Reforma do IR: o que você precisa saber?

Confira as possíveis mudanças com a Reforma do IR

Saiba o que pode mudar na nova Reforma do IR
Com as novidades e alterações amplamente divulgadas, a nova Reforma do IR prevê ajuste na tributação do aluguel de ações.
O novo texto da Reforma do IR prevê redução na carga tributária das empresas, em grande  escala, o que gerou críticas de todo o setor empresarial – bem como dos Estados e seus municípios.
Com isso, acompanhe em nosso artigo os assuntos e possíveis mudanças que estarão em votação.
Para isso, esperamos que continue conosco até o final e tenha uma ótima leitura!

Reforma do IR – o que irá mudar

A nova proposta para a Reforma do Imposto de Renda é de que o recolhimento do IR sobre os dividendos nas operações de aluguel seja feito na fonte, de maneira similar ao que já ocorre na distribuição de proventos – como o Juros sobre Capital Próprio (JCP).
A finalidade da proposta é evitar que o aluguel de ações sejam utilizados como meios de planejamento tributário, visando reduzir os impostos a serem pagos.
Em meio a polêmicas, alguns fatores referentes à Calculadora de Imposto de Renda e os lucros e dividendos irão mudar – caso a mudança seja aprovada em votação.
Confira abaixo algumas dessas alterações em cada caso:

  • Calculadora do Imposto de Renda: como Pessoa Física, o contribuinte terá que informar dados como renda tributável mensal, se está apto a fazer declaração simplificada ou não, seus dependentes, gasto mensal médio com saúde e educação, bem como contribuição ao INSS e para a previdência privada.

No caso de Pessoa Jurídica, será necessário colocar o tipo da empresa, regime tributário, receitas e despesas, além da atividade exercida pela empresa, número de sócios e o percentual de distribuição do lucro entre eles;

  • Lucros e dividendos: empresas enquadradas no sistema tributário Simples Nacional ficarão isentas de lucros e dividendos – visto que, como não haverão alterações nesse regime, a calculadora não faz simulações para esse tipo de empresa.

Diante de todas as mudanças, muitas críticas estão sendo feitas e, ainda assim, a votação está mantida para esta quarta-feira.

Altas críticas para as mudanças da Reforma do IR

A partir do momento em que foi divulgado o novo texto da Reforma do Imposto de Renda, muitas empresas, assim como Estados e seus municípios passaram a criticar e ser contra as mudanças relatadas.
Devido a uma redução significativa na carga tributária – algo em torno de R$ 58 bi – as entidades empresariais rejeitam o parecer do deputado Celso Sabino, relator da Reforma do IR.
Com alegações de que essa mudança afetará em seus impostos, de maneira crescente, muitas empresas e empresários contrariam o que está sendo proposto no texto.
Quanto aos Estados, a alegação é de que perderão uma quantia de R$ 27,4 bilhões em suas receitas – o que, certamente, impactará em algumas questões.

A importância da contabilidade

Contar com o suporte adequado para resolver questões tributárias é essencial.
Uma contabilidade especializada possui a expertise necessária para que você tenha ciência de tudo o que está acontecendo, além de proporcionar tranquilidade.

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Fonte: Abrir Empresa Simples
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Entenda a importância da gestão financeira antes de abrir a sua empresa!

Gestão financeira é primordial para quem está abrindo um negócio

O controle das finanças só se evidência quando o negócio começa a desandar e, em muitos casos, quase à beira da falência.

Ao abrir um negócio, o empreendedor geralmente fica atento em como se diferenciar no mercado para atrair mais clientes e obter lucro.

Muitos investem tempo e recursos para aprenderem em como vender mais, que é o objetivo de todo empreendimento, porém a área financeira geralmente fica à deriva.
O controle das finanças só se evidência quando o negócio começa a desandar e, em muitos casos, quase à beira da falência.
Há casos em que o negócio está em crescimento, ganhando mais dinheiro, mas as contas não fecham no final do mês e isso acontece exatamente pela falta de conhecimento da gestão; não ter controle do que entra e do que sai de dinheiro, mesmo quando parece que o negócio vai bem, é como dirigir um carro em alta velocidade no escuro.
Segundo Aleksander Avalca, sócio-fundador da 4blue, empresa especialista em finanças para médios, micros e pequenos empreendedores, geralmente esse empresário só busca por planejamento financeiro quando o seu negócio não vai bem.

“Entre todos os nossos clientes, a maioria nos procurou para resolver os problemas e não para preveni-los. Entre as mais de três mil pessoas atendidas por nós, menos de 5% veio até a 4blue quando abriu a empresa para ter um direcionamento em como administrar seus negócios de maneira mais eficiente”.

Com o advento do novo Coronavírus então, esses problemas se multiplicaram, fechando milhares de empresas.
Um levantamento feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo – FecomercioSP, divulgado no início de julho, informa que 63% das empresas viram o seu faturamento cair desde o início da pandemia.

Outra pesquisa, da Serasa Experian, informa que de janeiro a abril de 2021 foram 139 mil micros e pequenas empresas que faliram.

A vulnerabilidade que a pandemia trouxe, por exemplo, afirma que os empreendedores precisam aprender desde a abertura de seu negócio sobre ter reservas para conseguir superar imprevistos, sejam eles causados tanto por uma pandemia, como por crises econômicas, familiares e pessoais.
“Principalmente o micro e pequeno empreendedor precisa ter recursos guardados para eventualidades ao abrir uma empresa. Sempre alertamos em nossas consultorias sobre isso. Ao começar um negócio, em alguns casos, o retorno vem só após dois anos”, informa Avalca.
Precificação certa, pequenas economias que geram grandes valores no final de um ano, controle correto de estoque, negociação de pagamentos com fornecedores e não misturar dinheiro pessoal com o da empresa são pontos fundamentais que esse novo empresário precisa conhecer ao iniciar no mundo do empreendedorismo.

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Recibo para prestador de serviços: confira modelos para utilizar!

Confira alguns modelos de recibo para prestador de serviços

Os recibos para prestadores de serviço, apesar de documentos simples, têm a finalidade de comprovar que uma dívida foi paga.

Os recibos para prestadores de serviço, apesar de documentos simples, têm a finalidade de comprovar que uma dívida foi paga e que você recebeu pelo serviço que foi contratado.

Para quem prestou o serviço é uma forma de documentar e organizar os recebimentos e, para quem contrata, a comprovação do pagamento.

Os recibos, normalmente, são usados para pequenos serviços que envolvem valores baixos e só podem ser emitidos por quem trabalha por conta própria.

Quando é necessário emitir um Recibo?

É necessário emitir um recibo em todas as situações em que um pagamento for realizado para alguém.
Para que tenha valor precisa ser assinado pelo prestador do serviço, a pessoa a quem o pagamento foi entregue.
Conheça bem as atividades que desempenha no consultor de CNAEs e escolha aquela que melhor se enquadra na sua necessidade.
Este serviço pode ser desde um pequeno conserto, até honorários advocatícios pela defesa de uma causa, entre várias outras situações.
Qualquer serviço prestado pode ser reconhecido através de um recibo.

Recibo é o mesmo que nota fiscal?

Não. A nota fiscal é um documento contábil oficial que comprova a prestação de um serviço, mas não necessariamente um pagamento.
Em alguns casos, notas fiscais acabam servindo como comprovantes de pagamento também, pois há empresas que só emitem ou entregam a nota fiscal após o serviço ser pago. Porém, são dois documentos diferentes.
Precisa emitir notas fiscais? Então você precisa de um CNPJ. Algumas atividades são permitidas para MEI, mas outras não.
Neste segundo caso, o importante é abrir seu CNPJ com suporte técnico especializado para que desde o início você não tenha problemas.

Qual modelo é o mais correto para Recibo?

Existem modelos de recibos prontos que podem ser encontrados em papelarias ou na internet. Neles, basta preencher os campos em branco com os dados necessários.
Outra opção, se você não quiser utilizar um modelo pré-existente, é produzir o seu próprio recibo conforme abaixo os principais passos para criar o seu próprio recibo.

Sugerimos que você mantenha um nome padrão e faça cópias nomeadas, cada vez que for utilizar o modelo.

Dessa forma você mantém sempre o arquivo original no seu Drive e o histórico dos recibos emitidos.
Lembre-se que ele só tem validade se tiver com os dados corretos e que você colha a assinatura do tomador do seu serviço.

Etapas de elaboração de um Recibo

1. Dê um nome ao documento

Coloque um nome no cabeçalho da folha em branco: “Recibo”, “Recibo de pagamento”, ou “Declaração de pagamento”.

2. Descreva o recebimento

Agora você vai precisar discriminar o serviço que de quem vai receber o valor (pagamento). a dica é escrever como se fosse a própria pessoa que recebeu o dinheiro:
“Eu, __________ (insira o nome da pessoa que recebeu o pagamento), recebi de ___________ (nome da sua empresa ou da pessoa que realizou o pagamento) a importância de _________ (valor pago), pelos serviços de ___________________ (descreva o fato ou serviço que está sendo pago).”
Se você julgar importante, descreva também no documento.
Por exemplo: tratando-se de pagamento que está sendo feito de forma parcelada, pode-se especificar o número da parcela paga.

3. Valores em números e por extenso

Para sua segurança e de quem está recebendo é sempre recomendável que após o valor numérico, seja escrito o valor por extenso — por exemplo, R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais).
Segundo a legislação brasileira, nos casos de divergência entre o valor numérico e o escrito por extenso, prevalece o descrito por extenso.
Para evitar problemas advindos de erros de digitação, tome esse cuidado.

4. Não esqueça do local, data e assinatura

Para que seu recibo esteja completo, é importante, ao datá-lo, colocar o local que o serviço foi prestado com a cidade e o estado, além do espaço para assinatura.
Sempre inclua uma linha com espaço que caiba uma assinatura e abaixo coloque o nome completo da pessoa que recebeu o pagamento, com seu CPF. Depois disso, peça a assinatura dela.

Mas o que falamos acima é o mínimo que um recibo deve ter. Nada impede que, de acordo com as demandas e entregas, você adapte o modelo e passe a utilizar o que faz mais sentido ao seu serviço.

O importante é o conteúdo: um recibo deve sempre conter a identificação das partes (pagador e recebedor), do valor pago, do serviço, o local, a data e a assinatura de quem recebeu o pagamento.

Exemplo de recibo simples de prestação de serviço

Você pode encontrar modelos prontos, em papelarias, ou digitar o seu próprio recibo. Todo recibo deve ter um título destacado, identificando claramente sua função.
O título pode ser “Recibo”, “Recibo de pagamento” ou “Declaração de Pagamento”. Depois, você descreve o recebimento com os dados completos  de quem recebeu e de quem pagou, desta forma:

Recibo de pagamento

Eu, (nome do recebedor), inscrito(a) no CPF sob o nº (informar), recebi de (nome de quem realizou o pagamento), inscrito(a) no CPF sob o nº (informar), a importância de R$ XXX,XX (valor por extenso), pelos serviços de (descreva o serviço), não restando nenhum pagamento pendente.
(Localidade), (dia) de (mês) de (ano).
(assinatura)
(nome do recebedor)
Além das informações básicas, você pode incluir outras informações se achar importante como, por exemplo, o número da parcela que está sendo paga, caso o pagamento seja feito de forma parcelada. Outro uso muito comum dos recibos é para o pagamento de mão de obra, normalmente associada a trabalhos pesados, como construções e reformas.
Veja um exemplo:

Recibo de pagamento de mão de obra

Eu, (nome de quem recebe), inscrito(a) no CPF sob o nº (informar) e no RG nº (informar), recebi de (nome de quem paga), inscrito(a) no CPF sob o nº (informar) e no RG nº (informar), a importância de R$ XXX,XX (valor por extenso), referente ao pagamento de serviços de mão de obra relativos a (informe o serviço que foi realizado).
(Localidade), (dia) de (mês) de (ano).
(assinatura)
(nome do recebedor)
E então está por dentro? Recibos são muito menos complexos do que notas fiscais que tem alinhamento direto com a Receita Federal e um processo interligado muito maior.

O RPA –  Recibo de Pagamento Autônomo

Sempre que uma organização contrata o trabalho de um profissional autônomo ou freelancer sem CNPJ, ela deve emitir um RPA para registrar os valores pagos e recolher os devidos impostos.

O RPA substitui a nota fiscal de serviços quando o prestador não possui empresa aberta e não deseja emitir nota avulsa na prefeitura. Este documento serve como comprovante da contratação e garante que o trabalho foi executado de forma legal, esporádica e sem vínculo empregatício.
A responsabilidade pela emissão do RPA é sempre da empresa contratante, e ela deve recolher os impostos que se aplicam ao recibo, descontando as alíquotas do valor pago ao trabalhador.
A vantagem desse tipo de recibo é a regularização do serviço prestado, tanto para o contratante quanto para o prestador de serviço. Entretanto, o  serviço tem que ser esporádico para não caracterizar vínculo empregatício.

O que é descontado no RPA?

O primeiro valor descontado é o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), que depende do valor total do serviço e segue a tabela de contribuintes individuais e suas alíquotas.
Outro imposto que também é descontado é IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte), que, por sua vez, também deve acompanhar a tabela para incidência mensal, conforme faixa salarial.
E, por fim, o ISS (Imposto Sobre Serviços), cuja alíquota varia entre 2 e 5% dependendo do município onde o serviço foi prestado.
Nossa! Tudo isso para calcular? Sim, mas temos uma ótima notícia. Você não precisa calcular “na mão” os descontos das RPAs que emite.
Consulte a  calculadora de RPA para Autônomos 2021 que a Contabilizei disponibiliza gratuitamente para você. Aproveite e compare com os impostos pagos se você tiver um CNPJ e optar pelo Simples Nacional, por exemplo.

O recibo pode ser feito à mão?

Sim, se você não tiver condições de imprimi-lo, pode fazer à mão. O importante é que constem os dados completos e o recibo esteja assinado.
Tanto para recibos impressos quanto para manuscritos,  é recomendável fazer duas vias – uma para quem recebe e outra para quem paga.
Já se você tem uma empresa e precisa formalizar a contratação de uma pessoa física para prestar serviços, o mais recomendado é a emissão de um RPA.

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Empresas devem se preparar para as obrigações financeiras de final de ano

Empresas devem se preparar para as obrigações financeiras de final de ano

No final do segundo semestre empresários devem arcar com obrigações trabalhistas e despesas extraordinárias; confira quais são.

Já é conhecido pelo empreendedor que o custo de um funcionário vai muito além do seu salário mensal, e o final do ano agrava essa situação, trazendo despesas e obrigações financeiras a mais e que, sem o devido planejamento, podem prejudicar todo o andamento da empresa.
Com a previsão do fluxo de caixa, controlando as entradas e saídas dos próximos meses e possuindo reservas para emergências, o empregador ficará preparado para lidar com as demandas extraordinárias e também com as previstas, como o 13º salário e possíveis desligamentos na equipe.

Confira quais são os principais gastos com o funcionário no final de ano

13º salário
Uma das principais e maiores responsabilidades previstas para o fim do ano é o 13º salário e os encargos trabalhistas desse pagamento. O valor do 13º corresponde à soma de 1/12 do salário de cada mês trabalhado ao longo do ano, variando de acordo com o registro em carteira do colaborador.
Horas extras, adicionais noturnos, bônus e comissões também devem ser considerados no 13º, que pode ser pago em uma única cota ou em duas parcelas.
Acerto de férias coletivas
Oferecidas simultaneamente aos trabalhadores, normalmente durante natal e ano novo, com no mínimo 10 dias de duração, sobre as férias coletivas incide também o pagamento a mais de  ⅓ do salário correspondente ao tempo de férias.
Caso a empresa opte pelas férias coletivas, esse pagamento deve ser feito a todos os funcionários de uma só vez, gasto que deve ser estimado e programado.
Distribuição de lucros
Negócios que optam pela distribuição de lucros entre funcionários e sócios não tem uma data obrigatória para realizar essa divisão, mas caso seja feito nesse período, é mais um cálculo para a conta de final de ano.
Benefícios extras
Algumas empresas optam por realizar festas de final de ano, confraternizações, jantares e outros eventos para reunir a empresa e agradecer pelo ano.
Cestas básicas ou que ofereçam kit ceia de natal e outros são gastos que devem ser planejados e colocados na conta de final de ano.
Fonte: Contábeis
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Possível prorrogação de 60 dias do Pronampe pode beneficiar o seu negócio

Pronampe: mais R$ 5 bilhões podem ser destinados ao programa

MP 1.053/2021 libera dinheiro do Fundo Garantidor de Operações (FGO) ao programa que destina crédito para micro e pequenas empresas.

O presidente da Mesa do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco, prorrogou por 60 dias a vigência da MP 1.053/2021, que perderia a validade na próxima semana.
A medida libera mais R$ 5 bilhões do Fundo Garantidor de Operações (FGO) ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) .
A medida provisória aguarda deliberação na Câmara e também precisa passar por votação no Senado. O ato de Rodrigo Pacheco foi publicado nesta sexta-feira (6), no Diário Oficial da União.

Pronampe

No caso das microempresas que têm faturamento de até R$ 360 mil, o empréstimo pode ser de até R$ 108 mil. Nas pequenas empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões, o empréstimo pode ser de até R$ 1,44 milhão.
Uma das vantagens do Pronampe é que o governo se torna um avalista do empresário, oferecendo garantias para facilitar o acesso das empresas a empréstimos. Segundo dados do Ministério da Economia, em 2020 o Pronampe atendeu 517 mil empresas, liberando R$ 37,5 bilhões.
Fonte: Contábeis
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