por Marketing CCR | jan 4, 2022 | Gestão tributária, Reforma Tributária
Nesse artigo você vai entender quais são as previsões de reformas e mudanças na legislação que podem impactar a seara econômico-tributária.
Sempre que um novo ano se aproxima, até como forma de estarmos mais bem preparados para os desafios que se avizinham, é normal nos enchermos de crença e de esperanças de que tudo irá melhorar. E essa postura acaba nos fortalecendo para o embate.
A despeito desse otimismo e sem querer estragar as perspectivas para o ano novo, na seara econômico-tributária, vejo muitos motivos para preocupação.
Não devemos nos esquecer de que 2022 será um ano eleitoral, no qual a queda de braço será muito intensa e isso, sem nenhuma dúvida, causará um impacto muito grande naquilo que será priorizado, aprovado ou rejeitado no Congresso.
Com essa situação muito clara, não dá para esperar que reformas estruturais venham a evoluir. A reforma tributária, que subiu no telhado em 2021, muito provavelmente não descerá em 2022.
E pior: como, indevidamente, o governo colocou a correção da tabela no escopo da reforma, é provável que nem isso seja tratado. Reforço que a correção da tabela, congelada desde 2016, não passa de obrigação do governo para impedir que a pessoa física sofra um aumento em sua carga tributária.
Muitos dos novos declarantes obrigados à entrega da Declaração de Ajuste Anual estão nessa situação pela ausência da correção da tabela, e todos nós estamos pagando mais imposto de renda pelo mesmo motivo.
Em meu artigo anterior, falei de um estudo da USP que buscou medir o quanto, politicamente, existe a preocupação em se buscar a justiça fiscal e, em consequência, a justiça social através das mudanças no Imposto de Renda da Pessoa Física. Recomendo a leitura do artigo e do próprio estudo que, nesta fase inicial, tem apenas 14 páginas.
Além disso, não podemos esquecer que o monstro da inflação voltou a mostrar suas garras com bastante força, e os aumentos seguidos da taxa básica da economia, a SELIC, demonstram essa preocupação. Claro que tudo isso vai gerar, em todas as esferas do governo, uma preocupação constante com o risco inflacionário que, inegavelmente, bate à porta, com insistência.
Sintonizado o inegável cenário não muito animador para 2022, é hora de buscar algumas proposituras e julgamentos que poderão ocorrer no próximo ano e destacar aquilo que já saiu em 2021.
Como, por dever de ofício, monitoro o que tramita nas casas legislativas e também no judiciário com potencial de afetar a situação tributária das pessoas físicas, compartilho alguns assuntos que, entendo, sejam de interesse.
Em junho deste ano, tivemos a publicação do decreto que promulgou o acordo internacional para se evitar a bitributação entre Brasil e Suíça. Com esse acordo, passamos a ter 35 países nos quais se busca excluir a bitributação entre seus cidadãos, além de tratamento de reciprocidade, com efeito semelhante, com Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido.
Começando pelos projetos legislativos, cito o que foi aprovado no Senado em agosto passado, de autoria do senador Romário (PL-RJ), que prevê a dedutibilidade do imposto de renda das doações efetuadas aos fundos dos direitos das pessoas com deficiência, nos mesmos moldes do que já ocorre hoje com as doações para os fundos de atenção à criança e ao adolescente e também aos fundos dos idosos.
A partir de um recurso apresentado, o projeto volta à apreciação do plenário e, se aprovado, seguirá para a Câmara.
Outro projeto que impacta o Imposto de Renda da Pessoa Física, também apresentado no Senado Federal e que ainda não foi apreciado, é o de autoria do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), que propõe a isenção da tributação para a remuneração de professores.
Além de representar renúncia fiscal nova, esbarra em alguns princípios norteadores do imposto de renda presentes na Constituição Federal e no Código Tributário Nacional, e, muito provavelmente, será engavetado ou rejeitado.
Já em termos de decisões da justiça, temos destaque para o famoso tema 808, que teve decisão final do STF em 15 de março deste ano, com repercussão geral e que sacramentou que não incide imposto de renda sobre juros recebidos sobre verbas salariais pagas em atraso, administrativamente ou por ações judiciais.
Na mesma linha, o STJ decidiu que não incide imposto de renda sobre juros pagos por atraso no pagamento de benefícios previdenciários.
E finalizando, para que nossa conversa não fique muito extensa, cito uma regulamentação por parte da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que esteve sob consulta pública até 15 de outubro passado e deverá ter a resolução publicada no início do próximo ano.
A regulamentação elimina a exigência de registro na CVM do chamado INR-PN, investidor não residente, pessoa natural, ou seja, as pessoas físicas que hoje não estão impedidas de investir no país, quando saem em caráter definitivo, mas encontram dificuldades em virtude das exigências existentes, entre elas esse registro que deverá deixar de existir. Vamos acompanhar e voltar ao assunto, se necessário.
E que venha 2022! E que possamos estar juntos, falando de Imposto de Renda da Pessoa Física e de outros assuntos tributários. Valeu!
Fonte: Contábeis
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | jan 3, 2022 | Estética visual, Gestão Empresarial
Estética visual e afetiva para empreender
A uniformidade das práticas reforça a identidade do negócio
Uma empresa vistosa é o sonho de muitos empreendedores e donos de lojas e prestadores de serviços. Por isso, setores, mesmo aqueles que já prestavam elevados níveis de excelência em atendimento, comunicação e relacionamento com os clientes, passaram nos últimos anos a investir na impressão visual que podem ainda causar em seus potenciais clientes.
Assim, empresas de consultoria e design, especialistas em moda, identidade visual, design de interiores e urbanismo, viram nos últimos anos a demanda por seus serviços aumentarem. Isso porque ciências como economia comportamental, neurolinguística e os próprios estudos de mercado e de comportamento do consumidor avançaram fortemente no delinear de aspectos que levam o consumidor a adquirir ou não um produto. Eis que agora, ainda mais do que no passado, o livro pela capa é a realidade do padrão de consumo.
Mas é importante não parar apenas no aspecto estético-visual. Para muitas empresas que reestilizaram seus logos para um padrão mais clean e minimalista ou refizeram a fachada de seu prédio com um urbanismo floral e aumentaram despesas com jardinagem ou adotaram em seus canais um padrão Nu de atendimento, talvez falte ainda um padrão dentro dos processos de trabalho que precise ser alinhado também a essas novas práticas.
Substituir o bom por um melhor também é um movimento para frente. Somente o desapego justificado e equilibrado predispõe de fato algum caminho para a evolução e para o futuro.
Note que a questão não é a inexistência de padrão, mas a qualidade deste padrão e a escala que ele atinge em uma métrica que relativize sua adequação às novas demandas de clientes, do mercado, ou do setor do seu negócio e das demais práticas organizacionais da sua empresa.
Neste sentido, pense por exemplo, em quando um novo colaborador passa a fazer parte da sua empresa e como é feito o treinamento deste novo colaborador. Principalmente em casos onde um treinamento fora ministrado no passado e ao longo do tempo houve um rodízio de colaboradores, com alguns que saíram da empresa e outros que ingressaram, o treinamento não apenas envelheceu, pois muitas práticas técnicas e principalmente tecnológicas mudaram, como também muito se perdeu ou se descaracterizou.
Por isso, e não à toa, especialistas falam da importância de treinamentos periódicos, onde deverão ser considerados indicadores e mesmo possíveis cíclicas de erros em setores-chave da empresa, para realinhar a organização em vias de um melhor desempenho em suas atividades.
Reconhecimento de demandas são importantes. Os canais são importantes para esse reconhecimento. Todos os canais. Por isso, a visão dos colaboradores sobre o negócio é tão essencial quanto os dados, relatórios e insights de Business Intelligence e das campanhas de marketing. Isso reforça a importância de investir em T&D e de transformar sua equipe em uma equipe de líderes, de pessoas empoderadas, com visão de negócios e de empreendedorismo.
A estética visual hoje nos transmite a sensação de ser o carro-chefe da relação entre oferta e consumo. Porém a continuidade do consumo demanda muito mais de padrões que estão além do visual e que atingem graus mais elevados de notoriedade e satisfação quando alicerçadas em questões às quais os afetos estão muito mais colocados do que os sentidos.
Lembrem-se sempre, comércios e serviços precisam sempre oferecer algo de autorrealização para seu cliente e colaborador. Isso também é estética.
Fonte: Administradores.com
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | dez 30, 2021 | Líder vulnerável
O líder vulnerável
Líderes vulneráveis sabem como se expor na dúvida, reconhecem a forma como compartilhar adversidades e pedem ajuda para desenvolver soluções
A gente sempre escuta que, para ser líder, devemos deixar certas características e emoções de lado, sendo que, na verdade, deveríamos aprender a usá-las a nosso favor. A vulnerabilidade é um ótimo exemplo disso.
Estava lendo um texto sobre isso na Forbes, que menciona algumas reflexões de Brené Brown, uma das grandes especialistas no tema. Ela define que “vulnerabilidade é incerteza, risco e manifestação de emoções”. O artigo continua com uma sacada genial:
“Se você trocar a palavra ‘vulnerabilidade’ por ‘liderança’, essa seria uma boa definição também”.
Ou seja, liderar significa estar diante do incerto, da mesma forma que significa lidar com riscos e mostrar emoções, justamente por estarmos constantemente num lugar de interação com pessoas.
Mas percebo que o mundo corporativo muitas vezes acaba levando a gente a distorcer algumas questões, como a própria exigência de inteligência emocional. Essa é uma das habilidades mais necessárias da atualidade, mas que muitos interpretam justamente como um controle das emoções quase robótico.
É como interpretar equivocadamente que quem é inteligente emocionalmente consegue disfarçar alguma emoção considerada frágil, de forma a parecer profissionalmente “mais aceito”.
Ora, se a tecnologia já está assumindo muitas de nossas antigas funções, logo, é de se esperar que líderes tenham justamente a capacidade de lidar com tudo aquilo que esteja dentro das questões humanas, inclusive a nossa vulnerabilidade. Ter inteligência emocional é saber como ser vulnerável.
Ser vulnerável requer coragem
Já compartilhei uma frase de Valter Hugo Mãe no meu Instagram e deixo aqui para vocês:
“A coragem tem falhas sérias aqui e acolá. E nós, que não somos de modo algum feitos de ferro, falhamos talvez demasiado, o que nem por isso nos torna covardes, apenas os mesmos de sempre.”
Sermos “os mesmos de sempre” é reconhecer que, como pessoas, seja qual for o cargo que ocupamos, carregaremos conosco toda a bagagem emocional. Isso pode variar bastante conforme a cultura da empresa e a própria cultura da cidade em questão, claro.
Mas o que quero dizer é que, seja qual for o contexto, cada gestor carrega algum nível de vulnerabilidade e pode fazer disso um ponto muito positivo na relação com a equipe. Isto é, líderes vulneráveis são aqueles que sabem como se expor na dúvida, reconhecem a forma como compartilhar adversidades, sabem ouvir e pedem ajuda para desenvolver soluções.
E que essas aberturas entre líder e liderado sejam utilizadas para impulsionar a energia para conseguir os resultados. Aceitar que as pessoas são vulneráveis não é motivo para os gestores então passarem a mão na cabeça das pessoas, acomodando-se com as falhas. Sem vitimismo.
A ideia é usar a comunicação adequada para ouvir, entender, apoiar e ajudar que as pessoas consigam os objetivos, apesar dos obstáculos e vulnerabilidades.
E cabe ao gestor reconhecer também os limites de cada relação. Considerando que cada pessoa tem demandas e reações diferentes à liderança, gestores precisam ser flexíveis a ponto de entender a melhor forma de comunicar e liderar cada colaborador.
Mas duas características que devem comuns a todos num ambiente de liderança é a transparência e a confiança. E, nesse ponto, a vulnerabilidade precisa sempre fazer parte.
Todo líder quer demonstrar coragem e incentivar o time a se desenvolver, correr riscos para chegar a resultados cada vez mais satisfatórios. Mas percebo também que grandes momentos de liderança acontecem quando o líder é capaz de demonstrar seu desconhecimento, fragilidade e humildade na tomada de decisões, sem perder a visão no resultado.
Ou seja, não é o fim do mundo o gestor às vezes dizer que não sabe, mas que vai buscar o caminho e a resposta. Não é o fim do mundo o gestor reconhecer que errou e ajustar o caminho para outro rumo. O que é comunicado da forma correta, pode ajudar a criar vínculo e energia.
Ser vulnerável não é ser despreparado
Quando falo sobre o gestor mostrar desconhecimento, não podemos confundir com falta de capacidade para liderança. Explico melhor.
A gestão de pessoas é um caminho sempre em construção, que requer estudo e prática. É por isso que ser promovido a um cargo de liderança não torna ninguém imediatamente um líder. Em muitas das vezes, o gestor “chega lá” e só então vai – ou ao menos deve – trabalhar e desenvolver suas habilidades.
Mas líderes despreparados e líderes vulneráveis são dois cenários bem diferentes. O despreparo é remediado a partir de estudo e experiência, como já falei. Já a vulnerabilidade é uma característica que se mantém em nós, seja qual for o nível de gestão em que nos encontramos na carreira.
O que quero dizer com líder vulnerável é que é natural sentirmos isso ao longo da carreira, termos receio de onde pisamos e dificuldade para arriscar sem antes compartilhar o que estamos sentindo.
Porém, aceitar que somos vulneráveis, em vez de nos tornar covardes, nos faz mais propensos a buscar o autodesenvolvimento e muito mais abertos a realmente desempenhar um trabalho em equipe onde haja complementaridade de competências.
Líderes existem como uma espécie de “curadoria” do trabalho, um direcionamento. Mas nada disso é feito sem uma relação interpessoal verdadeira.
Fonte: Administradores
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | dez 30, 2021 | Avanço tecnológico, Tecnologia
Lançado no final de outubro, o vídeo em que Mark Zuckerberg anuncia a mudança de nome de sua empresa, o Facebook, para Meta segue repercutindo ainda hoje, pela maneira como projeta o futuro da internet, das redes sociais e da sociedade como um todo.
A apresentação revela a aposta da big tech no metaverso, ambiente comum e imersivo criado a partir de tecnologias como realidade virtual e realidade aumentada, onde os usuários poderão realizar atividades comuns como trabalhar, fazer compras e se divertir através de avatares.
Algumas pessoas já se tornaram grandes entusiastas do projeto, mas a ideia ainda é vista com ceticismo e até medo por muitas outras. Afinal, como exatamente vai funcionar o metaverso e qual será seu impacto sobre os negócios e as relações que temos com o mundo digital?
Para te situar melhor ante a próxima revolução tecnológica, convidamos Filipe Santos, empreendedor de aprendizagem sobre Futurismo, Design Thinking, Criatividade e Transformação Digital. Em um papo de abrir a cabeça, ele explica que o metaverso aponta para “uma nova internet, além da nossa realidade, mas totalmente conectada a ela”, e impulsionada pelo desenvolvimento de inovações em sistemas e recursos como como Inteligência Artificial, Internet das Coisas, blockchain e 5G.
Apesar da desconfiança de boa parte do público quanto ao tema, o especialista – que também atua como consultor em multinacionais, investidor em startups e mentor de inovação em eventos digitais da NASA – destaca que toda grande transformação gera desconfortos e riscos, mas também oportunidades, e compara o comentado vídeo de Zuckerberg à apresentação do primeiro iPhone por Steve Jobs em 2007, considerada o impulso decisivo para a web 2.0 na época.
“Esta é a hora para se antecipar, fazer transições, adaptar modelos de negócio, sair na frente de fato”, avalia Filipe.
Fonte: Administradores.com
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | dez 29, 2021 | Aumentar Vendas, Contabilidade para comércio
Vendas de final de ano: 4 estratégias para vender mais
Se você é mais um dos empreendedores que não sabe como aumentar suas vendas de final de ano, confira, a partir de agora, 4 estratégias excelentes!
Não é novidade para ninguém que o final de ano é a época que os varejistas mais faturam e suas vendas.
Os maiores influenciadores de tanta demanda são as festividades de natal e ano-novo, além das férias escolares, incluindo os gastos com viagens, etc.
No entanto, os empreendedores devem estar preparados para receber esse grande número de pedidos, agilizar toda a produção logística, entre outros fatores. Sem mencionar que é necessário pensar em promoções especiais para a data, visando a atração de clientes.
Tudo isso exige um amplo planejamento, para que tudo ocorra bem nas suas vendas de final de ano. Pensando nisso, elaboramos esse breve conteúdo para te ajudar a planejar cinco estratégias valiosas de vendas para o fim de ano. Vamos lá?
4 estratégias para vendas de final de ano
Tendo o objetivo de aumentar as vendas de final de ano, Você precisa definir as estratégias assertivas, garantindo maior produtividade. Entre as principais estão:
1. Promoção para alavancar as vendas de final de ano
O primeiro passo para aumentar as vendas de final de ano é planejar a comunicação de sua empresa, considerando que você precisará de espaços publicitários com antecedência.
Dessa forma, as empresas que vão deixando para a última hora, acabam ficando com os menos interessantes. Além disso, o processo criativo também necessita de tempo para amadurecer, logo, quanto antes elaborá-lo, melhor.
2.Organize a sua equipe
Capacitar uma equipe em períodos de alta demanda exige tempo. Considerando isso, evite contratações de última hora, visto que pode comprometer a produtividade de vendas.
Especialmente, porque o mercado estará aquecido e atuar com uma mão de obra não especializada pode arruinar todos os seus objetivos.
3. Considere os canais digitais
Atualmente, todas as empresas estão disponibilizando canais digitais, já que grande parte do público-alvo está lá. Dessa forma, pense em um conteúdo envolvente e relevante. Vale ressaltar que esses concorrentes estão também atuando por lá, então, disponibilize um serviço de qualidade.
4.Diversificando as formas de pagamento
As formas de pagamento são um divisor de águas para o aumento das vendas de final de ano. Além de cartões de crédito, disponibilize os cartões de débito, boleto bancário, cartão da própria loja, vale benefícios, pagamento via aplicativos e cheque.
Estamos prontos para ajudar na gestão do seu negócio
De modo geral, vale considerar que tomar decisões antecipadas em relação aos principais fatores de resultado do negócio, garante a economia. Especialmente quando se trata de pedidos com condições especiais, promoções e com a contratação de crédito com taxas diferenciadas. Então, não deixe de aplicar essas estratégias em seu negócio!
Fonte: Abrir Empresa Simples
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!