por Marketing CCR | dez 21, 2020 | Contabilidade na crise, Gastos, Gestão financeira, Redução de custos
3 dicas para redução de custos
Venha descobrir neste post sobre as maiores dicas para cortar todos os seus gastos desnecessários!
Reduzir custos é, sem dúvidas, um dos grandes desafios dos empreendedores. Afinal de contas, quando um gestor decide reduzir seus custos, ele normalmente também diminui a própria lucratividade do negócio como um todo.
Além disso, basta um erro nos cálculos de redução de custo, que os produtos e serviços disponibilizados por sua empresa podem não manter a mesma qualidade, deixando de satisfazer clientes e perdendo vantagens competitivas!
Por essa razão, quando se trata de redução dos custos, antes de mais nada é importante pensar em não comprometer a qualidade dos produtos e serviços. E para isso, primeiro tem que focar em encontrar quais são os “gastos ocultos” que podem acabar com grande parcela do seu orçamento mensal
Se você quer saber como ter sucesso ao reduzir os custos do seu negócio, então neste post nós iremos explicar sobre todos os detalhes do assunto.
Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar neste post! Vamos lá?
1. Mapeie processos internos
Primeiro de tudo, não é possível começar um planejamento de redução dos custos, se a sua empresa nem sabe quais são todos os processos que precisam do ajuste.
Por essa razão, para começar esse processo, é importante registrar e mapear todas as atividades e processos do negócio. Essa é uma etapa um tanto trabalhosa, mas que vale a pena, à medida que os custos ocultos forem aparecendo.
Se possível, seja bem detalhista ao vasculhar as despesas do seu negócio: você provavelmente vai se deparar com muitos custos desnecessários e oportunidades de melhorias.
2. Fique de olho no fluxo de caixa
O fluxo de caixa pode mostrar claramente quais são os gastos desnecessários do caixa corporativo. Por isso, faça também uma análise criteriosa dessa ferramenta, e investigue os motivos de eventuais aumentos dos custos ao passar dos períodos.
A partir de um diagnóstico detalhado, é possível descobrir a variação de preço nas matérias-primas, crescimento de gastos logísticos, com manutenções, entre outros.
Além disso, o fluxo de caixa também é útil para analisar se as suas receitas estão suprindo de forma adequada a todas as despesas e até mesmo indicar ajustes na precificação dos seus serviços.
3. Evite desperdícios
Apesar de ser uma dica básica, muitos negócios ainda não estabeleceram campanhas de redução de desperdício de matérias. Mas o que muitos não sabem, é que essas campanhas costumam trazer resultados rápidos e eficientes para a sua economia.
Conscientize os seus profissionais sobre evitar gastos desnecessários de água, energia, material de escritório, corpos descartáveis, etc.
Quanto aos processos das linhas de produção, também é importante inserir campanhas de logística reversa e reciclagem, além de também aderir a recursos com maior consciência ecológica.
Assim, é possível evitar gastos desnecessários, reduzir os seus custos e focar apenas nos resultados do negócio!
Fonte:Contábeis
por Marketing CCR | dez 18, 2020 | BACEN, Contabilidade na crise, Dívidas Bancárias
Minha empresa está endividada, o que faço?
Empresas com alto Endividamento Bancário e dificuldades em equalizar junto aos Bancos!
Essa é uma das frases que mais ouvimos em nosso Departamento de Negociação de Dívidas Bancárias!
E as dores desse momento são grandes, entretanto, há soluções!
O crescimento do endividamento
Empresas necessitam de Capital de Giro, sem dúvida o caminho natural são os bancos, porém, tenha certeza que os bancos passarão a acompanhar o desempenho de sua empresa, muitas vezes melhor do que alguns gestores realizam.
O cruzamento de informações solicitadas com as informações do BACEN (Banco Central), analise de prazos, resultados, linha de faturamento e também a curva do endividamento, fará parte dessa relação Banco x Empresa.
Quais as razões de todo esse endividamento?
Cada empresa tem suas razões, dentre os casos mais comuns, podemos citar:
- Excesso de retirada dos sócios
- Desequilíbrio nos resultados (Ponto de Equilíbrio)
- Concorrência
- Produtos e serviços desatualizados
- Redução das margens (produtos transformaram-se em comodities)
- Entre outras
É importante que a equipe de Gestão tenha as causas claras, para que ações possam ser realizadas e as causas sejam “estancadas”.
Não temos mais limites disponíveis!
Tenha certeza que se ainda não aconteceu, em breve os bancos percebendo o grande nível de alavancagem da empresa, as linhas de créditos serão encarecidas primeiramente e na sequencia cortadas.
Infelizmente esse é o caminho natural.
Começaram os protestos e restrições!
No momento que os créditos forem cortados, sua empresa não terá tempo para colocar planos de ação em pratica, a tendência é que a inadimplência com fornecedores se ainda não está acontecendo passe a fazer parte do dia a dia, com isso restrições começarão a acontecer e a Gestão Empresarial torna-se cada vez mais difícil.
O volume de protestos tende a ser grandioso, principalmente para empresas que se mantem sem qualquer restrição.
Como resolver?
Tenha certeza que há soluções, digo isso com muita segurança, pois atuava como Diretor Financeiro de uma empresa tradicional e vivemos momento semelhante e resolvemos.
Entre as alternativas disponíveis no mercado, muitas sequer resolvem, apenas postergam o problema.
A melhor, mais rápida e com menor custo é a Renegociação de Dívidas Bancárias.
Nossos serviços são realizados por profissionais altamente qualificados, ex-diretores de bancos, conhecedores dos tramites legais para serem utilizados no processo de Negociação junto aos bancos.
Costumamos dizer que uma boa negociação junto aos bancos não é realizada na mesa do gerente da conta e sim no primeiro andar, junto a equipe de Gestão de Renegociações.
Com certeza, com nossos serviços, sua empresa terá:
- Prazos alongados
- Taxas de juros similares as praticadas no mercado
- Exclusão de garantias
Para a realização desse processo, não envolvemos o jurídico, tudo na esfera administrativa que além de mais rápida tem um custo muito mais baixo.
Fonte: Contábeis
por Marketing CCR | dez 17, 2020 | Contabilidade na crise, Custo de estoque, Custo de Mercadoria Vendida
Custo de estoque: o que é e como calcular?
Venha descobrir neste post sobre todos os detalhes do custo de estoque!
Você já ouviu falar sobre o custo de estoque? Se sua resposta foi “não”, então saiba que pode estar perdendo uma grande vantagem competitiva!
Afinal de contas, se bem elaborado, é possível se tornar uma empresa mais responsável em relação a sua gestão de estoque, e dessa maneira, ter sucesso pelo posicionamento da sua marca no mercado.
É o que aconteceu com a Amazon, por exemplo, que sempre prezou pelo seu custo de estoque.
Ou seja, conhecer com detalhes sobre o custo de estoque pode trazer uma série de benefícios e vantagens para as finanças do seu negócio. Mas, afinal, o que é o custo de estoque e como eu posso calculá-lo?
Se você possui dúvidas sobre esse conceito e quer saber como otimizar os seus produtos em estoque e diminuir os custos, então chegou ao local certo.
Nas próximas linhas, nós preparamos um conteúdo exclusivo para te explicar com mais detalhes sobre o custo de estoque e como calculá-lo de forma eficiente.
Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar neste post! Vamos lá?
O que é custo de estoque?
Basicamente, o custo de estoque pode ser entendido como um cálculo que envolve diversos custos. Ele é realizado por meio da seguinte fórmula CMV, que significa Custo de Mercadoria Vendida. Para calculá-lo, uma empresa precisa classificar todos custos envolvidos, como:
- Custo de processamento;
- Custo de armazenagem dos produtos e insumos
- Custo de falta;
- Custo de carregamento de estoque; entre outros;
Dessa maneira, com o levantamento de todos os custos, e empresa pode melhorar as vantagens competitivas para que a mesma tenha destaque frente a outros concorrentes do seu setor.
Todas essas variáveis impactam, posteriormente, na margem de lucro do negócio. Por essa razão, o custo de estoque é um processo essencial e que deve ser feito por todos os gestores, sejam eles donos de comércios, restaurantes, entre outros.
Como calcular o custo de estoque?
Para calcular os custo total de estoque, é necessário realizar uma soma simples entre três variáveis:
- O custo dos pedidos: refere-se a todos os custos envolvidos nas ordens.
- O custo dos ajustes: quando a empresa que estamos analisando tem um ambiente de produção, é adicionado os custos dos ajustes.
- O custo de manutenção do estoque: se trata de custos como gastos de capital, espaço e riscos existentes.
Ao organizar a forma, ela ficará da seguinte maneira:
Custo Total de Estoque = Custo do pedido + Custo Total de Ajuste + Custo de Estocagem.
Ao realizar esse cálculo, uma empresa poderá ter mais precisão ao saber como está o seu gerenciamento logístico. Com ele, é possível ter mais facilidade nos processos de gerenciamento de estoque, além de otimizar as atividades.
Agora que você já sabe o que é o custo de estoque e como calculá-lo, o que acha de apostar nesse cálculo e ter sucesso?
Fonte: Contábeis
por Marketing CCR | dez 16, 2020 | Cibersegurança, Contabilidade na crise, Dicas de segurança, softwares de segurança
Brasil é um dos principais alvos de ataques virtuais; Veja como se proteger
Home office colaborou para o aumento de ataques virtuais e estudo aponta o Brasil como um dos países mais atacados.
Na pandemia exigiu que fosse acelerado o processo de digitalização de empresas, informações e serviços. O home office foi adotado por muitos brasileiros para conter a disseminação do vírus e trabalhar de casa aumentou o número de ataques cibernéticos, já que muitas redes não tinham a segurança adequada.
Um estudo realizado pela Kaspersky, desenvolvedora de softwares de segurança, apontou que dois em cada três ataques na América Latina são contra empresas e apenas um é direcionado a pessoas. Tais ataques cibernéticos sofridos pelo STJ e Embraer, por exemplo, além do governo do Distrito Federal e da prefeitura de Vitória, consistem no sequestro de dados usando criptografia, para depois exigir pagamento pela devolução das informações.
Mas o que fazer para evitar esses ataques? Para Arthur Igreja, especialista em inovação e segurança digital, existem três passos básicos. Confira:
Dicas de segurança
O primeiro é fazer um diagnóstico de segurança dos sistemas usados pelas empresas e pelos profissionais para verificar possíveis brechas.
O problema é que cerca de 40% das empresas brasileiras não têm políticas de cibersegurança estabelecidas ou não informaram seus colaboradores de sua existência, segundo a Kaspersky.
O segundo passo é sempre ter um backup físico (preferencialmente) ou em nuvem para poder resgatar os dados roubados. Já a terceira grande dica tem a ver com o comportamento das pessoas, a chamada engenharia social. Além dos diagnósticos de sistemas e de boas ferramentas, é fundamental que as pessoas sejam treinadas para que não caiam em armadilhas de downloads e links inadequados.
Esse passo a passo é ainda mais importante no Brasil, país que teve o maior número de tentativas de sequestro de dados de janeiro a maio, de acordo com levantamento feito pela Kaspersky.
Outro relatório da mesma consultoria aponta que dos 5 mil ataques diários na América Latina, cerca de 2,3 mil aconteceram no Brasil.
O país também foi um dos principais alvos de ataques cibernéticos direcionados a aplicativos de internet banking e maquininhas de cartão (dispositivos de PoS), no primeiro semestre deste ano, de acordo com estudo da Trend Micro, empresa de cibersegurança e segurança em nuvem.
Fonte: CNN
por Marketing CCR | dez 15, 2020 | Contabilidade na crise, Gestão tributária, Imposto
5 dicas para começar 2021 em dia com os impostos
Especialista ensina como fazer da gestão tributária uma aliada nas operações do próximo ano
Se teve uma coisa que 2020 nos ensinou foi que dinheiro não aceita desaforo. Em busca de manter suas operações e tentar sobreviver num ano sem precedentes, muitas empresas recorreram à recuperação de créditos tributários pagos em excesso para abastecer seus caixas. Em muitos casos, essa medida significou a diferença entre continuar de portas abertas ou encerrar as atividades.
Essa foi, claramente, uma iniciativa essencial para atravessar o ano. Levantamento feito pela Fazenda Nacional em 2020 revelou que R$ 142,56 bilhões poderiam ser recuperados pelos contribuintes em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) julgadas ao longo do ano. A conta considera o pior cenário – ou seja, a devolução do dinheiro apenas dos cinco anos anteriores – e contabiliza somente os valores de ações judiciais em andamento. Ou seja, esse volume pode ser infinitamente maior. Mas, melhor do que recuperar valores recolhidos a mais, é não os pagar.
“Um planejamento tributário bem feito permite um cálculo real do imposto devido, o que significa não comprometer o caixa da empresa com valores pagos em excesso”, diz Eduardo Bitello, advogado tributarista, professor titular de MBA da ESPM – Sul e sócio da Marpa Gestão Tributária. Para o especialista, engana-se quem pensa que esse é um nível de maturidade difícil de conquistar, disponível apenas para empresas de grande porte. “Negócios de todos os tamanhos e segmentos podem se beneficiar de uma gestão fiscal bem estruturada e descomplicada. Esse é um movimento que permite uma série de benefícios, inclusive previsibilidade.”
Michael Soares, sócio da Marpa Gestão Tributária, destaca que essa é uma prática para muito além da pandemia, que será importantíssima nos anos de retomada. “Os empresários têm à sua disposição uma gama de alternativas, seja para gerar crédito, seja para reduzir os custos com impostos, como uma forma efetiva de ganho”, diz. “Claro que, quem já vinha com um planejamento constante, teve os melhores resultados em meio à crise. Mas ainda há tempo de buscar as oportunidades do passado, organizando a casa no presente e pensando no futuro.”
Para que as empresas comecem 2021 com isso em mente, Bitello preparou 5 dicas infalíveis:
- Planejar o melhor regime tributário, de maneira a evitar enquadramentos em regimes inadequados ao tipo de negócio e porte da empresa e consequente comprometimento do caixa;
- Verificar o aproveitamento de créditos tributários, bem como a existência de eventuais isenções, imunidades e alíquotas zero de determinados impostos;
- Gerir o passivo de forma otimizada, assertiva, buscando sempre o melhor resultado;
- Analisar os insumos que possam gerar créditos para compensar os impostos federais;
- Avaliar a possibilidade de adesão à uma Transação Tributária junto à Procuradoria da Fazenda Nacional.
Fonte: Marpa Gestão Tributária
por Marketing CCR | dez 14, 2020 | Contabilidade na crise, Linha de crédito, Pronampe
Pronampe: Linha de crédito pode se tornar permanente
Senado aprovou projeto de lei que transforma o Pronampe em política pública permanente.
O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (10) o projeto de lei que transforma em política pública permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) , que havia sido criado como sistema de crédito emergencial para a pandemia de covid-19. O programa também receberá mais recursos. O PL 4.139/2020 segue para a Câmara dos Deputados.
De acordo com o relatório da senadora Kátia Abreu, o Pronampe passa a ser dividido em duas etapas. A primeira, vinculada diretamente aos efeitos da pandemia, mantém as regras atuais e permanece em vigor enquanto perdurar o decreto legislativo que estabelece o estado de calamidade pública (Decreto Legislativo 6, de 2020).
A segunda se inicia após o encerramento do estado de calamidade e manterá vigentes os incentivos que vêm sendo fornecidos para as micros e pequenas empresas. A partir desse momento, o Pronampe seguirá regras que serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e será financiado por dotações orçamentárias, emendas parlamentares e doações privadas.
Crédito
Além disso, a primeira etapa do Pronampe receberá o aporte de todos os recursos destinados a outros programas emergenciais de crédito que não forem utilizados até o dia 31 de dezembro. Isso acontecerá se o estado de calamidade for prorrogado para além de 31 de dezembro, que é o seu prazo atual.
Entre esses programas estão o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), que financia o pagamento da folha salarial de empresas, e o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-Maquininhas), que permite a antecipação de receitas de vendas feitas por cartão. Os recursos vão para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil.
O projeto também cria regras de transparência para as operações de crédito em benefício das micros e pequenas empresas — não apenas as realizadas no âmbito do Pronampe. As instituições financeiras deverão publicar informações trimestrais sobre o volume de crédito destinado a essas empresas e o percentual em relação ao volume de crédito total. O Banco Central consolidará as informações nas suas estatísticas monetárias e de crédito.
O texto original, do senador Confúcio Moura (MDB-RO), tratava apenas do aproveitamento dos recursos do crédito emergencial pelo Pronampe. No relatório, Kátia acrescentou a revogação da validade máxima de seis meses que havia sido dada pela lei que criou o Pronampe (Lei 13.999, de 2020) para que as instituições financeiras formalizem operações de crédito no âmbito do programa.
Microcrédito produtivo
No mesmo relatório, o Senado também aprovou o projeto que flexibiliza as regras do Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), que concede pequenos empréstimos a empreendedores de baixa renda (PL 5.183/2020).
O projeto permite que as pequenas instituições operadoras do microcrédito — como as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) e as sociedades de crédito ao microempreendedor — possam direcionar até 20% do valor das operações para empréstimos pessoais em favor dos beneficiários do programa.
Isso vai possibilitar que essas instituições atendam necessidades de recursos para situações como melhoria de habitação, aquisição de veículos, formação profissional, tratamento de saúde e equipamentos especiais para locomoção de deficientes. As regras ainda serão estabelecidas pelo CMN.
O projeto é de autoria do senador Esperidião Amin e não teve modificações.
O relatório de Kátia Abreu estava na pauta da quarta-feira (9), mas foi adiado a pedido da Liderança do Governo, para a revisão de dois dispositivos. Um deles foi retirado: a previsão de que o novo Pronampe seria financiado também por verbas recuperadas da inadimplência dentro do próprio programa. A relatora entendeu que esse ponto poderia comprometer a administração dos recursos extraordinários autorizados para o Pronampe em 2020.
Já o segundo dispositivo contestado pelo governo, o aproveitamento de recursos dos demais programas de crédito emergencial, foi mantido.
Autor da proposta que deu origem ao Pronampe, o senador Jorginho Mello (PL-SC) celebrou a aprovação dos projetos e destacou que, agora, serão importantes as articulações para abastecer o programa a partir do Orçamento anual.
“Esse projeto vai ao encontro daquilo por que sempre lutamos. Todos os senadores já sentiram a importância do Pronampe, e agora nós estamos aperfeiçoando-o e vamos levar recursos de onde for possível, de qualquer tipo de fundo”, afirma.
Pronampe
O Pronampe foi criado pelo Senado e iniciado em abril. O objetivo original era assegurar crédito para capital de giro e investimento para empreendedores individuais e a micros, pequenas e médias empresas durante a pandemia de covid-19. Desde então, foram três fases de aportes financeiros. Segundo Kátia, o volume de microcrédito cresceu 34% em 2020 graças, em grande parte, ao programa.
Já o CPNMPO foi criado em 2005 como uma modalidade de empréstimo destinada a microempreendedores com renda anual de até R$ 200 mil. O seu diferencial é a dispensa de garantias reais para as atividades produtivas de pequeno porte. Os recursos são concedidos com a intermediação de um agente (representante de uma instituição de microcrédito) que avalia o potencial do negócio, a necessidade do valor do financiamento e a capacidade de pagamento do empreendedor, cuja atividade produtiva pode ser formal ou informal.
Fonte: Agência Senado