Tenha acesso agora mesmo à pesquisa da CNI sobre o futuro das empresas neste ano de 2021!

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CNI: 82% das grandes empresas pretendem investir em 2021

Devido à pandemia, apenas 69% conseguiram de fato investir em 2019

Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 82% das grandes empresas pretendem investir neste ano. A expectativa para 35% desses investimentos é em melhorias do processo produtivo e 33% para o aumento da capacidade de produção, com a aquisição de novas máquinas e tecnologias.
“Essa alta sinalização sugere a expectativa de consolidação da forte recuperação da atividade industrial após o período mais crítico da pandemia”, diz a pesquisa. Em outros 15%, o principal objetivo é manter a capacidade produtiva e, em 11% deles, introduzir novos produtos.
Em 66% dos casos, independentemente do objetivo do investimento previsto, há a expectativa de aquisição de máquinas. Além disso, o percentual do investimento voltado principalmente para o mercado doméstico aumentou de 36% para 39%, mas, de acordo com a CNI, segue abaixo da média histórica, de 42%.
Entre as empresas que não pretendem investir, 35% afirmaram que não há necessidade, 33% optaram por não fazer os investimentos e 33% não conseguem investir.

Investimentos em 2020

O documento Investimentos na Indústria 2020-2021 mostra também que o ano passado começou e terminou fora da curva. Em 2020, 84% das empresas pretendiam investir, em um percentual acima dos anos anteriores. No entanto, apenas 69% conseguiram de fato investir devido à pandemia, um dos menores registros na história da pesquisa, superando apenas o percentual de 2016, que foi de 67%.
De acordo com a CNI, a redução dos investimentos no ano passado ocorreu em grande parte pelo alto custo dos insumos e pela reavaliação do mercado doméstico como destino dos produtos. “Ambos são influenciados diretamente pela pandemia de covid-19, que restringiu a demanda por produtos industriais, trouxe oscilação para o câmbio e pressionou custos”, diz a pesquisa.
Mais de três quartos (76%) das grandes empresas que investiram em 2020 adquiriram máquinas ou equipamentos; desses, 23% compraram máquinas usadas. Pouco mais de dois terços, 68%, realizaram manutenção ou atualização de máquinas em 2020. Já 33% investiram em pesquisa e desenvolvimento, 30% na capacitação de pessoal e 24% na melhoria da gestão do negócio. Os percentuais são próximos aos observados em 2019.
Além disso, a falta de alternativas de financiamento de terceiros causou impacto nos investimentos. Nos últimos seis anos, cerca de 70% dos recursos empregados nos investimentos são recursos próprios das empresas. Em 2020, o percentual ficou em 72%, idêntico ao de 2019.
Em 2020, a participação de bancos comerciais privados ficou em 13%, um ponto percentual abaixo do registrado em 2019. A participação de bancos oficiais de desenvolvimento foi de apenas 7%. Outras fontes de financiamento, como bancos comerciais públicos, financiamento externo e construção de parcerias ou joint ventures somam 8%.
A pesquisa completa está disponível na página da CNI.
Fonte: Agência Brasil
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Saiba o que fazer com CNPJ inapto e como você pode ficar em dia com a Receita Federal!

CNPJ inapto: entenda o que é e saiba como regularizar

Mesmo estando inativa a empresa precisa cumprir com certas obrigações para manter a sua regularidade, dentre elas está a entrega de declarações. Então, se você possui alguma pendência neste sentido, saiba que seu CNPJ pode ter sido declarado inapto pela Receita Federal devido à omissão de declarações.
Isso porque o órgão fiscalizador têm intensificado o pente fino nas empresas. Se este é o seu caso e você quer saber se o CNPJ voltará a ficar regular ou se existe a possibilidade de restabelecer o documento baixado pelo motivo de omissão, continue acompanhando este artigo e tire suas dúvidas sobre o tema.

CNPJ inapto

Se a sua empresa deixou de apresentar suas declarações, demonstrativos e nos últimos dois anos, o CNPJ pode estar inapta. Dentre os principais documentos que podem gerar essa situação está a omissão das seguintes declarações:

  • Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP);
  • Escrituração Contábil e Fiscal (ECF);
  • Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF);
  • Relação Anual de Informações e Salários (RAIS).

Mas não confunda o termo inapto com inativo. Neste último caso, a classificação de CNPJ inativo (Empresa Sem Movimento), se passar um mês sem realizar os seguintes tipos de atividade:

  • Operacional;
  • Não Operacional;
  • Patrimonial
  • Financeira.

Regularização

Para regularizar, o primeiro passo é verificar as pendências junto ao site da Receita Federal e começar a se organizar. Então, separe alguns documentos para este procedimento, tais como:

  • Escriturações Fiscais;
  • Declarações.

Pela entrega fora do prazo a multa é de R$ 200,00 havendo a possibilidade de desconto disponibilizado pela Receita Federal que pode ser de até 50% se o pagamento for realizado no prazo de 30 dias.

Após a regularização, o CNPJ voltará a ficar ativo em até 24 horas e a empresa assegurar que as obrigações sejam entregues no prazo para não pagar multa. Depois do pagamento dos valores em aberto, a empresa terá acesso à Certidão Negativa de Débito.

CNPJ baixado

Se a sua empresa teve o CNPJ baixado pelo motivo de omissão costumaz, saiba que também é possível regularizar a situação. Esse termo é utilizado para a empresa que deixa de apresentar suas declarações contábeis por mais de cinco anos seguidos.
Para isso existem normativas que estabelecem orientações sobre a baixa, como a Instrução Normativa nº 1863/2018. Assim se a empresa tiver sido intimada por edital e não regularizar a situação no prazo de 60 dias, é declarada inapta.
Por isso, a mesma deve fazer uma declaração e encaminhar à Receita Federal, solicitando o restabelecimento de sua inscrição que foi baixada. Esse documento possui um modelo que pode ser elaborado por um profissional contábil que possui experiência neste tema.
É necessário informar no pedido, todas as declarações que foram entregues em anos anteriores e encaminhar juntamente com o contrato social da empresa. Esse processo também é realizado através do e-CAC, acessado no site da Receita Federal. Há ainda a opção de protocolar o pedido em uma unidade da Receita Federal ou enviar os documentos por meio do Correio

Consequências

O status de CNPJ Inapto gera vários prejuízos. Segundo a Instrução Normativa  nº1.634, de 2016, as penalidades são:

  • Impedimento de participar de novas inscrições;
  • Possibilidade de baixa de ofício da inscrição;
  • Invalidade da utilização da inscrição para fins cadastrais;
  • Nulidade de documentos fiscais;
  • Responsabilização dos sócios pelos débitos em cobrança.

Fonte: Jornal Contábil

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Saiba como evitar dívidas financeiras em tempos de crises e fique mais seguro!

Saiba como administrar o orçamento em tempos de crise

Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento

Uma das consequência do momento pandêmico atual é a crise econômica que afetou o mundo todo. E em tempos assim, é de suma importância que consigamos administrar nosso orçamento para deixar as finanças estáveis, evitar dívidas e não perder as reservas financeiras.
Por isso, neste texto, iremos falar um pouco sobre como fazer para administrar as finanças em tempos tão críticos e de crise como este em que estamos vivendo. Fique conosco.

A importância de administrar as finanças na crise

Os tempos atuais de crise nos obrigaram a olhar com maior atenção ainda para as nossas finanças. Afinal, crise econômica não é apenas sinônimo de alta dos preços do essencial, mas também de desemprego. Infelizmente, nesta pandemia, muitas famílias perderam seu emprego, o que acarretou muitas complicações financeiras.
Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento. Por exemplo, se você pretende fazer uma reforma e a compra de itens como uma estrutura metálica para galpão, saber administrar o que você e o quanto pode gastar é essencial.
Conseguir administrar suas finanças é importante pois:

  • Ajuda a economizar;
  • Evita o gastos das reservas financeiras;
  • Evita dívidas astronômicas;
  • Ajuda a ter uma relação mais saudável com o dinheiro.

Como administrar suas finanças em tempos de crise?

Agora que já vimos a importância de administrar seu orçamento em tempos de crise, vamos ver como fazer isso de forma eficiente.

  1. Faça uma análise financeira: administrar seu orçamento de casa é muito parecido como administrar um negócio. Uma empresa fabricante de balcão refrigerado pequeno por exemplo, precisa analisar suas finanças regularmente para saber qual o seu lucro, qual seu investimento, se está havendo prejuízos, quais os recursos disponíveis. A análise financeira doméstica é igual;
  2. Faça um planejamento com metas: os objetivos devem estar bem elucidados. Depois que você entender o quanto pode gastar, é preciso estabelecer quais serão seus objetivos de gastos dentro disso para não extrapolar;
  3. Economize: reduzir os gastos é fundamental. Primeiro é preciso evitar desperdícios e depois focar no essencial. Por exemplo, se você pretende adquirir um amplificador de som profissional, reflita, será que é mesmo necessário? Se você não adquirir, irá fazer falta? Você pode comprá-lo em outro momento?
  4. Evite fazer novas dívidas: para manter as contas dentro do planejado, é importante não fazer novas dívidas. Evite longos parcelamentos e a utilização do cartão de crédito, utilize apenas em caso de extrema necessidade.

Saber fazer uma gestão financeira eficiente em tempos de crise é fundamental para conseguir passar pela crise de forma um pouco menos caótica. Além das dicas citadas, há também disponível no mercado diversos aplicativos que podem auxiliar com a organização das finanças.
O importante é reconhecer que os tempos atuais necessitam de uma atenção ainda maior nas finanças e que é preciso fazer algo a esse respeito. É importante pensar também que a crise é apenas um período e que em algum momento irá passar.
Gostou das nossas dicas para gestão financeira? Então compartilhe o post com os amigos e nas redes sociais e continue acompanhando nosso conteúdo.
Fonte: Contábeis
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Selic tem expectativa para encerrar o ano em 3,75%, entenda o impacto!

Mercado aumenta projeção para taxa básica de juros em 2021

Expectativa é que a Selic encerre o ano em 3,75%

A expectativa do mercado financeiro é que a taxa básica de juros, a Selic, suba em 2021 e encerre o ano em 3,75%. Na semana passada, essa estimativa era de 3,50%, de acordo com o boletim Focus de hoje (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.
Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica fique em 5%. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6% ao ano. A Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom), é o principal instrumento utilizado pelo BC para alcançar a meta de inflação.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.
Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Inflação

A previsão das instituições financeiras para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) variou de 3,60% para 3,62%. Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,49%. Tanto para 2023 como para 2024 as projeções são de 3,25%.
O cálculo para 2021 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

PIB e dólar

Já a estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia caiu de 3,47% para 3,43% em 2021. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,50%, a mesma previsão há 147 semanas consecutivas. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro também continua projetando expansão do PIB em 2,50%.
A expectativa para a cotação do dólar permanece em R$ 5,01, ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5.

Fonte: Agência Brasil

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O regime de caixa de Lucro Presumido é para você? Entenda!

O regime de caixa de Lucro Presumido pode ser uma boa opção para sua empresa que lida com inadimplência e atrasos de pagamentos!

Esse regime garante uma melhor forma de tributação e é a solução para uma melhor saúde financeira em sua empresa!
O empresário que lida com alto índice de inadimplência ou atrasos nos pagamentos tem o fluxo de caixa da sua empresa por vezes seriamente comprometido.   
Afinal, ele deixa de ganhar o dinheiro necessário para assumir as contas que está comprometido e responsabilizado a pagar, especialmente com o Estado, contas essas que irão manter a empresa viva e dentro da legalidade.
Portanto, não se tem certeza de quando receberá o dinheiro devido pelo que vendeu ou prestou de serviço e, diante dessa situação, surgem os medos e inseguranças relativos à prestação de contas da empresa. O que fazer, afinal?

O que é o regime de caixa?

Nosso país possui um complexo e burocrático sistema tributário, fator esse que leva inúmeras empresas à falência ou mesmo a não andarem para frente, sem ter uma evolução de seus negócios devido aos impostos que pagam com tanta dificuldade.
Diante desse cenário complexo e dificultoso, existem algumas formas de tributação que se propõem a aliviar e simplificar a burocracia envolvida nas contas que os empresários devem assumir.
E o regime de caixa é uma dessas maneiras que empresas que optaram pelo Lucro Presumido conseguem ter acesso, mas poucos empresários sabem disso. Ao longo deste artigo, você entenderá como isso pode ser a solução que a sua empresa tanto precisa para aliviar o fluxo de caixa, gerar uma economia e deixar a saúde financeira do seu negócio muito mais confortável.
Mas adiantando, o regime de caixa é a forma de recolher tributos com base nos valores efetivamente recebidos.

Inadimplência, atrasos e outras complicações que empresários sofrem e que sufocam o fluxo de caixa da empresa

“Após três reduções seguidas, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir no último mês de 2020, informou hoje (6) a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro apontou que 66,3% dos consumidores estão endividados, uma alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto porcentual.”

Fonte: Agência Brasil | Número de Brasileiros com Dívidas Cresce no fim de 2020
Quero começar este conteúdo expondo para você um problema comum que, com certeza, você já lida como empresário e que, hoje, é a maior dor de cabeça que possui em seu trabalho.
Em nosso país, é extremamente comum — para não dizer cultural — a inadimplência ou apenas atrasos nos pagamento necessários por serviços contratados, bens adquiridos ou qualquer outra coisa.
Pode ser tanto pela negligência das pessoas envolvidas, falta de comprometimento com o que foi estabelecido ou uma infelicidade por força da ocasião, como aconteceu em 2020. Empresas tiveram que fechar as portas ou realizaram corte de gastos até mesmo de funcionários para que sobrevivessem aos danos.
Com isso, é razoável que a inadimplência e outros problemas correlatos a isso afetem o lucro de outras empresas, sejam elas as empresas endividadas umas com as outras ou as próprias pessoas.
O problema vai se tornando cada vez mais agravante. Considerando os piores cenários possíveis em uma economia que acaba por afetar o bolso e o caixa de todos, como poderá a empresa então realizar o pagamento dos impostos que são de sua responsabilidade se não há dinheiro entrando?
Algumas tomam medidas desesperadas, sacrificando o próprio fluxo de caixa ou realizando empréstimos de maneira a segurar as pontas por um breve período de tempo, tudo para que a empresa não fique em débito com órgãos do governo e não coloque em risco a sua existência.
Mas esse problema poderia ser resolvido de uma maneira muito mais prudente e sem desespero algum, e a resposta encontra-se no regime de caixa!

Regime de caixa: o sistema de tributação que pode dar um fôlego extra para sua empresa!

Se sua empresa optou pelo Lucro Presumido como regime de tributação, saiba que esse mecanismo disposto para empresas que se enquadram nessa categoria é perfeito para ajudar a resolver as complicações financeiras que você possui.
O regime de caixa de Lucro Presumido acabará ajudando a resolver de uma vez por todas a situação das suas contas e irá contribuir para deixar o seu planejamento financeiro muito mais leve e seguro.
Seu fluxo de caixa ficará em um estado muito melhor e que é ideal para o bom funcionamento de seus negócios, bem como você não precisará realizar nenhum sacrifício ou medida desesperada para arcar com eventuais danos que surjam da inadimplência e atrasos dos pagamentos.
Entenda o regime de caixa
É uma forma de apuração de impostos. Hoje existem dois regimes: regime de caixa e o regime de competência — que é o mais comum utilizado e que não entrarei em detalhes aqui para evitar confusão para você, quero que dê atenção ao que realmente importa e que poderá fazer diferença para sua empresa.
No regime de caixa, só ocorre a tributação no momento em que o cliente efetua o pagamento pelo serviço, com isso, você tira aquela corda no pescoço que ameaça a vida do seu fluxo de caixa.
O regime de caixa de Lucro Presumido se dá pela Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (INSRF) 104/98:
“Art. 1º A pessoa jurídica, optante pelo regime de tributação com base no lucro presumido, que adotar o critério de reconhecimento de suas receitas de venda de bens ou direitos ou de prestação de serviços com pagamento a prazo ou em parcelas na medida do recebimento e mantiver a escrituração do livro Caixa, deverá:
I – emitir a nota fiscal quando da entrega do bem ou direito ou da conclusão do serviço; II – indicar, no livro Caixa, em registro individual, a nota fiscal a que corresponder cada recebimento.”
Como pôde perceber pela instrução normativa, a sua empresa que optou pelo Lucro Presumido acaba tendo esse benefício extremamente útil para seus negócios.
Considere o que dissemos acima sobre os altos índices de inadimplência no país. Essa forma de pagamento acaba criando um alívio em seus negócios, outro grande benefício do uso do regime de caixa de Lucro Presumido é que você poderá utilizá-lo como instrumento para planejamento fiscal.
Assim, é vantajoso para empresários:

  • Que emitem uma única nota e recebem parcelado;
  • Nos negócios com alta probabilidade de inadimplência ou atraso dos consumidores;
  • Utilizarem como instrumento de planejamento fiscal;
  • Não comprometerem o seu fluxo de caixa;
  • Optaram pelo regime de tributação com base no Lucro Presumido.

Entretanto, pode não ser tão simples a execução desse procedimento, a razão é que algumas empresas — e provavelmente a sua é uma dessas — têm, em seus departamentos contábeis, prioridades que sobrepõem a oportunidade de cuidar da revisão fiscal. Com isso, torna-se possível a adesão ao regime de caixa de Lucro Presumido.
É comum que deem maior atenção à regulamentação dos negócios, manutenção das obrigações fiscais e financeiras, e acabam não se atentando aos outros inúmeros benefícios fiscais que são úteis aos negócios, como é o caso do regime de caixa de Lucro Presumido.
Então, se a sua empresa optar por essa forma de benefício fiscal, saiba que terá que cuidar para manter um controle individualizado e detalhado dos seus registros de contas a receber e operações muito bem documentadas, conforme exige a Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (INSRF) 104/98.

Nesse contexto, contar com apoio especializado ainda é a melhor alternativa para identificar se, de fato, o regime de caixa Lucro Presumido é a melhor opção para o seu negócio

Na verdade, entender se, de fato, o regime de caixa Lucro Presumido é a melhor opção para sua empresa nem sempre é uma tarefa fácil, mesmo que você se enquadre em tudo o que trouxemos até aqui.
Isso porque existem detalhes que podem fazer toda a diferença, um deles é ter um controle apropriado sobre os recebimentos da sua empresa: para muitos empreendimentos, poderá representar revisão de boa parte dos seus processos, o que também pode ser um ponto positivo, tendo em vista que a falta de um controle financeiro adequado poderá trazer muitos prejuízos ao seu negócio.
Mas tratando-se de tributos, contar com apoio especializado fará muita diferença, tanto para garantir a conformidade legal do seu empreendimento quanto para identificar quais as melhores escolhas quando o assunto for tributos.
E, nesse contexto, nós podemos te ajudar!
Quer saber como? 
Entre agora em contato conosco que vamos te explicar!
Fonte: Abrir Empresa Simples
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Saiba mais sobre os prazos para adesão ao Simples Nacional em 2021 e como você pode aderir a ele!

Simples Nacional 2021: Saiba como aderir e quais os prazos

Depois de um ano de muitos desafios para quase todos os setores da economia no mundo, 2021 chega para renovar os ares.

É a hora de se planejar e garantir todos os benefícios tributários para que sua empresa tenha o máximo de lucro este ano.

A manutenção do enquadramento da empresa no Simples Nacional ou a opção por este regime tributário é uma destas estratégias que podem garantir uma grande redução nos impostos pagos mensalmente, ou seja, mais dinheiro no caixa da empresa para outros investimentos ou até mesmo para a retirada dos sócios.
O prazo para solicitar a mudança de sua empresa para o Simples Nacional foi até 31 de janeiro de 2021.

Quer entender o que muda com a opção por este regime tributário e quais são os próximos passos se você perdeu esse prazo? É só continuar lendo este artigo!

Simples Nacional: o que é?

Este regime tributário foi criado em 2006 com o objetivo de incentivar o empreendedorismo no país, reduzindo a carga de impostos e contribuições para micro e pequenas empresas, além de simplificar a entrega de declarações ao governo.
As atividades permitidas para o Simples Nacional são separadas em 5 grupos diferentes, chamados de anexos.
Cada um deles possui uma tabela com alíquotas diferentes que serão utilizadas para gerar o DAS – Documento de Arrecadação do Simples Nacional – da empresa:

  • Anexo 1: Comércio – alíquotas a partir de 4%
  • Anexo 2: Indústria – alíquotas a partir de 4,5%
  • Anexo 3: Serviços – alíquotas a partir de 6%
  • Anexo 4: Serviços – alíquotas a partir de 4,5% – INSS calculado separadamente
  • Anexo 5 – Serviços – alíquotas a partir de 15,5%

Vale lembrar que todas as atividades do anexo 5 podem ser calculadas usando a tabela do anexo 3 nos casos em que o fator “r” atinja 28% ou mais.
O fator “R” é a proporção entre a folha de pagamento dos últimos 12 meses da empresa, incluindo o salário dos sócios, e seu faturamento no mesmo período.

Quando esta divisão atinge pelo menos 28%, a legislação permite que a contabilidade utilize a tabela do anexo 3 com alíquotas a partir de 6%, para o cálculo do imposto.

Se esta conta apresenta um número menor que este percentual, a tabela utilizada será a do anexo 5, com alíquotas iniciais em 15,5%.

Quando posso optar pelo Simples Nacional?

Existem dois momentos nos quais sua empresa pode optar por este regime tributário: na abertura do CNPJ e no primeiro mês de cada ano.
Podem optar pelo Simples Nacional as empresas constituídas como Microempresa – ME ou Empresas de Pequeno Porte – EPP, que não possuam nenhum impedimento previsto na Lei Complementar 123/2006, como por exemplo:

  • possuir uma empresa como sócia no CNPJ
  • possuir faturamento superior a R$ 4,8 milhões ao ano
  • exercer atividade de banco comercial, de investimentos e de desenvolvimento, de caixa econômica, etc
  • constituída como S/A – sociedade por ações

Para empresas já em atividade, optantes pelo Lucro Presumido ou Lucro Real, o prazo para solicitação da opção foi até 29.01.2021, e para as empresas aceitas, o Simples Nacional passou a valer a partir de 01.01.2021.

Já para as empresas que estão começando agora, o prazo para solicitar o enquadramento é de até 60 – sessenta – dias a partir da data de abertura que consta no cartão CNPJ.
Este prazo era de 180 – cento e oitenta – dias para empresas que foram abertas até 31.12.2020, então fique atento ao seu processo de abertura para não perder as datas!
Se a sua empresa já estava incluída do Simples Nacional, fique tranquilo, não é necessário renovar este pedido e ela continua com os mesmos benefícios para 2021.

Como é feita a solicitação? 

A opção pelo Simples Nacional pode ser realizada apenas no mês de janeiro ou na abertura do CNPJ, pela internet, no Portal do Simples Nacional.

Não é possível trocar este regime tributário durante todo o ano-calendário, com exceção de situações que vedem o Simples Nacional como a inclusão de uma atividade não permitida ou ultrapassar o limite de faturamento, por exemplo.
No momento da opção, a empresa declara que não possui nenhuma situação que impede a tributação neste formato e na sequência é realizada uma verificação automática de pendências na Receita Federal, Estadual e Prefeitura.
Não havendo débitos ou qualquer outra situação para regularização, o pedido será deferido.

Perdi o prazo, como posso fazer?

Se a sua empresa é tributada em outro regime, infelizmente será necessário aguardar até o próximo ano para solicitar o enquadramento no Simples Nacional.
O portal não aceita solicitações fora do prazo e seu pedido não será processado para 2021.
Neste caso é importante validar com sua contabilidade, dentro das opções para sua empresa, qual será a mais vantajosa até que o prazo para solicitar o enquadramento para o ano de 2022 se inicie.
Fonte: Jornal Contábil

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Faça sua micro e pequena empresa crescer e vender mais com estas 3 dicas!

Micro e pequenos negócios: Conheça 3 dicas para acelerar sua empresa

Empreender é desafiante e ao mesmo tempo é preciso pensar nas várias etapas do negócio para que tenha um crescimento sustentável.
Acelerar micro e pequenas empresas através da transformação digital pode ser a saída para que o negócio alcance maior público e faça ainda mais vendas no mês.

Como acelerar micro e pequenas empresas?

Acelerar micro e pequenas empresas significa basicamente duas coisas: conquistar novos mercados e vender mais.
Toda empresa inicia suas atividades num mercado inicial, que pode ser o seu bairro, sua região ou cidade.

Porém, somente as grandes empresas ampliam o seu raio de atuação e se libertam da dependência exclusiva de um único tipo de cliente.

3 dicas para acelerar sua empresa

1. Conheça seus concorrentes

Nenhuma empresa conquista um novo mercado sem bater de frente com os concorrentes.

Por isso, para acelerar micro e pequenas empresas é preciso começar com a expansão para um novo perfil de clientes de forma detalhada.
Um exemplo de estudo de concorrência e crescimento de mercado é o planejamento estratégico da líder de transporte urbano Uber.

2. Não descuide da gestão financeira

O crescimento da empresa demandará que a casa esteja em ordem.
Nenhuma empresa com problemas financeiros, falta de controle de caixa ou gestão ineficiente terá um desenvolvimento saudável e de longo prazo.
Antes de pensar em crescer faça a parte burocrática e cuide de suas contas.
Tenha um rigoroso controle de gastos e entradas, um estoque enxuto e uma boa negociação com os seus fornecedores.
É fundamental ainda ter uma reserva financeira, criada ao longo do tempo de operação de sua empresa, destinada apenas para investimentos em aceleração de crescimento.

3. Destaque-se no mercado

O segredo infalível para acelerar micro e pequenas empresas não é uma fórmula mágica.
Nenhuma empresa cresce se não se diferenciar.
Nada atrairá mais clientes e consolidará a empresa no mercado se não for um produto ou serviço diferenciado.

Para isso ouça seu cliente, veja o que as pessoas realmente precisam e não crie apenas mais um produto, mas sim soluções.

Empresas inovadoras estão sempre adiante e possuem taxas de crescimento acima da média.
A regra é estar atento ao mercado e ser capaz de converter a demanda dos consumidores em serviços de qualidade.

Principais aceleradoras no mercado

Hoje, existem diversas entidades criadas justamente com o objetivo de auxiliar empresas a atravessarem esse momento crítico que é o início de sua operação – estamos falando das aceleradoras.
Veja 4 delas:

1. ACE

Foi eleita três vezes consecutivas a melhor aceleradora da América Latina, pelo LatAm Founders, e é considerada a maior aceleradora do país.

2. Artemisia

A Artemisia é uma organização de fomento dos negócios sociais.
Ela tem um programa de aceleração de empresas com duração de seis meses.
Os empreendedores selecionados são desafiados a testar modelos de negócio – operacionais e de receita – e refinar o impacto social de sua solução em um ambiente de cocriação e colaboração com outros empreendedores, mentores, parceiros e investidores da rede Artemisia.

3. Baita

A Baita é uma aceleradora de base tecnológica que trabalha com startups que possuam tecnologias inovadoras em suas áreas de atuação.

4. Liga Ventures

A Liga Ventures é uma aceleradora focada em conectar e gerar negócios entre startups e grandes corporações, através de programas de aceleração temáticos, aceleração de startups internas, programas corporativos de aceleração e sessões de startup matching.

Hoje, desenvolve iniciativas de engajamento com startups para grandes empresas, como Porto Seguro (Oxigênio Aceleradora), AES Brasil, Embraer, Intel, Mercedes Benz, Eaton, Tivit, Ticket Log, Sascar e Webmotors.

Empresas aceleradas que deram certo e resultado

1. Nubank

Nubank está inserida em um dos setores mais prósperos do mercado, mas também com uma forte concorrência: os bancos digitais.
Nos últimos anos, diversas novas startups surgiram nesse segmento.
Criada por David Vélez, em 2012, a Nubank foi pioneira nacional no ramo de serviços financeiros de crédito e banco digital.
A missão da empresa é oferecer uma possibilidade de serviços bancários para os clientes, com isenção de todas as tarifas, ação que revolucionou o mercado financeiro.
Em 2018, a startup alcançou o seu primeiro bilhão de dólares, tornando-se a quarta empresa brasileira a alcançar o status de unicórnio.
Nesse mesmo ano, foi avaliada em US$ 4 bilhões de dólares e atingiu a marca de cinco milhões de clientes

2. Descomplica

Este é um case real de uma startup que foi criada pelo simples desejo de ajudar.
Descomplica é hoje a maior plataforma de educação online do Brasil.
Criada em 2011, pelo professor de física Marco Fishben, o objetivo do projeto era dar aulas divertidas para seus alunos.

Com foco no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a empresa tem diversos professores em seu quadro de funcionários, atuando também com aulas preparatórias para cursos de pós-graduação, concursos públicos e até o exame da Ordem de Advogados do Brasil (OAB).

A startup foi escolhida pela revista americana Fast Company como a terceira empresa mais inovadora da América Latina e a primeira do Brasil.
Além disso, ultrapassou a marca de 32 milhões de visitantes e já recebeu mais de US$ 13 milhões de dólares em aportes de investidores.

3. Magazine Luiza

A primeira unidade da Magazine Luiza surgiu depois que o casal Luiza Trajano Donato e Pelegrino José Donato adquiriram uma pequena loja de presentes denominada “A Cristaleira”, em 1957.
Logo na sua inauguração, os donos criaram projetos de expansão e abriram unidades em outras cidades.
Entretanto, essa rede varejista conseguiu um amplo destaque no mercado quando começou a investir em tecnologia.
A empresa foi uma das primeiras do ramo a implementar um sistema eletrônico em seus pontos de venda (ainda em 1981). Além disso, ela foi pioneira na venda online, no ano 2000.
De acordo com suas próprias informações, suas vendas atingiram R$5,9 bilhões no quarto trimestre de 2018 e o seu aplicativo de vendas tem mais de 26 milhões de downloads.

4. Localiza Hertz

Localiza era uma pequena agência de aluguel de carros em 1973, e seus quatro fundadores compraram seis fuscas usados a crédito para iniciar o negócio.
Seus gestores não se assustavam com recessões financeiras, já que abriram sua primeira filial no ano de 1979.
Para se tornar gigante como é atualmente, foi aplicada a seguinte estratégia de expansão: aquisição de pequenos concorrentes e investimento no franqueamento das lojas.
Hoje, a Localiza é parceira da Hertz, outra grande locadora de veículos e conta com 570 agências espalhadas em 7 países, com uma frota de mais de 185 mil veículos.

5. Cacau Show

Cacau Show foi criada por Alexandre Tadeu da Costa, em 1988, e o fundador usava apenas um fusca para realizar todas as suas entregas.

Ele começou com uma dívida de 500 dólares para suprir as primeiras demandas e hoje, fatura mais de R$2,4 bilhões de reais.
A partir do ano de 2004, o gestor fez um plano de expansão por meio de franquias.
Até o ano de 2009, a Cacau Show teve uma média de 25 unidades inauguradas por mês, sendo que hoje ultrapassa a marca de 1.500 lojas no país.

6. Imaginarium

Imaginarium nasceu em 1985, quando uma arquiteta e um médico começaram a produzir artigos natalinos na garagem da própria residência.
O objetivo do casal era de acompanhar de perto o crescimento de suas filhas e abandonar a intensa rotina de trabalho que viviam.
Desde o começo da empresa, os seus produtos eram bastante criativos e ganharam a atenção dos vizinhos.
Com o transcorrer do tempo, eles conseguiram chamar mais a atenção do público, profissionalizaram a produção e, em pouco tempo, seus bens passaram a ser comercializados em massa nas grandes lojas do ramo.
No ano de 1991, a família se mudou para Florianópolis e criou a Imaginarium.
Em apenas 4 anos a organização já tinha 15 franquias no país.
Hoje, ela tem 192 lojas e é referência no seu mercado de atuação.

Aceleração de negócios

Se você chegou até aqui, já percebeu que acelerar micro e pequenas empresas pode trazer mais visibilidade e alcance para os negócios.
Pensando nisso, a melhor saída sempre será planejar e realizar todos os processos, desde a abertura até às estratégias de crescimento de maneira organizada.

Dessa forma, os resultados com certeza serão mais efetivos.

Fonte: Jornal Contábil

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Conheça as áreas de atuação e habilidades de um(a) contador(a) para o sucesso de sua empresa!

Confira as principais áreas de atuação do contador

O ramo da contabilidade está presente em todos os setores de uma empresa, a maioria das pessoas não sabem, mas são várias áreas específicas.
Na matéria de hoje vamos mostrar algumas áreas de atuação do contador.  Continue conosco e fique por dentro.
Como mencionamos acima, existem áreas da contabilidade que são bastante específicas, este ramo está sempre em constante evolução. Confira no nosso texto abaixo as áreas da contabilidade.

Análise contábil 

Este ramo da contabilidade é uma das mais complexas, pois, este profissional é responsável pela verificação das demonstrações contábeis e dos relatórios financeiros empresariais.

É através da análise contábil que é possível verificar as informações detalhadas para os administradores. Com isso fica mais fácil ter uma visão mais ampla para as decisões que vão acarretar no desenvolvimento da empresa.

Auditoria contábil

Esta área é um pouco mais leve, o profissional que atua neste ramo, trabalha diretamente com a verificação dos processos aplicados em todos os controles, amparando e verificando os procedimentos para se certificar que foram feitos dentro do que determina a legislação. Quem opta por esta área, atua de forma mais flexível.

A auditoria contábil tem o objetivo de analisar as finanças empresariais, verificar registros e identificar falhas de gestão.

Contabilidade pública

Para esta área o profissional precisa ser muito estudado, pois, este ramo vai   exigir muito dele, ele deve fazer formas de gerenciamento da melhor maneira para   atender às necessidades da população, logo a responsabilidade se tornar bem maior.

Consultoria Financeira

Este ramo possibilita a consultoria financeira, este profissional tem a autonomia de analisar contas e lançamentos, possibilitando a escolha das melhores alternativas, seja para os profissionais autônomos quanto para empresas ou órgãos públicos.

Controller

Este profissional é um dos mais diferenciados do mercado financeiro, para atuar nesta área é necessário ter conhecimentos aprofundados de contabilidade e finanças. Este profissional vai atuar sobre a responsabilidade da administração sobre as questões financeiras e tributárias

Direção empresarial

Esta área quer que o profissional se empenhe a profundos conhecimentos sobre finanças e controles contábeis para poder tomar melhores decisões na empresa.

Perícia contábil

Como mencionamos acima, algumas áreas da contabilidade exigem muito conhecimento profissional e uma delas é a perícia contábil, este profissional é responsável pela apuração e pela análise de utilização dos recursos e também pode aplicar seus conhecimentos em processos judiciais, isso é importante para solucionar conflitos e litígios.

Gestão Financeira

Esta área atua em órgãos públicos e entidades do terceiro setor, esta área é um leque que oferece muitas oportunidades, que atende necessidades específicas, entre outras.

Gerência financeira

Esta área é responsável por analisar relatórios e interpretar dados das demonstrações contábeis. Esta função exige que o profissional esteja sempre atualizado sobre a legislação fiscal e tributária.
Fonte: Jornal Contábil

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Evite estes problemas com a apresentação de um atestado médico falso!

Saiba quais as consequências de apresentar um atestado falso para empresa

Advogado trabalhista esclarece as principais dúvidas de empresários e trabalhadores sobre apresentação de atestado médico e validade do documento.

O atestado médico garante ao trabalhador o abono do dia ou das horas de afastamento do serviço, sendo concedido para justificar a ausência da empresa. No entanto, no Brasil, existem diversas clínicas que forjam e vendem estes documentos.
Prova disso é que, de acordo com pesquisa divulgada em 2020 pela Fecomércio/GO, cerca de 30% dos atestados emitidos no Brasil, são falsificados. Por um lado, empregados que não sabem se podem ou não ser demitidos, e do outro, patrões que não conseguem identificar a veracidade do documento.
Por esse motivo, o advogado André Leonardo Couto, especialista em Direito do Trabalho e gestor da ALC Advogados, explica, que dentro da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) , existem hipóteses sobre a utilização do atestado como forma de comprovação da ausência, por isso, ele elucida algumas informações sobre o tema.
De acordo com o advogado, quem está de atestado médico não pode ser demitido pela empresa em que trabalha, até porque, dependendo da patologia, pode ter relação com o próprio serviço desempenhado pelo empregado internamente.
“Ele não pode ser demitido quando estiver de atestado, já que no período o contrato está interrompido ou suspenso. O empregado não pode sofrer qualquer tipo de penalidade, valendo lembrar que, o atestado médico é fornecido quando o empregado está acometido de patologia incapacitante, geralmente de cunho temporário. Assim, as patologias que podem ensejar o atestado médico podem ser tanto as de cunho ocupacional, que são as relacionadas ao trabalho, como, também, as decorrentes de doença comum”, explica Couto.

Há limite de atestados para empresa?

Segundo o especialista, não existe um limite de atestados que uma empresa deve aceitar. No entanto, se o empregador entender que existe um abuso na quantidade de atestados entregues pelos funcionários, eles poderão sofrer uma validação do departamento médico.
“O certo é que não existe um limite de atestados médicos que pode ser entregue por um funcionário. Todavia, se a empresa entender que está tendo abuso na apresentação dos atestados médicos durante um certo período, ela pode criar um regulamento interno, onde todos os atestados médicos, por exemplo, apresentados, serão validados pelo seu departamento médico, ou seja, o médico do trabalho”, afirma o advogado.
Para André Leonardo Couto, se uma empresa quer ter mais segurança quanto aos atestados médicos recebidos, deve-se contratar um médico do trabalho conveniado. “É um profissional que vai ajudar a criar um regulamento para validar todos os atestados médicos apresentados pelos funcionários. Essa é uma boa saída para evitar problemas”, sugere o advogado.
Caso haja suspeita de que o empregado pegou o atestado para passear ou viajar, o advogado ressalta que o gerente ou mesmo dono da empresa, pode acompanhar as redes sociais desse colaborador para saber se houve repouso médico de verdade. Para ele, isso não se configura em invasão de privacidade, já que a rede social é pública.
“Vale dizer que as redes sociais são uma plataforma aberta de acesso amplo a todos. Ou seja, isto leva a conclusão de que tudo o que for publicado é suscetível de ser conhecido por todos, pois mesmo que o perfil esteja definido como privado, nada impede a quem tenha acesso autorizado de copiar conteúdos e enviá-los à terceiros”, diz o advogado André Leonardo Couto.

Recusa de atestado e desconto

Existem empresas que recusam o atestado médico por acharem que o funcionário está bem de saúde e mentindo. Para o especialista, a empresa pode recusar mesmo, mas desde que haja uma comprovação de uma junta médica.
Quanto ao desconto de horas de forma errada, ele lembra que se o funcionário for lesado após entregar um atestado verdadeiro, poderá acionar o Poder Judiciário.
“Claro que a empresa pode recusar um atestado. No entanto, desde que seja comprovado por uma junta médica ou pelo seu médico do trabalho conveniado que a patologia é inexistente e/ou não é incapacitante. Quantos às horas descontadas de forma errada pela empresa, o funcionário que for lesado deverá formalizar expressamente uma reclamação diretamente na empresa e se não surtir efeito, recorrer ao à Justiça do Trabalho. Caso a empresa venha a comprovar que um atestado médico apresentado é falso, ou seja, não emitido pelo médico signatário do referido documento, o empregado pode sofrer dispensa por justa causa, além de demais penalidade legais”, conclui o advogado André Leonardo Couto.
Fonte: Contábeis

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As duas técnicas indispensáveis para apurar melhor a performance das empresas

Balancete e conciliações: o que você precisa saber sobre o assunto?

Balancete e conciliações são duas das principais técnicas utilizadas por empresas contábeis para apurar a performance financeira de seus clientes.

Balancete e conciliações são duas das principais técnicas utilizadas por empresas contábeis para apurar a performance financeira de seus clientes. Ambos caminham de mãos dadas, portanto, tomados isoladamente deixam de fazer sentido ou, no mínimo, de ser confiáveis. Afinal, em contabilidade não basta apenas lançar as operações financeiras nos respectivos livros de registro.
Para além da função “cartorial” da profissão, é fundamental que esses lançamentos sejam fidedignos, ou seja, reflitam a realidade com 100% de precisão. Dessa forma, profissionais do ramo devem conhecer pelo menos os conceitos básicos sobre essas duas atividades, conforme vamos mostrar a seguir. Acompanhe com atenção!

O que é balancete?

Um balancete é uma espécie de relatório contábil no qual uma empresa registra suas operações na forma de custos, despesas e receitas. Ele deve ser estruturado no conhecido método de partidas dobradas, em que ativos são listados do lado esquerdo e passivos em uma coluna à direita. Cabe ressaltar que balancete não é a mesma coisa que balanço patrimonial (BP). A diferença, nesse caso, está na obrigatoriedade.
Por lei, toda empresa legalmente constituída no Brasil — exceto MEI — deve elaborar seu respectivo BP para fins tributários. Em geral, esse documento contábil engloba todas as operações do exercício fiscal. Já o balancete, embora tenha a mesma estrutura do balanço, diz respeito a períodos de tempo menores.
Ele serve como instrumento de controle não obrigatório, pelo qual uma empresa pode documentar e analisar sua performance financeira ao longo de um mês, por exemplo.

O que são as conciliações na contabilidade?

Há diversos termos da contabilidade em comum com atividades financeiras e de vendas. Um deles é a conciliação, expressão que também é usada em processos de conciliação de cartão de crédito. Semanticamente, ambos os termos têm sentidos idênticos. Portanto, em qualquer um dos casos eles se referem ao procedimento de checagem de contas para sua posterior validação ou não. Digamos que, em um balancete, a empresa verificou que, no dia 27 de janeiro, houve o lançamento de uma venda em um valor acima do esperado. Para assegurar que essa rubrica diz respeito a uma venda de fato é preciso apurar todas as informações que possam confirmar isso. Data da operação, nota fiscal e o saldo bancário devem ser conciliados de maneira a confirmar que esse lançamento é real (ou não).

Qual é a importância de se fazer balancete e conciliações?

Pode parecer preciosismo, mas balancete e conciliações são muito mais do que simples formalidades. Isso porque no dia a dia de uma empresa, principalmente as de médio e grande porte, a falta de controle é uma perigosa porta de entrada para fraudes e desvios. Diante desse risco, somente a averiguação minuciosa das contas por meio desses instrumentos garante a lisura dos processos contábeis. Casos reais não faltam para ilustrar que, sem métodos de controle, uma empresa pode amargar prejuízos milionários. Um deles aconteceu há alguns anos no Estado do Paraná, em que um auxiliar administrativo conseguiu desviar do caixa da empresa mais de R$ 1 milhão durante 10 anos. A fraude só foi descoberta depois que a contabilidade verificou um rombo nas contas ao consolidar o balanço patrimonial.

Como fazer uma conciliação contábil?

De certa forma, a conciliação contábil é como manter “um olho no padre, outro na missa”. Ela é um meio de conferência para assegurar que tudo que constar no balancete faz parte das operações da empresa. Considerando que essa pode ser uma atividade relativamente complexa e trabalhosa, o melhor a fazer é planejá-la. Com o tempo, sua empresa terá muito mais controle sobre as contas e poderá até aperfeiçoar a conciliação — aplicando, por exemplo, sistemas ERP e softwares desenvolvidos com essa finalidade. Veja a seguir como começar do jeito certo!

Tenha instrumentos de controle

O pontapé inicial da conciliação contábil deve ser dado pela aplicação do controle das finanças. Isso implica cuidar do registro do fluxo de caixa, por onde todas as despesas e receitas da empresa devem passar. Também precisam ser tomados como instrumentos de controle o acompanhamento dos juros sobre empréstimos, vendas a prazo e outros pagamentos recorrentes. O mais importante é que nenhuma entrada e saída financeira passe em branco. Para isso, vale investir em um sistema contábil que permita automatizar parte das rotinas na hora de fazer esses lançamentos. Considere que, quanto menos a mão humana intervir na hora de lançar e calcular valores, menos riscos ocorrerão de erros e imprecisões.

Relacione todas as contas

É muito comum que uma empresa tenha mais de uma reserva financeira, ainda mais quando se trabalha com vendas online. Um exemplo são os e-commerces que, além das contas bancárias, mantêm valores em carteiras digitais ou plataformas de pagamento eletrônicas. Essas contas devem ser todas listadas para que, na hora da conciliação, possa ser verificada a origem e o destino dos valores lançados no balancete. Da mesma forma, devem ser lançados juros incidentes sobre o uso dessas contas, bem como as taxas cobradas e eventuais tarifas.

Estipule um período

Diferentemente do BP anual, o balancete deve ser utilizado enquanto instrumento de controle para períodos mais curtos. Por outro lado, como definir um período que não seja curto demais a ponto de ocupar muito tempo em sua elaboração? Depende. Para empresas com muitos lançamentos diários, talvez seja melhor “picar” os registros, recorrendo a formatos como o balancete dinâmico. Por essa técnica, a documentação acontece em tempo real, fornecendo uma prova diária de todas as transações realizadas. O mais comum, entretanto, é que o balancete seja feito a cada 30 dias como forma de consolidar as operações ao longo do mês.

Faça o comparativo

Uma vez que tudo está lançado, é hora de fazer a conciliação, analisando os dados relativos às entradas e saídas das fontes dos recursos e das contas bancárias. Por ser uma etapa bastante minuciosa, é recomendável que seja realizada com auxílio de um sistema ERP ou um software de gestão contábil.

Corrija e apure os erros

O trabalho não termina quando o balanço está concluído. Esse é um documento muito importante porque também serve para balizar a tomada de decisão. Nesse aspecto, ele pode apontar possíveis falhas operacionais e estratégicas que estejam refletindo na performance contábil ou mesmo fraudes e inconsistências. Tenha balancete e conciliações como um retrato fiel da sua realidade financeira e, com o tempo, você verá que as decisões baseadas nesse registro tendem a ser mais certeiras. Afinal, só se gerencia o que se mede, certo? Aproveite para assinar a newsletter da Alterdata e receber conteúdos como este em seu e-mail!

Fonte: Contábeis

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