por Marketing CCR | jun 22, 2020 | Contabilidade na crise, Home Office, Pós-coronavírus
Home office: Empresas reavaliam escritórios e iniciam devoluções de imóveis
Mercado imobiliário sente impacto com crescimento do home office.
O home office e o cenário de recessão da economia têm levado empresas a revisarem planos de negócios e também o tamanho das áreas ocupadas com escritórios.
Com a crise da pandemia de coronavírus, a perspectiva do mercado é de aumento do número imóveis corporativos vazios, após 3 anos de reaquecimento do setor.
A consultoria imobiliária JLL estima que, na cidade de São Paulo, o percentual de imóveis comerciais de alto padrão vagos, que encerrou o 1º trimestre em 19,3%, poderá chegar a 23% no final do ano.
Já a taxa de disponibilidade, que inclui os espaços ociosos mas que ainda dependem de cumprimento de aviso prévio e de desmobilização para ficarem vazios, deverá saltar para 26,8%.
Confirmada a projeção, o percentual de imóveis “sobrando” no mercado poderá superar a taxa observada no final de 2016, no início da última recessão.
“Conversando com os nossos clientes, existe uma percepção das empresas que talvez não seja necessário ter tanto espaço assim e muitos estão num momento de análise e já têm planos para devolver algumas lajes”, afirma Monica Lee, diretora do segmento de escritórios da JLL, em entrevista ao G1.
Cenário para 2021
O enxugamento de parte dos escritórios, entretanto, só deverá ser mais visível daqui mais alguns meses e em 2021, segundo Monica, uma vez que os contratos de aluguel de grandes lajes e nos pontos mais valorizados da cidade são fechados a longo prazo, com cláusulas rígidas e multas para devoluções.
Também influencia o tempo de aviso prévio e de desmontagem ou reconfiguração dos espaços alugados.
Além do enxugamento de muitas operações, outros fatores que devem contribuir para o aumento desocupação de prédios de escritórios é a postergação de locações que estavam previstas para acontecer ao longo deste ano, além da inauguração de novas torres.
Fonte: Contábeis
por Marketing CCR | jun 20, 2020 | Contabilidade na crise, Medida Porvisória, MP 944
Considerando que passamos por um momento histórico no Brasil e no mundo, diga-se a pandemia do COVID-19, foi criada a Medida Provisória nº 944/2020, criando assim o Programa Emergencial de Suporte a Empregos.
Em análise a Medida Provisória nº 944/2020, observa-se que a priori as cooperativas estão inseridas no Programa Emergencial de Suporte a Empregos que pagará até dois salários mínimos por empregado, equivalendo a quantia de R$ 2.090,00.
Porém o programa tem a finalidade de pagamento da folha de pagamento dos empregados, ou seja, não contempla os cooperados que dependem da cooperativa para obtenção da sua renda.
Devido as medidas de isolamento, a demanda para as cooperativas que prestam serviço também está sofrendo os impactos econômicos em virtude da pandemia COVID-19. Os cooperados são os donos da cooperativa e exercem uma atividade e, portanto, não são empregados. Esse fato afeta diretamente a renda desses cooperados uma vez que dependem do giro da atividade econômica.
Porém como toda Medida Provisória quando é enviada ao Congresso Nacional, passa pela fase das proposições de emendas pelos parlamentares, momento em que um Deputado do estado da Bahia propôs emenda incluindo os cooperados no Programa Emergencial de Suporte a Empregos.
Transcrevemos abaixo a emenda proposta pelo deputado:
“Art. Os contratos de prestação de serviços, termos de fomento, termos de colaboração, contratos de gestão, termos de parceria, contratos de repasse assim como eventuais convênios remanescentes, celebrados entre órgãos da Administração Pública, direta ou indireta e suas fundações com entidades privadas sem fins lucrativos, não serão afetados enquanto durarem as medidas restritivas determinadas pelas autoridades públicas relativas à pandemia do novo coronavírus identificado como Covid-19, mesmo que haja suspensão ou alteração das atividades, garantida a manutenção do repasse de recursos estabelecidos nos termos originais.
1º. As entidades contratadas ou parceiras mencionadas no caput que mantiverem a totalidade dos contratos de trabalho, com ou sem vínculo empregatício e o pagamento aos cooperados, serão atendidas com prioridade no acesso a créditos públicos e quaisquer benefícios fiscais, especialmente o mencionado no caput do art. 2°.”
Sendo assim, não somente os funcionários das cooperativas, mas também os cooperados passam a ter o direito de receber o salário por dois meses.
Importante destacar que as cooperativas financeiras também poderão oferecer crédito para outras cooperativas, além das demais empresas com a finalidade de pagamento da folha salarial. E aqui entra o sexto princípio do cooperativismo que é a intercooperação, esse princípio trata do estímulo da cooperação entre cooperativas, ou seja, uma cooperativa que presta serviço poderá buscar crédito em uma cooperativa financeira.
Neste contexto, O BANCOOB (Banco Cooperativo do Brasil), já está disponibilizando linha de crédito exclusiva para financiamento da folha de pagamento, ação que poderá auxiliar na manutenção das operações das cooperativas neste momento de dificuldade econômica.
Fonte: Contabeis
por Marketing CCR | jun 19, 2020 | Contabilidade na crise, Crédito consignado, Senado
Após benefício ser concedido e depois suspenso pela Justiça, ajuda vem em forma de projeto de lei federal
O Senado aprovou em sessão remota, nesta quinta-feira 18 de junho, o rojeto que suspende por 120 dias o pagamento de parcelas de contrato de crédito consignado (PL 1.328/2020). A medida engloba quem recebe
benefícios previdenciários, além de servidores e empregados públicos setor privado, ativos e inativos.
De autoria do senador Otto Alencar (PSD-BA), o projeto foi relatado pelo senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR). Porém, o advogado Luciano Duarte Peres, especialista em direito bancário e sócio-Diretor da Peres Advogados associados, salienta que ainda falta passar na Câmara dos Deputados.
“Foi dado mais um passo importante. Em 20 de abril houve decisão de suspensão em primeira instância pela Justiça Federal do Distrito Federal, mas oito dias depois o Tribunal Regional Federal da 1ª Região
(TRF1) derrubou a decisão. Agora tem esse projeto de lei aprovado no Senado que deve passar sem maiores dificuldades pela Câmara Federal”,
salienta Peres. Ainda assim, o especialista destaca que vale tentar uma negociação direta com a instituição bancária.
“Não precisa esperar. É importante sentar e conversar agora com seu gerente bancário, que deve usar de bom senso ao avaliar cada caso”,acrescenta.
Conforme o texto aprovado pelo Pleno do Senado, as prestações suspensas serão convertidas em prestações extras, com vencimentos em meses subsequentes à data de vencimento da última prestação prevista para o financiamento. Ainda, não poderão ser acrescidas de multa,juros de mora, honorários advocatícios ou de quaisquer outras cláusulas penais.
“É muito importante destacar que esse o projeto de lei 1.328/2020 veda a inscrição em cadastros de inadimplentes ou a busca e apreensão de veículos financiados, devido à suspensão dasparcelas”, salienta Peres.
Fonte: Dina Freitas
por Marketing CCR | jun 19, 2020 | Contabilidade na crise, Gestão de negócio, Transformação digital
Custos X Despesas: Transformação Digital trás clareza para o seu negócio
Uma das questões fundamentais para qualquer gestor é saber quanto sua empresa gasta por mês e, principalmente, quais são as áreas com mais despesas.
Ter essas informações em mãos é essencial para planejar os próximos passos e conseguir melhorar a rentabilidade do negócio.
Apesar dessa importância, a missão não é das mais fáceis: poucos empresários conseguem identificar os gastos considerados desnecessários no dia a dia.
Um aliado importante nessa tarefa é justamente a transformação digital. Por meio dela, as organizações não apenas se adequam a novos processos, mas conseguem ter mais transparência em suas despesas.
A Pesquisa Global de Redução de Custos, realizada pela consultoria Deloitte, indica a dificuldade das empresas de adotarem práticas que controlem seus custos operacionais.
No Brasil, quase três quartos das organizações (73%) admitiram que não conseguiram cumprir suas metas no último ano – esse índice é ainda maior na média global (81%).
A principal barreira enfrentada pelas companhias brasileiras e mundiais é a falta de gerenciamento de desafios para implementar as iniciativas (71% no Brasil e 65% global).
Isto é, a falta de uma visão eficiente e automatizada na gestão.
Ainda que a transformação digital seja a expressão da moda no ambiente corporativo, sua utilização está mais relacionada à automação de processos do que à estratégia de redução de despesas.
Contudo, o que muitos profissionais ignoram, é que justamente essa digitalização e a entrada de novas tecnologias no dia a dia trazem mais transparência em todas as tarefas e ações das equipes.
Ou seja, o cruzamento de todas as informações coletadas pelas soluções permitem análises mais completas por parte dos gestores, identificando onde há gastos mais elevados e facilitando a tomada de decisão.
Uma boa gestão das despesas deve separar o que são gastos supérfluos e que podem ser otimizados de investimentos que, quando bem executados, permitem a consolidação da empresa em seu segmento.
Custos com impressão e gerenciamento de documentos, por exemplo, podem ser reduzidos com o apoio de empresas parceiras, potencializando a produtividade dos colaboradores.
Evidentemente, isso não acontece como um passe de mágica e tampouco é algo natural que acompanha a implementação das soluções tecnológicas.
A própria empresa precisa estar pronta para conseguir garantir que a digitalização traga uma visão mais clara sobre a gestão das despesas.
A principal medida deve envolver uma mudança na própria cultura organizacional, com os profissionais extraindo informações inteligentes dos processos.
Além disso, é algo que deve envolver todas as equipes e não apenas um determinado departamento.
A transformação digital é um caminho sem volta para todas as empresas, mas o conceito vai muito além da digitalização e adoção de novas tecnologias.
Sem a estratégia de reduzir custos e aumentar a rentabilidade do negócio, não apresenta nenhum valor ao negócio e tampouco facilita o crescimento a médio e longo prazo.
Para que esse objetivo se concretize, é preciso garantir que a missão seja cumprida à risca, isto é, que os profissionais sejam capazes de enxergar todas as despesas e identifiquem quais gastos podem ser cortados sem afetar o dia a dia de todos.
Fonte: Jornal Contábil
por Marketing CCR | jun 18, 2020 | Contabilidade na crise, Gestão de negócio, Gestão Empresarial, Relatórios contábeis
Relatórios contábeis são documentos que descrevem, com dados técnicos, todas as informações colhidas pelos setores de contabilidade das empresas.
Nesses registros, estão inclusos todos os valores de despesas, custos e impostos devidos ou pagos.
Geralmente, os relatórios são feitos mensalmente, trimestralmente ou anualmente — essa frequência varia de acordo com as normas estipuladas pelos estabelecimentos.
Para que possam ser acessadas sempre que houver necessidade, essas informações podem ser impressas, ou permanecerem armazenadas em arquivos digitais.
Se você busca por informações referentes a relatórios contábeis, o post de hoje foi elaborado especialmente para aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto.
Tenha atenção em sua leitura e aproveite.
Quais os tipos de relatórios contábeis existentes?
Existem apenas dois tipos de relatórios contábeis: os relatórios obrigatórios e os não obrigatórios.
Veja, abaixo características específicas de cada um dos tipos de relatórios gerados pela contabilidade financeira:
Relatórios obrigatórios
Conhecidos como Demonstrações Financeiras, os relatórios obrigatórios são aqueles exigidos por lei.
Entre eles, estão documentos como:
- Balanço Patrimonial (BP);
- Demonstração do Resultado do Exercício (DRE);
- Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA);
- Demonstração das Origens e Aplicações de Recurso (DOAR) — somente para Sociedades Anônimas.
Dependendo da situação, é preciso publicar esses relatórios por meio de mídia escrita.
Relatórios não obrigatórios
Os relatórios não obrigatórios são aqueles que não são exigidos pela legislação.
No entanto, eles são extremamente importantes para as tomadas de decisão dos empresários e gestores de empresas, pois seus dados podem definir investimentos importantes, entre outras funções.
São eles:
- Demonstrativo do Fluxo de Caixa (DFC): exceto para as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2.000.000,00, quando se torna obrigatório;
- Demonstrativo do Valor Adicionado (DVA): exceto para as companhias abertas.
Ambos os relatórios descrevem as operações passadas, possibilitando aos gestores o fácil acesso a previsões de despesas e receitas de períodos futuros.
Qual a importância desses relatórios?
Todos os relatórios contábeis são importantes para avaliar a saúde financeira da empresa. Afinal, são eles que resumem todas as informações de uma forma organizada e confiável.
Sem esse controle, um gestor coloca em risco o sucesso de sua administração.
Por isso, ele deve analisá-los com muita cautela e atenção.
Quem pode fazer relatórios contábeis?
Todo trabalho que envolve a coleta de informações — inclusive a entrega dos informes contábeis à diretoria, à gerência e ao conselho administrativo das empresas — deve ser realizado com muita perfeição, pois esses documentos têm um papel fundamental para a administração dos empreendimentos.
Portanto, manter um fluxo de caixa atualizado proporciona ao gestor uma visão sobre a situação financeira da empresa, auxiliando antecipadamente na tomada de decisão.
Por essa razão, os relatórios contábeis devem ser feitos por profissionais contábeis e com experiência na área.
Por tratarem da área financeira dos negócios, esses documentos são de extrema importância, e qualquer erro na coleta e interpretação dos dados pode significar um grande prejuízo para a empresa, seja por conta de um investimento mal aplicado ou por uma decisão mal embasada.
Como eles são elaborados?
Uma pequena empresa oferece desafios que surpreendem a maioria de seus gestores.
É fundamental estar preparado para superá-los sem grandes dificuldades.
A elaboração de um relatório contábil exige conhecimento e uma visão diferenciada sobre as questões econômicas do negócio.
O sucesso da gestão depende do equilíbrio entre um software eficiente e adequado às suas necessidades e de práticas que trazem bons resultados.
Antes de tomar qualquer atitude, é necessário criar um bom plano de contas.
Nessas horas, deve-se evitar a generalização. Ou seja, a lista dos registros existentes deve respeitar a hierarquia dos produtos e subprodutos da gestão.
Por exemplo, se existe mais de um tipo de produto à venda, seus lançamentos devem ser lançados separadamente.
Outra questão muito importante está relacionada ao provisionamento de valores.
Todos os valores devem ser provisionados, em curto e longo prazos.
Quando isso não acontece, o balancete fica incompleto.
Quais benefícios eles trazem para o negócio?
As vantagens que os relatórios contábeis proporcionam para um empreendimento são variadas.
Citamos alguns de seus principais exemplos abaixo:
Melhores decisões
Quem administra uma empresa é pressionado por todos os lados para obter resultados positivos.
Essa pessoa deve escolher os melhores profissionais do mercado, saber dialogar com sua equipe de trabalho e tomar decisões eficientes.
Qualquer deslize pode colocar em risco a obtenção de números positivos e abrir espaço para os concorrentes ganharem espaço no mercado.
Em meio a esse cenário, os relatórios contábeis facilitam o entendimento da atual situação econômica da gestão.
Como consequência disso, é possível escolher soluções que aumentam a produtividade e fomentam o crescimento da empresa.
Criação de estratégias mais eficientes
O mercado está repleto de diferentes gestões com inúmeros objetivos e metas de trabalho.
Cada uma delas deve criar uma estratégia específica para obter os resultados que deseja.
De nada adianta tentar copiar o planejamento dos concorrentes, se o empreendimento em análise não está preparado para isso.
Ao realizar relatórios contábeis com dados reais e atualizados, o negócio consegue identificar as potencialidades e as fragilidades que são cruciais no caminho do sucesso.
Acesso facilitado ao crédito
Hoje em dia, a maioria das instituições financeiras ainda não solicita os relatórios contábeis de pequenas e médias empresas.
Entretanto, os bancos estão se preparando para solicitar esses tipos de documento antes de liberar pequenos empréstimos.
Os financiamentos de longo prazo, como os fornecidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) exigem mais rigor na saúde financeira dos estabelecimentos.
Esse tipo de investimento é fundamental para expandir as atividades da empresa e fazer com que sua notoriedade cresça no mercado.
O aumento do crédito disponibilizado depende da análise dos relatórios contábeis exigidos. Portanto, eles devem ser atualizados para evidenciar a capacidade de pagamento do negócio.
Fonte: Jornal Contábil
por Marketing CCR | jun 16, 2020 | Contabilidade na crise, Coronavírus, Empréstimo, Impostos
Programa perdoa empréstimo em caso de pagamento de imposto
Novo programa anunciado por Paulo Guedes promete perdoar dívidas de empresas que solicitaram empréstimo.
O ministro Paulo Guedes afirmou que prepara um programa que, na prática, vai perdoar débitos de empréstimos captados por pequenas empresas durante a pandemia do coronavírus.
Em videoconferência com representantes dos setores de comércio e serviços nesta sexta-feira, 12, o ministro afirmou que vale a pena salvar uma companhia que tem potencial para gerar retorno de impostos ao governo.
Empréstimo
De acordo com o ministro Paulo Guedes, se uma empresa captar um financiamento emergencial neste ano, reabrir, conseguir sobreviver e, no ano que vem recolher valor equivalente de tributos acrescido de juros, ela estará automaticamente perdoada do empréstimo.
Ele usou como exemplo um restaurante que faz um financiamento de R$ 200 mil neste ano. Se no ano que vem esse negócio recolher R$ 220 mil em tributos, o que corresponderia ao valor da operação mais juros, não precisaria mais pagar o empréstimo.
“Se, em um ano, você é capaz de pagar tudo que eu te emprestei mais o juro, você está perdoado, você tem um bônus de adimplência. Eu esqueço o empréstimo. Vale a pena eu salvar um negócio que me paga por ano. O cara todo ano me paga R$ 200 mil. Por que eu não posso pagar R$ 200 mil na hora que ele estava morto? Eu te dei R$ 200 mil e todo ano você me paga R$ 200 mil [de imposto]”, disse.
Programa
O ministro não deu mais detalhes sobre o programa. Não informou, por exemplo, se a fonte desses financiamentos será o cofre do governo ou se a União entraria inicialmente como garantidora.
Guedes também não deu informações sobre limites de valor das operações, taxas de juros ou porte das empresas e segmentos que poderiam ser atendidos.
Fonte: Contábeis