resistência dos sócios em aumentar o capital ou aceitar retenção dos lucros. Já a redução no prazo de recebimento nem sempre é possível, pois é disciplinada pelo mercado.
Fica, portanto, minha sugestão e um pedido: usem a contabilidade e aproveitem-se do balanço. Nele está tudo que vocês precisam.
Balanço é um padrão mundial. Estejam onde estiverem, até na China, alguém lá saberá interpretar seu balanço, mesmo não falando português.
Fonte: Contábeis
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Confira a real necessidade da contabilidade para MEIs!

MEI precisa de contabilidade? Entenda;

Especialista explica que o microempreendedor poderá ser tributado na pessoa física do Imposto de Renda.

Com a crise atual e uma crescente busca pelas pessoas pelo empreendedorismo, vemos o número de Microempreendedores Individuais (MEI) aumentar cada vez mais no país. São empresas que não são obrigadas a ter uma contabilidade, mas podem correr graves riscos sem o auxílio de um profissional.
Para entender melhor, o MEI nada mais é do que um profissional autônomo. Com o CNPJ, ele tem facilidades com a abertura de conta bancária, no pedido de empréstimos e na emissão de notas fiscais, além de ter obrigações e direitos de uma pessoa jurídica.
Para ser MEI o empreendedor deve seguir algumas regras dentre as quais a atividade precisa estar na lista oficial da categoria; precisa faturar até R﹩ 81.000,00 por ano ou R﹩ 6.750,00 por mês e não ter participação em outra empresa como sócio ou titular.
Outro ponto importante é em relação à contribuição sendo que o cálculo corresponde a 5% do limite mensal do salário-mínimo e mais R﹩ 1,00 a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto ou R﹩ 5,00 a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto.
De acordo com André Ferreira, especialista em gestão financeira de empresas e sócio da ANIT Serviços Financeiros, ao ver a simplicidade do regime tributário, os empresários entendem que não existe a necessidade de contra com uma contabilidade, já que os impostos serão recolhidos em valores fixos e mensais (DAS-PGMEI) e informados ela Declaração Anual do MEI.
“Nessa avaliação simplista que nasce um grande risco para o empreendedor, isso pelo fato de que sem uma escrituração contábil, o empreendedor será tributado na pessoa física do titular em todo valor que ultrapassar 32% do lucro de sua MEI para Serviços, 16% para Transportes e 8% para Comércio. E esse imposto não é baixo, podendo chegar a até 27,50% na tabela progressiva do IRPF”, explica.
Segundo ele, com o auxílio de um profissional contábil e mantendo a escrituração em dia, o MEI pode distribuir todo lucro auferido no ano, sem qualquer tributação de imposto de renda na pessoa física.
“Fica clara a necessidade dessas empresas se planejarem e buscarem por suportes de uma contabilidade, isso proporcionará uma total distinção em relação a carga tributária caso o microempresário individual tenha que declarar imposto de renda pessoa física”, finaliza.
Fonte: Contábeis
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Descubra como começar sua empresa da forma certa!

Não tenha dor de cabeça na abertura de empresa. Comece certo!

Hoje vou falar dos principais pontos que precisam de atenção para abertura de empresa e iniciar a trajetória de empreendedor da forma correta.

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou falar dos principais pontos que precisam de atenção para abertura de empresa e iniciar a trajetória de empreendedor da forma correta, aqui vou falar os mais comuns, existem casos mais específicos que cada ramo de negócio exige, como nosso universo burocrático e muito extenso, vou me ater aos corriqueiros.
PLANEJAMENTO: “ Quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve” Célebre frase de Alice no país das maravilhas, mas muito real, não apenas nos negócios, mas para a vida em geral. Saber o que quer fazer, onde quer chegar é tão fundamental quanto ter a ideia e praticá-la. Na abertura da sua empresa não é diferente, onde você quer chegar? Quais metas e objetivos do seu negócio?
SABER ONDE: cuidados com o lugar onde você vai se estabelecer também é primordial, cuidados como documentação do prédio, se o zoneamento do município permite a sua atividade, e se houve outra empresa no local que está irregular. São pontos importantíssimos, que todo empresário tem que estar atento, saber as leis, restrições, documentações necessárias da cidade, porque muitas vezes cada município tem a sua forma de tratar a abertura de empresas.
SOCIEDADE: A sociedade é um casamento, é uma maravilha começar, mas terminar na extensa maioria das vezes é doloroso. Então como diria Arnaldo “Galvão a regra é clara! ” E tem que ser mesmo, desde o início, tanto para a entrada, saída e também em caso de falecimento.
TRIBUTOS: Sim, dá para saber o quanto se paga de tributos e deixar isso planejado, uma boa ajuda de uma contabilidade experiente faz muita diferença, pois esta escolha é válida por um ano, quando se erra aqui, não é incomum perder 3 a 7% do faturamento nestas decisões erradas. E com certeza o planejamento lá do seu primeiro item que falamos não está essa perda de faturamento, mas sim um ganho, por isso é de extrema importância esse planejamento tributário.
Gente a lista é grande aqui, mas estão aqui demonstradas as que nestes 19 anos de empresa foram as mais frequentes. E é importante sempre ter o seu contador como um parceiro de negócios, ele saberá o caminho das pedras e te ajudará na abertura de empresa da melhor forma.
Hoje o texto foi rápido, mas é de grande ajuda, se estiver com casos assim, chama a gente nas redes sociais, será um prazer ajudá-los. Até a próxima.
Fonte: Contábeis

Como montar um orçamento anual para a empresa de prestação de serviços?

Como montar um orçamento anual para a empresa de prestação de serviços?

Sua empresa de prestação de serviços, precisa estar sempre bem preparada, certo?

Portanto, hoje, a nossa contabilidade para serviços preparou uma matéria muito especial, para você que precisa melhorar seu desempenho no mercado de prestação de serviços! Vamos lá?

Um bom orçamento anual, precisa de um bom plano de negócios!

E talvez realizar isso sozinho, possa trazer um grande trabalho e mais confusão do que esclarecimento. Por isso, é bom poder contar com uma contabilidade para empresas de prestação de serviços, já que dentro dos parâmetros legais e estratégicos, você terá um maior ponto de equilíbrio em suas ações e resultados! Assim, o orçamento, deve realmente estar bem alinhado ao plano de negócios da sua empresa. Quanto mais harmonia for possível criar dentro desses parâmetros, mais fácil será atingir os objetivos.

E qual o melhor modelo para gerar um orçamento anual?

Os lançamentos com base no DRE, que é a Demonstração do Resultado do Exercício, é muito indicado. E isso fica evidente por causa da estimativa das receitas, despesas e da rentabilidade.

E como fazer esse orçamento anual?

Pense o seguinte:

“Bem diferente de um fluxo de caixa, a previsão das receitas e dos gastos que geralmente ocorrem ao longo dos períodos de exercício, mostram todo o sistema operacional da sua empresa de prestação de serviços”. 
Portanto, siga os seguintes passos:
  1. Inicie pelas vendas estimadas de acordo com cada tipo de serviço – dessa forma é possível avaliar o crescimento das vendas.
  2. Especifique os custos por prestação de serviços – o que, onde e quanto você investe em cada ação – observe todos os insumos e ferramentas a serem usadas.
  3. Aponte os custos estimados de financiamentos, aluguel, aplicações financeiras, entre outros.
  4. Envolva e entenda todos os investimentos em pessoas e mão de obra.
  5. Preveja também, quais são os custos com divulgação, todas as ações de marketing para evidenciar sua empresa, serviços e marca!
  6. Faça um acompanhamento de todas as ações e observe se será necessário fazer algum tipo de ajuste ou correção. 
  7. Insira as vendas abaixo do estimado e todas as despesas acima das estimativas.
Nesse ponto, é importante realizar reuniões mensais, de modo a entender todos as brechas, falhas e desfalques, agindo com ações mais focadas em melhores resultados para seus negócios. 

Nesses momentos de integração e validação das estratégias e montagem do orçamento, alguns pontos podem ser definidos, como:

      • Desempenho de cada setor, departamento ou tipo de serviço.
      • Tipos e modos de ROI mais proveitosos.
      • Descontinuidade de alguma prática ou serviço.
      • Melhoria da gestão das despesas.
      • Dentre outras.
Sim, é verdade, tudo deve ser minuciosamente colocado e calculado de modo a gerar mais equilíbrio e entendimento sobre seus orçamentos gerais, por grupos e individuais.  O segredo é não se desviar dos objetivos principais de sua empresa prestadora de serviços. Por isso, vale todo o esforço em elaborar, divulgar e acompanhar adequadamente todas as metas. E ao se identificar qualquer tipo de gasto que esteja fora das possibilidades ou que esteja gerando grandes despesas, é momento de fazer uma profunda avaliação e discussão com todos os responsáveis, para melhor aplicação do capital. Logicamente, montar um orçamento anual, dá certo trabalho, demanda muito tempo e exige conhecimentos pontuais.  Portanto, se precisar de ajuda, nossa contabilidade para empresas prestadoras de serviços, poderá te ajudar com imenso prazer! Fonte: Abrir Empresa Simples