Saiba o que fazer se a sua empresa estiver endividada!

Minha empresa está endividada, o que faço?

Empresas com alto Endividamento Bancário e dificuldades em equalizar junto aos Bancos!

Essa é uma das frases que mais ouvimos em nosso Departamento de Negociação de Dívidas Bancárias!
E as dores desse momento são grandes, entretanto, há soluções!

O crescimento do endividamento

Empresas necessitam de Capital de Giro, sem dúvida o caminho natural são os bancos, porém, tenha certeza que os bancos passarão a acompanhar o desempenho de sua empresa, muitas vezes melhor do que alguns gestores realizam.
O cruzamento de informações solicitadas com as informações do BACEN (Banco Central), analise de prazos, resultados, linha de faturamento e também a curva do endividamento, fará parte dessa relação Banco x Empresa.

Quais as razões de todo esse endividamento?

Cada empresa tem suas razões, dentre os casos mais comuns, podemos citar:

  • Excesso de retirada dos sócios
  • Desequilíbrio nos resultados (Ponto de Equilíbrio)
  • Concorrência
  • Produtos e serviços desatualizados
  • Redução das margens (produtos transformaram-se em comodities)
  • Entre outras

É importante que a equipe de Gestão tenha as causas claras, para que ações possam ser realizadas e as causas sejam “estancadas”.

Não temos mais limites disponíveis!

Tenha certeza que se ainda não aconteceu, em breve os bancos percebendo o grande nível de alavancagem da empresa, as linhas de créditos serão encarecidas primeiramente e na sequencia cortadas.
Infelizmente esse é o caminho natural.

Começaram os protestos e restrições!

No momento que os créditos forem cortados, sua empresa não terá tempo para colocar planos de ação em praticaa tendência é que a inadimplência com fornecedores se ainda não está acontecendo passe a fazer parte do dia a dia, com isso restrições começarão a acontecer e a Gestão Empresarial torna-se cada vez mais difícil.
O volume de protestos tende a ser grandioso, principalmente para empresas que se mantem sem qualquer restrição.

Como resolver?

Tenha certeza que há soluções, digo isso com muita segurança, pois atuava como Diretor Financeiro de uma empresa tradicional e vivemos momento semelhante e resolvemos.
Entre as alternativas disponíveis no mercado, muitas sequer resolvem, apenas postergam o problema.
A melhor, mais rápida e com menor custo é a Renegociação de Dívidas Bancárias.
Nossos serviços são realizados por profissionais altamente qualificados, ex-diretores de bancos, conhecedores dos tramites legais para serem utilizados no processo de Negociação junto aos bancos.
Costumamos dizer que uma boa negociação junto aos bancos não é realizada na mesa do gerente da conta e sim no primeiro andar, junto a equipe de Gestão de Renegociações.
Com certeza, com nossos serviços, sua empresa terá:

  • Prazos alongados
  • Taxas de juros similares as praticadas no mercado
  • Exclusão de garantias

Para a realização desse processo, não envolvemos o jurídico, tudo na esfera administrativa que além de mais rápida tem um custo muito mais baixo.
Fonte: Contábeis

Quais as regras do simples nacional para 2021?

Guia completo com as regras do simples nacional para você entender tudo sobre esse tipo de tributação!

Entenda quais são as regras do simples nacional e tenha a segurança que você precisa para empreender com tranquilidade

2020 foi um ano mais que desafiador, colocando todos os empresários à prova, diante de tantos problemas e dificuldades, por conta da covid-19 e de todos os seus desdobramentos, como o isolamento social e a queda forte da economia.
Ainda assim, foi possível ver pessoas se reinventando e buscando a formalização, enxergando no empreendedorismo uma porta de entrada para buscar dias melhores.
Mas, os desafios não param por aí, pois além de ser necessário buscar especializações, entender o seu mercado de atuação e investir da forma mais correta possível, existem aspectos internos a serem cuidados, onde as decisões precisam ser as mais assertivas possíveis, e um desses pontos é com relação ao regime tributário.
Hoje, falaremos de um em específico e iremos te mostrar quais são as regras do simples nacional e como será em 2021, para que você já inicie com o pé direito, tomando as melhores decisões possíveis.
Sendo assim, continue com a gente e tenha uma excelente leitura!

Regras do simples nacional: Comece 2021 com o pé direito!

As micro e pequenas empresas são as ideais para o enquadramento no simples nacional e isso engloba diversos benefícios, como:

  • Tributação simplificada;
  • Menor burocracia;
  • Impostos pagos em uma única guia: o DAS.

Esse é o cenário ideal, principalmente para quem está começando a empreender, mas você precisa estar bem atento às regras do simples nacional, que são as seguintes:

  • Idealizado para micro e pequenas empresas;
  • Faturamento anual de no máximo R$4,8 milhões

É bom salientar que para as microempresas, esse faturamento anual bruto tem o limite de R$360 mil, enquanto as empresas de pequeno porte podem chegar até os R$4,8 milhões.
Portanto, é muito importante estar atento ao porte do seu negócio, entender e fazer uma projeção do seu faturamento, para que o seu negócio esteja dentro das regras do simples nacional.
Em 2021, se você tem uma empresa enquadrada em outro regime tributário e pretende migrar para o simples nacional, é importante ficar atento aos prazos, pois nesse caso em específico, será já no mês de Janeiro.
Já quando falamos em empresas em consolidação, o prazo é até o dia 23, também de Janeiro.
Passando do prazo recomendado, a adesão fica para Janeiro de 2022, portanto é importante ficar bem atento a esses detalhes.

Conte com um bom suporte contábil

As empresas que não contaram com um bom planejamento tributário e descuidaram da sua contabilidade, certamente tiveram muito mais dificuldades para lidar com o cenário catastrófico de 2020 e, assim, foram muito mais afetadas pela crise econômica.
Em 2021 é hora de fazer diferente e, sendo para a adesão ao simples nacional ou até mesmo uma readequação de regime tributário, já considere de imediato a ideia de contar com um suporte contábil especializado para te auxiliar em suas tomadas de decisão.
E com isso, você pode se despreocupar, pois o nosso time de especialistas tem total know how e expertise para atuar de forma plena e profissional, em prol do sucesso do seu negócio.
Sendo assim, não hesite em nos contatar!
Fonte: Abrir Empresa Simples

Saiba do que se trata e como calcular o custo de estoque

Custo de estoque: o que é e como calcular?

Venha descobrir neste post sobre todos os detalhes do custo de estoque!

Você já ouviu falar sobre o custo de estoque? Se sua resposta foi “não”, então saiba que pode estar perdendo uma grande vantagem competitiva!
Afinal de contas, se bem elaborado, é possível se tornar uma empresa mais responsável em relação a sua gestão de estoque, e dessa maneira, ter sucesso pelo posicionamento da sua marca no mercado.
É o que aconteceu com a Amazon, por exemplo, que sempre prezou pelo seu custo de estoque.
Ou seja, conhecer com detalhes sobre o custo de estoque pode trazer uma série de benefícios e vantagens para as finanças do seu negócio. Mas, afinal, o que é o custo de estoque e como eu posso calculá-lo?
Se você possui dúvidas sobre esse conceito e quer saber como otimizar os seus produtos em estoque e diminuir os custos, então chegou ao local certo.
Nas próximas linhas, nós preparamos um conteúdo exclusivo para te explicar com mais detalhes sobre o custo de estoque e como calculá-lo de forma eficiente.
Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar neste post! Vamos lá?

O que é custo de estoque?

Basicamente, o custo de estoque pode ser entendido como um cálculo que envolve diversos custos. Ele é realizado por meio da seguinte fórmula CMV, que significa Custo de Mercadoria Vendida. Para calculá-lo, uma empresa precisa classificar todos custos envolvidos, como:

  • Custo de processamento;
  • Custo de armazenagem dos produtos e insumos
  • Custo de falta;
  • Custo de carregamento de estoque; entre outros;

Dessa maneira, com o levantamento de todos os custos, e empresa pode melhorar as vantagens competitivas para que a mesma tenha destaque frente a outros concorrentes do seu setor.
Todas essas variáveis impactam, posteriormente, na margem de lucro do negócio. Por essa razão, o custo de estoque é um processo essencial e que deve ser feito por todos os gestores, sejam eles donos de comércios, restaurantes, entre outros.

Como calcular o custo de estoque?

Para calcular os custo total de estoque, é necessário realizar uma soma simples entre três variáveis:

  • O custo dos pedidos: refere-se a todos os custos envolvidos nas ordens.
  • O custo dos ajustes: quando a empresa que estamos analisando tem um ambiente de produção, é adicionado os custos dos ajustes.
  • O custo de manutenção do estoque: se trata de custos como gastos de capital, espaço e riscos existentes.

Ao organizar a forma, ela ficará da seguinte maneira:
Custo Total de Estoque = Custo do pedido + Custo Total de Ajuste + Custo de Estocagem.
Ao realizar esse cálculo, uma empresa poderá ter mais precisão ao saber como está o seu gerenciamento logístico. Com ele, é possível ter mais facilidade nos processos de gerenciamento de estoque, além de otimizar as atividades.
Agora que você já sabe o que é o custo de estoque e como calculá-lo, o que acha de apostar nesse cálculo e ter sucesso?
Fonte: Contábeis

Tecnologia: saiba o que você deve fazer para estar protegido de hackers!

Brasil é um dos principais alvos de ataques virtuais; Veja como se proteger

Home office colaborou para o aumento de ataques virtuais e estudo aponta o Brasil como um dos países mais atacados.

Na pandemia exigiu que fosse acelerado o processo de digitalização de empresas, informações e serviços. O home office foi adotado por muitos brasileiros para conter a disseminação do vírus e trabalhar de casa aumentou o número de ataques cibernéticos, já que muitas redes não tinham a segurança adequada.
Um estudo realizado pela Kaspersky, desenvolvedora de softwares de segurança, apontou que dois em cada três ataques na América Latina são contra empresas e apenas um é direcionado a pessoas. Tais ataques cibernéticos sofridos pelo STJ e Embraer, por exemplo, além do governo do Distrito Federal e da prefeitura de Vitória, consistem no sequestro de dados usando criptografia, para depois exigir pagamento pela devolução das informações.
Mas o que fazer para evitar esses ataques? Para Arthur Igreja, especialista em inovação e segurança digital, existem três passos básicos. Confira:

Dicas de segurança

O primeiro é fazer um diagnóstico de segurança dos sistemas usados pelas empresas e pelos profissionais para verificar possíveis brechas.
O problema é que cerca de 40% das empresas brasileiras não têm políticas de cibersegurança estabelecidas ou não informaram seus colaboradores de sua existência, segundo a Kaspersky.
O segundo passo é sempre ter um backup físico (preferencialmente) ou em nuvem para poder resgatar os dados roubados. Já a terceira grande dica tem a ver com o comportamento das pessoas, a chamada engenharia social. Além dos diagnósticos de sistemas e de boas ferramentas, é fundamental que as pessoas sejam treinadas para que não caiam em armadilhas de downloads e links inadequados.
Esse passo a passo é ainda mais importante no Brasil, país que teve o maior número de tentativas de sequestro de dados de janeiro a maio, de acordo com levantamento feito pela Kaspersky.
Outro relatório da mesma consultoria aponta que dos 5 mil ataques diários na América Latina, cerca de 2,3 mil aconteceram no Brasil.
O país também foi um dos principais alvos de ataques cibernéticos direcionados a aplicativos de internet banking e maquininhas de cartão (dispositivos de PoS), no primeiro semestre deste ano, de acordo com estudo da Trend Micro, empresa de cibersegurança e segurança em nuvem.

Fonte: CNN

5 dicas para começar o seu 2021 com os impostos em ordem!

5 dicas para começar 2021 em dia com os impostos

Especialista ensina como fazer da gestão tributária uma aliada nas operações do próximo ano

Se teve uma coisa que 2020 nos ensinou foi que dinheiro não aceita desaforo. Em busca de manter suas operações e tentar sobreviver num ano sem precedentes, muitas empresas recorreram à recuperação de créditos tributários pagos em excesso para abastecer seus caixas. Em muitos casos, essa medida significou a diferença entre continuar de portas abertas ou encerrar as atividades.
Essa foi, claramente, uma iniciativa essencial para atravessar o ano. Levantamento feito pela Fazenda Nacional em 2020 revelou que R$ 142,56 bilhões poderiam ser recuperados pelos contribuintes em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) julgadas ao longo do ano. A conta considera o pior cenário – ou seja, a devolução do dinheiro apenas dos cinco anos anteriores – e contabiliza somente os valores de ações judiciais em andamento. Ou seja, esse volume pode ser infinitamente maior.  Mas, melhor do que recuperar valores recolhidos a mais, é não os pagar.
“Um planejamento tributário bem feito permite um cálculo real do imposto devido, o que significa não comprometer o caixa da empresa com valores pagos em excesso”, diz Eduardo Bitello, advogado tributarista, professor titular de MBA da ESPM – Sul e sócio da Marpa Gestão Tributária. Para o especialista, engana-se quem pensa que esse é um nível de maturidade difícil de conquistar, disponível apenas para empresas de grande porte. “Negócios de todos os tamanhos e segmentos podem se beneficiar de uma gestão fiscal bem estruturada e descomplicada. Esse é um movimento que permite uma série de benefícios, inclusive previsibilidade.”
Michael Soares, sócio da Marpa Gestão Tributária, destaca que essa é uma prática para muito além da pandemia, que será importantíssima nos anos de retomada. “Os empresários têm à sua disposição uma gama de alternativas, seja para gerar crédito, seja para reduzir os custos com impostos, como uma forma efetiva de ganho”, diz. “Claro que, quem já vinha com um planejamento constante, teve os melhores resultados em meio à crise. Mas ainda há tempo de buscar as oportunidades do passado, organizando a casa no presente e pensando no futuro.”
Para que as empresas comecem 2021 com isso em mente, Bitello preparou 5 dicas infalíveis: 

  • Planejar o melhor regime tributário, de maneira a evitar enquadramentos em regimes inadequados ao tipo de negócio e porte da empresa e consequente comprometimento do caixa;
  • Verificar o aproveitamento de créditos tributários, bem como a existência de eventuais isenções, imunidades e alíquotas zero de determinados impostos;
  • Gerir o passivo de forma otimizada, assertiva, buscando sempre o melhor resultado;
  • Analisar os insumos que possam gerar créditos para compensar os impostos federais;
  • Avaliar a possibilidade de adesão à uma Transação Tributária junto à Procuradoria da Fazenda Nacional.

Fonte: Marpa Gestão Tributária

Linha de crédito do Pronampe pode se tornar permanente!

Pronampe: Linha de crédito pode se tornar permanente

Senado aprovou projeto de lei que transforma o Pronampe em política pública permanente.

O Plenário do Senado aprovou nesta quinta-feira (10) o projeto de lei que transforma em política pública permanente o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) , que havia sido criado como sistema de crédito emergencial para a pandemia de covid-19. O programa também receberá mais recursos. O PL 4.139/2020 segue para a Câmara dos Deputados.
De acordo com o relatório da senadora Kátia Abreu, o Pronampe passa a ser dividido em duas etapas. A primeira, vinculada diretamente aos efeitos da pandemia, mantém as regras atuais e permanece em vigor enquanto perdurar o decreto legislativo que estabelece o estado de calamidade pública (Decreto Legislativo 6, de 2020).
A segunda se inicia após o encerramento do estado de calamidade e manterá vigentes os incentivos que vêm sendo fornecidos para as micros e pequenas empresas. A partir desse momento, o Pronampe seguirá regras que serão definidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e será financiado por dotações orçamentárias, emendas parlamentares e doações privadas.

Crédito

Além disso, a primeira etapa do Pronampe receberá o aporte de todos os recursos destinados a outros programas emergenciais de crédito que não forem utilizados até o dia 31 de dezembro. Isso acontecerá se o estado de calamidade for prorrogado para além de 31 de dezembro, que é o seu prazo atual.
Entre esses programas estão o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), que financia o pagamento da folha salarial de empresas, e o Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-Maquininhas), que permite a antecipação de receitas de vendas feitas por cartão. Os recursos vão para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), administrado pelo Banco do Brasil.
O projeto também cria regras de transparência para as operações de crédito em benefício das micros e pequenas empresas — não apenas as realizadas no âmbito do Pronampe. As instituições financeiras deverão publicar informações trimestrais sobre o volume de crédito destinado a essas empresas e o percentual em relação ao volume de crédito total. O Banco Central consolidará as informações nas suas estatísticas monetárias e de crédito.
O texto original, do senador Confúcio Moura (MDB-RO), tratava apenas do aproveitamento dos recursos do crédito emergencial pelo Pronampe. No relatório, Kátia acrescentou a revogação da validade máxima de seis meses que havia sido dada pela lei que criou o Pronampe (Lei 13.999, de 2020) para que as instituições financeiras formalizem operações de crédito no âmbito do programa.

Microcrédito produtivo

No mesmo relatório, o Senado também aprovou o projeto que flexibiliza as regras do Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), que concede pequenos empréstimos a empreendedores de baixa renda (PL 5.183/2020).
O projeto permite que as pequenas instituições operadoras do microcrédito — como as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) e as sociedades de crédito ao microempreendedor — possam direcionar até 20% do valor das operações para empréstimos pessoais em favor dos beneficiários do programa.
Isso vai possibilitar que essas instituições atendam necessidades de recursos para situações como melhoria de habitação, aquisição de veículos, formação profissional, tratamento de saúde e equipamentos especiais para locomoção de deficientes. As regras ainda serão estabelecidas pelo CMN.
O projeto é de autoria do senador Esperidião Amin e não teve modificações.
O relatório de Kátia Abreu estava na pauta da quarta-feira (9), mas foi adiado a pedido da Liderança do Governo, para a revisão de dois dispositivos. Um deles foi retirado: a previsão de que o novo Pronampe seria financiado também por verbas recuperadas da inadimplência dentro do próprio programa. A relatora entendeu que esse ponto poderia comprometer a administração dos recursos extraordinários autorizados para o Pronampe em 2020.
Já o segundo dispositivo contestado pelo governo, o aproveitamento de recursos dos demais programas de crédito emergencial, foi mantido.
Autor da proposta que deu origem ao Pronampe, o senador Jorginho Mello (PL-SC) celebrou a aprovação dos projetos e destacou que, agora, serão importantes as articulações para abastecer o programa a partir do Orçamento anual.
“Esse projeto vai ao encontro daquilo por que sempre lutamos. Todos os senadores já sentiram a importância do Pronampe, e agora nós estamos aperfeiçoando-o e vamos levar recursos de onde for possível, de qualquer tipo de fundo”, afirma.

Pronampe

O Pronampe foi criado pelo Senado e iniciado em abril. O objetivo original era assegurar crédito para capital de giro e investimento para empreendedores individuais e a micros, pequenas e médias empresas durante a pandemia de covid-19. Desde então, foram três fases de aportes financeiros. Segundo Kátia, o volume de microcrédito cresceu 34% em 2020 graças, em grande parte, ao programa.
Já o CPNMPO foi criado em 2005 como uma modalidade de empréstimo destinada a microempreendedores com renda anual de até R$ 200 mil. O seu diferencial é a dispensa de garantias reais para as atividades produtivas de pequeno porte. Os recursos são concedidos com a intermediação de um agente (representante de uma instituição de microcrédito) que avalia o potencial do negócio, a necessidade do valor do financiamento e a capacidade de pagamento do empreendedor, cuja atividade produtiva pode ser formal ou informal.
Fonte: Agência Senado

Como aplicar feedbacks poderosos através de uma comunicação não-violenta!

Comunicação não-violenta: como dar feedbacks poderosos

Virginia Planet lista os passos necessários para uma comunicação não-violenta no ambiente de trabalho. Para saber mais, leia o artigo a seguir.

Transmitir mensagens difíceis realmente não é o forte do ser humano. Uma pesquisa recente da Gallup mostra que apenas 26% dos colaboradores das empresas disseram que os feedbacks que receberam foram úteis para o seu trabalho.
Isso acontece porque nossos feedbacks são ruins: ou muito leves e indiretos ou são diretos demais e promovem uma reação defensiva na amígdala (parte do nosso cérebro que detecta as ameaças) a quem está recebendo a mensagem.
Aí vem o desastre: reagimos mal ao feedback e logo atacamos quem está falando, desestabilizando totalmente a conversa e deixando os nervos a flor da pele.
Mas afinal, como dar um feedback de maneira eficiente e poderosa?

1. Comece com uma pergunta curta cuja resposta será “sim” ou “não:

Ex: “Você tem cinco minutos para falarmos sobre a nossa última conversa?” ou “Tenho algumas ideias para melhorar o nosso processo, posso compartilhar com você?”
A vantagem de começar com esta pergunta é que a pessoa saberá que se trata de um feedback e seu cérebro terá tempo hábil para se preparar. Além disso, a pergunta cria um momento de ‘adesão’ assim que a pessoa responde sim ou não, dando a ela também autonomia para decidir se este é o momento certo.

2. Dê feedbacks baseado em dados:

Contra fatos não há argumentos, não acha? Seja específico dizendo exatamente o que você viu ou ouviu e de preferência elimine adjetivos ou palavras ambíguas, pois elas podem gerar mais confusão e dar margem para interpretações erradas. É muito importante ser objetivo nesse momento.
Por exemplo, ao invés de dizer “Você deveria ser mais proativo” – ser proativo em relação ao quê? Em qual situação? – prefira algo como “Eu esperava que você tivesse tomado a iniciativa de preparar a apresentação, visto que os demais membros do time estavam ocupados”. Notou a diferença entre as duas abordagens?
E isso vale também para os feedbacks positivos. É importante que o outro saiba exatamente qual é a nossa expectativa sobre o que está ruim, mas também o que está bom. Assim ela saberá exatamente como agir dali para frente.

3. Gere impacto

Você deve dar a intensidade devida à situação para que a pessoa consiga enxergar o impacto que uma determinada atitude gerou no trabalho. Ex: “Como você não me enviou o e-mail conforme combinado eu fiquei bloqueado e não consegui avançar no projeto”.
A ideia é que a pessoa consiga compreender de forma clara o propósito, a lógica e o significado das ações.

4. Termine com uma pergunta ou reflexão

Encerrar o feedback com uma pergunta é uma ótima forma de fazer o outro pensar sobre a conversa. Ex: “Como você vê essa situação?” ou “Qual sua opinião a respeito?” Essas perguntas vão gerar um comprometimento ao invés de apenas um consentimento, ou seja, criar uma atmosfera de diálogo (e não de monólogo).
A ideia é que o momento do feedback seja uma oportunidade para resolver problemas de forma colaborativa e não autoritária.
Fonte: Contábeis
 

Lei de falências e recuperação judicial: O que você precisa saber?

Entenda tudo sobre a lei de falências e recuperação judicial e salve a sua empresa do abismo

Veja a importância da lei de falências e recuperação judicial para evitar que a sua empresa afunde de uma vez

Olha, 2020 não foi um ano fácil e a pandemia colocou todo o setor empresarial em apuros, devido a aspectos como o isolamento social, a queda brusca na capacidade de compra das pessoas e o próprio medo de arriscar a própria vida, mesmo com uma abertura parcial de diversos setores da economia.
Mas você, que é empresário, sabe muito bem que o mercado é cruel e que você precisa dar um jeito de manter a sua empresa de pé, mesmo com todas as adversidades para continuar no mercado e se manter longe da falência.
O problema é que a realidade é outra e tem muita gente na chamada “beira do precipício”, sem saber o que fazer para evitar o fechamento de suas empresas, mas por outro lado existem formas e estratégias que podem ser úteis nesse sentido, e uma delas é a lei de falências e recuperação judicial, que tende a ser uma excelente alternativa.
E se você ainda não está por dentro dos benefícios da lei de falências e recuperação judicial, é hora de ficar bem atento a esse artigo e entender como sair dessa situação o mais rápido possível.
Sendo assim, respire fundo, fique calmo e tenha uma excelente leitura!

Lei de falências e recuperação judicial: Entenda!

Como o nosso intuito é te direcionar a soluções práticas para tirar a sua empresa do penhasco, é importantíssimo te dizer que existe um projeto de alteração da lei de falências e recuperação judicial – ainda em tramitação, mas com uma aprovação simbólica do Senado – que busca proporcionar alguns benefícios aos empresários que se encontram em situação de falência em suas empresas.
A medida visa, justamente, a recuperação dessas empresas para que elas voltem a operar e, consequentemente, movimentar a economia, que anda bastante enfraquecida no país.
A alteração da lei de falências e recuperação judicial passa por diversos aspectos, como:

  • Ampliar o financiamento para empresas que se encontram em recuperação judicial;
  • Parcelamento de dívidas tributárias;
  • Desconto de dívidas tributárias;
  • Permite que os credores apresentem um plano de recuperação de seus negócios, para uma eventual avaliação.

Agora, tudo depende de uma sanção presidencial, para que o projeto de alteração da lei de falências e recuperação judicial seja, finalmente, aprovado e entre em vigor, beneficiando inúmeros empresários que se encontram em uma situação, no mínimo, delicada.
Sabemos que o momento é difícil, mas ainda assim você precisa cuidar bem da sua empresa, proteger o seu patrimônio e, inclusive, enxugar os custos com o máximo de assertividade.
E isso você consegue realizar quando tem as pessoas certas ao seu lado!

Um bom suporte contábil te direciona a caminhos melhores

Talvez você até ache estranho ou desconfie da nossa sugestão, mas logo irá entender que faz todo sentido.
Ao buscar um apoio especializado de contabilidade para o seu nicho empresarial específico, os profissionais que atuarão ao seu lado terão plena capacidade de analisar todo o histórico contábil da sua empresa, através de uma análise técnica precisa para, depois disso, te orientar para tomadas de decisão assertivas, inclusive para enxugar os seus custos.
Existem inúmeras possibilidades de erros contábeis em seu negócio, seja por inadequação ao regime tributário mais vantajoso ou até mesmo por uma folha de pagamento inchada.
O mais importante é saber que, com os parceiros certos, você não estará sozinho e terá tudo o que precisa para fugir da falência e recuperar os lucros no seu negócio.
E para saber mais detalhes de como iremos te ajudar, basta nos contatar agora mesmo!
Fonte: Abrir Empresa Simples

Compras semanais e no comércio mais próximo de casa se tornam a preferência do consumidor na pandemia

Pandemia fez consumidor preferir compras semanais e no comércio perto de casa

A American Express realizou uma pesquisa denominada Shop Small, para entender como consumidores, proprietários ou gerentes de pequenas empresas sentiram as mudanças dos hábitos de consumo em sete países da América Latina – incluindo o Brasil. O estudo, feito em parceria com a Voices Research & Consultancy, ajuda a entender como o isolamento social afetou os negócios e os hábitos dos consumidores.
Os dados do levantamento trazem insights sobre como os brasileiros se comportam e como veem o futuro. Ao todo, 91% dos entrevistados declararam ter feito compras mais perto de casa. Em linha com o reportado por 59% dos participantes, estima-se que cada vez mais os consumidores farão pequenas compras semanais e mensais, dando preferência por sair menos vezes e comprar tudo o que precisam de uma só vez. Enquanto 20% dos entrevistados tinham o hábito de ir uma vez por semana às lojas locais, o número subiu para 30% durante a pandemia. E 33% acreditam que os hábitos de compra não serão os mesmos depois que ela passar.
“Estamos testemunhando uma grande mudança, que deve ser sentida ainda durante muitos anos. E os pequenos comércios vão ter um grande papel nisso, pois eles são peça fundamental da economia. Também veremos as pessoas usando mais os cartões e outros formatos de pagamento que não envolvem troca de cédulas ou moedas”, destaca Rose Del Col, presidente da American Express Brasil.
A pesquisa mostra que os brasileiros acreditam na importância dos pequenos comércios. Para 89% dos participantes, o crescimento dos pequenos negócios e lojas de bairro é bom para a comunidade. A praticidade e a segurança foram os principais fatores citados para continuarem comprando localmente. Cerca de 49% dos respondentes relataram preferirem comprar em lojas de bairro, pois evitam excessos e focam apenas no que precisam, quando querem – mas, em contraponto, o fato de o comércio de bairro ter opções limitadas pode ser o grande fator que fará com que os consumidores optem ir a outros locais.
Em relação ao volume de compras, os brasileiros ficaram divididos. Enquanto 31% relataram aumento, 29% disseram que mantiveram o nível de antes da pandemia.

Do outro lado do balcão

O estudo também traz a visão dos pequenos comerciantes brasileiros com relação as grandes mudanças sentidas neste ano. Ao todo, 72% dos entrevistados declararam queda nas vendas, sendo sua maior preocupação a recuperação econômica.
“Trazer novos clientes será um desafio para os pequenos comércios. A tendência é que as pessoas continuem comprando dentro das suas comunidades e não explorem tanto outras regiões. Os clientes antigos devem retornar, mas com menor frequência”, disse Del Col.
Os maiores desafios relatados pelos pequenos comerciantes são relacionados à saúde de seus clientes e colaboradores, quitação de serviços e impostos e folha de pagamento. Na expectativa da recuperação, o comércio online pode ser uma saída, uma vez 70% relataram um crescimento nas vendas por canais como sites e redes sociais.
Fonte: Mercado & Consumo

Tem dúvidas sobre o que diz a LGPD sobre encarregado de dados? Então leia nosso material!

LGPD: Veja as principais dúvidas das empresas sobre o encarregado de dados

A LGPD já está em vigor e muitas empresas ainda não designaram um encarregado de dados por ter dúvidas do que é preciso.

A Lei Geral de Proteção de dados (LGPD) regulamenta o tratamento dos dados pessoais por pessoa física ou por pessoa jurídica de direito público ou privado no território nacional.
Inspirada na Legislação Europeia de Proteção de Dados Pessoais (“General Data Protection Regulation – GDPR”), a LGPD exige que as empresas e profissionais autônomos revejam as suas operações e procedimentos que envolvam a utilização de dados pessoais dos seus colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros comerciais.
A LGPD trouxe a figura do encarregado de dados, que é equivalente ao DPO (data protection officer) na GDPR.

1- Quais as atribuições do encarregado de dados/DPO?

Pelos termos da LGPD (art. 41, §2º) as atribuições do encarregado são as seguintes: (i) aceitar reclamações e comunicações dos titulares e prestar os respectivos esclarecimentos;(ii) receber comunicações da autoridade nacional e adotar providências necessárias; (iii) orientar os funcionários e os contratados da organização a respeito das práticas a serem tomadas em relação à proteção de dados pessoais e (iv) executar as demais atribuições determinadas pelo controlador ou estabelecidas em normas complementares.
A Lei ainda reserva a possibilidade de a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) estabelecer novas atribuições ao encarregado e também a possibilidade de dispensa da obrigatoriedade da sua indicação, a depender da natureza, do porte da entidade ou do volume de operações de tratamento de dados. Contudo, enquanto a ANPD não expedir qualquer regulamentação nesse sentido, todas as empresas precisaram indicar o contato do seu encarregado de forma clara e objetiva, preferencialmente no seu sítio eletrônico.

2- O encarregado deve ser um empregado da empresa ou pode ser terceirizado?

Pelos termos da lei, a empresa pode optar por qualquer uma destas modalidades, desde que a opção escolhida seja capaz de bem atender as atribuições previstas no art. 41, §2º da LGPD acima mencionadas.
As vantagens de o encarregado ser um colaborador da empresa são o maior conhecimento dos procedimentos internos e o seu maior comprometimento com a organização. Por outro lado, esta opção acaba representando um custo alto para a empresa e por isso acaba sendo mais indicada para as empresas de médio e grande porte.
Caso seja um colaborador que acumule funções (não seja exclusivamente encarregado/DPO), é importante que não ocupe posição que o leve a determinar os objetivos e os meios de processamento de dados pessoais, pois deve ser garantida a autonomia e a isenção do encarregado Assim, o encarregado não pode ser responsável por funções que possam resultar na alocação da proteção de dados em papel secundário diante dos interesses comerciais da organização.
Portanto, para que não haja conflitos de interesses, pode ser nomeado como encarregado um colaborador já existente na empresa, desde que os seus deveres profissionais sejam compatíveis com os deveres legais do encarregado.
Por sua vez, o encarregado terceirizado pode representar um custo mais baixo para a empresa, sendo mais indicado para empresas de pequeno e médio porte. Para desempenhar a sua função é necessário o prévio conhecimento das rotinas da organização e por não compor a equipe interna da empresa acaba tendo maior autonomia no desempenho da sua função.
Seja interno ou terceirizado para que o encarregado possa cumprir com as suas funções é de rigor o seu envolvimento com todas as questões relacionadas com a proteção de dados na empresa, que se reporte diretamente com o mais alto nível da gestão da organização e que seja assegurada atuação de forma independente, autônoma e com os recursos adequados (tempo suficiente, finanças, infraestrutura e, quando apropriado, equipe etc).

3- Quais as qualificações necessárias para ocupar o cargo de encarregado de dados/DPO?

A LGPD não faz qualquer menção neste sentido. Já a GDPR diz que o DPO deve ter experiência e conhecimento especializado em legislação de proteção de dados, mas não lista as credenciais/certificações que se espera que ele tenha. Ressalva, apenas, que deve ser proporcional ao tipo de tratamento de dados pelo qual será responsável.

4- Qual a responsabilidade do encarregado de dados?

O encarregado não é pessoalmente responsável pela conformidade da empresa. No entanto, desempenha papel crucial em ajudar o controlador e o operador de dados cumprirem adequadamente os termos da LGPD dentro da organização.
Por tal razão as empresas devem ter cautela na nomeação do seu respectivo encarregado de dados.
Fonte: Contábeis