Atenção! Empresas têm até o dia 30 de agosto para transmitir a declaração do RAIS 2021!

GDRAIS: empresas têm até o dia 30 de agosto para transmitir a declaração

O prazo vale para as pessoas jurídicas que não conseguiram cumprir a obrigatoriedade no primeiro processamento.

Empresas que ainda não transmitiram a declaração da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS 2021, com as informações referentes ao ano-calendário 2020, devem fazê-la até o dia 30 de agosto.
O prazo vale para as pessoas jurídicas que não conseguiram cumprir a obrigatoriedade no primeiro processamento da RAIS, cujo prazo era até 30 de abril.
O envio do documento deve ser feito pelos aplicativos GDRAIS e GDRAIS Genérico, que também vão ser disponibilizados neste sábado pelo site do programa.

Substituição da RAIS pelo eSocial

A partir do ano-base 2019, empresas que fazem parte do grupo de obrigadas ao envio de eventos periódicos (folha de pagamento) ao eSocial, desde o começo do ano, tiveram a obrigação de declaração via RAIS substituída, conforme Portaria SEPRT Nº 1.127/2019.
O cumprimento da obrigação relativa à RAIS ano-base 2020, bem como eventuais alterações relativas ao ano-base 2019 por estas empresas, se deu por meio do envio de informações ao eSocial.
Os contribuintes podem conferir mais informações e orientações no site da RAIS.

Pagamento do Abono Salarial ano base 2020

As informações referentes ao ano base 2020 e transmitidas pelos empregadores até o dia 30 de agosto de 2021 serão processadas no período de outubro de 2021 a janeiro de 2022 para identificação dos trabalhadores com direito ao Abono Salarial e posterior pagamento, conforme calendário a ser publicado pelo CODEFAT em janeiro de 2022.
O pagamento do Abono Salarial segue os procedimentos estabelecidos pela Resolução, CODEFAT, nº 896, de 23 de março de 2021.
Fonte: Contábeis
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Conheça os 7 pontos que podem estar sabotando suas vendas. Saiba mais!

Conheça 7 pontos que podem estar sabotando suas vendas

Para quebrar os desafios advindos da pandemia é preciso contar com novidades; confira as que podem ajudar a melhorar seu negócio.

As principais datas que impulsionam o comércio estão se aproximando, aumentando a expectativa dos lojistas em recuperar parte das perdas causadas pelas restrições causadas pela pandemia.
Estes feriados devem realmente ser aproveitados como uma oportunidade para apresentar produtos, serviços e atingir as metas de vendas estabelecidas para esse ano. Junto a esse cenário e a competitividade do mercado, é fundamental o aprimoramento constante para que nesses momentos de oportunidade de venda, o seu comércio saia na frente.
Comércio online
A pandemia acelerou algumas mudanças, como por exemplo, um comércio muito mais digitalizado e, isso tudo, gera uma nova percepção do consumidor. Logo, para ter sucesso nos negócios, não basta apenas divulgar, é preciso estar atento a todos esses movimentos, conseguir acolher e fidelizar o cliente da melhor maneira, do contrário, é assumir o risco de ficar para trás.
Se as vendas caíram nos últimos tempos, não existe outra maneira de mudar o cenário sem que, de fato, o empreendedor coloque a ‘mão na massa’.
Se o objetivo é reverter a situação e impulsionar as vendas de forma simples, prática e efetiva, confira dicas selecionadas pelo especialista em vendas e empreendedorismo, Erik Penna, para conquistar mais espaço e clientes.
Não ser multicanal
É preciso ir além do presencial! Disponibilize seus produtos e serviços nos mais variados canais de distribuição, seja por telefone, e-mail, redes sociais, e-commerce ou WhatsApp, onde o consumidor preferir.  Dessa forma, você facilita a vida do cliente e possibilita que ele compre na plataforma que preferir.
Falta de investimento no atendimento
Mais do que pensar na venda e na comissão, invista em treinar seu pessoal para ajudar o consumidor a fazer a melhor escolha, a decisão mais assertiva possível. Lembre-se que encantar é querer o melhor para o próximo e a venda será uma consequência natural.
Ausência de promoções
Um item sempre combina com outro, por isso, oferte vantagens e condições especiais para o consumidor que resolver adicionar outros itens.
Deficiência na divulgação
Não adianta ter um excelente produto com uma condição muito especial se ninguém, ou pouca gente, souber disso e também não adianta colocar um outdoor no porão. Aproveite que as pessoas estão mais tempo em casa e divulgue seus produtos nos meios mais distintos, desde panfletagem, carro de som, redes sociais, e-mail marketing, até na televisão. Vale pensar até numa parceria com uma empresa não concorrente, assim, um indica o outro, dividem os custos e ambos ganham novos clientes.
Demora nas entregas
A pandemia mostrou que não basta apenas entregar o produto para o cliente, é fundamental entregar com agilidade e eficiência. As empresas que mais têm resultados são as que tratam a entrega, que é a última milha do varejo, como uma vantagem competitiva em tempos de distanciamento social.
Indiferença com o consumidor
Quando os compradores não puderem acessar o estabelecimento comercial, é vital que as lojas enviem para ele uma foto do produto, uma imagem de ótima qualidade, um vídeo de alta definição, que realmente agregue valor ao item ofertado. Lembre-se, uma imagem pode valer mais do que mil palavras, então capriche no visual.
Falta de comentários sobre o negócio
Ninguém quer errar na compra, portanto, ao perceber que o cliente está indeciso ou inseguro com aquela aquisição, mostre comentários de outros consumidores que ficaram satisfeitos e felizes diante daquela escolha. Os testemunhais de outras pessoas atuam como um brilhante gatilho mental, além de contribuírem positivamente para o fechamento das vendas.
“Depois de fazer esta análise, reveja os principais pontos que precisam de ajuste e aproveite todas as oportunidades, não apenas para vender ao cliente, mas, para encantá-lo, surpreendê-lo e assim fidelizá-lo” finaliza Penna.
Aproveite enquanto ainda há tempo de seguir essas dicas e melhore seus resultados para os próximos feriados.
Fonte: Contábeis
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20% dos recursos do Pronampe serão destinados às mulheres empreendedoras!

Proposta garante condições especiais de crédito para mulheres empreendedoras

Texto assegura, pelo menos, 20% dos recursos do Pronampe a empresas controladas e dirigidas por mulheres.

O Projeto de Lei 1883/21 obriga instituições financeiras a priorizarem e a concederem condições especiais de financiamento a microempresas e a empresas de pequeno porte (EPP) controladas e dirigidas por mulheres.
O texto tramita na Câmara dos Deputados.
Segundo a proposta, deverão ser aplicados a estas empresas valores reduzidos da Taxa de Longo Prazo (TLP).
A taxa é usada em empréstimos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) ao setor produtivo (IPCA + 2,99% aa em julho de 2021).

O projeto estabelece ainda que, pelo menos, 20% dos recursos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) sejam direcionados a financiamentos de companhias controladas e dirigidas por mulheres.

Desse total de 20%, o projeto ainda assegura 30%, ao menos, para empresas controladas e dirigidas por mulheres negras.

Autora da proposta, a deputada Celina Leão (PP-DF) apresenta dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Sebrae para demonstrar a existência de desigualdades de gênero e raça nos mercados de trabalho e de crédito.
“O objetivo do projeto é promover a redução dessas desigualdades de gênero e raça na sociedade brasileira e estimular o desenvolvimento econômico em diversos segmentos”, sustenta.
Segundo a pesquisa Empreendedorismo Feminino no Brasil, do Sebrae, citada pela deputada, em comparação aos homens, as mulheres empresárias pagam taxas de juros maiores (34,6% frente a 31,1% a.a.), apesar de terem taxa de inadimplência mais baixa (3,7% frente a 4,2%).
Ela cita ainda dados do IBGE segundo os quais, em 2019, o rendimento médio das mulheres correspondia a 77,7% do rendimento dos homens, ao mesmo tempo em que pessoas negras ganhavam 57,3% do que recebiam os brancos.
O projeto obriga o Poder Executivo a enviar trimestralmente ao Congresso um relatório informando quantidade, valores, prazos e taxas de juros aplicadas a financiamentos de microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais tomando por base critérios como sexo, cor e raça de controladores e dirigentes.
A proposta altera as leis 13.483/17 e 13.999/20.

Tramitação

O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Fonte: Agência Câmara de Notícias

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Simples Nacional e MEI não passarão por mudanças, entenda o porquê

Simples Nacional e MEI não passarão por mudanças, afirma Paulo Guedes

Esses regimes foram criados para formalizar e beneficiar micro e pequenas empresas abertas no país

O ministro da Economia, Paulo Guedes, descartou qualquer mudança no Simples Nacional e no MEI (microempreendedor individual). Esses regimes de tributação foram criados para facilitar a formalização de micro e pequenas empresas abertas no país.

Segundo ressaltou, o sistema Simples Nacional está mantido. “Ninguém vai mexer no Simples, ninguém vai mexer no MEI”, disse Guedes.
Suas afirmações foram feitas durante coletiva de imprensa virtual realizada pela Receita Federal, na última quarta-feira, 21. Na ocasião foi feita a apresentação dos resultados da arrecadação federal de junho.

Seu pronunciamento é uma resposta às possíveis mudanças que foram anunciadas no início deste mês, pelo secretário da Receita Federal, José Tostes Neto.
Conforme ressaltou na ocasião, após as mudanças feitas no Imposto de Renda que foram propostas na segunda fase da Reforma Tributária, as regras dos regimes de tributação Simples Nacional e do Microempreendedor Individual passariam por uma revisão.
Para ele, tal medida é necessária tendo em vista que a flexibilização desses regimes resultou numa ampliação considerada “indevida”, com base no argumento de que os demais regimes eram bastante onerosos e complexos.

Entenda os regimes

O Simples Nacional foi criado para beneficiar as micro e pequenas empresas, através da simplificação do pagamento de impostos e contribuições. Diante disso, o objetivo é reduzir a complexidade da tributação e proteger os empreendedores.

Esse regime é voltado para aqueles que possuem faturamento de até R$ 4,8 milhões. Da mesma forma, foi estabelecido o MEI para incentivar a formalização de pequenos negócios mas, principalmente, de trabalhadores autônomos.
Podem aderir ao MEI aqueles que possuem faturamento de até R$ 81 mil por ano, e que podem fazer a contratação de um funcionário. Em ambos regimes, somente é permitido desenvolver atividades que são permitidas para cada categoria.

Arrecadação

De acordo com a Receita Federal, de janeiro a junho, impostos e contribuições federais somaram R$ 881,99 bilhões.
Além disso, a arrecadação total das Receitas Federais atingiu, em junho, o valor de 137 bilhões e 169 milhões de reais, registrando acréscimo real (IPCA) de 46,77% em relação a junho de 2020.
Importante observar que esse se trata do melhor desempenho arrecadatório desde 2000, tanto para o mês de junho quanto para o semestre.
Quanto às receitas administradas pela Receita Federal o valor arrecadado em junho de 2021, foi de R$ 133.008 milhões, o que representa um acréscimo real (IPCA) de 45,68%.
No período acumulado de janeiro a junho de 2021, a arrecadação alcançou R$ 844.935 milhões, registrando acréscimo real (IPCA) de 24,63%.
Fonte: Jornal Contábil

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Documento físico x documento digital: entenda as diferenças

Documento físico X documento digital: saiba quais as diferenças e como elas impactam no seu dia a dia

Entenda os principais pontos de diferença entre o documento físico e o digital e de que forma utilizá-los adequadamente na sua empresa
A rotina de uma empresa é composta por diversas atividades que precisam ser realizadas de forma minuciosa para que tudo esteja em ordem. 
Ou seja, é preciso se atentar aos processos, satisfação dos clientes, concorrência, tendências do mercado e novas tecnologias que vão surgindo e modernizando a forma de gerir um negócio. 
Neste cenário, os documentos digitais se fazem presentes como um recurso de extrema importância, portanto, é essencial entender como funcionam no que se diferenciam dos documentos físicos e de que forma impactam a sua rotina.

Documento físico x documento digital: quais as principais diferenças?

Com o avanço tecnológico, cada vez mais processos têm sido automatizados e diversos documentos têm sido digitalizados, como forma de economizar tempo, recursos e diminuir as agressões ao meio ambiente. 
Dessa forma, é de conhecimento comum a diferença nítida entre um documento que é físico e o que é digital, entretanto, você já pensou em quais são as principais diferenças geradas no dia a dia da sua empresa? 
Para evidenciar isso, vamos falar sobre cada possibilidade de forma individual. 

Documento físico 

Quando falamos do documento físico, trata-se de algo mais tradicional e presente principalmente em empresas com mais anos de mercado. 
Afinal, por muito tempo, notas fiscais, relatórios e tantos outros aspectos eram apenas físicos. 
Entretanto, este tipo de documento gera:

  • Impacto ambiental negativo; 
  • Acúmulo de papéis; 
  • Dificuldade de armazenamento; 
  • Custos com impressora, papel, tintas e afins;
  • Risco maior de perda de documentos; entre outros pontos. 

Sendo assim, por mais que ainda seja utilizado em algumas situações, a migração para o documento digital tende a ganhar cada vez mais força facilitando nos processos da empresa.

Documento digital

Já o documento digital proporciona muito mais facilidade e já é muito mais utilizado do que o documento físico em novas empresas, Startups e afins. 
Isso porque proporciona diversas facilidades, vantagens e soluciona os problemas que evidenciamos anteriormente sobre os documentos físicos.
Por meio do documento digital, é possível:

  • Diminuir o impacto ambiental; 
  • Armazenar na nuvem; 
  • Enviar documentos de forma mais ágil e rápida;
  • Diminuir custos; 
  • Menor risco de perda de documentos; entre outros. 

Devido a tudo isso, até mesmo órgãos como a Receita Federal têm investido cada vez mais nos recursos digitais para entrega de obrigações.

Entenda o impacto no seu dia a dia

Agora que já demos um panorama geral sobre documento físico x documento digital, vamos evidenciar o impacto no seu dia a dia. 
Com os pontos que mencionamos, é possível perceber que o documento digital proporciona muito mais facilidade, porém, é preciso ter as ferramentas necessárias para utilizar este recurso. 
Isso inclui sistemas, bons computadores, nuvem para armazenamento, certificado digital, entre outros.

Conte com quem pode te auxiliar!

Para fazer uso de recursos que podem solucionar problemas e facilitar a sua rotina, é crucial ter o suporte de quem pode te auxiliar. 
Afinal, ainda que os documentos digitais estejam ganhando cada vez mais espaço em relação aos físicos e representem uma grande facilidade, ainda é preciso ter muita atenção com cada detalhe, especialmente no que diz respeito ao cumprimento de obrigações fiscais.
Mas não se preocupe, pois você pode contar conosco para te auxiliar com tudo isto! Basta entrar em contato conosco pelo ícone do WhatsApp agora mesmo!
Fonte: Abrir Empresa Simples
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