Assim fica díficil…  Linha de crédito anunciada pelo Governo não chega a +80% das micro e pequenas empresas!

Assim fica díficil… Linha de crédito anunciada pelo Governo não chega a +80% das micro e pequenas empresas!

Apenas 16% das micro e pequenas empresas conseguiram crédito na Pandemia

Pesquisa realizada pelo Sebrae mostra que 84% dos micro e pequenos empreendedores ainda não conseguiram crédito anunciado pelo Governo.

Uma pesquisa do Sebrae revelou que micro e pequenas empresas estão com dificuldades para conseguir créditos e resistir aos efeitos econômicos da pandemia. A pesquisa ouviu mais de 7 mil empresários em todos o Brasil entre o fim de maio e começo de junho.
Ao todo, de 518 mil micro e pequenas empresas brasileiras, 3% do total, fecharam as portas de vez durante a crise. Dos que fecharam os negócios, 43% disseram que o que mais teria ajudado a evitar essa situação seria apoio financeiro do governo, e 18% citaram um empréstimo bancário.
O levantamento mostra que a dificuldade de acesso ao crédito muitas vezes é fatal nesse segmento, que responde por cerca da metade dos empregos com carteira assinada do país.

Crédito empreendedores

Desde o início das medidas de isolamento social, 6,7 milhões empreendedores de pequeno porte tentaram crédito, e 84% ainda não conseguiram.

“Não é que não tenha crédito, difícil é o acesso ao crédito. O governo, embora tenha feito esforços, não conseguiu entender a necessidade e o que representa a micro e a pequena empresa para o Brasil. São 99,1% das empresas brasileiras e se a gente perder 20% desse time, é um desastre”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles, em entrevista ao Jornal Nacional.

Medidas

O Ministério da Economia afirmou que tem tomado todas as providências para que o crédito chegue ao micro e pequeno empreendedor, que criou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e o Fundo de Garantia de Operações do Pronampe para garantir as operações de crédito para as instituições financeiras.
Esta semana, o Banco Central anunciou o pacote com o objetivo de oferecer até R$ 272 bilhões em créditos para pequenas empresas. Entre as medidas, estão: a permissão do uso de imóvel já financiado como garantia para um novo empréstimo e a possibilidade de as instituições financeiras reduzirem o valor do dinheiro que precisam deixar parado no Banco Central, caso concedam crédito às empresas para aumentar o capital de giro.
Fonte: Contábeis

Mais uma pedra no caminho dos empresários na busca de crédito

Mais uma pedra no caminho dos empresários na busca de crédito

Medidas de crédito para empresas não estão chegando, diz Rodrigo Maia

O presidente da Câmara dos DeputadosRodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira que as medidas de crédito para empresas durante a pandemia de Covid-19 não estão chegando aos empresários e que, se elas não chegarem, a economia do país vai cair mais do que o projetado atualmente.

“As medidas relacionadas ao crédito, de fato, não chegaram e elas não chegando, a nossa economia vai cair mais do que o que está projetado hoje.
Aliás, a massa salarial cresceu nesses meses da pandemia pelo auxílio emergencial certamente, mas o crédito não chegou”, disse Maia.
“E se o crédito não chegar, nossos problemas com o Judiciário serão maiores. Nós teremos mais problemas com as pequenas, médias e microempresas certamente”, emendou ele, durante o debate virtual “A importância do Judiciário na retomada da Economia” promovido pelo jornal O Globo.

Maia disse que para pequena, média e microempresas têm chegado pouco dinheiro e, se não chegar, vai gerar um “volume muito maior de demandas no Judiciário num segundo momento”.
O presidente da Câmara disse que há uma nova lei de recuperação judicial pronta para ser votada.

“Parece que o texto está muito bem organizado e acho que ela pode contribuir bastante.Se votou um projeto de algo emergencial, mas parece que o próprio texto da Câmara não foi, digamos assim o melhor, o próprio Senado não tratou da matéria”, avaliou.

Fonte: Money Times

Nem tudo são flores: os pagamentos pelo WhatsApp são realmente confiáveis?

Nem tudo são flores: os pagamentos pelo WhatsApp são realmente confiáveis?

Pagamentos pelo WhatsApp são suspensos pelo Banco Central

Paralisação de operações é determinada para que haja uma avaliação de riscos

Na primeira quinzena de junho, o WhatsApp lançou uma nova atualização em seu sistema, que passou a permitir a realização de pagamentos e transações monetárias pelo aplicativo.
A novidade tem como objetivo permitir que os usuários paguem por produtos e enviem dinheiro a conhecidos sem sair da plataforma, que passa a ser uma nova interface para tais operações.
A possibilidade de realizar transações pelo app foi lançada na segunda-feira da semana passada, dia 15, e o sistema seria compatível apenas com os cartões de bandeira Visa ou MasterCard do Banco do Brasil, Sicredi (incluindo a conta Woop) e Nubank.
O processamento dos pagamentos seriam processados pela Cielo.
De acordo com o WhatsApp, empresa integrante do portfólio do empresário Mark Zuckerberg, o foco inicial da atualização foi ajudar na expansão dos negócios de pequenas empresas brasileiras, que muitas vezes utilizam o aplicativo como forma de gerenciar negócios e pagamentos.
Num país com quase 130 milhões de usuários e diante da crise causada pela pandemia, há um movimento intenso de migração de empresas para o comércio online, o que torna a nova ferramenta muito atrativa.

 “Embora muitos empreendedores e donos de pequenos negócios utilizem o aplicativo para gerenciar pagamentos, é importante que todas as medidas de segurança sejam compreendidas e seguidas pelos usuários da atualização”, comenta Thomas Carlsen, COO da mywork, especializada em controle de ponto online.
“O WhatsApp já apresentou situações em que houve vazamento de dados dos usuários e o sistema já foi suspenso duas vezes por decisões judiciais no Brasil.
Com o acesso a dados bancários, o risco deve ser cuidadosamente avaliados”, avalia Thomas.

De fato, a ferramenta conta com algumas particularidades que visam aumentar a segurança dos dados dos usuários.
Antes de começar a utilizá-la, há uma série de passos:

  1. aceitar os termos de pagamento e política de privacidade do WhatsApp;
  2. aceitar os termos de pagamento e política de privacidade do Facebook;
  3. aceitar os termos e comunicado de privacidade da Cielo;

Após tais operações, é necessário que o usuário crie uma senha numérica (ou cadastre a impressão digital) no Facebook Pay e o PIN criado será utilizado na autorização de transferências no aplicativo.
Isso dá a segurança de que a senha bancária não será utilizada no sistema.
A ideia é ter uma carteira digital no bate-papo.

“Apesar dos cuidados necessários, o modelo de pagamento dentro do aplicativo é mais um resultado interessante das soluções que surgem durante a crise”, analisa Carlsen, “A possibilidade de oferecer uma plataforma mais acessível a alguns clientes traz uma nova experiência de compra aos usuários do aplicativo e pode significar um impulsionamento de vários negócios”, comenta o executivo.

Ontem (23), o  Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função de pagamentos e transferências por meio do WhatsApp no Brasil, determinando que as bandeiras Visa e MasterCard paralisem as operações junto ao aplicativo para que uma avaliação de riscos seja feita.
Em nota, o BC afirma que a decisão foi tomada para preservar um ambiente competitivo adequado e garantir o funcionamento correto do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB).
No entanto, reuniões já estão sendo agendadas com a equipe do WhatsApp para avaliar a liberação da ferramenta no Brasil.
Fonte: Jornal Contábil

Será que você já considerou todas as alternativas que podem fazer com que seu negócio sobreviva à crise?

Será que você já considerou todas as alternativas que podem fazer com que seu negócio sobreviva à crise?

Entenda como buscar alternativas financeiras para seu negócio sobreviver à crise

Renegociação de empréstimos e novas linhas de financiamentos são algumas alternativas aos micro, pequenos e médios empresários.

Com a crise econômica instaurada devido às medidas de contenção da pandemia causada pelo novo coronavírus, como o afastamento social e o fechamento do comércio, a saúde financeira de empresas de inúmeros segmentos foi afetada.
Segundo Otávio Carvalho, advogado do escritório Dosso Toledo Advogados, esse é o momento de os empresários avaliarem com cautela as medidas que devem ser tomadas.
Nesse cenário, ainda é comum que os micro e pequenos empresários sintam de maneira mais intensa os reflexos econômicos, como aponta dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae. Pelo menos 600 mil pequenos negócios baixaram suas portas no Brasil em razão da pandemia, de acordo com a instituição. Até agora, quase nove milhões de pessoas foram demitidas.

O advogado avalia por onde os empresários afetados pela atual conjuntura devem começar. “Caso o negócio já possua alguma dívida ou empréstimo, deve, sem dúvidas, tentar a negociação dos contratos já vigentes. Esse deve ser o primeiro passo adotado. Além disso, é preciso analisar o comprometimento de sua produção por conta da pandemia, e assim tentar a redução de custos fixos. Uma possibilidade é a renegociação do contrato de locação do imóvel comercial”, orienta Otávio.

Soluções financeiras

Buscando dar fôlego ao caixa das empresas, o Banco Central editou normativas orientando as instituições financeiras a flexibilizarem a forma de pagamento de contratos de financiamento e de empréstimos.

“O empresário deve se atentar para essa flexibilização, já que, na maioria das vezes, não se trata de um desconto na parcela, mas, sim, de um adiamento do vencimento. Assim, após o prazo de prorrogação concedido pelo banco, haverá a cobrança cumulativa da parcela prorrogada e daquela que naturalmente venceria naquele mês”, explica o advogado.

Caso apenas a negociação de custos fixos e dívidas pré-existentes não sejam suficientes e uma injeção de investimentos tenha que ser feita, o empreendedor poderá buscar linhas de créditos fomentadas pelo governo federal para a formação de capital de giro.
Nesse sentido, foi editada a Lei 13.9999/2020, que instituiu o Pronampe – Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, com créditos facilitados para esse público.
O programa conta com linhas de crédito de até 30% da receita bruta anual, calculada com base no exercício 2019 do empreendimento interessado. Para aqueles negócios com menos de um ano de exercício, o percentual máximo passa a ser de até 50% do capital social ou até 30% da média de seu faturamento mensal, apurado desde o início das atividades – o que for mais vantajoso.
Outro programa de crédito foi instituído por meio da Medida Provisória 975/2020, publicada em 02/06/2020, o chamado Programa Emergencial de Acesso a Crédito. É similar ao Pronampe, mas prevê a concessão de crédito facilitado apenas às empresas de pequeno e médio porte.

Análise de cenário

Para Otávio, “o empresário deve ter em mente sempre a viabilidade da empresa, quando toda medida para a sua preservação e manutenção de suas atividades é válida”. Porém, o advogado alerta que é necessário se atentar a duas situações.

A primeira, se o financiamento, por si só, será capaz de reorganizar a empresa, oferecendo o fluxo de caixa necessário para o pagamento de suas contas e retomada/continuidade das atividades. Se a resposta for positiva e somente com ele for possível cumprir essas demandas, o empréstimo pode ser solicitado.

Em uma segunda situação, “a empresa pode ser viável, mas o investimento, por si só, não fará com que o negócio cumpra com suas obrigações de forma adequada. Ou seja, não é suficiente para a solução do problema. Neste caso, a recuperação judicial pode ser uma alternativa para preservação da empresa”, comenta Otávio.

No entanto, há ainda um outro cenário. Empreendimentos com dívidas muito superiores a sua capacidade de geração de renda, de forma que nem mesmo novos investimentos, uma reorganização financeira ou a recuperação judicial sejam medidas eficientes para superação da crise, podem decretar falência.

“É uma alternativa para liquidação da empresa e pagamento dos credores, buscando ao máximo a preservação dos bens pessoais de seus sócios”, afirma.

Fonte: Contábeis

Como Ganhar Dinheiro Na Crise?

Como Ganhar Dinheiro Na Crise?

Como Ganhar Dinheiro Durante A Crise Com Ações Simples?

Hoje, Vamos Responder À Pergunta Que Não Quer Calar: Como Ganhar Dinheiro Durante A Crise Sem Fazer Nada Grandioso?

Todo empreendedor quer ganhar dinheiro, afinal, ganhar bem é um dos objetivos mais recorrentes para que uma pessoa abra um negócio.
Contudo, com a crise e todas as dificuldades que a pandemia trouxe, a pergunta que fica é “como ganhar dinheiro no meio de uma crise sem precedentes e de uma ameaça viral?”.
De fato, essa pergunta é muito mais difícil de responder – afinal, se fosse fácil, a crise não teria obrigado diversos empresários a decretar falência e fechar as portas para além da quarentena.
Mas, como o nosso objetivo aqui é te abrir um leque maior de opções para guiar o seu empreendimento, vamos te dar um norte para seguir com maior confiança e buscar afastar os prejuízos do seu comércio.

Entenda Como Ganhar Dinheiro Com Ações Simples, Mas Que Serão Decisivas Para Diminuir Os Prejuízos!

Nunca subestime uma ação simples, porque, na grande maioria das vezes, são os pequenos feitos que causam grandes mudanças – e isso pode ser visto tanto ao longo da história humana quanto em histórias passadas de geração em geração.
Por isso, por que uma delas não funcionaria com o seu empreendimento? As pequenas atitudes já se mostraram poderosas muitas vezes, então, por que não arriscar agora?
Sendo assim, vamos falar sobre práticas muito simples, mas que vão te mostrar que existem caminhos mais simples para manter o seu comércio aberto e, além disso, fazer com que a questão “como ganhar dinheiro na crise?” vire “como ganhar mais dinheiro na crise?”.

Controle O Seu Estoque

O controle de estoque é um dos processos subestimados por empreendedores que não veem o seu potencial.
Contudo, apesar de ser uma “coisa de rotina”, ele possui o poder de diminuir os seus gastos.
Afinal, você sabe que o desperdício é um inimigo da prosperidade e do dinheiro, sendo assim, se você realizar um controle de estoque eficiente, contemplando a sua nova demanda e as particularidades do momento atual, com certeza, verá o número dos gastos diminuir drasticamente.

Preze Pelo Atendimento Ao Cliente

Em tempos de crise, o que mais falta é o fator “humano” nas coisas.
Estamos isolados, evitamos ao máximo sair e, quanto maior o número de vítimas, menor o número de comovidos com a situação.
Visto isso, prezar pelo atendimento humanizado é a chave para não apenas levar conforto às pessoas, mas garantir que você nunca seja esquecido por elas e, consequentemente, se tornar uma referência.

O Que Você Deixa É O Que Fica Na Mente

Assim como falamos, deixar a sua contribuição para a sociedade agora não é apenas desejável, mas o certo a se fazer.
Além disso, mesmo que essas atitudes não gerem rios de dinheiro agora, solidificará a sua marca na mente dos consumidores e, com certeza, eles se lembrarão de você e do que fez durante a pandemia.

Seus Números Serão Seus Maiores Aliados 

Por fim, nada como olhar para os números da sua empresa.
Eles representam a sua saúde financeira e, por isso, é aqui que está a resposta de como ganhar dinheiro na crise.
Para encontrá-la, basta contar com profissionais da área contábil e, assim, com o suporte deles, as soluções surgirão bem mais facilmente do que você imagina.
Então, caso precise de auxílio, entre em contato com a gente e vamos mostrar caminhos melhores para o seu comércio seguir!
Fonte: Abrir Um Negócio Lucrativo