por Marketing CCR | maio 15, 2020 | Empreendedorismo, Fidelizar Clientes, Gestão Empresarial
O Segredo Para Você Fidelizar Clientes Em Tempos De Crise!
Você Não Precisa Esperar Pelo Pós-crise Para Fidelizar Clientes – E Vamos Te Mostrar Que Isso É Possível!
Sua empresa precisa mais do que sobreviver por um mês ou dois e, para evitar isso, você precisa saber como fidelizar clientes agora mesmo!
Afinal, sabemos que a pandemia afetou drasticamente o seu negócio, contudo, não podemos pensar que esse é o fim e se render aos acontecimentos.
Pois, se quiser fugir das estatísticas, precisa agir – e o momento para isso é este!
Portanto, hoje, vamos falar como você pode, sim, fidelizar clientes durante a crise!
E então, vamos lá? Boa leitura!
Como Fidelizar Clientes Durante A Crise?
A crise estabeleceu a presença digital como saída para fidelizar clientes e conquistar novos.
Contudo, só isso não é o bastante para manter as pessoas comprando e, por isso, vamos apontar o que é necessário para fazer da fidelização dos consumidores a sua realidade!
Identifique O Que O Cliente Valoriza
Mais do que só “achismos”, você precisa saber o que os seus consumidores gostam e, assim, agradá-los com a perfeição desse serviço.
Vamos dar um exemplo para esclarecer.
Suponhamos que você frequente uma cafeteria e ame cappuccinos, contudo, possua intolerância à lactose. Com toda a certeza, você irá valorizar o estabelecimento se, toda vez que efetuar uma compra, eles lembrarem desse fator – até mesmo antes que seja comentado.
Ou seja, conhecer as características do seu comprador é o primeiro passo para fidelizar clientes – provavelmente, para sempre!
Faça O Overdelivering
Você sabe o que é o overdelivering?
Esse conceito aborda a “entrega a mais”, ou seja, entregar mais do que o cliente solicitou, consequentemente, o surpreendendo.
É uma técnica muito usada por empresas no digital para fidelizar clientes, pois, dessa maneira, você causa uma surpresa – boa, é claro – e garante uma simpatia por parte da pessoa.
Valorize Os Detalhes
Agora, cada detalhe da sua entrega ao cliente conta.
Vamos recapitular o exemplo da cafeteria. Imagine que essa em questão seja sua favorita e, para experimentar coisas novas, você decide ir em outra. Contudo, ao chegar lá, aqueles “detalhes” que lhe eram tão naturais no seu estabelecimento favorito fazem falta e, consequentemente, sua preferência para futuros consumos será pela sua predileta, e não pela nova.
É um exemplo simples, mas demonstra a importância de valorizar os detalhes que fazem toda diferença na hora de fidelizar clientes.
Ofereça Descontos
Mais do que nunca, as pessoas estão buscando benefícios e opções mais vantajosas.
O que antes era mais difícil em decorrência da distância que o consumidor teria de percorrer para chegar em outro estabelecimento e, assim, fazer a comparação entre preços e ofertas, agora, pode ser feito em poucos cliques.
Sendo assim, não deixe que os seus concorrentes saiam na sua frente! Ofereça descontos de todos os gêneros, como ofertas para primeiros pedidos, dias da semana para alguma categoria de produtos entrar em promoção, etc.
E então, gostou do conteúdo de hoje? Deixe seu comentário abaixo com mais dicas para outros empreendedores!
Fonte: Abrir Empresa Simples
por Marketing CCR | maio 8, 2020 | Empreendedorismo, Gestão Empresarial, Marketing
Descubra Como Sair Da Crise Financeira Com A Sua Empresa Ainda Lucrando – Adotando Estas Medidas, Enquanto Há Tempo
Entenda quais são medidas capazes de proteger o seu caixa e descubra como sair da crise financeira causada pelo Coronavírus!
A crise financeira, causada pelos impactos do Coronavírus no mundo, afetou a sua empresa de alguma forma.
São poucos os negócios que não tiveram que repensar em sua rotina de trabalho, e até mesmo os modelos de trabalho remoto tiveram que tomar alguns cuidados a mais com a maneira como se portavam diante de seus clientes.
Fato é: o mundo, mesmo que impulsionado por um vírus, mudou, e isso irá impactar o futuro do mercado para sempre. O que resta à sua empresa é se adaptar e crescer em meio a essas mudanças.
Porém, sabemos que existe uma gigantesca objeção no caminho do seu sucesso financeiro, em meio à crise e após esse período, chamada de dinheiro!
E, quando falamos de capital, de maneira direta, estamos falando da sobrevivência ou morte do seu empreendimento.
Portanto, como nós prezamos para que você tenha máximo rendimento em sua empresa – e desejamos que consiga superar a crise, com dinheiro em caixa –, preparamos este artigo com algumas medidas que, decerto, ajudarão a descobrir como sair da crise financeira.
Confira!
Mapeie o cenário atual da sua empresa
O primeiro passo para que você saiba como sair da crise financeira é mapear o cenário atual da sua empresa – não somente o financeiro, uma vez que mais fatores impactam nas suas contas.
Dessa forma, busque por informações como:
- Quantos clientes você manteve? Houve algum crescimento ou diminuição e, se sim, quanto?
- Qual o seu faturamento atual? Em quanto (%) ele foi impactado?
- Quais metas da sua empresa que não foram batidas devido à crise – se não tem metas definidas, este é momento, antes que seja tarde demais;
- Seus fornecedores ainda realizam entregas com o mesmo preço?
- Quais gastos diminuíram – água, luz, folha de pagamento (com o uso da MPs)?
- Quais gastos aumentaram – delivery, material para home office, banda larga?
Entre demais dados que te deem um panorama geral sobre a situação que a sua empresa se encontrar – seja o mais detalhista o possível!
Defina o seu ponto de equilíbrio financeiro emergencial
O ponto de equilíbrio financeiro – ou break even point – é o marco financeiro de uma empresa que determina quanto é necessário faturar para que todas as despesas sejam pagas, e, a partir daí, o que mais for faturado é lucro.
Contudo, visto que estamos enfrentando um momento difícil e o foco aqui é saber como sair da crise financeira, o ideal é que você adote uma ponto de equilíbrio financeiro emergencial, onde ele ficará responsável por identificar somente as despesas que são extremamente importantes para a sobrevivência da sua empresa e, assim, garantir que ela se mantenha no mercado.
Dessa forma, o valor a ser faturado é melhor e, por isso, se torna mais viável manter o negócio – o que dá liberdade para o nosso próximo passo de como sair da crise financeira…
Avalie suas alternativas com o auxílio de um contador
Por ter a sensibilidade da situação – e não querer perder clientes –, muitas instituições financeiras estão prolongando a compensação de créditos adquiridos no período atual, o que dá mais fôlego para o seu caixa e aumenta o seu capital de giro.
No entanto, é preciso ter muito cuidado, porque o que é solução também pode se tornar a causa da sua queda drástica no pós-crise.
Sendo assim, por mais que aqui você tenha abordado questões estratégicas para o melhor planejamento das suas finanças, contar com o auxílio de um contador é indispensável em um momento como este, pois ele fará uma análise financeira contemplando seus tributos, declarações, balanço patrimonial, fluxo de caixa e demais questões intrinsecamente ligadas aos seus números.
Desse modo, conte conosco para garantir a permanência da sua empresa no mercado durante e depois da crise!
Fonte: Abrir Empresa Simples
por Marketing CCR | abr 24, 2020 | Empreendedorismo, Gestão Empresarial
Descubra a fórmula certa para fazer seu negócio crescer mesmo durante a crise econômica!
Confira aqui o que os empreendimentos que estão prosperando durante a crise econômica estão fazendo para dar a volta por cima!
O seu empreendimento, seja ele de longa data ou novinho em folha, não estava preparado para o impacto que o Coronavírus teve na economia mundial.
Sim, estávamos enfrentando tempos difíceis, mas nada e ninguém pôde prever que o mundo iria parar de tal forma a colocar em xeque a sobrevivência de muitos negócios.
Por isso, é tempo de tomar decisões rápidas, caso contrário, a sua empresa entrará para as estatísticas de quem não conseguiu sobreviver aos grandes impactos sofridos – e os que ainda estão por vir.
Sendo assim, nada melhor do que olhar o que está dando certo e, dessa forma, seguir o exemplo de quem está conseguindo dar a volta por cima, mesmo a “trancos e barrancos”.
Portanto, se quiser entender quais são as estratégias que os estabelecimentos que estão prosperando usaram para conseguir superar os impactos negativos da crise econômica, venha com a gente e garanta que o seu empreendimento irá ter o mesmo sucesso – e crescer ainda mais no período pós-crise!
E então, vamos lá? Boa leitura!
O que os grandes empreendimentos estão fazendo para superar a crise econômica?
A crise econômica representou muito para as empresas, principalmente para as que agiram rápido e conseguiram crescer durante a pandemia.
Então, se quiser crescer, mesmo com as adversidades que o Coronavírus trouxe para o mundo, confira o que os grandes empreendimentos estão fazendo!
Investir em redes sociais
Primeiramente, a crise econômica não chegou nas redes sociais que, depois da quarentena, teve aumento considerável no número de usuários e, por essa razão, elas devem ser exploradas pela sua empresa!
Sendo assim, tenha perfis, contas e canais para “marcar a presença” do seu negócio na mente do consumidor, mesmo que ele esteja longe de você!
Apostar na presença digital
Como falamos antes, o digital não sentiu a crise, muito pelo contrário, ele virou o refúgio de muitas pessoas durante o distanciamento social.
Portanto, se as pessoas não podem frequentar lugares públicos, estude a possibilidade de fornecer seus produtos online, permitindo a entrega em casa e o pagamento de boletos ou parcelas por vias digitais.
Avaliar se é possível trabalhar remotamente
Muitas empresas, em decorrência da crise econômica, optaram por mudar o modo como operam, para se adaptar.
Se possível, você pode optar pelo home office, ou pelo delivery, dependendo do que lhe for melhor.
Oferecer serviços digitais
Por fim, os serviços digitais resumem muito das melhores estratégias que os grandes empreendimentos têm buscado para superar a crise econômica.
Como falamos nos tópicos anteriores, existem diversas formas de se manter presente para o consumidor, e o digital é o caminho para passar por essa fase.
Sendo assim, faça as pazes com ferramentas digitais: isso pode ser decisivo para o futuro da sua empresa!
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Fonte: Abrir Um Negócio Lucrativo
por Marketing CCR | abr 17, 2020 | Contabilidade, Empreendedorismo, Empresarial, Gestão Empresarial
Conheça Os 5 Principais Erros De Gestão Empresarial Que Podem Arruinar Seus Negócios Durante A Crise!
Não Deixe A Crise Vencer O Seu Negócio! Confira Os 5 Erros De Gestão Empresarial Que Todos Os Empreendedores Cometem Em Momentos Críticos Como O Que Vivemos!
O seu estabelecimento está pronto para enfrentar a crise econômica atual?
Muitas dúvidas, como essa que falamos, rondam a sua cabeça, não é mesmo?
De fato, é complicado não pensar nisso quando estamos sendo bombardeados a todo momento com notícias, informações e outras coisas mais sobre o Coronavírus e a crise econômica.
Contudo, não entre em pânico, estamos aqui para te ajudar a salvar o seu empreendimento, e não para te alarmar ainda mais!
Hoje, vamos falar sobre os 5 principais erros de gestão empresarial que muitos empreendedores cometem em tempos difíceis como o que estamos passando e, assim, você poderá guiar o seu negócio pelo melhor caminho!
E então, vamos lá? Boa leitura!
Os 5 erros de gestão empresarial que os empreendedores sempre comentem durante crises econômicas!
De nada adianta ter o maior empreendimento do mundo se o gestor cometer os mesmos erros que levam, sem dúvidas, qualquer negócio à falência.
Essa consequência, em tempos de crise, se agravam ainda mais!
Por isso, confira os 5 erros de gestão empresarial que os empreendedores sempre cometem e os evite para não ter que assinar uma certidão de falência!
1. Entrar em desespero
Sabemos que o momento é delicado – e muito angustiante -, mas o desespero em si é um grande impeditivo para tomar as ações necessárias para manter o seu estabelecimento de pé.
Não vamos mentir: o quanto antes você tomar atitudes assertivas, mais chances a sua empresa terá para sobreviver, e entrar em desespero é o começo de um efeito dominó negativo para uma grande tragédia grega.
2. Não separar as finanças pessoais das empresariais
Muitíssimo comum em tempos emergenciais – e com viajantes de primeira viagem no empreendedorismo -, misturar as finanças pessoais e as empresariais é “batata”!
Sabemos que o momento é complicado, mas sempre mantenha tudo separado, mesmo que você tire do seu próprio bolso para suprir alguma demanda, não se esqueça que isso “não veio dos rendimentos da empresa”, então, não pode ser considerado como uma entrada comum em seu caixa.
Pode parecer bobo, mas isso pode te levar a decisões de gestão empresarial equivocadas para o seu futuro – e erros como esse não podem ocorrer justo agora, caso contrário, os prejuízos serão cada vez mais acumulados.
3. Não monitorar as novas entradas e saídas
Como já citamos acima, as suas entradas e saídas mudaram, pois tudo ao seu redor mudou também.
Por isso, é necessário que você faça novamente uma análise minuciosa das movimentações que estão ocorrendo de dois a três meses para cá, principalmente, desde que a quarentena foi decretada.
4. Não analisar a nova situação do seu mercado
O mercado mudou, como falamos, mas o que isso pode te afetar?
De fato, “dar uma olhada em como está a grama do vizinho” é uma ótima ideia para implementar mudanças no seu negócio, desde aspectos de gestão empresarial até físicos (como o delivery e o home office).
5. Não efetuar um controle de estoque rigoroso
Por fim, vamos falar de um dos erros que mais dá prejuízo para os empresários em tempos de crise e, inclusive, é a causa de diversas falências: o controle de estoque.
Assim como as entradas, as saídas e o próprio mercado, o seu controle de estoque mudou – e você precisa tratar essa atividade de forma diferente também.
Por isso, é crucial adaptar o seu armazenamento com a demanda atual do seu empreendimento.
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Fonte: Abrir Empresa Simples
por Marketing CCR | abr 17, 2020 | Contabilidade na crise, Gestão Empresarial
Acredito firmemente que, com a inventividade e a força de trabalho de todos, sairemos juntos deste momento tão difícil para todos nós
Páscoa: tempo de reflexão e celebração na tradição judaico-cristã. Celebração que remete à redenção após grande sofrimento e privações. Não há como não fazermos analogias com o momento pelo qual estamos passando. Tempo de muitas dificuldades.
Independentemente de sua crença religiosa, gostaria de convidar o leitor a refletir um pouco sobre os desafios empresariais desse momento e sobre o mais importante: como as empresas poderão se reerguer, renascer após um período marcado por um singular choque duplo de oferta e demanda na nossa economia.
Nos últimos dias, notícias difíceis se acumulam.
Prestes a completar um mês desde que se intensificaram as medidas de isolamento no país, levantamento do Sebrae aponta que cerca de 600 mil PMEs encerraram suas atividades, devendo provocar a extinção de cerca de 9 milhões de desempregos.
Essa notícia não chega a surpreender. Em sondagem realizada pela XP Empresas, 45% das PMEs alegaram que dispunham de caixa apenas para os 30 primeiros dias de paralisação de atividades.
Esse colchão de segurança se amplia conforme o porte das companhias, mas nenhuma empresa suporta naturalmente uma parada extremamente prolongada da economia. Um negócio não foi desenhado para permanecer inerte.
Esse cenário vem suscitando diversos debates sobre a continuidade das medidas sanitárias, seu impacto na economia e sobre o valor utilitário da vida.
Não é minha intenção abordar essas questões morais e filosóficas neste artigo. Não acho que minha experiência acadêmica ou profissional tenha me instrumentalizado para isso.
O que me cabe aqui é tentar lançar alguma luz ao panorama instalado e provocar alguma reflexão para os decisores empresariais.
Especialmente no que acredito ser o maior desafio que temos a partir de agora: como a iniciativa privada vai retomar a atividade econômica em seu devido tempo.
Começo por fazer um disclaimer: essa crise tem características únicas. Talvez nunca tenhamos vivenciado algo parecido.
Seu caráter sistêmico e transnacional. Sua raiz num problema de saúde e na incapacidade dos sistemas de saúde de dar vazão aos atendimentos necessários no tempo necessário para salvar vidas. A geração de um choque de demanda e de oferta simultâneos. Uma crise “filhote” do petróleo. Outra crise “filhote” no mercado financeiro provocando a desvalorização dos ativos (desalavancagem). Uma crise de crédito potencial descorrelacionada com ausência de liquidez. Cadeias de suprimentos globais impactadas pela crise propriamente dita. Cenário político global com certo dissenso prévio (nacionalismo x multilateralismo).
As consequências imediatas da crise, dadas as medidas sanitárias tomadas, foram, em linhas gerais, mais ou menos homogêneas ao redor do globo.
Dependência dos sistemas de saúde públicos. Ausência de um sistema e protocolos padronizados e eficazes de prevenção a ameaças biológicas. Afastamento social como principal medida de prevenção a expansão do contágio.
Rearranjo das relações de trabalho e comércio acelerando os processos de digitalização e trabalho a distância.
No campo econômico, o que pode se notar é uma prevalência maciça de medidas fiscais como remédio para o atendimento das necessidades econômicas e sociais decorrentes das constatações anteriores.
As medidas monetárias habituais claramente não se mostraram suficientes para reverter os primeiros sinais de deterioração econômica e suportar as necessidades da sociedade nos primeiros dias de crise.
Considerando esse cenário, como o empresário deveria se posicionar? Separo aqui a análise em dois portes de empresas, as PMEs e as médias empresas.
A razão me parece óbvia. As primeiras serão objeto de atenção especial do governo. Sua fragilidade econômica é muito maior. São o grande motor de geração de emprego do país e tem uma certa “confusão patrimonial”, mais acentuada, entre empresa e empresário.
As médias ainda não acessam o mercado de capitais formal e são igualmente importantes por seu porte e importância normalmente regional.
Para todas as empresas, entendo que é preciso fazer duas reflexões estratégicas.
A primeira delas é o quanto sua empresa investiu numa cultura própria. Parece um assunto muito etéreo, mas é bem importante que você, empresário, entenda que em um mercado que se transforma, culturas fortes, com pessoas motivadas e aderentes a esta cultura tendem a trazer mais resiliência ao negócio independente da natureza e do tamanho do desafio. O engajamento faz toda a diferença.
A segunda tem a ver com o quanto você acredita que o “novo normal” vai alterar o seu jeito de fazer negócio.
Cito alguns exemplos óbvios: não vejo mais reuniões interestaduais de rotina serem realizadas no modo presencial, o que deve acarretar menos viagens de avião e menos hospedagens e não consigo imaginar alguém se deslocando 10 quilômetros numa grande metrópole brasileira, na hora do rush, para fazer uma reunião, o que deve significar menos receita para aplicativos de transporte ou táxi. Esse é um lado da moeda.
O outro lado é ver soluções como a telemedicina, plataformas de ensino a distância, marketplaces de varejo com soluções logísticas diferenciadas, aplicativos de conferência, geração de conteúdo para o engajamento de consumidores ampliando sua demanda de maneira expressiva.
Me parece óbvio que você precisa refletir sobre quais impactos operacionais essa potencial mudança para o que está sendo chamado de uma “low touch economy” pode causar no seu negócio. Lembre-se que mudança é oportunidade. Sempre.
Por fim e não menos importante: cuide do time. Preserve seus talentos na medida do possível.
Ao lado dessas reflexões, pequenas e médias empresas precisam começar a pensar, na prática, como renascerão. E nessa hora, recomendo um olhar muito atencioso aos seus ativos e passivos de curto prazo.
Minha segunda recomendação: faça um planejamento da retomada, após ter clareza sobre o que pode ser eliminado de “gorduras”.
Aproveite uma eventual paralisação para avaliar linhas de produto, pontos de venda, linhas de produção que geram margem de contribuição negativa. Avalie o estoque obsoleto. Pode estar havendo boa oportunidade para queimar este estoque neste momento. Busque toda e qualquer forma de acumular caixa. Tente renegociar prazos em geral, mas com cautela para não tensionar em demasia seus clientes e fornecedores. É fundamental manter um espírito colaborativo neste momento.
Para a retomada, há algumas fortes incertezas. Não se sabe as condições em que será possível obter crédito com fornecedores e bancos, ou mesmo quais as políticas comerciais necessárias para “ligar o motor de arranque” da operação. Mantenha o máximo de caixa nesse período.
É natural imaginar que todas as cadeias produtivas estarão com um tecido mais ou menos fragilizado. Aquelas empresas que tiverem mais capital de giro próprio preservado terão um diferencial competitivo claro. Isso vai ser feito a partir das otimizações mencionadas anteriormente.
Para os empresários que encerraram suas atividades por uma questão de preservação, minha recomendação é que não desistam. O Brasil precisa de vocês. Vocês foram e serão os motores do país. O espírito empreendedor de vocês é o que empurra nosso país para frente. Acredito firmemente que, com a inventividade e força de trabalho de todos, sairemos juntos desse momento tão difícil para todos nós.
Para aqueles que ainda lutam para manter suas atividades, pensem positivamente. Busquem informação. Intensamente. É um bem muito precioso neste momento. É clichê, mas mudança é de fato oportunidade para os que a enxergam e se movem mais rapidamente.
O Brasil conta com todos nós.
Fonte: InfoMoney
por Marketing CCR | abr 10, 2020 | Contabilidade na crise, Fluxo de caixa, Gestão Empresarial, Gestão financeira
Entenda o que é e como funciona o fluxo de caixa projetado e garanta a segurança financeira da sua empresa no pós-crise!
Quantas vezes você já “matou” processos empresariais, justamente pelo bem da sua empresa?
Quantas foram as vezes que “bombas” surgiram e você teve que abrir mão de um ou dois procedimentos de rotina – como atualizar o fluxo de caixa ou o estoque, por exemplo – para resolver o ocorrido – que, normalmente, ocorre com aquele cliente que nada pode dar errado?
É claro que pensar fora da caixa e encontrar soluções, até mesmo diante dos maiores problemas, são habilidades notáveis de um empresário ou empresária no Brasil.
No entanto, existem ações paliativas que, se não forem muito bem administradas e reajustadas, podem acabar por colocar um furo em seu setor financeiro – que dificilmente será tapado.
Sendo assim, como forma de te auxiliar a parar de olhar para trás, ajustando ações que precisam ser realizadas para que a engrenagem continue rodando – mesmo com muitas soldas – e, assim, contemplar as ações futuras que deverão ser feitas para conquistar o lucro que a sua empresa necessita e minimizar ao máximo os impactos do momento atual em seu negócio, vamos entender o que é o fluxo de caixa projetado e como ele pode te ajudar!
Fluxo de Caixa e Fluxo de Caixa Projetado
Bom, supomos que o termo “fluxo de caixa” já esteja em seu vocabulário há algum tempo, como empreendedor – mas não custa nada destacarmos aqui o seu conceito:
Fluxo de caixa empresarial se refere a uma ferramenta administrativa que tem como objetivo controlar as entradas e saídas financeiras de uma empresa em um determinado período.
Tanto sua manutenção quanto a inserção de dados no fluxo de caixa devem ser realizados diariamente, garantindo, assim, a validade das informações e análises financeiras mais precisas.
Contudo, diferente do balanço financeiro, que tem por finalidade demonstrar os lucros e prejuízos da empresa, cabe ao fluxo de caixa ser o principal apoio do gestor em seu embasamento para tomadas de decisões relacionadas às suas finanças.
Agora, complementando esse termo, o fluxo de caixa projetado tem como finalidade prever o futuro financeiro da sua empresa, tendo como base as informações obtidas e gerenciadas em seu fluxo de caixa.
Sim, isso é muito possível, tanto que nós vamos te explicar como. Confira…
Análise de Viabilidade Econômica
Tendo ciência da diferença entre fluxo de caixa e fluxo de caixa projetado, chega a hora de entender mais a fundo como o “projetado” funciona, e torna-se válido para que você possa tomar ações com antecedência e, dessa forma, prevenir ou potencializar as finanças.
Portanto, quando falamos em projeção financeira, é necessário fazer uma análise de viabilidade econômica, que contemple todas as possibilidades de crescimento empresarial, prevendo o futuro das contas do seu negócio a longo prazo.
Sendo assim, é preciso ter calma e precisão. Coloque todas as suas despesas projetadas (futuras) sobre a mesa e comece a contabilizá-las, de modo a prever seu fluxo de caixa. Tais despesas podem ser:
- Despesas com horas extras;
- Despesas com comissões a serem pagas;
- Despesas com salários;
- Custos com fornecedores; entre demais gastos mensais fixos.
Feito isso, você terá uma visão mais clara do quanto será necessário faturar para chegar ao ponto de equilíbrio financeiro (break even point) nos próximos meses, além de avaliar se certas despesas são realmente necessárias ao seu empreendimento.
Definição do Fluxo de Caixa Projetado
Portanto, como pudemos entender até aqui, o fluxo de caixa projetado se encarrega de analisar o futuro das suas finanças.
Tal ferramenta é essencial para o momento atual dos empresários brasileiros, pois ela fornece uma espécie de histórico monetário do seu negócio, o que auxilia os gestores a ganharem uma melhor proteção contra imprevistos financeiros, como também possibilita ações estratégicas, como:
- Renegociação de pagamentos de fornecedores;
- Renegociação de recebimentos de clientes.
Isso, pensando em soluções a curto prazo, pois quando analisamos o longo prazo, podemos:
- Realizar uma análise da liquidez do negócio;
- Utilizar o capital de giro de forma mais precisa;
- Planejar e remanejar as atividades financeiras da empresa, tendo ciência do saldo atual e projetado;
- Controlar o saldo financeiro do negócio ao longo do período analisado.
Aplicação do Fluxo de Caixa Projetado
1. Determine o período de análise
Partindo para aplicação, o primeiro passo a ser dado é a determinação do período no qual o fluxo de caixa será projetado.
A recomendação é para que seja, no mínimo, 30 dias, assim é possível ter uma previsão mais clara do saldo do seu caixa no mês posterior.
Contudo, conforme forem se validando suas ações e projeções financeiras, é possível trabalhar com seis meses até um ano de previsão.
2. Atente-se às movimentações recorrentes
O segundo passo é prestar bastante atenção às contas recorrentes (como telefone, internet ou licenças de software) e aos recebimentos recorrentes (como o pagamento de produtos ou serviço mensais – normalmente, estabelecidos em contrato).
Por entrarem em um modo automático de lançamento – sempre com o mesmo valor -, pode ser que existam alterações ao longo período de apuração do fluxo de caixa projetado, e por menor que ela seja, já impacta no seu saldo final.
Portanto, mantenha-se sempre a par das suas entradas e saídas.
3. Conte com auxílio especializado
Com o auxílio de um escritório de contabilidade, você conquista a experiência e capacidade necessárias para garantir uma projeção financeira segura e efetiva, possibilitando, assim, maior eficiência no processo de análise e tomadas de decisões em prol do alto rendimento do seu negócio.
Portanto, se deseja ter a visão estratégica necessária para otimizar a gestão financeira do seu negócio e, desta forma, prevenir a sua empresa durante a crise, garantindo a ela melhores lucros com o retorno do mercado, conte conosco!
Fonte: Abrir Empresa Simples