Otimize e venda mais pelo WhatsApp! Confira!

Confira 5 dicas para vender mais e melhor pelo WhatsApp

Presente em 99% dos telefones do Brasil, o WhatsApp é um canal cada vez mais utilizado pelas empresas para se comunicarem com seus clientes e otimizarem suas vendas

O WhatsApp Business é uma ferramenta gratuita que funciona como um canal direto de comunicação entre pequenos negócios ou empreendedores e seus clientes. Uma das suas principais funcionalidades é responder automaticamente às perguntas que surgem durante uma conversa, agilizando o atendimento e contribuindo para uma melhor experiência. Devido ao potencial e à relevância deste canal para facilitar a comunicação com clientes, Julio Zaguini, CEO no Brasil da Botmaker , plataforma conversacional que possibilita responder rápido e bem em todos os canais de comunicação digital, compartilha cinco dicas para aumentar as vendas diretas no WhatsApp:

1) Use um número de telefone exclusivo: É importante reservar um número exclusivo do WhatsApp Business para contato com clientes e que esse número não seja o mesmo usado para assuntos pessoais. No início, quando o negócio está começando, pode não ser tão necessário, mas, à medida que as vendas aumentam, é fundamental manter um espaço separado. Com uma conta específica para o seu negócio no WhatsApp Business, fica mais fácil criar o catálogo com seus produtos e serviços como um mostruário virtual. Além disso, também facilita para organizar, automatizar e responder às mensagens que recebe.

2) Mantenha o catálogo atualizado: É importante adicionar o máximo de detalhes que puder neste espaço, como descrição do produto, link para a página de compra e preço. É fundamental que o preço anunciado no catálogo esteja atualizado, principalmente em países com variação alta de inflação, para que o cliente não tenha uma experiência desagradável.
3) Segmente públicos: Pode ser mais simples enviar a mesma mensagem para toda a lista de contatos, porém é importante interpretar as necessidades de cada potencial comprador e montar listas segmentadas de acordo com seus interesses ou o estágio do processo de compra em que se encontram. É importante identificar clientes regulares, potenciais ou esporádicos, por exemplo, e falar com cada um de forma específica, principalmente para definir para onde direcionar cada tipo de oferta.
4) Crie um grupo de fidelidade: Além de se comunicar com os clientes para oferecer promoções ou participar de sorteios, o WhatsApp pode ser usado para compartilhar informações úteis sobre o segmento do seu negócio, bem como conteúdos educativos sobre o produto ou serviço oferecido. Isto ajudará a criar uma comunidade e a fidelizar seus clientes.
5) Divulgue o WhatsApp como um canal de vendas: É essencial que os clientes encontrem formas de se comunicar com a empresa. Quando alguém está interessado em um produto ou serviço, é importante ter um canal de comunicação imediata. Muitas vendas são perdidas pela falta de respostas ou por não terem um canal tão próximo a seus consumidores. Por isso, inclua o número WhatsApp Business nos seus anúncios, no Google Maps, na listagem de descrição do Google, nas páginas do Facebook ou Instagram, no site e em qualquer outro canal que utilize, assim como nos materiais impressos que usa, como cartão de visita ou folders.

Além disso, se o fluxo de conversas for superior ao que uma pessoa pode gerenciar, é importante integrar um chatbot com recursos avançados para automatizar as respostas. Neste caso, é recomendável ter uma conta de WhatsApp Business API, que permite conectar robôs ou agentes humanos em simultâneo, criar um perfil de negócios e listas de contatos, enviar mensagens de atendimento ao cliente em escala, obter uma conta verificada, desenvolver modelos para enviar notificações massivas e até medir resultados de negócios. Segundo Zaguini, os bots multiplicam as oportunidades de interação e negócios com automatização de tarefas, respondendo com rapidez e assertividade a dúvidas e consultas que podem gerar vendas no principal canal de mensagens para o mercado brasileiro.

Fonte: Jornal Contábil

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CNPJ inapto – quais as desvantagens?

Confira agora as desvantagens que sua empresa pode enfrentar com um CNPJ inapto

Com um CNPJ irregular, uma empresa pode sofrer com uma série de complicações que prejudicam sua atuação e, como consequência, seus resultados

Quando um empresário abre o seu negócio e, assim, emite um CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica -, é muito normal que ele acredite que essa ação basta para cumprir suas obrigações e para, dessa forma, manter-se regular.
Mas a grande verdade é que um CNPJ pode apresentar uma série de situações cadastrais, algumas delas irregulares, podendo prejudicar a sua rotina e, como consequência, sua atuação.
Então, se ao verificar o status desse documento essencial se deparou com “CNPJ inapto”, você está no lugar certo!
Descubra agora o que isso quer dizer e o que fazer para voltar a um cenário regular e positivo para o seu negócio.
Tenha uma excelente leitura!

CNPJ inapto – o que isso significa?

Antes de descobrir o que fazer em relação a essa situação cadastral, nada mais justo que entender o que pode ter levado a sua empresa a ela.
Basicamente, um negócio tem o seu CNPJ inapto quando deixa de entregar uma série de declarações obrigatórias por um longo período de tempo.
Sendo assim, se você não se atenta quanto às declarações e aos demonstrativos que a sua empresa deve apresentar, muito provavelmente sofrerá com as desvantagens desse status.

Desvantagens causadas pelo CNPJ inapto

Exatamente, apesar de muitos empresários pensarem que ter um CNPJ inapto é inofensivo, essa situação cadastral garante uma série de malefícios para um negócio.
Isso porque ele será impedido de realizar atividades essenciais para seu funcionamento e, como consequência, para sua lucratividade.
Veja alguns exemplos dessas desvantagens logo abaixo:

  • Impossibilidade de emitir notas fiscais;
  • Não é permitido realizar a comercialização de seus produtos ou de seus serviços;
  • A participação em licitações é proibida;
  • Não é possível realizar movimentações bancárias;
  • A solicitação de financiamento e de empréstimos é recusada.

Portanto, fica claro que ter seu CNPJ inato pode atrapalhar e muito a atuação da sua empresa, impedindo-o de alcançar o sucesso.

Como se manter distante dessas complicações?

Tendo em vista que estar nessa situação é um mau negócio para toda e qualquer empresa, a questão que fica é: como sair dela?
Afinal, como você deve ter percebido, é uma questão de conformidade e de entrega de obrigações e, por esse motivo, ter um conhecimento aprofundado no assunto é essencial.
É claro que sabemos que nem todos os empresários têm acesso à formação de administração e de contabilidade durante sua trajetória, mas infelizmente isso não é desculpa para se manter irregular…

Uma contabilidade pode te ajudar a se manter em dia!

Portanto, se você deseja voltar a conformidade e manter-se distante dessa realidade de forma permanente, ter o suporte de uma contabilidade é essencial.
Isso porque os profissionais dessa área têm a expertise necessária para garantir a entrega de todas as suas obrigações e para, assim, garantir a regularidade da sua empresa.

Conte com os nossos serviços contábeis!

Então, para manter a sua empresa sempre em dia e distante da situação cadastral CNPJ inapto, conte com o suporte da nossa equipe altamente qualificada!
Por meio de nossos serviços, você manterá o seu negócio longe de qualquer inadimplência e, assim, poderá focar a sua atividade central.
Sendo assim, não perca mais tempo e entre em contato conosco agora mesmo para saber mais sobre como nossa contabilidade pode te ajudar!
Estamos ansiosos para te receber e para oferecer sempre as melhores soluções possíveis!
Fonte: Abrir Empresa Simples
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Com a chegada do PIX, queda de faturamento de empresas é reduzida

Pesquisa do Sebrae e FGV mostra que empresas que adotaram o Pix registraram menor perda de faturamento

De acordo com o levantamento, 8 em cada 10 empresas usam esse sistema de pagamento

O Pix, ferramenta de transferência instantânea criada pelo Banco Central (BC), é um dos recursos mais usados pelas micro e pequenas empresas para enfrentar a pandemia de Covid-19.
A 12ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia do Coronavírus nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, mostrou que 77% dos pequenos negócios já utilizam esse meio de pagamento e as empresas que o adotaram tiveram uma queda de faturamento menor (33% de perda) do que os negócios que ainda não aderiram ao novo sistema (que registraram queda de 44%).
“A pandemia forçou os pequenos negócios a se digitalizarem e se tornarem mais abertos às inovações. O Pix foi muito bem adotado pelos microempreendedores individuais e micro e pequenas empresas, principalmente pelos negócios mais simples e em localidades de difícil acesso”, pontua o presidente do Sebrae, Carlos Melles.
Segundo a pesquisa, a região Norte é a que tem a maior quantidade de adeptos desse tipo de pagamento (83%), seguida pela Centro-Oeste (82%), Nordeste (81%), Sul (78%) e Sudeste (74%).

Adesão do Pix

As empresas do setor de Comércio são as que mais utilizam o sistema de pagamento (86% aderiram), seguidas pelos negócios da Indústria (73%), Serviços (72%), Agropecuária (69%) e Construção Civil (65%). Já quando se analisa as atividades, a que mais utiliza o Pix é a de pet shops e serviços veterinários, uma das menos atingidas pela pandemia.
Segundo o levantamento, 93% dos negócios desse segmento adotaram essa modalidade. Entre os empreendedores dos serviços de saúde e os de alimentação, 88% utilizam o Pix, seguidos pelos de beleza (87%) e academias (86%), sendo que esses três últimos estão entre os mais afetados pela crise.
“O Pix foi utilizado tanto por quem resistiu melhor à pandemia quanto pelos mais prejudicados, e teve uma contribuição importante na redução dos impactos das perdas de faturamento”, explica o presidente do Sebrae.
Entre as motivações para essa alta adesão estão a facilitação de cobranças e pagamentos por meio da velocidade de transações, as isenções de taxas para consumidores, a disponibilidade 24 horas, além da conveniência para pagamento, seja por QR Code ou Chave Pix.
“Esses benefícios também ajudam no fechamento do caixa e contribuem para que o empreendedor tenha melhores condições de tomar decisões mais assertivas para o negócio”, complementa Melles.
O Banco Central calcula que mais de 106 milhões de pessoas, incluindo os empreendedores individuais (MEI) e empresas, estejam utilizando a tecnologia do Pix, totalizando 313,3 milhões de chaves Pix cadastradas nas mais de 750 instituições habilitadas para ofertar o serviço, entre elas bancos tradicionais, fintechs, instituições de pagamento e cooperativas de crédito.
Até 31 de agosto, já haviam sido realizadas 973,8 milhões de transações que movimentaram R$ 532,8 milhões.

Fonte: Contábeis

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Entenda agora se a transformação digital pode beneficiar sua empresa!

Transformação digital: É para todas as empresas?

A transformação digital veio a galope com a pandemia de Covid-19. Segundo a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), esse fenômeno vai movimentar R$ 465,6 bilhões até 2023.
A entidade destaca algumas tendências tecnológicas com mais previsão de aportes, como IoT, Inteligência Artificial, Big Data e Analytics.

Mas esse tipo de tecnologia é uma possibilidade para todas as empresas?

Infelizmente, não vejo que as mais de 6 milhões de micro e pequenas empresas do Brasil estão aptas à transformação digital.

Os motivos vão da falta de cultura digital, orçamentos limitados para projetos digitais e até dificuldade na escolha de um profissional ou de uma empresa para a orientação correta e a implantação do processo de transformação digital.

A cultura digital exige estudo, tempo e requer dedicação das empresas. Elas precisam ser digitais agora, caso queiram sobreviver à crise.
Se a direção da empresa não possui conhecimentos profundos das questões relacionadas ao seu posicionamento digital, é preciso estudar.
O Sebrae possui diversos cursos interessantes, por exemplo. As ações de modernização têm que partir dos diretores, que devem estimular o envolvimento de todas as áreas.
Depois, a ordem é planejamento! Entenda que a internet pode e deve ser utilizada como uma plataforma para gerar negócios e que transcende ser só o novo canal de veiculação dos seus produtos e/ou serviços.
Portanto, considere que as informações e ofertas que serão divulgadas devem resolver os anseios e as necessidades dos seus clientes – e não aqueles que você pensa que seu negócio precisa.
Estude seu público, definindo perfis psicográficos e demográficos. Relacione todas as certezas, dúvidas e suposições sobre sobre os seus produtos e/ou serviços, buscando transformar as suposições em conhecimento.
Desenvolva conteúdo capaz de transformar seu público-alvo em cliente. Defina os fatores que o aproximam das soluções que você pensa em desenvolver e fortaleça-as no anúncio. Faça testes e ajustes constantemente.
Vários tipos de negócios adotaram o atendimento por WhatsApp como estratégia de vendas.
Os aplicativos de delivery têm permitido dar continuidade a muitas atividades, beneficiando também consumidores.
Já as empresas prestadoras de serviços, dependendo do segmento de atuação, têm como alternativa oferecê-lo in loco, para não fecharem as portas.

As empresas que dispõem de mais recursos recorrem à contratação de profissionais de internet ou ainda fornecedores específicos.

Nesse ponto, a capacidade de investimento da empresa é decisiva. O orçamento, muitas vezes, deve ser significativo para resolver as questões digitais.
Mas, antes de investir, é preciso estudar muito para entender o que cada solução pode trazer de benefícios, bem como a complexidade para implementá-la.
Analise casos de mercado e busque recomendações sobre as contratações de profissionais e empresas fornecedoras. Isso minimizará os riscos e os impactos em seu negócio.
Existem algumas soluções gratuitas ou que exigem um baixo investimento, como as plataformas de construção de sites institucionais, como o Webflow, Squarespace e os mais conhecidos Wix e WordPress.
Assegure-se de estudar a empresa que você irá contratar, procurando por referências dos serviços prestados.
Se os seus projetos envolverem desenvolvimentos específicos, que não têm soluções prontas no mercado, busque por tecnologias de baixo custo e abertas, como a linguagem de programação PHP, com banco de dados MySQL ou qualquer outro de código aberto.

Além da enorme quantidade de profissionais e empresas existentes no mercado, o custo é relativamente baixo, se comparado com outras tecnologias, como a Microsoft.

Mas isso não garante sucesso, porque tudo depende do quanto o conceito do digital é assimilado pela sua estrutura interna.
Por exemplo: empresas com longo histórico off-line normalmente apresentam uma grande resistência interna quanto à inovação e à digitalização, e promover essa mudança de cultura não é fácil, nem tem uma receita de bolo.
Ainda que existam grandes corporações há anos atuando no digital, muitas ainda adequaram seus sistemas e plataformas para absorver as novidades do mercado.
Agora, veem-se obrigadas a construir novas soluções digitais do zero, em razão de novas tecnologias. É importante ter em mente que além de estudo e investimento, o digital exige atualização constante.
Por fim, é possível concluir que as restrições provocadas pela pandemia geraram uma nova consciência empresarial.
A demanda de projetos de transformação digital deve aumentar muito nos próximos meses. A Neotix sempre desenvolveu seus projetos tendo a inovação como carro-chefe.
Hoje, nossos esforços estão ainda mais focados na preparação da equipe, com especializações e treinamentos capazes de oferecer aos nossos clientes os melhores resultados.
São tempos novos e estamos preparados para proporcionar experiências incríveis aos clientes e às empresas que nos contratam.
Fonte: Jornal Contábil

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Confira como resolver os problemas para evitar a exclusão do Simples Nacional!

Exclusão do Simples Nacional 2021: Recebeu uma notificação? Veja como quitar os seus débitos!

Foi notificado com um Termo de Exclusão do Simples Nacional? veja como quitar seus débitos para que sua empresa não seja excluída.

Fazer parte do Simples Nacional é um privilégio para micro e pequenas empresas, uma tributação menor, a dispensa de algumas declarações, todos tributos são recolhidos em uma guia única, além de muitas outras vantagens, esse regime tributário só acrescenta positivamente na vida das empresas.
Porém, para uma empresa se manter no Simples Nacional ela tem que cumprir com as suas obrigações e pagar todos tributos.

440.480 empresas estão devendo o Simples Nacional e foram notificadas com um Termo de Exclusão, o valor chega a R$ 35 bilhões, mas o que essas empresas podem fazer?

Vamos te ensinar como proceder caso você tenha recebido uma notificação de exclusão do Simples Nacional, para você pagar os seus débitos e evitar que a sua empresa seja excluída desse regime tributário.

Como Verificar a dívida da minha empresa?

Antes de realizar o pagamento você tem que saber o que exatamente a sua empresa deve para o Simples Nacional, primeiramente verifique se você recebeu uma notificação com Termo de Exclusão (TE) da Receita.
Para verificar, acesse o Domicílio Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN), esse endereço é onde são enviadas as mensagens do fisco para as empresas do Simples Nacional.
Você pode ter acesso ao DTE-SN de duas formas:

  1. Pelo Portal do Simples Nacional: Acesse o portal e preencha seus dados, após isso, clique na opção “Termo de Exclusão” e “Relatório de pendências” e verifique se consta o Termo de Exclusão’.
  1. Pelo Centro Virtual de Atendimento (e-CAC): Acesse o Portal e-CAC pelo site da Receita Federal, você pode acessar as suas informações com certificado digital ou com seu código de acesso (você consegue o código e o certificado pelo próprio e-CAC).

Se a notificação com o Termo de Exclusão aparecer em um desses dois endereços para sua empresa, irão constar dois links nela, um link vai te direcionar para o documento com o seu Termo de Exclusão e o segundo vai te direcionar para o relatório com todos seus débitos com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou com a Receita Federal.

Como realizar o pagamento

Após você ler a notificação a sua empresa terá até 30 dias para efetuar o pagamento dela, vamos te apresentar como você pode realizar o pagamento das suas dívidas à vista e evitar a exclusão do Simples Nacional.

Antes, vamos te lembrar que não existe necessidade de ir até a Receita Federal para se regularizar, enquanto o que você deve não tiver sido inscrito na dívida ativa da união. Para os débitos inscritos na dívida ativa, realize a solicitação com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), pelo Portal Regularize.
Para as dívidas não inscritas na Dívida Ativa da União, é só realizar o pagamento do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).
Para realizar o pagamento do DAS á vista, quitar seus débitos e evitar a exclusão do Simples Nacional, você poderá fazer de duas maneiras:

  1. Pelo e-CAC
  • Acesse suas informações com certificado digital ou com Código de Acesso;
  • Procure a opção sobre o DAS;
  • Escolha as dívidas que você vai pagar;
  • Emita o DAS.
  1. Acesse Portal do Simples Nacional;
  • Preencha as suas informações certificado digital ou código de acesso;
  • Selecione a opção PGDAS-D;
  • Selecione a opção débitos;
  • Emita o DAS e faça o pagamento

Posso realizar o pagamento parcelado?

Sim, você pode realizar o pagamento do DAS de maneira parcelada, em até 60 vezes! Você pode realizar a solicitação pelo Portal e-CAC ou pelo Portal do Simples Nacional é só clicar na opção de parcelamento disponível nos dois portais.
Fonte: Jornal Contábil
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CFOP: entenda do que se trata

Entenda o que é a CFOP e qual a relevância para a sua empresa!

Esclareça suas dúvidas sobre o que é e como funciona o CFOP e mantenha seu negócio distante de problemas fiscais
A conformidade de um negócio depende de diversos fatores que precisam estar em dia da forma adequada para que tudo funcione perfeitamente. 
Garantir isso é o grande desafio de todos os gestores, que precisam encontrar os melhores meios de ter processos que garantam a excelência do funcionamento dos seus negócios.
Ter o conhecimento adequado sobre os aspectos que impactam o desempenho e a conformidade da sua empresa é algo fundamental para isso, portanto preparamos este conteúdo para esclarecer suas dúvidas sobre o CFOP.
Assim, ao longo dos próximos parágrafos, vamos falar sobre o que se trata, como funciona e de que forma impacta a sua empresa.

CFOP: afinal, o que é e como funciona?

Para começar, vamos contextualizar o que é  o CFOP. 
Sigla para Código Fiscal de Operações e Prestações, trata-se de uma tabela composta por códigos que são responsáveis por identificar uma determinada operação por categorias no momento da emissão da nota fiscal.
Ou seja, o CFOP está diretamente relacionado às notas fiscais que sua empresa emite e funciona como uma definição da operação realizada. 
Dessa forma, o Código Fiscal de Operações e Prestações impacta aspectos como:

  • Tributação; 
  • Informações para o Fisco;
  • Documentos fiscais; entre outros. 

Logo, trata-se de algo importante para as questões fiscais e, consequentemente, para a conformidade do seu negócio. 

Tabela CFOP

Agora que já apresentamos o panorama geral do que é e como funciona, vamos falar sobre a tabela CFOP em si e como funciona.
A lista da tabela é publicada pelo governo, sendo que são muitos os códigos. 
Os códigos se dividem em entradas e em saídas que são identificados pelo primeiro dígito, conforme vamos evidenciar a seguir.

CFOP de entrada 

Quando se trata dos códigos de entrada, a tabela funciona da seguinte forma:

  • Primeiro dígito 1: refere-se à entrada e/ou a aquisições de serviços do estado, válido para quando quem envia e quem recebe estão no mesmo estado;
  • Primeiro dígito 2: refere-se à entrada e/ou a aquisições de serviços de outros estados, válido para quando há diferenças de estados entre quem envia e quem recebe os produtos ou os serviços;
  • Primeiro dígito 3: refere-se à entrada e/ou a aquisições de serviços do exterior, sendo usado quando a empresa contrata serviços ou quando compra produtos de outros países.

CFOP de saída

Já quando se trata dos códigos de saída, a tabela funciona da seguinte forma:

  • Primeiro dígito 5: refere-se às saídas ou a prestações de serviços para o estado, mas quem emite a nota também é quem envia o produto ou quem presta o serviço para uma pessoa dentro do mesmo estado;
  • Primeiro dígito 6: refere-se às saídas ou a prestações de serviços para outros estados, contudo quem emite o documento está prestando serviços ou enviando produtos para uma pessoa de outro estado;
  • Primeiro dígito 7: refere-se às saídas ou a prestações de serviços para o exterior quando a empresa que emite a nota destina seu produto ou seu serviço ao exterior.

Mantenha seu negócio distante de problemas fiscais!

A fim de garantir que a conformidade do seu negócio com todas as questões fiscais esteja em dia, ter o suporte de especialistas é fundamental. 
Portanto, basta entrar em contato conosco para esclarecer quaisquer dúvidas que tenham restado e contar com uma equipe preparada para atuar como sua aliada.
Fonte: Abrir Empresa Simples
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Conheça as estratégias para você promover melhor adaptação dos novos colaboradores da sua empresa

6 dicas para ajudar novos colaboradores a se adaptar ao ambiente de trabalho

Mostrar-se proativo e capaz de cumprir prazos ajudam a causar uma boa impressão quando se está iniciando uma nova jornada de trabalho

Para quem está na corrida do mercado de trabalho, vencer a disputa de uma vaga concorrida e conseguir o emprego sonhado é uma conquista importante. É comum ficar ansioso ao começar em um novo emprego, mas é durante os primeiros dias que algumas impressões serão formadas e é preciso aproveitar qualquer oportunidade de causar um impacto positivo na empresa.
Felipe Calbucci, Diretor de vendas do Indeed no Brasil, afirma que, na maioria das situações, a empresa não espera que o funcionário faça milagres durante as primeiras semanas e que há um período de adaptação. “Os gestores estão cientes de que o novo contratado precisa de um tempo para se ambientar e entender o funcionamento da empresa, assim como o fluxo de demandas. Hoje as empresas valorizam cada vez mais a capacidade de aprendizado e adaptação à cultura da organização do que apenas conhecimentos técnicos”, analisa.

No entanto, isso não significa que não é preciso se preocupar com o desempenho nos primeiros dias de trabalho. “Durante o chamado “período de experiência” o gestor vai avaliar se aquela pessoa vai se dar bem com o time, se é organizada e capaz de cumprir, prazos, por exemplo. Por isso é importante se dedicar desde o primeiro dia”, afirma Calbucci.

Pensando em quem está começando um novo emprego, o Indeed, site de empregos número 1 do mundo, listou 6 dicas para ajudar novos colaboradores a se adaptar a um novo emprego e causar uma boa impressão inicial.

1. Passar um tempo com outros funcionários

É interessante quando novos funcionários conhecem seus colegas de trabalho a fim de se integrarem ao novo ambiente corporativo. Nas primeiras semanas, tente passar mais tempo com seus colegas, tanto durante o horário de trabalho quanto durante os intervalos, para facilitar o processo de construção de relacionamento. Aprender o nome de todos também pode ajudar a se comunicar com mais eficácia no trabalho.

2. Pedir ajuda

Embora alguns novos colaboradores evitem pedir ajuda, é indispensável solicitar assistência quando necessário. Algumas empresas já têm documentos de treinamento específicos para ajudar a entender melhor o fluxo de tarefas ou usar um software específico da empresa, mas muitas vezes ter alguém te explicando é melhor do que apenas ler um documento, além de dar a chance de sanar possíveis dúvidas.

3. Oferecer-se para ajudar os outros

Embora novos funcionários estejam aprendendo sobre o local de trabalho, eles podem ajudar seus colegas de trabalho nas tarefas básicas. Se puder, ofereça-se antes que te peçam ajuda, mostre-se proativo. Ao ajudar alguém, você também pode aprender novas habilidades que poderão ser aplicadas em suas tarefas diárias mais tarde.

4. Boa gestão do tempo

É comum novos contratados levarem um tempo maior para concluir certas tarefas. De qualquer forma é importante se atentar aos prazos, deixar a ansiedade e o nervosismo de lado e, assim, criar uma reputação positiva no trabalho. Durante as primeiras semanas, tente tornar o cumprimento de todos os prazos uma prioridade.

5. Participar de reuniões

Quando se acaba de chegar em um novo ambiente, é comum permanecer mais quieto durante as reuniões, até se acostumar com o novo ambiente de trabalho. No entanto, se você tiver uma boa ideia ou uma sugestão pertinente, é importante contribuir com as discussões durante as reuniões. Se tiver dúvidas sobre algum projeto discutido, também não hesite em perguntar.

6. Aprenda sobre o ambiente de trabalho

Em tempos de home-office se tornou mais difícil conhecer bem o ambiente de trabalho, uma vez que empresas do mundo todo se viram obrigadas a deixar os  funcionários trabalhando de suas casas. No entanto, como um novo integrante da equipe, é importante que você conheça como é o seu local de trabalho e tente se familiarizar com ele. Pergunte aos colegas que já estão a mais tempo na empresa como funciona o ambiente de trabalho, como é o clima no escritório, dessa forma, você tem a oportunidade de interagir com os colegas e entender melhor como funciona a nova empresa.
Fonte: Jornal Contábil
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Saiba, agora mesmo, as 8 opções de crédito para alavancar o seu negócio.

Conheça 8 opções de crédito para impulsionar seu pequeno negócio

Com o mercado de trabalho cada vez mais restrito para o trabalhador registrado, muitas pessoas resolveram comandar o próprio negócio e trabalhar para gerar a própria renda. Segundo a Target Data, empresa de Big Data e Analytics, entre abril e junho foram abertas 774 mil micro e pequenas empresas no Brasil, alta de 68,1% na comparação com o mesmo período de 2020.
E com cada vez mais microempreendedores individuais (MEI) pedindo registro no Brasil, os bancos públicos e privados estão oferecendo opções para os empresários acessarem crédito e usarem dinheiro para pagar dívidas ou ampliar seus negócios.

Pronampe

O Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Empresas de Pequeno Porte) é uma linha de ajuda criada pelo governo federal para microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e pequenas empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

Os empréstimos podem chegar a até 30% da receita bruta anual registrada em 2019 e negócios com menos de um ano de funcionamento têm limite de até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal..
Cerca de 5,3 milhões de empresas podem acessar a linha de empréstimos do governo. Basta entrar em contato com o banco, fintech ou cooperativa onde você é correntista e descobrir se o dinheiro está liberado para a sua empresa.

Caixa Econômica Federal

Uma parceria entre a Caixa e o Sebrae disponibiliza até R$ 12,5 mil de crédito para o MEI, com prazo de pagamento até 24 meses, 9 meses de carência e juros de 1,59% ao mês.https://33848ed64cadf490ea3fb017a3fa9684.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
Para ver as condições de acesso, clique aqui.

Banco do Povo Paulista

Controlado pelo governo de São Paulo, o Banco do Povo Paulista oferece até R$ 21 mil de crédito, com taxa de juros de 0,35% ao mês e prazo de pagamento de 36 meses, com 3 meses de carência.

Banco do Brasil

O BB oferece uma linha específica para o segmento, o chamado Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), com o valor do empréstimo e o prazo de pagamento estabelecidos com base na capacidade de pagamento do empreendedor. O prazo de pagamento varia entre 5 e 18 parcelas.
Para acessar o crédito, o MEI precisa ser correntista e a liberação da linha precisa da aprovação do banco. Veja mais condições clicando aqui.

Bradesco

No Bradesco, o Microcrédito Produtivo Orientado pode ser acessado por empreendedores formais, informais e microempresas no valor de até R$ 21 mil.

Os limites de pagamento são estipulados de acordo com a capacidade do empreendimento e a Taxa de Abertura de Crédito (TAC) é inclusa no valor da operação.

Santander

O Santander conta com uma linha de microcrédito chamada Prospera, feita para empreendedores. É necessário realizar agendamento, que pode ser feito online, e o banco oferece toda uma rede de assistência e suporte para os empreendedores estruturarem seus negócios.

Itaú

Segundo a instituição, o atendimento pessoal do Agente Prospera também ajuda o microempreendedor com orientação financeira e na gestão de negócios.
O programa de Microcrédito Itaú está disponível nas regiões de Campina Grande, Fortaleza, Teresina, Montes Claros, Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro e para contratar não precisa ter conta em banco.
Segundo o banco, basta ser maior de 18 anos, ter no mínimo seis meses na atividade e ter uma renda ou receita bruta do negócio de até R$360.000 ao ano. O valor do empréstimo não vai ultrapassar R$ 20.300 e poderá ser pago em até 15 vezes, com taxas de 3,79% ao mês.

BNDES

O BNDES lista algumas instituições financeiras que oferecem crédito de até R$ 20 mil, com recortes por estado. Você pode conferir os bancos e operadoras de crédito por região clicando aqui.
Fonte: Jornal Contábil
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Veja como encerrar corretamente uma empresa inativa.

Entenda o que é uma empresa Inativa e saiba como fechar ela

Aprenda como funciona uma empresa inativa e como você pode encerrar para sempre as atividades dessa empresa.

É importante estar regular, seja com assuntos pessoais ou com toda a burocracia de uma empresa. Deixar as suas obrigações para depois só piora a sua situação, pague todos os seus impostos e cumpra suas obrigações, mesmo que a sua empresa esteja inativa evite problemas.
Deixar uma empresa sem movimentação é o que caracteriza uma empresa inativa. E como as atividades dessa empresa não são consideradas encerradas pela Receita Federal, a empresa vai continuar gerando impostos e recebendo multas por não cumprir as suas obrigações.

Uma empresa inativa ainda gera impostos e o não pagamento desses tributos gera multas e a situação só vai piorando. Quem deixar uma empresa inativa gerando impostos e não quitar eles, pode acabar recebendo punições piores que as Multas.

Antes de uma empresa encerrar as suas atividades ela deve pagar tudo que deve, dívidas trabalhistas, impostos, tudo. Deixar uma empresa inativa acumulando dívidas é uma péssima ideia. Isso pode gerar a suspensão do CPF (Cadastro de Pessoa Física) dos proprietários e até mesmo a cobrança das dívidas da empresa diretamente dos sócios.

Por que alguém fica com uma empresa inativa?

Muitos empresários acabam se frustrando e não conseguindo cuidar dos seus negócios, portanto, as empresas acabam tendo mais dívidas do que lucros e isso faz com que essas empresas não consigam dar certo.
Mas para realizar o fechamento de uma empresa, existe muita burocracia, as dívidas devem ser quitadas e tudo isso pode sair caro.
Então, alguns empresários optam por simplesmente abandonar as suas empresas, mas para o fisco essas empresas não estão fechadas, elas são consideradas inativas e continuam tendo obrigações fiscais.

Uma empresa inativa continua com obrigações?

Sim, mesmo que uma empresa esteja inativa ela ainda tem que cumprir com as suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias, para não receber punições.
As principais obrigações de uma empresa inativa são as seguintes:

  • Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social  (GFIP).
  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ).
  • Escriturações fiscais.
  • Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
  • Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).

A diferença de uma empresa inativa e empresa sem faturamento

Uma empresa inativa e uma empresa sem faturamento podem estar em situações bastante similares, isso causa uma confusão na cabeça das pessoas, mas nós vamos te explicar o que faz uma empresa inativa e uma sem faturamento serem diferentes.

Uma empresa é considerada sem faturamento quando ela não realiza nenhuma prática operacional durante o ano. Então, uma empresa que durante o ano vigente não realizar qualquer atividade que gere receita é considerada sem faturamento.
E uma empresa é considerada inativa quando ela não efetua nenhuma atividade operacional, não operacional, financeira ou patrimonial. Ou seja, é uma empresa que não realiza nenhuma operação durante o ano-calendário.

Como encerrar uma empresa inativa

Para o proprietário de uma empresa inativa não continuar recebendo multas e evitar o aumento das suas dívidas com juros gigantescos, é importante fechar a empresa, para ela não continuar aumentando as suas contas.
Antes de dar baixa na empresa será preciso quitar as dívidas e verificar toda a documentação necessária, verificar as declarações, regularizar a baixa dos funcionários e realizar diversas outras verificações que podem ser complexas.
Será preciso conferir possíveis débitos trabalhistas e previdenciários, emitir uma Certidão Negativa por meio do portal da Receita, verificar o FGTS dos seus funcionários (Fundo de Garantia por Tempo de serviço) no site da Caixa Econômica, e caso você esteja devendo algo, será necessário pagar antes do fechamento total da empresa.
Além da Certidão Negativa no poder Federal, será preciso verificar no âmbito estadual se existem pendências como declarações, ou tributos a serem pagos. E no município, onde a sua empresa reside, você vai ter que verificar se existem débitos referentes ao IPTU ou alguma outra taxa.
Então, procure um contador experiente para te ajudar, ele vai realizar todos os procedimentos necessários e vai te auxiliar com o fechamento da sua empresa, para acabar de vez com os seus problemas.
Fonte: Jornal Contábil

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Tributos sobre importação de milho sofrem mudanças!

Tributos sobre importação de milho sofrem mudanças!

Governo zera alíquotas de tributos incidentes na importação de milho

Medida vale até 31 de dezembro

O presidente Jair Bolsonaro editou uma Medida Provisória (MP) que zera, até 31 de dezembro, os tributos sobre a importação do milho. O texto foi publicado hoje (23) no Diário Oficial da União e, como tem força de lei, já está em vigor.
A medida atinge a alíquota da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A renúncia do PIS/Cofins incidente na importação de milho terá um impacto de R$ 66,47 milhões em 2021.
De acordo com a Presidência, a medida é necessária para aumentar a importação do grão devido à escassez no mercado interno, “em razão de problemas climáticos, atrasos na colheita de verão e na semeadura da segunda safra e, ainda, pelos baixos níveis de estoque”. O milho é insumo agrícola importante, especialmente na agroindústria, em setores como a avicultura e a suinocultura.

Aumento compensa perda

A perda nessa arrecadação será compensada com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), promovido pelo governo na semana passada e que entrou em vigor na segunda-feira (20). Para as pessoas físicas a alíquota passa de 3% ao ano (diária de 0,0082%) para 4,08% ao ano (diária de 0,01118%). Já para as pessoas jurídicas, a alíquota anual passa de 1,5% (atual alíquota diária de 0,0041%) para 2,04% (diária de 0,00559%). O ajuste vale até 31 de dezembro.
Os valores arrecadados com as novas alíquotas do IOF também serão utilizados para custear o Auxílio Brasil, programa social que deve substituir o Bolsa Família, e o aumento do valor da cota de importação pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Os gastos com o novo programa acarretarão, neste ano, um acréscimo de R$ 1,62 bilhão na despesa obrigatória de caráter continuado. No caso do CNPq, a renúncia fiscal do governo chega a R$ 236,49 milhões.
Fonte: Agencia Brasil
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