por Marketing CCR | abr 22, 2022 | Consultoria financeira, Gestão financeira
Baixa lucratividade, ineficiência no atendimento ou no pós-venda, gastos excessivos, pagamentos atrasados, são alguns sintomas que indicam que a saúde financeira da sua empresa não anda tão bem.
Se a sua empresa passou recentemente por um diagnóstico financeiro, com certeza você saberá o que fazer, tomando a decisão mais acertada.
Se não passou pelo diagnóstico, não perca mais tempo, identifique os problemas antes que eles cresçam mais.
Conte com uma consultoria financeira para ajudá-lo no diagnóstico
Um diagnóstico financeiro só é eficiente quando é elaborado por quem entende muito bem do assunto, ou seja, precisa ser um especialista.
Afinal, por meio do diagnóstico é possível que a empresa saiba em que parte do processo está havendo alguma falha ou problema para ser tratado e resolvido.
O diagnóstico financeiro avalia toda a gestão financeira executada na empresa. Para isso, reúne dados que fazem parte da sua rotina financeira.
A consultoria faz um raio X do negócio, que envolve faturamento da companhia, suas entradas e saídas, como valores a receber e a pagar.
O desempenho financeiro e o modelo de negócios são mensurados por meio da análise das informações contábeis, registro de planilhas, dados do planejamento estratégico e muita conversa com os gestores.
Com todas as informações em mãos, a consultoria financeira cria estratégias de melhorias e estímulos, ações para corrigir falhas e estuda medidas para a prevenção de erros.
Por meio do diagnóstico financeiro, você terá mais base para a tomada de qualquer decisão que afete o seu empreendimento.
O que a consultoria financeira deve avaliar para fazer um diagnóstico preciso?
Para elaborar um diagnóstico preciso sobre a saúde financeira de sua empresa, a consultoria financeira precisa avaliar principalmente os seguintes processos:
- Faturamento: observa a clareza dos últimos números registrados;
- Despesas: enumera tudo o que dever ser pago, como impostos, contribuições, salários, entre outros gastos;
- Estoques: identifica o valor do estoque da empresa, com todas as despesas;
- Saldos a receber: observa tudo o que o negócio tem a receber. Comparar valores mês a mês;
- Capital de giro: verifica os recursos financeiros necessários que a empresa tem como objetivo de se manter operando regularmente, pagando custos e despesas ao longo do tempo;
Provisão orçamentária: analisa um custo futuro, considerando estimativas de juros, encargos tributários, entre outros.
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | maio 25, 2021 | Garantias bancárias, Inadimplência bancária, Passivo Bancário, Patrimônio
Devemos disponibilizar parte de nosso patrimônio para garantias bancárias? Atenção!
Os cuidados nas negociações Empresas x Bancos, diante da estrutura de cada um no processo de equalização dos Passivos
Essa condição imposta pelos bancos acaba por danificar famílias numa operação de risco entre bancos x empresas!
- A necessidade de Capital Bancário
Não há como operar uma empresa sem trabalhar com créditos bancários (sem generalizar), operações de Capital de Giro, antecipação de Cartão, Cheque Especial, Linhas de Finame e BNDES, Contas Garantidas, entre outras.
Entretanto, é fundamental e vital que a devida Gestão ocorra, evitando com isso, que a alavancagem financeira alcance seu limite.
- O fluxo financeiro das empresas e o aumento do Passivo Bancário
É natural que a medida que uma empresa cresça, seu endividamento também cresça, não necessariamente nas mesmas proporções, ou em alguns casos até mais, desde que estrategicamente dimensionado, entretanto, ocorre que muitas empresa diante de limites bancários disponibilizados, acabam excedendo sua capacidade e colocando em risco o Patrimônio de seus sócios e administradores.
- O teto dos limites bancários
De forma geral bancos estabelecem limites em suas operações, e a medida que as empresa realizam e criam um histórico positivo, esses limites tendem a serem expandidos, condicionados a uma série de fatores como: Liquidez, adimplência, patrimônio da empresa e dos sócios, carteira de operações junto aos bancos, entre outras.
Mas o limite bancário tem um teto, e quando uma empresa atinge esse limite, um alerta é acesso nas duas pontas: Bancos e Empresa.
- O Aumento dos custos financeiros
A medida que o Passivo Bancário (endividamento) aumenta, a Gestão por parte dos bancos, acessando o BACEN, tem essa informação muita clara e com isso, os custos financeiros tendem a aumentar, seja por meio de:
- Taxas de juros
- Redução nos prazos
- Aumento de garantias de recebíveis
- Necessidade de garantias reais
Muito cuidado, quando essa situação passar a ser uma condição nas operações entre banco x empresa. Ações deverão ser colocadas em pratica o mais breve.
- A possível inadimplência bancária
Quando a “bola de neve” se desenha, e a busca desenfreada por Capital de Giro se instala na empresa, num pouco espaço de tempo ocorrerá a inadimplência junto aos bancos, tudo isso, de forma geral ocorre porque a empresa está com um custo financeiro alto e os resultados de suas margens, não atendem a realidade de seu Custo Fixo Total.
Em breve os pagamentos de bancos e fornecedores estarão em risco da sua continuidade, nesse momento geralmente os impostos já estarão em atraso.
- A Negociação direta entre bancos e empresários, acaba sendo uma desproporcionalidade.
Com todo o cenário acima descrito, ainda com o ambiente da Gestão em forte tensão, empresários na melhor das intenções, acabam de forma “ingênua”, sentando-se a mesa dos gerentes bancários e “abrindo” toda a situação.
Podemos dizer que essa atitude é comumente chamada de “tiro no pé”, pois irá fazer com que os bancos se estruturem para garantir de forma rápida é com muita intensidade seus créditos.
- Colocamos ou não nosso patrimônio em risco?
De imediato, bancos irão disponibilizar alternativas de negociação do Passivo como uma solução única, evitando com isso uma possível discussão judicial, entretanto, para isso exigirão incondicionalmente a disponibilização de garantias reais, ou seja, em outras palavras, que empresários coloquem seu patrimônio e o da empresa como garantia, alienando bens imóveis aos contratos, garantindo seus créditos e eliminando a possibilidade de perda.
- Quando especialistas entram nas negociações a favor das empresas.
Quando o processo de negociação tem a favor das empresas profissionais experientes, conhecedores de casos semelhantes e vivenciaram diversas negociações entre empresas e bancos, todo o cenário se modifica, e tenha certeza, de forma positiva a favor da empresa.
Negociações conduzidas por especialistas, não tem o “frio na barriga” comum nas discussões entre empresários e banco, tudo é realizado de forma profissional com transparência e visando a continuidade da empresa, e o melhor sem expor o patrimônio dos sócios ou da empresa no processo de negociação.
As negociações são conduzidas de forma administrativa, sem que envolva o jurídico (banco e empresa), de forma relativamente rápida e com um custo muito mais baixo quando comparamos a um processo judicial. Pode ser uma grande possibilidade para o empresário.
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | dez 18, 2020 | BACEN, Contabilidade na crise, Dívidas Bancárias
Minha empresa está endividada, o que faço?
Empresas com alto Endividamento Bancário e dificuldades em equalizar junto aos Bancos!
Essa é uma das frases que mais ouvimos em nosso Departamento de Negociação de Dívidas Bancárias!
E as dores desse momento são grandes, entretanto, há soluções!
O crescimento do endividamento
Empresas necessitam de Capital de Giro, sem dúvida o caminho natural são os bancos, porém, tenha certeza que os bancos passarão a acompanhar o desempenho de sua empresa, muitas vezes melhor do que alguns gestores realizam.
O cruzamento de informações solicitadas com as informações do BACEN (Banco Central), analise de prazos, resultados, linha de faturamento e também a curva do endividamento, fará parte dessa relação Banco x Empresa.
Quais as razões de todo esse endividamento?
Cada empresa tem suas razões, dentre os casos mais comuns, podemos citar:
- Excesso de retirada dos sócios
- Desequilíbrio nos resultados (Ponto de Equilíbrio)
- Concorrência
- Produtos e serviços desatualizados
- Redução das margens (produtos transformaram-se em comodities)
- Entre outras
É importante que a equipe de Gestão tenha as causas claras, para que ações possam ser realizadas e as causas sejam “estancadas”.
Não temos mais limites disponíveis!
Tenha certeza que se ainda não aconteceu, em breve os bancos percebendo o grande nível de alavancagem da empresa, as linhas de créditos serão encarecidas primeiramente e na sequencia cortadas.
Infelizmente esse é o caminho natural.
Começaram os protestos e restrições!
No momento que os créditos forem cortados, sua empresa não terá tempo para colocar planos de ação em pratica, a tendência é que a inadimplência com fornecedores se ainda não está acontecendo passe a fazer parte do dia a dia, com isso restrições começarão a acontecer e a Gestão Empresarial torna-se cada vez mais difícil.
O volume de protestos tende a ser grandioso, principalmente para empresas que se mantem sem qualquer restrição.
Como resolver?
Tenha certeza que há soluções, digo isso com muita segurança, pois atuava como Diretor Financeiro de uma empresa tradicional e vivemos momento semelhante e resolvemos.
Entre as alternativas disponíveis no mercado, muitas sequer resolvem, apenas postergam o problema.
A melhor, mais rápida e com menor custo é a Renegociação de Dívidas Bancárias.
Nossos serviços são realizados por profissionais altamente qualificados, ex-diretores de bancos, conhecedores dos tramites legais para serem utilizados no processo de Negociação junto aos bancos.
Costumamos dizer que uma boa negociação junto aos bancos não é realizada na mesa do gerente da conta e sim no primeiro andar, junto a equipe de Gestão de Renegociações.
Com certeza, com nossos serviços, sua empresa terá:
- Prazos alongados
- Taxas de juros similares as praticadas no mercado
- Exclusão de garantias
Para a realização desse processo, não envolvemos o jurídico, tudo na esfera administrativa que além de mais rápida tem um custo muito mais baixo.
Fonte: Contábeis
por Marketing CCR | set 25, 2020 | Abrir empresa, Empreendedor, Empréstimo, Gestão de negócio
Veja como conseguir empréstimo para abrir sua empresa e empreender com sucesso
Quer obter empréstimo para abrir sua empresa? Então, veja como realizar da forma certa para ter uma maior assertividade
Apesar de o momento ainda exigir cautela, é bem verdade que, quando o assunto é pandemia do novo coronavírus, o pior já passou.
E mesmo com todo o impacto negativo na economia, já tem muita gente planejando novos caminhos para o futuro, tendo o empreendedorismo como principal ferramenta nesse processo.
Certamente, você faz parte dessa fatia de empreendedores que já estão começando a se movimentar, com a iniciativa de logo estar atuando no mercado, com um nicho já definido.
Mas, como o cenário econômico ainda não é dos melhores, talvez você precise de empréstimo para abrir empresa, sendo que para isso é necessário ter bastante cautela, para evitar endividamento desnecessário.
E é justamente sobre empréstimo para abrir sua empresa que falaremos no artigo de hoje.
Então, vamos ao que interessa!
Como obter empréstimo para abrir sua empresa?
Com tudo o que estamos passando, certamente, o mundo será dividido em dois momentos da história recente:
- Antes da pandemia;
- Depois da pandemia.
A verdade é que as realidades são distintas, onde, no Brasil, muitas empresas quebraram, mas ainda assim há empreendedores corajosos que observam o momento como uma oportunidade de ter o seu próprio negócio.
Mas, quando falamos em empréstimo para abrir sua empresa, é fundamental que você esteja bem atento aos detalhes que falaremos a seguir:
- Dados precisos a respeito do investimento a ser feito;
- Detalhes sobre os juros (pesquisar muito, para saber qual o mais vantajoso);
- Atenção com o prazo (número de parcelas com valores que caibam no seu bolso);
- Foco total na contabilidade (gestão focada na organização e conformidade).
Opções de financiamento
É importante que você saiba que, por conta da pandemia, hoje, existem linhas de créditos mais atrativas para abertura de empresa, com algumas opções de financiamento, como:
- Empréstimo com garantia;
- Cooperativas de crédito;
- Antecipação de recebíveis;
- Crédito via BNDES;
- Crédito para capital de giro.
Mas é muito importante que, antes de bater o martelo a respeito de crédito para abrir empresa, você tenha ao seu lado um suporte profissional que possa te dar uma orientação correta.
Conte com um bom suporte contábil!
Solicitar empréstimo para abrir sua empresa, principalmente em um momento de crise econômica, com certeza é uma boa alternativa, desde que você não faça isso de forma desordenada, sem o mínimo de planejamento.
É importante que você saiba que terá inúmeras atribuições, como gestor de um negócio, onde a sua presença será indispensável.
Com isso, um olhar profissional a respeito do seu investimento, assim como a destinação dele, é fundamental para que você inicie a sua empresa de forma assertiva e em conformidade com diversas questões.
Vamos dar alguns exemplos, para que você entenda melhor:
- Abertura de empresa (escolher o tipo de empresa correto, para a adequação do seu negócio);
- Adequação ao regime tributário mais vantajoso;
- Folha de funcionários enxuta;
- Fluxo de caixa;
- Capital de giro.
Um suporte de contabilidade que atua com profissionais qualificados dará o direcionamento mais adequado para um futuro promissor na sua área de atuação.
Portanto, não hesite em contar com isso para o seu sucesso!
Fonte: Abrir Empresa Simples
por Marketing CCR | jul 21, 2020 | Capital de Giro, Contabilidade na crise, Linha de crédito, Pronampe
CGPE: Programa auxilia no capital de giro de micro e pequenas empresas
A MP 992/2020 institui o programa Capital de Giro para Preservação de Empresas, que pode contar com até R$ 120 bilhões em crédito.
O Governo Federal criou mais uma linha de crédito para auxiliar os micro, pequenos e médios empresários a enfrentarem o cenário de dificuldades econômicas provocado pela pandemia do novo coronavírus. É o programa Capital de Giro para Preservação de Empresas (CGPE).
A Medida Provisória 992/2020, que cria o programa, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União. A estimativa do Banco Central é que o programa tenha o potencial de aumentar a concessão de crédito em até R$ 120 bilhões.
CGPE
A linha de crédito será destinada às empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões e poderá ser contratada até o dia 31 de dezembro deste ano. Ainda é necessário que haja regulamentação pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para os bancos começarem a conceder o crédito.
Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, a operação será simplificada e não exigirá contrapartidas específicas, o que deverá atender empresas que não se qualificavam para linhas de crédito anteriores.
Para o professor de finanças, Willian Baghdassarian, é importante a liberação de crédito neste momento para ajudar os pequenos empresários e a reativar a economia.
“O que se espera é, basicamente, que ela juntamente com as demais iniciativas do governo no fomento ao crédito privado que ela traga um reaquecimento da economia nacional. Com isso, ao final da crise, uma grande parte das empresas vão conseguir sobreviver e a partir disso, manter seus empregos e fazer com que o país volte a crescer”, disse.
Segundo ele, a grande vantagem dessa linha é que ela complementa as demais linhas do governo como o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).
O programa
Os bancos e instituições que fizerem empréstimos por essa nova linha de crédito poderão utilizar parte das suas perdas para ter benefício fiscal no pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) .
De acordo com a Medida Provisória, as empresas tomadoras dos empréstimos estarão dispensadas de apresentar uma série de certidões, como regularidade junto ao INSS e à Fazenda, o que poderá facilitar o acesso para aquelas que já estejam endividadas.
Segundo o Banco Central, a iniciativa busca dar efetividade e agilidade à realização das operações, voltadas ao pronto enfrentamento da calamidade pública nacional, e de seus impactos no sistema econômico, em benefício do setor produtivo real, do emprego e da renda do trabalhador.
Está previsto também o compartilhamento da alienação fiduciária, que é oferecer um mesmo bem para garantir mais de uma operação de crédito. Com isso, respeitado o valor total do bem, um mesmo imóvel ou veículo, por exemplo, poderá servir como garantia para mais de uma operação de crédito perante um mesmo credor, o que deverá diminuir os juros para o tomador do empréstimo.
“A vantagem do compartilhamento da alienação fiduciária por mais de uma operação de crédito é que, devido à qualidade desta modalidade de garantia, as novas operações tendem a ser contratadas em prazos e juros mais favoráveis ao tomador, se comparadas a outras modalidades de crédito sem garantia”, avaliou o Banco Central.
Empréstimos
Os empréstimos serão feitos com recursos das próprias instituições financeiras.
Caberá ainda ao CMN fixar as regras gerais, como taxa de juros, duração e carência, cabendo ao Banco Central a supervisão do programa.
O programa de Capital de Giro para Preservação de Empresas se soma às iniciativas do governo para levar crédito aos negócios impactados pela pandemia como o Pronampe, o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) e Fundo Garantidor de Investimentos (FGI).
Fonte: Fenacon