Diante da crise atual, a prorrogação dos tributos é vista como solução para a economia. Saiba mais!

Simples Nacional: Estados pedem prorrogação de tributos

Prorrogação do Simples Nacional visa auxiliar setor produtivo, um dos mais afetados pela pandemia.

Ao todo, 15 Estados se uniram para solicitar a prorrogação dos tributos do Simples Nacional. A proposta é que os vencimentos de março e abril passem para julho e agosto, respectivamente.

Entre os Estados que participaram da solicitação, estão Distrito Federal, Pernambuco, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Paraná, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Santa Catarina, Amapá, Piauí, Amazonas e Alagoas.

O pedido visa atender a reivindicação do setor produtivo em cidades afetadas por medidas restritivas necessárias para reduzir a proliferação da segunda onda de coronavírus.

“O Governo precisa compreender e atender às necessidades legítimas do setor produtivo”, frisou André Clemente, secretário de Economia do Distrito Federal.

O caso será avaliado pelo Comitê Gestor do Simples Nacional, órgão que integra a estrutura da Secretaria Especial da Receita Federal, do Ministério da Economia.

Prorrogação Simples Nacional

Devido a crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus, o Comitê Gestor prorrogou os tributos do Simples Nacional em 2020.

Os vencimentos de abril, maio e junho foram adiados para outubro, novembro e dezembro, respectivamente.

Os tributos estaduais e municipais como ICMS e ISS também foram adiados por três meses  para micro e pequenas empresas. Passando de abril, maio e junho para julho, agosto e setembro.

Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos destinado às microempresas e empresas de pequeno porte.

Com a criação desse regime tributário, as empresas conheceram a guia única, ou seja, tiveram a oportunidade de fazer o pagamento de impostos em um único documento de arrecadação.

A modalidade reduz a carga tributária, principalmente para empresas com faturamento mais baixo, e unifica oito tributos.

O Simples Nacional abrange Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) , Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) , PIS/Pasep, Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) , Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) , Imposto sobre Serviços (ISS) e a Contribuição Patronal Previdenciária (CPP).

Podem optar pelo Simples Nacional empresas que têm um faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Além disso, a empresa não pode ter débitos em aberto com os governos Federal, estaduais e municipais.

Fonte: Contábeis

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Tendências de vendas: Como sair na frente em 2021

Saiba quais são as principais tendências de vendas para 2021 e faça a sua empresa decolar

Entenda as principais vantagens de ser um gestor alinhado às novas tendências de vendas

O empreendedorismo não é para amadores e isso ficou evidente em 2020, por conta da pandemia do coronavírus e todos os seus desdobramentos, que culminaram em uma forte crise econômica no mundo inteiro.
Muito provavelmente, o seu negócio também foi impactado e se, mesmo após todo esse contexto, ainda está firme e forte, é sinal de que a sua gestão está indo bem, o que não significa que você não necessite entender para onde o mundo estará caminhando daqui por diante.
O fato é que o comportamento do consumidor tem mudado bastante e o isolamento social foi capaz de escancarar isso para todos nós, sendo que as empresas que conseguiram perceber isso certamente tiveram bons “insights” para mudar a rota de seus negócios de forma assertiva.
Pois bem, por conta disso, estamos aqui para te mostrar as principais tendências de vendas para 2021, de modo que você saia na frente e consiga dar uma guinada na sua empresa, rumo ao sucesso absoluto.
Sendo assim, siga firme conosco e tenha uma excelente leitura.

Tendências de vendas para 2021: saiba tudo!

Bom, ao falar sobre as principais tendências de vendas para este ano, obviamente falaremos a respeito dos recursos que podem ser utilizados por empresas como a sua.
Isso significa que não abordaremos sobre produtos ou serviços específicos, de acordo com as tendências para cada setor.
Pois bem, vivemos em uma era da informação, de novas tecnologias e também de posicionamento de empresas em apoio a determinadas causas, sempre priorizando um cuidado melhor com as minorias.
Se você pretende se isentar em alguns assuntos, não tem problema também, mas o fato é que é uma boa oportunidade de se posicionar.
Pois então, vamos deixar de conversa e ir logo para as principais tendências de vendas para 2021, para que você inicie com força total.

  • Ampliação do foco no digital

Já não é mais novidade para ninguém que quando falamos em tendências de vendas, o digital é o centro das estratégias para os empresários.
Se em 2020 você deu algum foco a isso, potencialize ainda mais em 2021.

  • Priorização de comunicação mais interativas 

As lives, por exemplo, têm sido importantes nessa questão da interatividade e seria muito legal você buscar pessoas comuns ou influenciadores que tenham algum tipo de ligação com a sua marca e realizar lives sobre determinado assunto.
Quando bem divulgado, isso desperta curiosidade e interesse das pessoas em assistir e participar.

  • Maior rapidez nas interações 

É importante responder o quanto antes aos seus clientes, sejam os e-mails, mensagens ou direct’s no WhatsApp, pois ninguém mais tem a paciência de antes para aguardar e, além disso, certamente os seus concorrentes irão focar em uma maior rapidez, podendo fisgar alguns dos seus clientes em potencial.

  • Automatização de processos

Será o fim das pilhas e mais pilhas de papéis e classificadores em seu escritório?
Talvez não, mas a aceleração das novas tecnologias está proporcionando recursos e ferramentas cada vez mais eficazes para auxiliar no dia a dia do gestor.

  • Marketing Digital

Logicamente, o Marketing Digital continua sendo uma tendência forte para 2021 e aproveitamos o espaço para indicar uma boa leitura sobre o assunto, logo abaixo.
Tendências do Marketing Digital

Conte com parceiros de verdade!

Realizar um bom planejamento, de acordo com as principais tendências de vendas, é fundamental para o seu negócio ter competitividade e lucratividade em 2021 e, com uma gestão contábil profissional, você tem mais tempo e tranquilidade para focar em decisões que irão beneficiar o seu negócio.
Isso porque, ao ter o nosso suporte contábil especializado, você tem a certeza de que estará em dia com as obrigações, em plena conformidade com a legislação vigente e apto a prosperar.
Para saber maiores detalhes de como a nossa contabilidade de excelência irá te auxiliar, basta nos contatar clicando no link abaixo.
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Fonte: Abrir Um Negócio Lucrativo

Especialistas dão conselhos sobre como empresas podem enfrentar melhor a crise econômica

Especialistas dão conselhos sobre como empresas podem enfrentar melhor a crise econômica

Quase todas as empresas estão sendo duramente afetadas pela crise econômica resultante da pandemia do coronavírus.

Mas cada uma tem realidade específica e precisa tomar decisões cautelosas a partir de profundas análises internas.

É isso que aconselha o advogado Marcos Andrey de Sousa, de Florianópolis, que é especialista em recuperação empresarial. O contador Sílvio Parodi, também da Capital, que atua com governança corporativa, alerta que também é necessário incluir uma análise do cenário econômico do negócio.

Segundo Marcos Andrey, os gestores precisam dedicar parte importante do tempo para avaliar a situação real da empresa. Isso é fundamental para antecipar cenários e traçar estratégias adequadas para sobreviver nessa fase da crise e voltar a crescer no pós-pandemia.

– No primeiro momento, o essencial é fazer um diagnóstico, também chamado no jargão de due diligence – aconselha o advogado.

Esse diagnóstico precisa considerar o passivo (endividamento) e os ativos da empresa e avaliar se há viabilidade com base na verificação da capacidade de geração de caixa ou venda de ativos. O próximo passo é uma análise para definir momento e a ação mais adequados para a recuperação.

Para Silvio Parodi, é necessária uma análise de cenário considerando a situação específica do setor em que a empresa atua.

– Um olhar para o funcionamento da cadeia produtiva, a partir do mercado consumidor, pode ser excelente para direcionar as estratégias. De qualquer modo, espera-se que a empresa esteja organizada, mesmo com a crise, mediante amplo domínio e controle do seu posicionamento interno. Riscos e limites do negócio, capacidade de recuperação, fraquezas e potencialidades eventuais para aproveitar oportunidades, entre outras – aconselha ele.

Nessa mesma linha, Marcos Andrey alerta que não há um remédio genérico que possa ser aplicado a qualquer empresa, em qualquer situação.

– Existe aquele mais adequado para o caso concreto. Inúmeros planos de ação podem ser adotados, destacando-se a modificação do perfil do negócio para adequação à nova realidade; a negociação com credores específicos e estratégicos, seja pelo comprometimento da dívida, seja pela necessidade de continuidade de parcerias essenciais; a negociação coletiva e extrajudicial com os credores (standsfill agreement) – aconselha o advogado.

Outro detalhe importante a ser considerado é o tempo de implementação. Conforme Parodi, adotar estratégia no tempo adequado pode garantir a sobrevivência do negócio. Ele orienta também que medidas como recuperação extrajudicial ou judicial são alternativas legais que podem ser consideradas caso a empresa tenha necessidade de evitar o agravamento financeiro e econômico. Outro conselho importante é dado por Marcos Andrey: manter a calma. São orientações de especialistas acostumados a buscar soluções de empresas em crise. Essa experiência vale para mais empresas agora, que não teriam problemas caso não tivesse aparecido o novo coronavírus.

– A reação imediata e desordenada do empresário ao se deparar ou antever a crise, sem a devida orientação jurídica, contábil e financeira, pode levar a realização de negociações com o comprometimento patrimonial da empresa e dos bens pessoais dos sócios de tal forma a inviabilizar a adoção futura e um meio eficiente de recuperação – justifica Marcos Andrey ao recomendar calma nessas horas.

Fonte: NSC total

STF libera empresas a adiar recolhimento do FGTS, antecipar férias e dá força a acordos individuais

STF libera empresas a adiar recolhimento do FGTS, antecipar férias e dá força a acordos individuais

Norma que proibia o trabalhador de argumentar na Justiça que pegou a doença por ter sido obrigado a seguir frequentando o local de trabalho durante a pandemia foi derrubada

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, nesta quarta-feira (29), manter válida grande parte da medida provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro que altera normas trabalhistas no período de calamidade decretado em razão da pandemia do novo coronavírus.

Entre outras regras, a corte manteve a regulamentação do teletrabalho, o adiamento do recolhimento do FGTS por três meses, a suspensão de férias para a área da saúde e a autorização da antecipação de feriados.
Foram sete votos para manter em vigência a maior parte da MP. Desses, três votaram pelo indeferimento total das ações que contestavam a medida e outros quatro defenderam a derrubada de dois artigos. Os outros três ministros da corte também votaram para derrubar ambos os dispositivos, mas ficaram vencidos para uma invalidação mais extensa da MP.
Os ministros Marco Aurélio, Gilmar Mendes e Dias Toffoli se opuseram à íntegra das ações que contestavam as ações. Os ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux, por sua vez, defenderam a manutenção de maior parte da MP, mas foram contra dois artigos.

Os ministros Edson Fachin, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski se uniram aos colegas para invalidar ambos os dispositivos, mas foram além ficaram vencidos no sentido de invalidar outros artigos.

Um dos artigos derrubados previa que “os casos de contaminação pelo Covid-19 não serão considerados ocupacionais, exceto mediante comprovação de nexo causal”.

Ou seja, o Supremo suspendeu eficácia da norma que proibia o trabalhador de argumentar na Justiça que pegou a doença por ter sido obrigado a seguir frequentando o local de trabalho durante a pandemia.
O outro dispositivo derrubado limitava a atuação de auditores fiscais do Trabalho e do Ministério da Economia durante a pandemia.
Segue válida ainda, pela decisão do STF, a previsão de que os acordos individuais entre patrão e empregado estarão acima das leis, desde que respeitem a Constituição, no período de calamidade.
Além disso, a maioria julgou legal a autorização para as empresas darem férias coletivas e criarem um regime especial de compensação futura de horas trabalhadas em caso de interrupção da jornada de trabalho durante a crise.
No entendimento da maioria dos integrantes do Supremo, as normas editadas pelo governo são necessárias para impedir que as consequências econômicas da crise leve a um movimento de demissão em massa por parte das empresas.
O ministro Luís Roberto Barroso argumentou que as mudanças não desrespeitam princípios e valores contidos na Constituição.

“São direitos indisponíveis: proteção à saúde, salário mínimo capaz de atender às necessidades vitais, pouso remunerado, férias, direito de greve, proteção contra acidente no trabalho, indenização por decisão imotivada e combate ao desemprego”, listou o ministro.

Barroso também pregou a autocontenção do Judiciário por se tratar de uma MP que ainda será analisada pelo Congresso Nacional.
O ministro Ricardo Lewandowski divergiu e afirmou que o Supremo sempre atuou em relação a normas editadas pelo presidente que têm efeito imediato, mas carecem de aval do Legislativo.
O primeiro voto sobre o caso havia sido dado na última quinta-feira (23), quando apenas o relator, ministro Marco Aurélio, se pronunciou.
O magistrado afirmou que as normas têm como objetivo impedir o aumento do desemprego.

“Visou atender uma situação emergencial, preservar empregos, a fonte do sustento dos trabalhadores, que não estavam na economia informal”, disse.

Ele argumentou, também, que a MP “não afastou o direito a férias tampouco o gozo dessa de forma remunerada e com adicional de um terço”.

“Apenas houve intuito de equilibrar no setor econômico financeiro a projeção do pagamento do adicional, mesmo assim impondo-se limite à data da gratificação”, afirmou.

Fonte: Folha de São Paulo

Corte de Gastos: como fazer da forma certa em empresas?

Corte de Gastos: como fazer da forma certa em empresas?

Saiba como realizar um corte de gastos assertivo, sem perder o desempenho e ainda conseguir lucrar durante de crise econômica! 

Se você precisa fazer o corte de gastos em sua empresa, confira como realizá-lo da melhor forma – e lucrar no pós-crise!

A sua empresa está passando por dificuldades e busca incansavelmente por uma solução para chegar ao pós-crise funcionando?
Sabemos como os tempos estão difíceis e, com isso, os empreendedores sentiram o grande impacto da pandemia de Coronavírus diretamente.
Sendo assim, o foco agora não é mais captar clientes, mas reduzir o máximo de custos possíveis.
Por essa razão, hoje, o artigo é sobre como fazer o corte de gastos corretamente, sem deixar que o caos da situação te influencie a tomar uma péssima decisão!
E então, vamos lá? Boa leitura!

Como fazer um corte de gastos efetivo em sua empresa?

O corte de gastos no seu negócio precisa ser feito com muita consciência, caso contrário, pode te levar a uma situação ainda pior.
Por isso, separamos algumas dicas de como você pode realizar um corte de gastos assertivo e, além disso, conseguir lucrar quando toda essa situação passar.

Realize um controle de estoque

Primeiramente, use o controle de estoque para ser o seu grande guia na hora de realizar o corte de gastos de sua empresa.
Através dele, você poderá encontrar informações necessárias para realizar a suspensão, diminuição ou cancelamento de itens, produtos e materiais com precisão, sem precisar se preocupar com consequências em seus processos atuais.

Reveja as suas questões tributárias

Os tributos são uma das preocupações que mais afligem os empreendedores agora, contudo, ainda é possível reverter essa situação.
Atualmente, é possível observar que o governo brasileiro proporcionou diversas medidas para que os empresários, como você, passem por esse período sem ter que fechar suas portas para sempre.
Por isso, confira todos os benefícios que o seu negócio pode ter neste momento e utilize-os para manter a estabilidade da sua empresa, sempre observando as opções que melhor se enquadram na sua gestão.

Negocie com seus fornecedores

Os seus fornecedores também estão passando pela crise, não é mesmo?
Sendo assim, deixe que eles saibam a sua atual situação e negocie o pagamento das suas dívidas em aberto.
Além disso, verifique se existem chances de oportunidades de desconto ou quitações com prazos mais longos do que os usuais.

Faça a administração das suas contas

Por fim, sabemos que isso “é o mínimo”, mas, em tempos complicados, é difícil enxergar um norte certo para seguir e, assim, realizar o melhor corte de gastos possível.
Por isso, vamos abrir duas alternativas – não excludentes uma da outra, claro – para você refletir se já foi feito na sua empresa.
A primeira – e, talvez, a mais óbvia – é reunir e verificar a possibilidade de pagamento dos seus débitos, organizando-os por ordem de vencimento. Sendo assim, caso a conta ainda não feche, nem ao menos com a ajudinha da negociação com seus fornecedores, partimos para a segunda alternativa.
A segunda, ao contrário e bem longe do ideal, é elencar suas contas por prioridade, avaliando prazos de vencimento, incidência de juros e multas, pagando conforme o possível.
Contudo, para evitar essa última situação e, até mesmo, encontrar soluções mais assertivas e novas para sair da crise, tenha uma contabilidade ao seu lado para mostrar o melhor caminho!
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Fonte: Abrir Empresa Simples