Saiba o que fazer se a sua empresa estiver endividada!

Minha empresa está endividada, o que faço?

Empresas com alto Endividamento Bancário e dificuldades em equalizar junto aos Bancos!

Essa é uma das frases que mais ouvimos em nosso Departamento de Negociação de Dívidas Bancárias!
E as dores desse momento são grandes, entretanto, há soluções!

O crescimento do endividamento

Empresas necessitam de Capital de Giro, sem dúvida o caminho natural são os bancos, porém, tenha certeza que os bancos passarão a acompanhar o desempenho de sua empresa, muitas vezes melhor do que alguns gestores realizam.
O cruzamento de informações solicitadas com as informações do BACEN (Banco Central), analise de prazos, resultados, linha de faturamento e também a curva do endividamento, fará parte dessa relação Banco x Empresa.

Quais as razões de todo esse endividamento?

Cada empresa tem suas razões, dentre os casos mais comuns, podemos citar:

  • Excesso de retirada dos sócios
  • Desequilíbrio nos resultados (Ponto de Equilíbrio)
  • Concorrência
  • Produtos e serviços desatualizados
  • Redução das margens (produtos transformaram-se em comodities)
  • Entre outras

É importante que a equipe de Gestão tenha as causas claras, para que ações possam ser realizadas e as causas sejam “estancadas”.

Não temos mais limites disponíveis!

Tenha certeza que se ainda não aconteceu, em breve os bancos percebendo o grande nível de alavancagem da empresa, as linhas de créditos serão encarecidas primeiramente e na sequencia cortadas.
Infelizmente esse é o caminho natural.

Começaram os protestos e restrições!

No momento que os créditos forem cortados, sua empresa não terá tempo para colocar planos de ação em praticaa tendência é que a inadimplência com fornecedores se ainda não está acontecendo passe a fazer parte do dia a dia, com isso restrições começarão a acontecer e a Gestão Empresarial torna-se cada vez mais difícil.
O volume de protestos tende a ser grandioso, principalmente para empresas que se mantem sem qualquer restrição.

Como resolver?

Tenha certeza que há soluções, digo isso com muita segurança, pois atuava como Diretor Financeiro de uma empresa tradicional e vivemos momento semelhante e resolvemos.
Entre as alternativas disponíveis no mercado, muitas sequer resolvem, apenas postergam o problema.
A melhor, mais rápida e com menor custo é a Renegociação de Dívidas Bancárias.
Nossos serviços são realizados por profissionais altamente qualificados, ex-diretores de bancos, conhecedores dos tramites legais para serem utilizados no processo de Negociação junto aos bancos.
Costumamos dizer que uma boa negociação junto aos bancos não é realizada na mesa do gerente da conta e sim no primeiro andar, junto a equipe de Gestão de Renegociações.
Com certeza, com nossos serviços, sua empresa terá:

  • Prazos alongados
  • Taxas de juros similares as praticadas no mercado
  • Exclusão de garantias

Para a realização desse processo, não envolvemos o jurídico, tudo na esfera administrativa que além de mais rápida tem um custo muito mais baixo.
Fonte: Contábeis

Quais as regras do simples nacional para 2021?

Guia completo com as regras do simples nacional para você entender tudo sobre esse tipo de tributação!

Entenda quais são as regras do simples nacional e tenha a segurança que você precisa para empreender com tranquilidade

2020 foi um ano mais que desafiador, colocando todos os empresários à prova, diante de tantos problemas e dificuldades, por conta da covid-19 e de todos os seus desdobramentos, como o isolamento social e a queda forte da economia.
Ainda assim, foi possível ver pessoas se reinventando e buscando a formalização, enxergando no empreendedorismo uma porta de entrada para buscar dias melhores.
Mas, os desafios não param por aí, pois além de ser necessário buscar especializações, entender o seu mercado de atuação e investir da forma mais correta possível, existem aspectos internos a serem cuidados, onde as decisões precisam ser as mais assertivas possíveis, e um desses pontos é com relação ao regime tributário.
Hoje, falaremos de um em específico e iremos te mostrar quais são as regras do simples nacional e como será em 2021, para que você já inicie com o pé direito, tomando as melhores decisões possíveis.
Sendo assim, continue com a gente e tenha uma excelente leitura!

Regras do simples nacional: Comece 2021 com o pé direito!

As micro e pequenas empresas são as ideais para o enquadramento no simples nacional e isso engloba diversos benefícios, como:

  • Tributação simplificada;
  • Menor burocracia;
  • Impostos pagos em uma única guia: o DAS.

Esse é o cenário ideal, principalmente para quem está começando a empreender, mas você precisa estar bem atento às regras do simples nacional, que são as seguintes:

  • Idealizado para micro e pequenas empresas;
  • Faturamento anual de no máximo R$4,8 milhões

É bom salientar que para as microempresas, esse faturamento anual bruto tem o limite de R$360 mil, enquanto as empresas de pequeno porte podem chegar até os R$4,8 milhões.
Portanto, é muito importante estar atento ao porte do seu negócio, entender e fazer uma projeção do seu faturamento, para que o seu negócio esteja dentro das regras do simples nacional.
Em 2021, se você tem uma empresa enquadrada em outro regime tributário e pretende migrar para o simples nacional, é importante ficar atento aos prazos, pois nesse caso em específico, será já no mês de Janeiro.
Já quando falamos em empresas em consolidação, o prazo é até o dia 23, também de Janeiro.
Passando do prazo recomendado, a adesão fica para Janeiro de 2022, portanto é importante ficar bem atento a esses detalhes.

Conte com um bom suporte contábil

As empresas que não contaram com um bom planejamento tributário e descuidaram da sua contabilidade, certamente tiveram muito mais dificuldades para lidar com o cenário catastrófico de 2020 e, assim, foram muito mais afetadas pela crise econômica.
Em 2021 é hora de fazer diferente e, sendo para a adesão ao simples nacional ou até mesmo uma readequação de regime tributário, já considere de imediato a ideia de contar com um suporte contábil especializado para te auxiliar em suas tomadas de decisão.
E com isso, você pode se despreocupar, pois o nosso time de especialistas tem total know how e expertise para atuar de forma plena e profissional, em prol do sucesso do seu negócio.
Sendo assim, não hesite em nos contatar!
Fonte: Abrir Empresa Simples

Saiba do que se trata e como calcular o custo de estoque

Custo de estoque: o que é e como calcular?

Venha descobrir neste post sobre todos os detalhes do custo de estoque!

Você já ouviu falar sobre o custo de estoque? Se sua resposta foi “não”, então saiba que pode estar perdendo uma grande vantagem competitiva!
Afinal de contas, se bem elaborado, é possível se tornar uma empresa mais responsável em relação a sua gestão de estoque, e dessa maneira, ter sucesso pelo posicionamento da sua marca no mercado.
É o que aconteceu com a Amazon, por exemplo, que sempre prezou pelo seu custo de estoque.
Ou seja, conhecer com detalhes sobre o custo de estoque pode trazer uma série de benefícios e vantagens para as finanças do seu negócio. Mas, afinal, o que é o custo de estoque e como eu posso calculá-lo?
Se você possui dúvidas sobre esse conceito e quer saber como otimizar os seus produtos em estoque e diminuir os custos, então chegou ao local certo.
Nas próximas linhas, nós preparamos um conteúdo exclusivo para te explicar com mais detalhes sobre o custo de estoque e como calculá-lo de forma eficiente.
Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar neste post! Vamos lá?

O que é custo de estoque?

Basicamente, o custo de estoque pode ser entendido como um cálculo que envolve diversos custos. Ele é realizado por meio da seguinte fórmula CMV, que significa Custo de Mercadoria Vendida. Para calculá-lo, uma empresa precisa classificar todos custos envolvidos, como:

  • Custo de processamento;
  • Custo de armazenagem dos produtos e insumos
  • Custo de falta;
  • Custo de carregamento de estoque; entre outros;

Dessa maneira, com o levantamento de todos os custos, e empresa pode melhorar as vantagens competitivas para que a mesma tenha destaque frente a outros concorrentes do seu setor.
Todas essas variáveis impactam, posteriormente, na margem de lucro do negócio. Por essa razão, o custo de estoque é um processo essencial e que deve ser feito por todos os gestores, sejam eles donos de comércios, restaurantes, entre outros.

Como calcular o custo de estoque?

Para calcular os custo total de estoque, é necessário realizar uma soma simples entre três variáveis:

  • O custo dos pedidos: refere-se a todos os custos envolvidos nas ordens.
  • O custo dos ajustes: quando a empresa que estamos analisando tem um ambiente de produção, é adicionado os custos dos ajustes.
  • O custo de manutenção do estoque: se trata de custos como gastos de capital, espaço e riscos existentes.

Ao organizar a forma, ela ficará da seguinte maneira:
Custo Total de Estoque = Custo do pedido + Custo Total de Ajuste + Custo de Estocagem.
Ao realizar esse cálculo, uma empresa poderá ter mais precisão ao saber como está o seu gerenciamento logístico. Com ele, é possível ter mais facilidade nos processos de gerenciamento de estoque, além de otimizar as atividades.
Agora que você já sabe o que é o custo de estoque e como calculá-lo, o que acha de apostar nesse cálculo e ter sucesso?
Fonte: Contábeis

Tecnologia: saiba o que você deve fazer para estar protegido de hackers!

Brasil é um dos principais alvos de ataques virtuais; Veja como se proteger

Home office colaborou para o aumento de ataques virtuais e estudo aponta o Brasil como um dos países mais atacados.

Na pandemia exigiu que fosse acelerado o processo de digitalização de empresas, informações e serviços. O home office foi adotado por muitos brasileiros para conter a disseminação do vírus e trabalhar de casa aumentou o número de ataques cibernéticos, já que muitas redes não tinham a segurança adequada.
Um estudo realizado pela Kaspersky, desenvolvedora de softwares de segurança, apontou que dois em cada três ataques na América Latina são contra empresas e apenas um é direcionado a pessoas. Tais ataques cibernéticos sofridos pelo STJ e Embraer, por exemplo, além do governo do Distrito Federal e da prefeitura de Vitória, consistem no sequestro de dados usando criptografia, para depois exigir pagamento pela devolução das informações.
Mas o que fazer para evitar esses ataques? Para Arthur Igreja, especialista em inovação e segurança digital, existem três passos básicos. Confira:

Dicas de segurança

O primeiro é fazer um diagnóstico de segurança dos sistemas usados pelas empresas e pelos profissionais para verificar possíveis brechas.
O problema é que cerca de 40% das empresas brasileiras não têm políticas de cibersegurança estabelecidas ou não informaram seus colaboradores de sua existência, segundo a Kaspersky.
O segundo passo é sempre ter um backup físico (preferencialmente) ou em nuvem para poder resgatar os dados roubados. Já a terceira grande dica tem a ver com o comportamento das pessoas, a chamada engenharia social. Além dos diagnósticos de sistemas e de boas ferramentas, é fundamental que as pessoas sejam treinadas para que não caiam em armadilhas de downloads e links inadequados.
Esse passo a passo é ainda mais importante no Brasil, país que teve o maior número de tentativas de sequestro de dados de janeiro a maio, de acordo com levantamento feito pela Kaspersky.
Outro relatório da mesma consultoria aponta que dos 5 mil ataques diários na América Latina, cerca de 2,3 mil aconteceram no Brasil.
O país também foi um dos principais alvos de ataques cibernéticos direcionados a aplicativos de internet banking e maquininhas de cartão (dispositivos de PoS), no primeiro semestre deste ano, de acordo com estudo da Trend Micro, empresa de cibersegurança e segurança em nuvem.

Fonte: CNN

5 dicas para começar o seu 2021 com os impostos em ordem!

5 dicas para começar 2021 em dia com os impostos

Especialista ensina como fazer da gestão tributária uma aliada nas operações do próximo ano

Se teve uma coisa que 2020 nos ensinou foi que dinheiro não aceita desaforo. Em busca de manter suas operações e tentar sobreviver num ano sem precedentes, muitas empresas recorreram à recuperação de créditos tributários pagos em excesso para abastecer seus caixas. Em muitos casos, essa medida significou a diferença entre continuar de portas abertas ou encerrar as atividades.
Essa foi, claramente, uma iniciativa essencial para atravessar o ano. Levantamento feito pela Fazenda Nacional em 2020 revelou que R$ 142,56 bilhões poderiam ser recuperados pelos contribuintes em decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) julgadas ao longo do ano. A conta considera o pior cenário – ou seja, a devolução do dinheiro apenas dos cinco anos anteriores – e contabiliza somente os valores de ações judiciais em andamento. Ou seja, esse volume pode ser infinitamente maior.  Mas, melhor do que recuperar valores recolhidos a mais, é não os pagar.
“Um planejamento tributário bem feito permite um cálculo real do imposto devido, o que significa não comprometer o caixa da empresa com valores pagos em excesso”, diz Eduardo Bitello, advogado tributarista, professor titular de MBA da ESPM – Sul e sócio da Marpa Gestão Tributária. Para o especialista, engana-se quem pensa que esse é um nível de maturidade difícil de conquistar, disponível apenas para empresas de grande porte. “Negócios de todos os tamanhos e segmentos podem se beneficiar de uma gestão fiscal bem estruturada e descomplicada. Esse é um movimento que permite uma série de benefícios, inclusive previsibilidade.”
Michael Soares, sócio da Marpa Gestão Tributária, destaca que essa é uma prática para muito além da pandemia, que será importantíssima nos anos de retomada. “Os empresários têm à sua disposição uma gama de alternativas, seja para gerar crédito, seja para reduzir os custos com impostos, como uma forma efetiva de ganho”, diz. “Claro que, quem já vinha com um planejamento constante, teve os melhores resultados em meio à crise. Mas ainda há tempo de buscar as oportunidades do passado, organizando a casa no presente e pensando no futuro.”
Para que as empresas comecem 2021 com isso em mente, Bitello preparou 5 dicas infalíveis: 

  • Planejar o melhor regime tributário, de maneira a evitar enquadramentos em regimes inadequados ao tipo de negócio e porte da empresa e consequente comprometimento do caixa;
  • Verificar o aproveitamento de créditos tributários, bem como a existência de eventuais isenções, imunidades e alíquotas zero de determinados impostos;
  • Gerir o passivo de forma otimizada, assertiva, buscando sempre o melhor resultado;
  • Analisar os insumos que possam gerar créditos para compensar os impostos federais;
  • Avaliar a possibilidade de adesão à uma Transação Tributária junto à Procuradoria da Fazenda Nacional.

Fonte: Marpa Gestão Tributária