Sabia que você pode pedir a antecipação da restituição do IR? Entenda como fazer!

Especialista indica em quais situações a antecipação da restituição é uma boa escolha.

Nesta terça-feira (24), a Receita Federal abriu a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda (IR) 2022. Neste ano, serão pagos cinco lotes, segundo o Fisco.
Nesta primeira liberação, que acontece dia 31 de maio, receberão apenas os cidadãos com prioridade no pagamento.
Para quem está com pressa em receber esse dinheiro e não quer aguardar o calendário de pagamento da Receita, os bancos estão oferecendo uma linha de crédito para a antecipação da restituição, com juros a partir de 1,78% ao mês. Os valores a serem antecipados e as taxas aplicadas variam de acordo com a instituição, o perfil do cliente e o relacionamento com o banco.
Enquanto Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander permitem o empréstimo de até 100% do valor da restituição, a Caixa estabelece o teto de 75%. Além disso, algumas instituições possuem valores mínimos e máximos para concessão do crédito.

Condições oferecidas pelos bancos para antecipar restituição 

Instituição Prazo para contrataçãoTaxasValor disponibilizado
Banco do Brasil30 se setembroA partir de 1,99% ao mêsAté 100% do valor da restituição, com limite de R$ 20 mil
BradescoNão informadoNão informadoAté 100% do valor da restituição, entre R$ 200 e R$ 50 mil
Caixa30 de setembroA partir de 1,78% ao mêsAté 75% do valor da restituição
Itaú31 de outubroA partir de 2% ao mêsAté 100% do valor da restituição, com o máximo entre R$ 5.000 e R$ 10 mil, dependendo do segmento do cliente
SantanderAté a chegada do lote da restituiçãoA partir de 1,89% ao mêsAté 100% do valor da restituição, a partir de R$ 100

Especialistas em finanças pessoais recomendam cautela na contratação desse tipo de empréstimo que antecipa a restituição do Imposto de Renda, especialmente se o objetivo for fazer compras que não sejam essenciais.
Além disso, há o risco de cair na malha fina por pendências na declaração — se isso ocorrer, será necessário quitar o empréstimo mesmo assim, na data estabelecida no contrato.
Segundo o economista e planejador financeiro Bruno Mori, o crédito pode ser benéfico para quem está endividado.
“Pegar o dinheiro para consumo nunca é indicado. Antecipar o valor só é recomendado para quem tem alguma dívida e está pagando juros maiores do que os do adiantamento [da restituição].”

Como antecipar a restituição do IR?

O empréstimo só pode ser feito no banco que o contribuinte indicou para o pagamento da restituição quando enviou a declaração do IR.
A solicitação pode ser feita por meio dos canais digitais no Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, e deve ser realizada presencialmente na Caixa Econômica Federal.
Após o pedido, o cliente é submetido a uma avaliação de crédito. Se aprovado, o dinheiro cai na conta-corrente ainda no mesmo dia — com exceção da Caixa, em que o valor do crédito é depositado no dia seguinte à contratação.
A liquidação do empréstimo pode ocorrer automaticamente, na data da restituição ou de vencimento estabelecida em contrato. No Banco do Brasil, o limite para o pagamento é janeiro de 2023; no Itaú e no Santander, em dezembro de 2022; e no Bradesco, em setembro de 2022.

Vale a pena antecipar a restituição do IR? 

Segundo Mori, as taxas cobradas na antecipação podem compensar em casos específicos, como para pagar dívidas de cartão de crédito e do cheque especial.
“A conta é sempre o tanto de juros que pago neste financiamento ou forma de crédito que já tenho contra o que vou pagar para adiantar a restituição. Normalmente, faz sentido se o adiantamento for para pagar uma dívida com taxas maiores”, explica o economista, que acrescenta que o empréstimo também pode fazer sentido se destinado a pagar contas de água, energia ou aluguel atrasadas.

Calendário de pagamento das restituições do IR

  • 1º lote:  31 de maio
  • 2º lote: 30 de junho
  • 3º lote: 29 de julho
  • 4º lote: 31 de agosto
  • 5º lote: 30 de setembro

Fonte: Contábeis
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Saiba o que fazer se a sua empresa estiver endividada!

Minha empresa está endividada, o que faço?

Empresas com alto Endividamento Bancário e dificuldades em equalizar junto aos Bancos!

Essa é uma das frases que mais ouvimos em nosso Departamento de Negociação de Dívidas Bancárias!
E as dores desse momento são grandes, entretanto, há soluções!

O crescimento do endividamento

Empresas necessitam de Capital de Giro, sem dúvida o caminho natural são os bancos, porém, tenha certeza que os bancos passarão a acompanhar o desempenho de sua empresa, muitas vezes melhor do que alguns gestores realizam.
O cruzamento de informações solicitadas com as informações do BACEN (Banco Central), analise de prazos, resultados, linha de faturamento e também a curva do endividamento, fará parte dessa relação Banco x Empresa.

Quais as razões de todo esse endividamento?

Cada empresa tem suas razões, dentre os casos mais comuns, podemos citar:

  • Excesso de retirada dos sócios
  • Desequilíbrio nos resultados (Ponto de Equilíbrio)
  • Concorrência
  • Produtos e serviços desatualizados
  • Redução das margens (produtos transformaram-se em comodities)
  • Entre outras

É importante que a equipe de Gestão tenha as causas claras, para que ações possam ser realizadas e as causas sejam “estancadas”.

Não temos mais limites disponíveis!

Tenha certeza que se ainda não aconteceu, em breve os bancos percebendo o grande nível de alavancagem da empresa, as linhas de créditos serão encarecidas primeiramente e na sequencia cortadas.
Infelizmente esse é o caminho natural.

Começaram os protestos e restrições!

No momento que os créditos forem cortados, sua empresa não terá tempo para colocar planos de ação em praticaa tendência é que a inadimplência com fornecedores se ainda não está acontecendo passe a fazer parte do dia a dia, com isso restrições começarão a acontecer e a Gestão Empresarial torna-se cada vez mais difícil.
O volume de protestos tende a ser grandioso, principalmente para empresas que se mantem sem qualquer restrição.

Como resolver?

Tenha certeza que há soluções, digo isso com muita segurança, pois atuava como Diretor Financeiro de uma empresa tradicional e vivemos momento semelhante e resolvemos.
Entre as alternativas disponíveis no mercado, muitas sequer resolvem, apenas postergam o problema.
A melhor, mais rápida e com menor custo é a Renegociação de Dívidas Bancárias.
Nossos serviços são realizados por profissionais altamente qualificados, ex-diretores de bancos, conhecedores dos tramites legais para serem utilizados no processo de Negociação junto aos bancos.
Costumamos dizer que uma boa negociação junto aos bancos não é realizada na mesa do gerente da conta e sim no primeiro andar, junto a equipe de Gestão de Renegociações.
Com certeza, com nossos serviços, sua empresa terá:

  • Prazos alongados
  • Taxas de juros similares as praticadas no mercado
  • Exclusão de garantias

Para a realização desse processo, não envolvemos o jurídico, tudo na esfera administrativa que além de mais rápida tem um custo muito mais baixo.
Fonte: Contábeis

Confira em quais bancos o crédito do Pronampe já pode ser solicitado!

Confira em quais bancos o crédito do Pronampe já pode ser solicitado!

Pronampe: Veja em quais bancos o crédito já pode ser solicitado

Três bancos já anunciaram que estão operando o Pronampe; Confira quais são e como conseguir a Linha de crédito.

Até o momento, pequenos negócios podem solicitar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, o Pronampe, em três bancos do país.
O governo garante que mais 14 instituições financeiras estão se registrando no programa e devem começar a operá-lo em breve.

Bancos

Para solicitar o crédito, as empresas precisarão passar pelo crivo das políticas de cada banco, como nível de relacionamento por exemplo.
As seguintes instituições já estão operando:
– Banco do Brasil;
– Caixa Econômica Federal;
– Itaú.

Pronampe

A Linha de Crédito foi anunciada pelo governo no início de maio como forma de destravar o crédito para os pequenos negócios mediante à crise provocada pelo Coronavírus.
De acordo com a lei que instituiu o Pronampe, devem ser atendidas microempresas e as empresas de pequeno porte que faturem até R$ 4,8 milhões por ano. O limite de financiamento é de até 30% da receita bruta do ano passado.
Por conta da garantia do governo, o programa tem juros de 3,5% ao ano — a taxa básica de juros (Selic) , que está em 2,25% ao ano, mais 1,25 ponto percentual — e prazo de até 36 meses para pagamento, com oito meses de carência.
Segundo o Sebrae, quase 60% dos 17,2 milhões de pequenos negócios brasileiros precisam de empréstimos nesse momento. Porém, só 14% dos pedidos foram aprovados até agora.
Fonte: Contábeis

Governo afrouxa critérios que bancos públicos têm que observar para concessão de crédito

Governo afrouxa critérios que bancos públicos têm que observar para concessão de crédito

O presidente Jair Bolsonaro assinou Medida Provisória (MP) para simplificar o acesso a crédito durante a crise do coronavírus, liberando os bancos públicos de observar uma série de requisitos em contratações e renegociações de empréstimos até o dia 30 de setembro.

A iniciativa abre o caminho para instituições como a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) concederem crédito mesmo que os tomadores não tenham Certidão Negativa de Débitos (CND), o que antes era necessário por lei.

A MP foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.
Segundo a Reuters apurou, essa exigência de CND se aplica apenas aos bancos públicos, razão pela qual a MP temporariamente a elimina somente para estas instituições.
A medida busca fazer com que o crédito flua para as empresas, especialmente para as micro e pequenas, num momento em que elas enfrentam severa restrição do fluxo de caixa por conta da paralisação de suas atividades.
As instituições financeiras ficarão desobrigadas, por exemplo, de observar a certidão negativa de inscrição de dívida ativa da União antes de darem empréstimos a essas companhias.
Também não será necessário que o cliente apresente regularidade na entrega da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), tampouco que esteja em dia com suas obrigações eleitorais, com o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) e com o Cadastro Informativo de Créditos não Quitados (Cadin), entre outras exigências.
Por outro lado, o secretário especial de Produtividade e Competitividade, Carlos da Costa, ressaltou que segue inalterada a exigência de regularidade quanto às obrigações com o INSS, já que essa é uma obrigação constitucional.
Segundo Costa, a MP foi construída após diversas conversas com empresas, que apontaram os documentos solicitados pelos bancos públicos que mais atravancavam a liberação de crédito.
Isso vinha acontecendo, por exemplo, no acesso a novas linhas de crédito anunciadas pela Caixa e pelo BB em meio à crise, disse o secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida.

“Até 30 de setembro nós estamos desobrigando o cumprimento desses requisitos. Quando você pega a experiência internacional, isso nos leva a achar que o efeito da medida vai ser realmente robusto, mas eu prefiro não entrar em detalhes de valor”, afirmou ele, quando questionado sobre o quanto a MP poderia liberar em novos empréstimos.

A dispensa trazida pela MP não vai se aplicar às operações de crédito realizadas com lastro em recursos oriundos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
A MP também estabelece que os bancos deverão informar trimestralmente a Receita Federal e a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional sobre a relação das contratações e renegociações de crédito que envolvam recursos públicos realizadas diretamente ou por meio de agentes financeiros, com a indicação, no mínimo, dos beneficiários, dos valores e dos prazos envolvidos.
MAIS MEDIDAS
Costa lembrou que o governo sancionará em breve projeto aprovado pelo Congresso que direcionará 15,9 bilhões de reais do Tesouro para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), que é administrado pelo Banco do Brasil.
Esses recursos vão servir como garantia para operações de crédito para micro e pequenas empresas.
Segundo o secretário especial, estão em curso mais dois programas novos voltados para crédito.
No primeiro, um consórcio de bancos –coordenado pelo BNDES e formado por BB, Bradesco, Santander e Itaú– está trabalhando na estruturação de soluções privadas com o apoio do setor público para socorrer grandes empresas, que faturam mais de 300 milhões de reais ao ano, inicialmente dos setores de aviação, automotivo, varejo não alimentício, sucroalcooleiro e de energia elétrica. Novos setores estão sendo escolhidos para também serem contemplados.

“Até agora temos conseguido desenhar essas soluções, uma para cada setor. Cada setor tem suas peculiaridades e, portanto, cada setor terá uma solução específica que está sendo desenhada”, afirmou.

Costa também prometeu para breve os detalhes de novo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), do BNDES, que servirá para alavancar a oferta de capital de giro para pequenas e médias empresas pelos bancos. Ele disse que o governo ainda está estudando se o limite de faturamento, nesse caso, será de até 10 milhões ou 300 milhões de reais.
Fonte: UOL