Saiba como evitar dívidas financeiras em tempos de crises e fique mais seguro!

Saiba como administrar o orçamento em tempos de crise

Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento

Uma das consequência do momento pandêmico atual é a crise econômica que afetou o mundo todo. E em tempos assim, é de suma importância que consigamos administrar nosso orçamento para deixar as finanças estáveis, evitar dívidas e não perder as reservas financeiras.
Por isso, neste texto, iremos falar um pouco sobre como fazer para administrar as finanças em tempos tão críticos e de crise como este em que estamos vivendo. Fique conosco.

A importância de administrar as finanças na crise

Os tempos atuais de crise nos obrigaram a olhar com maior atenção ainda para as nossas finanças. Afinal, crise econômica não é apenas sinônimo de alta dos preços do essencial, mas também de desemprego. Infelizmente, nesta pandemia, muitas famílias perderam seu emprego, o que acarretou muitas complicações financeiras.
Administrar as finanças em meio a crise é de suma importância, pois cada gasto fará a diferença neste momento. Por exemplo, se você pretende fazer uma reforma e a compra de itens como uma estrutura metálica para galpão, saber administrar o que você e o quanto pode gastar é essencial.
Conseguir administrar suas finanças é importante pois:

  • Ajuda a economizar;
  • Evita o gastos das reservas financeiras;
  • Evita dívidas astronômicas;
  • Ajuda a ter uma relação mais saudável com o dinheiro.

Como administrar suas finanças em tempos de crise?

Agora que já vimos a importância de administrar seu orçamento em tempos de crise, vamos ver como fazer isso de forma eficiente.

  1. Faça uma análise financeira: administrar seu orçamento de casa é muito parecido como administrar um negócio. Uma empresa fabricante de balcão refrigerado pequeno por exemplo, precisa analisar suas finanças regularmente para saber qual o seu lucro, qual seu investimento, se está havendo prejuízos, quais os recursos disponíveis. A análise financeira doméstica é igual;
  2. Faça um planejamento com metas: os objetivos devem estar bem elucidados. Depois que você entender o quanto pode gastar, é preciso estabelecer quais serão seus objetivos de gastos dentro disso para não extrapolar;
  3. Economize: reduzir os gastos é fundamental. Primeiro é preciso evitar desperdícios e depois focar no essencial. Por exemplo, se você pretende adquirir um amplificador de som profissional, reflita, será que é mesmo necessário? Se você não adquirir, irá fazer falta? Você pode comprá-lo em outro momento?
  4. Evite fazer novas dívidas: para manter as contas dentro do planejado, é importante não fazer novas dívidas. Evite longos parcelamentos e a utilização do cartão de crédito, utilize apenas em caso de extrema necessidade.

Saber fazer uma gestão financeira eficiente em tempos de crise é fundamental para conseguir passar pela crise de forma um pouco menos caótica. Além das dicas citadas, há também disponível no mercado diversos aplicativos que podem auxiliar com a organização das finanças.
O importante é reconhecer que os tempos atuais necessitam de uma atenção ainda maior nas finanças e que é preciso fazer algo a esse respeito. É importante pensar também que a crise é apenas um período e que em algum momento irá passar.
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Fonte: Contábeis
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O que pequenos e médios empreendedores precisam saber sobre os desafios e as vantagens envolvendo gestão financeira e o PIX?

Gestão financeira: Vantagens e desafios do PIX para pequenos e médios empreendedores

Dinheiro, cheque, cartão de crédito, débito, aplicativos no celular e, agora, transações instantâneas por chaves digitais.
Essa é a realidade que os varejistas brasileiros precisam encarar desde 16 de novembro de 2020.
A data marca a entrada oficial do PIX, sistema de pagamento digital criado pelo Banco Central do Brasil.
Com a promessa de agilizar a transferência financeira, ele surge como alternativa interessante aos usuários, mas também como motivo de preocupação para os empresários.
Ainda há muitas dúvidas sobre o impacto que esta ferramenta pode trazer para o caixa dos pequenos e médios lojistas.

As diversas pesquisas sobre o tema mostram esse paradoxo que o PIX ainda representa no país.

Enquanto um levantamento conduzido pelo Banco BS2 com o painel OpinionBox mostra que 73% dos brasileiros bancarizados pretendem utilizar este sistema em seu dia a dia, um estudo conduzido pela Stone, empresa de pagamentos, mostra que 77% dos empreendedores não se sentem preparados para adotar este recurso.
Ou seja, a expectativa de uso dos usuários cresce na mesma proporção das dúvidas que os lojistas têm sobre a viabilidade dessa operação em seus negócios.
É preciso entender que se trata dos dois lados da mesma moeda.
O PIX, evidentemente, pede boa gestão financeira – afinal, a facilidade transacional que proporciona pode fazer com que muitos caiam na tentação de não dedicar tempo ao necessário controle.
Ele pode trazer uma série de benefícios aos PMEs, como segurança com menos dinheiro “vivo” em trânsito, praticidade e disponibilidade dos recursos.
O fluxo de caixa também tende a melhorar porque a transferência é imediata, inclusive em fins de semana, enquanto os meios atuais e tradicionais de pagamento (exceto cédulas) têm data do recebimento postergada para o próximo dia útil.

Assim, o negócio que souber explorar as funcionalidades do PIX terá vantagem operacional na gestão do negócio com a disponibilidade mais rápida dos recursos e, eventualmente, a redução de custos devido a empréstimos e crédito para o fluxo de caixa.

Do ponto de vista comercial, há ganho na logística com a confirmação mais rápida do pagamento e a liberação rápida do pedido no caso de compras virtuais – ainda que não deva reduzir significativamente o prazo de entrega.
No conjunto da obra, o PIX desencadeia uma série de vantagens que traz mais recursos e proporciona maior economia.
É claro que isso não virá da noite para o dia – tampouco sem uma preparação adequada dos gestores.
Como citado anteriormente, o PIX ainda suscita muitas dúvidas.
Ainda há discussão quanto ao custo e como será cobrado, mas já há o entendimento inicial de que haverá custo para pessoa jurídica que receber recursos.
Logo, é preciso equilíbrio no caixa para que essa taxa a mais seja diluída de forma adequada nos ganhos proporcionados.
O mercado observa diversas instituições adotando um caminho parecido com o cartão de débito, em que é cobrado um percentual do valor transacional (o MDR), mas outras apostam em um custo fixo independentemente do valor que está sendo transacionado.
Em todo o caso, o PIX já está em jogo – cabe aos varejistas se prepararem de forma adequada e competirem com esse novo recurso.
Não há mais espaço, por exemplo, para a prática de preços diferenciados de acordo com o meio de pagamento (como muitos faziam até recentemente com as vendas em dinheiro e em cartão).
O avanço da tecnologia trouxe mais facilidades e remodelou os hábitos e comportamentos dos consumidores, ressignificando o varejo como um todo.
O mundo mudou e está cada vez mais digital – inclusive na forma de comprar e pagar.
Fonte: Jornal Contábil