Home office: uma tendência que promete permanecer para além da crise!

Home office: uma tendência que promete permanecer para além da crise!

Home office: Empresas reavaliam escritórios e iniciam devoluções de imóveis

Mercado imobiliário sente impacto com crescimento do home office.

O home office e o cenário de recessão da economia têm levado empresas a revisarem planos de negócios e também o tamanho das áreas ocupadas com escritórios.
Com a crise da pandemia de coronavírus, a perspectiva do mercado é de aumento do número imóveis corporativos vazios, após 3 anos de reaquecimento do setor.
A consultoria imobiliária JLL estima que, na cidade de São Paulo, o percentual de imóveis comerciais de alto padrão vagos, que encerrou o 1º trimestre em 19,3%, poderá chegar a 23% no final do ano.
Já a taxa de disponibilidade, que inclui os espaços ociosos mas que ainda dependem de cumprimento de aviso prévio e de desmobilização para ficarem vazios, deverá saltar para 26,8%.
Confirmada a projeção, o percentual de imóveis “sobrando” no mercado poderá superar a taxa observada no final de 2016, no início da última recessão.
“Conversando com os nossos clientes, existe uma percepção das empresas que talvez não seja necessário ter tanto espaço assim e muitos estão num momento de análise e já têm planos para devolver algumas lajes”, afirma Monica Lee, diretora do segmento de escritórios da JLL, em entrevista ao G1.

Cenário para 2021

O enxugamento de parte dos escritórios, entretanto, só deverá ser mais visível daqui mais alguns meses e em 2021, segundo Monica, uma vez que os contratos de aluguel de grandes lajes e nos pontos mais valorizados da cidade são fechados a longo prazo, com cláusulas rígidas e multas para devoluções.
Também influencia o tempo de aviso prévio e de desmontagem ou reconfiguração dos espaços alugados.
Além do enxugamento de muitas operações, outros fatores que devem contribuir para o aumento desocupação de prédios de escritórios é a postergação de locações que estavam previstas para acontecer ao longo deste ano, além da inauguração de novas torres.
Fonte: Contábeis

MP 944 – Cooperativas Prestadoras de Serviços podem contar com o Governo

MP 944 – Cooperativas Prestadoras de Serviços podem contar com o Governo

Considerando que passamos por um momento histórico no Brasil e no mundo, diga-se a pandemia do COVID-19, foi criada a Medida Provisória nº 944/2020, criando assim o Programa Emergencial de Suporte a Empregos.

Em análise a Medida Provisória nº 944/2020, observa-se que a priori as cooperativas estão inseridas no Programa Emergencial de Suporte a Empregos que pagará até dois salários mínimos por empregado, equivalendo a quantia de R$ 2.090,00.

Porém o programa tem a finalidade de pagamento da folha de pagamento dos empregados, ou seja, não contempla os cooperados que dependem da cooperativa para obtenção da sua renda.
Devido as medidas de isolamento, a demanda para as cooperativas que prestam serviço também está sofrendo os impactos econômicos em virtude da pandemia COVID-19. Os cooperados são os donos da cooperativa e exercem uma atividade e, portanto, não são empregados. Esse fato afeta diretamente a renda desses cooperados uma vez que dependem do giro da atividade econômica.
Porém como toda Medida Provisória quando é enviada ao Congresso Nacional, passa pela fase das proposições de emendas pelos parlamentares, momento em que um Deputado do estado da Bahia propôs emenda incluindo os cooperados no Programa Emergencial de Suporte a Empregos.
Transcrevemos abaixo a emenda proposta pelo deputado:

“Art. Os contratos de prestação de serviços, termos de fomento, termos de colaboração, contratos de gestão, termos de parceria, contratos de repasse assim como eventuais convênios remanescentes, celebrados entre órgãos da Administração Pública, direta ou indireta e suas fundações com entidades privadas sem fins lucrativos, não serão afetados enquanto durarem as medidas restritivas determinadas pelas autoridades públicas relativas à pandemia do novo coronavírus identificado como Covid-19, mesmo que haja suspensão ou alteração das atividades, garantida a manutenção do repasse de recursos estabelecidos nos termos originais.
1º. As entidades contratadas ou parceiras mencionadas no caput que mantiverem a totalidade dos contratos de trabalho, com ou sem vínculo empregatício e o pagamento aos cooperados, serão atendidas com prioridade no acesso a créditos públicos e quaisquer benefícios fiscais, especialmente o mencionado no caput do art. 2°.”

Sendo assim, não somente os funcionários das cooperativas, mas também os cooperados passam a ter o direito de receber o salário por dois meses.
Importante destacar que as cooperativas financeiras também poderão oferecer crédito para outras cooperativas, além das demais empresas com a finalidade de pagamento da folha salarial. E aqui entra o sexto princípio do cooperativismo que é a intercooperação, esse princípio trata do estímulo da cooperação entre cooperativas, ou seja, uma cooperativa que presta serviço poderá buscar crédito em uma cooperativa financeira.
Neste contexto, O BANCOOB (Banco Cooperativo do Brasil), já está disponibilizando linha de crédito exclusiva para financiamento da folha de pagamento, ação que poderá auxiliar na manutenção das operações das cooperativas neste momento de dificuldade econômica.
Fonte: Contabeis

Senado aprova suspensão da cobrança de crédito consignado por 120 dias

Senado aprova suspensão da cobrança de crédito consignado por 120 dias

Após benefício ser concedido e depois suspenso pela Justiça, ajuda vem em forma de projeto de lei federal

O Senado aprovou em sessão remota, nesta quinta-feira 18 de junho, o rojeto que suspende por 120 dias o pagamento de parcelas de contrato de crédito consignado (PL 1.328/2020). A medida engloba quem recebe
benefícios previdenciários, além de servidores e empregados públicos  setor privado, ativos e inativos.

De autoria do senador Otto Alencar (PSD-BA), o projeto foi relatado pelo senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR). Porém, o advogado Luciano Duarte Peres, especialista em direito bancário e sócio-Diretor da Peres Advogados associados, salienta que ainda falta passar na Câmara dos Deputados.

“Foi dado mais um passo importante. Em 20 de abril houve decisão  de suspensão em primeira instância pela Justiça Federal do Distrito Federal, mas oito dias depois o Tribunal Regional Federal da 1ª Região
(TRF1) derrubou a decisão. Agora tem esse projeto de lei aprovado no Senado que deve passar sem maiores dificuldades pela Câmara Federal”,

salienta Peres. Ainda assim, o especialista destaca que vale tentar uma negociação direta com a instituição bancária.

“Não precisa esperar. É importante sentar e conversar agora com seu gerente bancário, que deve usar de bom senso ao avaliar cada caso”,acrescenta.

Conforme o texto aprovado pelo Pleno do Senado, as prestações suspensas serão convertidas em prestações extras, com vencimentos em meses subsequentes à data de vencimento da última prestação prevista para o financiamento. Ainda, não poderão ser acrescidas de multa,juros de mora, honorários advocatícios ou de quaisquer outras cláusulas penais.

“É muito importante destacar que esse o projeto de lei 1.328/2020 veda a inscrição em cadastros de inadimplentes ou a busca e apreensão de veículos financiados, devido à suspensão dasparcelas”, salienta Peres.

Fonte: Dina Freitas

Transformação digital: tenha uma visão clara da sua empresa

Transformação digital: tenha uma visão clara da sua empresa

Custos X Despesas: Transformação Digital trás clareza para o seu negócio

Uma das questões fundamentais para qualquer gestor é saber quanto sua empresa gasta por mês e, principalmente, quais são as áreas com mais despesas.

Ter essas informações em mãos é essencial para planejar os próximos passos e conseguir melhorar a rentabilidade do negócio.
Apesar dessa importância, a missão não é das mais fáceis: poucos empresários conseguem identificar os gastos considerados desnecessários no dia a dia.
Um aliado importante nessa tarefa é justamente a transformação digital. Por meio dela, as organizações não apenas se adequam a novos processos, mas conseguem ter mais transparência em suas despesas.
Pesquisa Global de Redução de Custos, realizada pela consultoria Deloitte, indica a dificuldade das empresas de adotarem práticas que controlem seus custos operacionais.
No Brasil, quase três quartos das organizações (73%) admitiram que não conseguiram cumprir suas metas no último ano – esse índice é ainda maior na média global (81%).
A principal barreira enfrentada pelas companhias brasileiras e mundiais é a falta de gerenciamento de desafios para implementar as iniciativas (71% no Brasil e 65% global).
Isto é, a falta de uma visão eficiente e automatizada na gestão.
Ainda que a transformação digital seja a expressão da moda no ambiente corporativo, sua utilização está mais relacionada à automação de processos do que à estratégia de redução de despesas.
Contudo, o que muitos profissionais ignoram, é que justamente essa digitalização e a entrada de novas tecnologias no dia a dia trazem mais transparência em todas as tarefas e ações das equipes.
Ou seja, o cruzamento de todas as informações coletadas pelas soluções permitem análises mais completas por parte dos gestores, identificando onde há gastos mais elevados e facilitando a tomada de decisão.
Uma boa gestão das despesas deve separar o que são gastos supérfluos e que podem ser otimizados de investimentos que, quando bem executados, permitem a consolidação da empresa em seu segmento.
Custos com impressão e gerenciamento de documentos, por exemplo, podem ser reduzidos com o apoio de empresas parceiras, potencializando a produtividade dos colaboradores.
Evidentemente, isso não acontece como um passe de mágica e tampouco é algo natural que acompanha a implementação das soluções tecnológicas.
A própria empresa precisa estar pronta para conseguir garantir que a digitalização traga uma visão mais clara sobre a gestão das despesas.
A principal medida deve envolver uma mudança na própria cultura organizacional, com os profissionais extraindo informações inteligentes dos processos.
Além disso, é algo que deve envolver todas as equipes e não apenas um determinado departamento.
A transformação digital é um caminho sem volta para todas as empresas, mas o conceito vai muito além da digitalização e adoção de novas tecnologias.
Sem a estratégia de reduzir custos e aumentar a rentabilidade do negócio, não apresenta nenhum valor ao negócio e tampouco facilita o crescimento a médio e longo prazo.
Para que esse objetivo se concretize, é preciso garantir que a missão seja cumprida à risca, isto é, que os profissionais sejam capazes de enxergar todas as despesas e identifiquem quais gastos podem ser cortados sem afetar o dia a dia de todos.
Fonte: Jornal Contábil

Perdas financeiras: Você sabe como evitar?

Perdas financeiras: Você sabe como evitar?

Descubra como evitar altas perdas financeiras no seu comércio com dicas simples

Já parou para pensar que, quanto mais perspectiva de ganho, mais as chances de perdas financeiras? Pode parecer estranho, mas, algumas condições podem fazer com que seu negócio corra riscos desnecessários…

Equilibrar orçamentos é algo que toda empresa encontra dificuldade.
Momentos de crise ou volatilidade do mercado podem trazer ainda mais instabilidade ao seu negócio. Por isso, saber como evitar altas perdas financeiras torna-se uma estratégia pura de sobrevivência do seu negócio. 
Sabemos que a maioria das empresas fecha suas portas antes de completar um ano e, segundo pesquisa recente do SEBRAE, cerca de 50% dos empresários do Brasil não sabem dizer se possuem mais lucros ou prejuízos, o que escancara alguns problemas na administração desses negócios.

Conhecer, conhecer, conhecer… 

Não existe gestão de negócios efetiva se não há conhecimento sobre o negócio, isso influencia na quantidade de perdas financeiras, mas, também, irá indicar se seu negócio tem o que é preciso para passar pelo período de “experiência” – que são os primeiros meses.
Para evitar perdas ou desconhecimento sobre o que é lucro e o que é dividendo, conhecer sua atividade e quais métodos sua empresa tem escolhido para se manter ativa é primordial para manter a competitividade sadia do seu negócio.

O que funciona para o vizinho pode não ser ideal para você 

É comum adotarmos estratégias que outras empresas dizem que foi a melhor solução para tal problema, porém, mais do sair adotando práticas sem análise, é importante que você examine cada conduta de acordo com a sua forma de trabalhar, visto que não há fórmula mágica para o sucesso e, quando falamos de perdas financeiras, a melhor conduta é estudar o seu negócio antes de colocar em prática qualquer tipo de medida.

Perda Financeira: uma cultura de negócio

A sinergia de uma empresa faz com que seja mais fácil, sendo assim, ter uma gestão eficiente e que consiga cruzar dados de uma maneira efetiva deve ser algo voltado para criar um ambiente propício ao entendimento macro do seu negócio.
Ou seja, ao promover a organização dos departamentos e analisar as condições dentro de suas particularidades, mas, levando em conta a parcela que elas afetam a empresa, as chances de investimentos mal-sucedidos e decisões errôneas se tornam menos recorrentes e, por consequência, o seu negócio ganha mais confiança para com o seu mercado de atuação e seus clientes.

Imprevistos acontecem – esteja preparado

É importante que as metas sejam altas, pois seus sonhos servem de combustível para as metas do futuro, no entanto, estar pronto para possíveis imprevistos ajuda a reduzir danos e evitar que pequenas perdas financeiras se tornem grandes bolas de neve.
Instabilidades são processos comuns em toda gestão, algumas fogem de nosso controle, como condições externas que afetam a economia de uma nação ou mesmo mundial. Mas, para essas, é importante que consiga se adaptar o quanto antes.
Agora, quando o imprevisto for pequeno ou localizado, a recuperação será um processo definido pela organização da sua empresa e regido pelo modo eficiente (ou não) de superar o desafio.

Calcule suas perdas financeiras 

Para evitar gastos imprevisíveis e que podem prejudicar o bom andamento do seu negócio, é importante analisar a recorrência dessas necessidades e onde é possível diminuir ou mesmo prever tais situações.
Para isso, além do controle de caixa, deve ser realizado contabilidade precisa desses gastos e de sua periodicidade, para que, com isso, a situação seja minimizada – caso venha a acontecer novamente.

Tenha a tecnologia ao seu favor

Muitas empresas ainda possuem receio do apoio tecnológico, porém, as rápidas mudanças de mercado fazem com que a adoção de novas tecnologias de gestão seja algo imprescindível e, além disso, consigam definir a continuidade efetiva de negócios. 
Essas opções, muitas vezes, conseguem analisar dados com maior precisão e incidência mínima de erros, liberando, ainda, equipes inteiras para outras atividades de melhor aproveitamento estratégico. Você terá departamentos mais confiantes em suas ações e mais certeza sobre o controle do seu negócio.
Não entender suas perdas financeiras hoje pode ser uma má decisão para o futuro, não espere ser pego de surpresa.
Faça hoje as mudanças, não se coloque em risco. 
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Fonte: Abrir Um negócio Lucrativo

Desvende o poder contido nos relatórios contábeis e afaste o seu negócio da crise!

Desvende o poder contido nos relatórios contábeis e afaste o seu negócio da crise!

Relatórios contábeis são documentos que descrevem, com dados técnicos, todas as informações colhidas pelos setores de contabilidade das empresas.

Nesses registros, estão inclusos todos os valores de despesas, custos e impostos devidos ou pagos.

Geralmente, os relatórios são feitos mensalmente, trimestralmente ou anualmente — essa frequência varia de acordo com as normas estipuladas pelos estabelecimentos.
Para que possam ser acessadas sempre que houver necessidade, essas informações podem ser impressas, ou permanecerem armazenadas em arquivos digitais.
Se você busca por informações referentes a relatórios contábeis, o post de hoje foi elaborado especialmente para aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto.
Tenha atenção em sua leitura e aproveite.

Quais os tipos de relatórios contábeis existentes?

Existem apenas dois tipos de relatórios contábeis: os relatórios obrigatórios e os não obrigatórios.
Veja, abaixo características específicas de cada um dos tipos de relatórios gerados pela contabilidade financeira:

Relatórios obrigatórios

Conhecidos como Demonstrações Financeiras, os relatórios obrigatórios são aqueles exigidos por lei.
Entre eles, estão documentos como:

  • Balanço Patrimonial (BP);
  • Demonstração do Resultado do Exercício (DRE);
  • Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA);
  • Demonstração das Origens e Aplicações de Recurso (DOAR) — somente para Sociedades Anônimas.

Dependendo da situação, é preciso publicar esses relatórios por meio de mídia escrita.

Relatórios não obrigatórios

Os relatórios não obrigatórios são aqueles que não são exigidos pela legislação.
No entanto, eles são extremamente importantes para as tomadas de decisão dos empresários e gestores de empresas, pois seus dados podem definir investimentos importantes, entre outras funções.
São eles:

  • Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC): exceto para as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00, quando se torna obrigatório;
  • Demonstrativo do Valor Adicionado (DVA): exceto para as companhias abertas.

Ambos os relatórios descrevem as operações passadas, possibilitando aos gestores o fácil acesso a previsões de despesas e receitas de períodos futuros.

Qual a importância desses relatórios?

Todos os relatórios contábeis são importantes para avaliar a saúde financeira da empresa. Afinal, são eles que resumem todas as informações de uma forma organizada e confiável.
Sem esse controle, um gestor coloca em risco o sucesso de sua administração.
Por isso, ele deve analisá-los com muita cautela e atenção.

Quem pode fazer relatórios contábeis?

Todo trabalho que envolve a coleta de informações — inclusive a entrega dos informes contábeis à diretoria, à gerência e ao conselho administrativo das empresas — deve ser realizado com muita perfeição, pois esses documentos têm um papel fundamental para a administração dos empreendimentos.
Portanto, manter um fluxo de caixa atualizado proporciona ao gestor uma visão sobre a situação financeira da empresa, auxiliando antecipadamente na tomada de decisão.
Por essa razão, os relatórios contábeis devem ser feitos por profissionais contábeis e com experiência na área.
Por tratarem da área financeira dos negócios, esses documentos são de extrema importância, e qualquer erro na coleta e interpretação dos dados pode significar um grande prejuízo para a empresa, seja por conta de um investimento mal aplicado ou por uma decisão mal embasada.

Como eles são elaborados?

Uma pequena empresa oferece desafios que surpreendem a maioria de seus gestores.
É fundamental estar preparado para superá-los sem grandes dificuldades.
A elaboração de um relatório contábil exige conhecimento e uma visão diferenciada sobre as questões econômicas do negócio.
sucesso da gestão depende do equilíbrio entre um software eficiente e adequado às suas necessidades e de práticas que trazem bons resultados.
Antes de tomar qualquer atitude, é necessário criar um bom plano de contas.
Nessas horas, deve-se evitar a generalização. Ou seja, a lista dos registros existentes deve respeitar a hierarquia dos produtos e subprodutos da gestão.
Por exemplo, se existe mais de um tipo de produto à venda, seus lançamentos devem ser lançados separadamente.
Outra questão muito importante está relacionada ao provisionamento de valores.
Todos os valores devem ser provisionados, em curto e longo prazos.
Quando isso não acontece, o balancete fica incompleto.

Quais benefícios eles trazem para o negócio?

As vantagens que os relatórios contábeis proporcionam para um empreendimento são variadas.
Citamos alguns de seus principais exemplos abaixo:

Melhores decisões

Quem administra uma empresa é pressionado por todos os lados para obter resultados positivos.
Essa pessoa deve escolher os melhores profissionais do mercado, saber dialogar com sua equipe de trabalho e tomar decisões eficientes.
Qualquer deslize pode colocar em risco a obtenção de números positivos e abrir espaço para os concorrentes ganharem espaço no mercado.
Em meio a esse cenário, os relatórios contábeis facilitam o entendimento da atual situação econômica da gestão.
Como consequência disso, é possível escolher soluções que aumentam a produtividade e fomentam o crescimento da empresa.

Criação de estratégias mais eficientes

O mercado está repleto de diferentes gestões com inúmeros objetivos e metas de trabalho.
Cada uma delas deve criar uma estratégia específica para obter os resultados que deseja.
De nada adianta tentar copiar o planejamento dos concorrentes, se o empreendimento em análise não está preparado para isso.
Ao realizar relatórios contábeis com dados reais e atualizados, o negócio consegue identificar as potencialidades e as fragilidades que são cruciais no caminho do sucesso.

Acesso facilitado ao crédito

Hoje em dia, a maioria das instituições financeiras ainda não solicita os relatórios contábeis de pequenas e médias empresas.
Entretanto, os bancos estão se preparando para solicitar esses tipos de documento antes de liberar pequenos empréstimos.
Os financiamentos de longo prazo, como os fornecidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) exigem mais rigor na saúde financeira dos estabelecimentos.
Esse tipo de investimento é fundamental para expandir as atividades da empresa e fazer com que sua notoriedade cresça no mercado.
O aumento do crédito disponibilizado depende da análise dos relatórios contábeis exigidos. Portanto, eles devem ser atualizados para evidenciar a capacidade de pagamento do negócio.
Fonte: Jornal Contábil

Tem lucrado, mas não sabe calcular o EBITDA? Não se preocupe, vamos te ensinar o que é e como fazer!

EBITDA significa lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização. Em inglês, a sigla EBITDA significa Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization.

Também conhecido como LAJIDA, o EBITDA é um indicador financeiro simples e eficiente quando falamos sobre o maior do resultado de seu negócio. 

Neste artigo você conhecerá um pouco mais sobre o EBITDA, sua aplicação para as empresas e para o mercado e como os analistas fazem para calcular este indicador em cada empresa.

O que é EBITDA

Uma empresa pode ter várias fontes de renda para sua geração de caixa.
Uma delas é a geração operacional, que é fruto da produção de serviços e mercadorias de seu trabalho.
A outra forma é com efeitos financeiros como o mercado de ações, por exemplo.
O EBITDA considera apenas a geração de renda operacional da empresa, sem desconsiderar os efeitos financeiros, as taxas, impostos e amortizações – uma análise interna do desempenho da empresa.
O EBITDA não leva em conta fatores como impostos, taxas, depreciações e amortizações.
Isso, porque existe um indicador mais abrangente que leva em conta todos estes fatores – o EBIT.
Por exemplo: considere uma empresa de petroleira de sociedade anônima listada em rede.
Esta petrolífera possui atividades regulares que envolvem a extração, o refino, a distribuição e a comercialização de petróleo e seus derivados – atividades operacionais.
Da mesma forma, o rendimento desta empresa fictícia é modificado de acordo com o valor de suas ações na bolsa de valores.
Além, do impacto dos impostos, juros e taxas que esta empresa paga.
Quando a empresa fictícia vai divulgar seu relatório periódico de rendimentos, ela disponibiliza uma série de indicadores, mas o EBITDA irá considerar apenas o retorno financeiro que esta empresa teve com as atividades relacionadas às atividades-fim, ou seja, petróleo.
As empresas sempre são afetadas também por fatores extrínsecos ao seu controle ou sua rotina de produção.
Por isso, apenas a análise dos resultados finais (lucros ou prejuízos) não são suficientes para avaliar o real desempenho do negócio.
Sendo assim, o EBITDA se mostra um indicador bastante eficaz para estimar os resultados de uma empresa de acordo com sua performance, efetividade e habilidade de vender, e não fatores relacionados à externalidade e ao mercado de ações.

Como realizar o cálculo do EBITDA

O passo preliminar para se obter o cálculo do EBITDA é obter o lucro operacional.
De acordo com os critérios utilizados pelas análises, este valor é obtido com a subtração – a partir dos valores em receita líquida, das despesas operacionais, dos custos de mercadorias vendidas (CMV) e das despesas financeiras líquidas, ou seja, despesas excluindo receitas provenientes de juros e outros itens financeiros.
É importante ressaltar que a definição de lucro operacional normalmente utilizada não considera o resultado financeiro.
Para calcular o indicador EBITDA, é necessário adicionar o ao lucro operacional a amortização e a depreciação inclusas no CMV e nos custos operacionais.
Isto acontece pois estas contas não demonstram baixas no caixa efetivo daquele período.
O EBITDA não leva em conta a depreciação, que é a medida que quantifica a perda da capacidade de um equipamento devido à ação de uso ou tempo, isto é, um valor referente à própria produção e ao desempenho operacional.
Como esta perda é apenas de ordem econômica, e não financeira, não há efetivamente um desembolso de recursos neste período.
A despesa financeira líquida foge da amostragem de análise do indicador e é acrescentada ao EBITDA.
Esta conta é de efetivo desempenho operacional, e adiciona-se ao Lucro Operacional Líquido antes dos impostos para o cálculo do EBITDA a depreciação, a amortização e os juros.
As regras da CVM não obriga as empresas a divulgar periodicamente o EBITDA, no entanto, a maioria delas já os divulga junto a seus relatórios, o que facilita o trabalho dos analistas financeiros.
No entanto, as diferentes metodologias que cada empresa aplica no cálculo é criticada pelos economistas, principalmente em relação a itens extraordinários.

Onde o EBITDA é aplicado na economia?

O EBITDA é um indicador muito utilizado para medir a eficiência e a produtividade de uma empresa, justamente por não levar em conta os efeitos financeiros e eventuais decisões contábeis dos negócios. 
Pode medir com maior precisão em uma análise dos resultados de uma empresa, ou seja, de onde pode estar vindo o ganho de lucros ou de onde pode ser proveniente um eventual prejuízo.
Assim como o percentual de venda, o EBITDA também serve para comparar a eficiência das empresas dentro de uma determinada área de atuação no mercado.
Os investidores ficam de olho na variação do EBITDA das empresas a fim de avaliar em quem vale a pena injetar capital e de quais empresas eles devem “passar longe”, pois a alteração deste indicador costuma denunciar sintomas de melhora produtiva ou pioras consideráveis que devem ser sempre consideradas.
Se o EBITDA aumenta, a empresa está conseguindo ser mais produtiva.
Se o indicador diminui, há algo de errado com aquele empreendimento.
No entanto, ressalvas também precisam ser feitas.
O EBITDA pode dar uma falsa impressão de que a empresa possui efetiva liquidez, o que pode não ser verdade.
Afinal, mesmo que uma empresa possua um bom capital produtivo, os dados relativos às dívidas, a depreciação e a amortização, além das variáveis do mercado financeiro, podem influenciar efetivamente sobre a liquidez daquele negócio.
Em empresas que possuem ativos operacionais de vida curta, este fator deve ser ainda mais levando em conta.

Como analisar o EBITDA

O EBITDA é um índice muito relevante para qualquer análise de desempenho e rendimento de uma empresa, mas por si só, o EBITDA ser um dado lacunar.
Por isso, nas análises feitas pelos avaliadores, o EBITDA é associado a outros indicadores da empresa para se refletir sobre a viabilidade de se investir em determinados negócios.
Portanto, ao investirem, tente fazer a análise mais macro possível.
É possível que uma empresa possua em seus relatórios um EBITDA realmente gigantesco, mas que na prática, ela mal tenha dinheiro para pagar o salário de seus funcionários – uma fora de isso acontecer é levar calote de clientes – e esta disparidade pode acontecer pelo fato de o EBITDA analisar apenas as contas de resultado final, independentemente da movimentação de patrimônio do negócio.
Manipulações contábeis e outras falhas de informação também podem atrair investidores que eventualmente se deixem levar apenas por um EBITDA altamente atrativo.
Antes de investir em alguma empresa, avalie todos os relatórios e indicadores sobre ela disponíveis para comparar o EBITDA com as receitas, as dívidas, o fluxo de caixa, a liquidez e outras variáveis, desta forma.
Isto garante baixos riscos e grandes oportunidades.
Acesse as páginas do CVM e saiba todos os detalhes do EBITDA e outros indicadores financeiros das empresas conforme as regulamentações brasileiras.

Vantagens do EBITDA

O EBITDA é um indicador financeiro que apresenta algumas vantagens e benefícios para as empresas, confira algumas delas:

  • É uma importante ferramenta que proporciona determinar os números relacionados a produtividade e eficiência de um negócio, pois não inclui em seu cálculo os efeitos de decisões contábeis e financiamentos;
  • Se o EBITDA de uma empresa aumenta no decorrer dos anos, é possível verificar que a empresa possui uma capacidade de promover a eficiência e produtividade;
  • Se feita uma comparação do EBITDA entre diferentes empresas, este processo possibilita uma precisa análise de competitividade entre elas no mercado;
  • As comparações de EBITDA podem ser feitas até entre empresas de países diferentes, já que se trata de um indicador universal. Esta comparação pode ser feita, pois são deixadas de lado questões locais, como a tributação;

Desvantagens do EBITDA

Entretanto, o EBITDA não é um indicador perfeito.
Ele apresenta algumas vantagens e limitações. Veja quais são:

  • Apesar de importante, ele não deve servir como o único indicador para as empresas, pois ele não engloba uma possível alta alavancagem. O que pode comprometer o caixa e os resultados da empresa no futuro;
  • Em casos de a empresa investir em ativos financeiros, o EBITDA pode não ser um indicador adequado. Isto porque não terá o seu esforço econômico beneficiado recompensado através do EBITDA e os valor destes ativos irão passar batidos neste tipo de análise.
  • O EBITDA não é capaz de indicar a liquidez de uma empresa, que é um aspecto essencial para compreender o real valor de uma empresa.
  • O EBITDA positivo pode esconder alguns prejuízos financeiros da empresa. É preciso ficar atento;

Afinal, devo confiar no EBITDA?

Portanto, o EBITDA é sim um bom indicador para analisar a lucratividade da atividade principal de uma empresa, entretanto é preciso utilizá-lo de uma forma correta devido as limitações que apresentamos anteriormente, principalmente em relação a liquidez da empresa, que não pode ser indicada pelo EBITDA.
É interessante o uso do EBITDA, mas não deve ser a única ferramenta de análise para as empresas.
Outro fator que corrobora para isto é em relação ao valor de reinvestimento necessário para os ativos dos próximos anos que também não pode ser indicado por este indicador, o que pode gerar uma visão imprecisa da situação financeira da empresa.

Lucro operacional

O lucro operacional, portanto, é o lucro gerado exclusivamente pela operação do negócio, como o próprio nome já diz.
Para saber o lucro operacional de uma empresa é preciso deixar de lado todos os tipos de despesas administrativas e comerciais do negócio, além de descontar as despesas operacionais.
O lucro operacional proporciona uma visão precisa sobre os resultados financeiros da empresa.
A fórmula para calcular o lucro operacional é a seguinte:

  • Lucro operacional= Lucro bruto – despesas operacionais + receitas operacionais

O DRE

O lucro operacional está dentro do DRE, que é o Demonstrativo Resultado do Exercício, que pode ser calculado a partir do sistema eGestor, que também realiza várias outras importantes funções na gestão empresarial.
O DRE nada mais é portanto, do que um resumo dos resultados financeiros da empresa em um determinado período, que geralmente é calculado de uma forma anual.
É uma ótima ferramenta para realizar a mensuração dos mais variados empreendimentos.

EBIT x EBITDA

O EBIT (Earnings Before Interest and Taxes), que em português significa Lucro antes dos Juros e Tributos, é assim como o EBITDA também é um importante indicador para as empresas.
Mas a principal diferença para o primeiro é que o EBIT ao contrário do EBITDA considera no seu cálculo os efeitos das depreciações e amortizações, enquanto o EBITDA não considera.
O EBIT mostra o lucro operacional da empresa, sem contar os resultados financeiros, dividendos e juros sobre o próprio capital.
O EBIT é calculado a partir da equivalência patrimonial e outras resultados não operacionais da empresa.
Este indicador financeiro é responsável por mostrar qual foi o verdadeiro lucro contábil obtido pela empresa em determinado período relacionado especificamente as atividades operacionais do negócio, ou seja, somente em relação as atividades fim da empresa.

O que são depreciações e amortizações?

Depreciação nada mais é do que a apuração de determinado valor de um ativo financeiro, ou seja, é uma redução de determinados valores, seja por motivos de desgaste ou então de perda de sua vida útil, que pode ocorrer por ação da natureza, humana ou por obsolescência.
Já as amortizações ocorrem de uma maneira parecida: elas consistem em uma alocação dos valores amortizáveis, como as dívidas, por exemplo, que são ativos intangíveis.
A diferença entre uma amortização e uma depreciação, portanto, está no que diz respeito à imposição: enquanto a depreciação se impõe sobre ativos físicos, como uma mesa de trabalho, por exemplo, a amortização se impõe sobre ativos intangíveis, que são direitos ou despesas com prazo limitado por questões legais ou contratuais.
Fonte: Jornal Contábil

Preocupado com os empréstimos que fez para manter sua empresa durante a pandemia? Pode ser que você não precise pagar nenhum deles…

Preocupado com os empréstimos que fez para manter sua empresa durante a pandemia? Pode ser que você não precise pagar nenhum deles…

Programa perdoa empréstimo em caso de pagamento de imposto

Novo programa anunciado por Paulo Guedes promete perdoar dívidas de empresas que solicitaram empréstimo.

O ministro Paulo Guedes afirmou que prepara um programa que, na prática, vai perdoar débitos de empréstimos captados por pequenas empresas durante a pandemia do coronavírus.
Em videoconferência com representantes dos setores de comércio e serviços nesta sexta-feira, 12, o ministro afirmou que vale a pena salvar uma companhia que tem potencial para gerar retorno de impostos ao governo.

Empréstimo

De acordo com o ministro Paulo Guedes, se uma empresa captar um financiamento emergencial neste ano, reabrir, conseguir sobreviver e, no ano que vem recolher valor equivalente de tributos acrescido de juros, ela estará automaticamente perdoada do empréstimo.
Ele usou como exemplo um restaurante que faz um financiamento de R$ 200 mil neste ano. Se no ano que vem esse negócio recolher R$ 220 mil em tributos, o que corresponderia ao valor da operação mais juros, não precisaria mais pagar o empréstimo.

“Se, em um ano, você é capaz de pagar tudo que eu te emprestei mais o juro, você está perdoado, você tem um bônus de adimplência. Eu esqueço o empréstimo. Vale a pena eu salvar um negócio que me paga por ano. O cara todo ano me paga R$ 200 mil. Por que eu não posso pagar R$ 200 mil na hora que ele estava morto? Eu te dei R$ 200 mil e todo ano você me paga R$ 200 mil [de imposto]”, disse.

Programa

O ministro não deu mais detalhes sobre o programa. Não informou, por exemplo, se a fonte desses financiamentos será o cofre do governo ou se a União entraria inicialmente como garantidora.
Guedes também não deu informações sobre limites de valor das operações, taxas de juros ou porte das empresas e segmentos que poderiam ser atendidos.
Fonte: Contábeis

Não caia na malha fina! Veja 4 situações que você precisa evitar!

Não caia na malha fina! Veja 4 situações que você precisa evitar!

Contribuintes devem se atentar para não não cair na malha fina do Imposto de Renda.

Um dos grandes cuidados que os contribuintes devem evitar são os erros ao enviar a declaração do Imposto de Renda. Afinal, podem cair na malha fina.

Existem algumas situações, que quase sempre levam o contribuinte a essa possibilidade. Listamos os oito casos mais comuns. Confira.

Erros de digitação

Erros de digitação são os mais comuns entre os contribuintes retidos. Errar uma letra a mais no nome não é o problema, mas errar o número do CPF, um CNPJ de fonte pagadora ou um zero a mais nos rendimentos podem gerar muitas dores de cabeça. Por isso, confira várias vezes sua declaração antes de enviar.

Dependentes

O problema com dependentes também é muito comum, acontece principalmente em caso de divórcio. Afinal, pode acontecer de ambos incluírem os filhos como dependentes.
em suas declarações.
Ou ainda, filhos podem acabar declarando os pais idosos como dependentes, o que leva à malha fina. Assim como, omitir a renda deles também gera problemas, por isso veja todas as regras para declarar dependentes sem erro.

Renda

Também é importante declarar a renda corretamente. Não omita rendimento, pois o Leão verifica todos os dados, inclusive sua movimentação bancária.

Saúde

Gastos com saúde são basicamente: convênio médico, consultas particulares, exames e internações. Farmácia e gastos com remédios não são gastos com saúde e isso leva muita gente a parar na malha fina.
Confundir o plano de previdência privada também acontece. Existe uma grande diferença pra Receita sobre VGBL e PGBL. É preciso ter cuidado.
Variação patrimonial em desacordo com a renda é basicamente dizer pro Leão que você ganhou 50 mil reais no ano, mas conseguiu adquirir bens que somados, são algumas vezes mais que sua renda. Bem como atualizar o valor do seu imóvel, sem comprovantes de reforma, também não pode acontecer.

Malha Fina

O contribuinte pode consultar a situação da declaração pelo portal do e-CAC. Caso tenha caído na malha fina, é preciso:
– Procurar os erros e fazer a declaração retificadora;
– Aguardar a Receita chamar para prestar contas.

Retificação

Se você optar por fazer a retificação, não pagará nenhuma multa, o que pode acontecer é de haver mais imposto a pagar. Entretanto, se você aguardar a Receita te chamar e for constatado que você tinha imposto a pagar e não pagou, aí sim terá multa.
Antes da notificação da Receita Federal, a multa é de 20% sobre o valor do imposto. No entanto, se você não se atentou a isso e foi notificado, terá de pagar 75% sobre o valor do imposto.
A multa será aplicada apenas se houver IR a pagar e o imposto não foi quitado.
Fonte: Contábeis

WhatsApp libera pagamentos e envio de dinheiro no Brasil

WhatsApp libera pagamentos e envio de dinheiro no Brasil

Nesta segunda-feira (15), o WhatsApp anunciou que o Brasil será o primeiro país do mundo a utilizar o serviço de pagamentos dentro da plataforma.

A novidade, que vem sendo testada na Índia, permite realizar compras no mensageiro ou enviar dinheiro para contatos.

Os pagamentos feitos pelo WhatsApp são oferecidos pelo Facebook Pay. Em nota, a empresa cita que a ideia para o futuro é “usar os mesmos dados de pagamento em toda a família de aplicativos do Facebook”.

Neste momento, serão aceitos cartões de débito e crédito das bandeiras Visa e Mastercard emitidos pelo Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. A empresa reforça que o modelo de programa “é aberto e facilita a entrada de mais participantes no futuro”.

Todos os pagamentos feitos na plataforma serão processados pela Cielo. A novidade, que é válida tanto para usuários comuns, também está disponível no WhatsApp Business – para pequenas empresas, comércios locais, transações rápidas e outros.

A função ‘Pagamento’ será exibida no próprio menu de mensagens, na aba de envio de documentos, localização, contatos e afins. O usuário precisará inserir um PIN de segurança de seis dígitos para realizar as transações. Se o dispositivo possuir leitor de impressões digitais, ele poderá ser usado para autenticar as compras e envios de dinheiro.

Taxas e limites

Entre as informações necessárias para iniciar o uso do serviço, o usuário precisará incluir nome, CPF e dados de um cartão válido. O cartão também é verificado por SMS, e-mail ou pelo aplicativo do banco instalado no celular.

A empresa cita que as transações são realizadas apenas em real e dentro do Brasil. Existe um limite de R$ 1 mil por transação e de R$ 5 mil por mês. São permitidas até 20 transações por dia.

Contas comerciais precisarão ter uma conta Cielo para solicitar e receber pagamentos sem limites – no crédito ou no débito. Para comerciantes, há uma taxa fixa de 3,99% por transação. Pessoas físicas poderão enviar dinheiro ou fazer compras sem taxas.

A taxa cobrada pelo WhatsApp por transação para comércios é sobre o processamento dos dados. A própria Cielo, para efeito de comparação, aplica taxas (variáveis) de 2,39% para processar pagamentos no débito ou 4,99% no crédito à vista.

Já posso usar?

O WhatsApp destaca, além do uso comercial da ferramenta, o envio de dinheiro de forma facilitada para amigos e familiares. Mas, também, que a partir de hoje o recurso “será disponibilizado gradualmente”.

Ou seja, se a função ainda não apareceu no seu aplicativo, saiba que ela está sendo liberada aos poucos. O WhatsApp informa que “futuramente todos os usuários no Brasil poderão” usá-la.

Fonte: Tecmundo