Sabia que a recuperação tributária ajuda sua empresa a ter mais fôlego financeiro?

Pesquisa mostra que 95% das empresas no Brasil pagam impostos a maior ou indevidamente; saiba como evitar.

Todo empreendedor, independente do segmento que atue, sabe o quanto a lista de impostos e encargos a se pagar é extensa. E como a legislação brasileira é umas das mais complexas, pagar corretamente os impostos passa a ser uma tarefa complicada para as empresas.
De acordo com uma pesquisa do IBGE, 95% das empresas no Brasil pagam impostos a maior ou indevidamente e por falta de instrução, não possuem o conhecimento de que podem recuperar esses valores dando um fôlego aos empresários nesse período de crise econômica que estamos vivenciando.
Além disso, o SEBRAE realizou uma pesquisa com os empresários, no início deste ano, sobre “o que poderia ter evitado o fechamento das empresas”, 34% responderam que seria o acesso ao crédito facilitado, 21% afirmaram que seria a diminuição dos impostos e 25% disseram que seria conquistar mais clientes.
Onde o comércio é  o setor com a maior taxa de empresas fechadas durante esse período de pandemia, com 30,2% .
Além desse caso, atualmente 46% dos bares e restaurantes enquadrados no regime do Simples Nacional estão em atraso com os pagamentos, onde 84% deles temem ser desenquadrado do regime, vendo a solução apenas no Refis da COVID.
Mas, será que essas são realmente as únicas saídas para esses problemas? Será que todos esses empresários têm o conhecimento sobre a recuperação tributária, planejamento tributário e como eles podem ajudar nesses quesitos?
Então, vou listar aqui 6 formas de como a Recuperação Tributária pode beneficiar o seu negócio:

  1. Realizando a recuperação de créditos tributários de forma criteriosa dos últimos 5 anos da sua empresa, você teria um impacto positivo imediato no seu fluxo de caixa;
  2. Com esse aporte no caixa, você poderá fazer investimentos no seu negócio, tornando-o mais competitivo no mercado;
  3. Irá evitar o desembolso desnecessário de recursos financeiros no pagamento de tributos indevidos ou a maior;
  4. Evitando problemas com a fiscalização, ao se manter sempre de acordo com a legislação, identificando e corrigindo irregularidades;
  5. Contribuindo com informações essenciais para a realização do planejamento tributário, visando a redução da carga tributária;
  6.  Auxiliando na eficiência tributária, administrativa e financeira da empresa.

Por isso, a Recuperação Tributária se torna tão importante, pois por falta de conhecimento da legislação, uma empresa pode ser fechada, sendo que ela poderia recuperar o que é seu por direito, ter um aporte de caixa, manter o negócio ativo e prosperando no mercado.
Com conhecimento e bom planejamento, seu negócio irá muito mais longe!
Fonte: Contábeis
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

O que é e como preparar um Disaster Recovery Plan para a sua empresa.

Descubra como elaborar um Disaster Recovery Plan para a sua empresa

 Entenda como realizar o Disaster Recovery Plan completo e eficaz para a sua empresa. Leia o nosso artigo para saber mais. 
Imprevistos e desastres podem acontecer com todo mundo e é bom estar sempre preparado. Por isso, confira, neste artigo, o que é e como realizar um Disaster Recovery Plan.
Minimizar os efeitos de um desastre, natural ou provocado, é fundamental para evitar grandes quedas nas receitas de um empreendimento.
Se você ficou interessado neste assunto, leia esse artigo até o fim!
Disaster Recovery Plan: veja o que é e como elaborar um
O que é um DRP?
O Disaster Recovery Plan é um documento formal, elaborado pela instituição, com a finalidade de descrever ações necessárias diante de um desastre não planejado.
Esses eventos, que podem ser naturais ou provocados, acontecem a partir de alterações climáticas, como enchentes ou quedas de energia, ou por ataques cibernéticos, por exemplo.
Ataques aos canais de TI — tecnologia da informação — podem afetar os negócios como um todo e causar perdas milionárias ao empreendimento.
O objetivo do DRP é criar um plano de ações rápidas e eficazes para minimizar os danos às operações e infraestrutura da organização, reduzindo os prejuízos de forma geral.
Esse planejamento precisa conter:

  • as primeiras medidas para frear os danos e implementar soluções;
  • como retomar o funcionamento dos instrumentos de trabalho para restabelecer a rotina de trabalho;
  • verificação do que foi perdido e os impactos gerados;
  • como evitar os mesmos danos, caso ocorra um novo desastre.

É importante, ainda, organizar por área/departamento da empresa e tipo de desastre para que as ações fiquem claras e bem definidas.
Como se proteger?
Para realizar um plano completo e eficaz, é preciso entender as ameaças mais prováveis.
Evitar um desastre não está nas mãos da equipe de trabalho, porém conhecer as ameaças para reduzir o impacto gerado, sim.
Algumas dicas possíveis para o seu negócio, são:

  • implemente medidas de segurança da informação;
  • realize diferentes backups frequentemente;
  • conheça o RPO e RTO da empresa;
  • estabeleça a prática de análise e revisão do DRP periodicamente.

O RPO, Recovery Point Objective, é uma métrica de análise para que a empresa conheça quais são os limites de dados que podem ser afetados, sem que comprometa o andamento do negócio.
Já o RTO, Recovery Time Objective, está relacionado ao tempo que o pessoal de TI leva para normalizar os sistemas.
Um Disaster Recovery Plan bem estruturado será capaz de proporcionar mais segurança aos negócios e maior produtividade da equipe de serviço, com menor tempo de interrupção e, consequentemente, com menores perdas.

Conte com quem entende do assunto para elaborar o seu Disaster Recovery Plan de forma eficiente

Proteger os negócios é fundamental para evitar danos estruturais e perdas financeiras.
Agora, você já sabe o que é e como realizar um Disaster Recovery Plan para a sua empresa e quais os retornos que ele irá lhe proporcionar.
Para lhe assessorar na correta elaboração do seu DRP, conte conosco! 
Nossa equipe altamente qualificada e experiente está à sua disposição para que tudo ocorra de forma segura e eficiente.
Entre em contato e solicite um orçamento!
Fonte: Abrir Empresa Simples
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Impostos diretos e indiretos: conheça as diferenças e impactos no seu negócio

Neste artigo, Ângelo Peccini explica que, com uma malha tributária extensa e complicada, é fundamental que as empresas dominem o assunto.

O pagamento de impostos é uma realidade que precisa ser encarada. Sejam pessoas físicas ou jurídicas, todos são obrigados a pagar o que é devido para o governo e suas variadas instituições.
O Brasil é reconhecido como um país com uma malha tributária complicada, com impostos altos e bem variados. E o fato de esperarmos uma mudança não significa que nada possa ser feito. Para as empresas, é primordial dominar este assunto, já que o pagamento de impostos pode ter um impacto direto nas finanças. Nesse artigo, vamos abordar qual a diferença entre impostos diretos e indiretos.

O imposto direto

No imposto direto, existe uma relação direta entre a sua cobrança e a renda do contribuinte. O imposto de renda é o exemplo mais clássico, que todos conhecem. Quanto maior a renda, maior o tributo. Por isso, a relação direta. Outros exemplos de impostos diretos bem famosos são o IPVA e o IPTU.

O imposto indireto

Por outro lado, o imposto indireto é o que acaba, de certa forma, tendo uma relação um pouco mais próxima com as empresas, já que seu valor é cobrado no produto, ou no serviço, e é coletado pelos produtores ou vendedores, que repassa o custo para os consumidores com um aumento no preço. Alguns dos impostos mais populares com os quais as empresas precisam lidar são indiretos, como o ICMS, o ISS e o IPI.

Como esses impostos afetam as empresas?

Estes impostos têm um impacto direto nas empresas, não somente financeiro, mas na gestão, que costuma ter uma certa dificuldade em lidar com eles. Especialmente os impostos indiretos, que possuem uma malha extremamente complexa – podendo variar até mesmo de acordo com o município – apresentam um grande desafio na organização dos pagamentos e ao fazer o planejamento financeiro para todo um período.
Os aumentos dos impostos e sua complexidade geram dificuldades para as empresas. Primeiramente, como esse recurso é repassado ao cliente, muitas vezes o mesmo não tem ciência deste aumento e desta necessidade, e reclama se o preço aumenta em demasia, sem entender que isso foge ao controle dos produtores e vendedores.
Porém, não é apenas a relação com o cliente que é prejudicada. O ambiente interno também sofre com a enorme incidência de impostos indiretos. Com a complexidade, fica cada vez mais difícil fazer o compliance, ou seja, garantir a conformidade e que os pagamentos sejam feitos de maneira adequada, pois sem isso, a empresa pode estar sujeita a juros e multas.
Contudo, o outro lado também é bem comum. Com uma malha tão complexa e o medo de não cumprir com as obrigações, são recorrentes os casos de empresas que pagam mais do que devem, por falta de uma organização mais rígida e de um conhecimento mais profundo de suas obrigações.
Por isso, o controle dos impostos é um exercício que tem um impacto direto nas finanças de qualquer empresa. Essa organização garante que a renda não será comprometida com impostos desnecessários ou com multas por conta de atrasos.
Fonte: Contábeis
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Conheça os documentos contábeis essenciais ao seu negócio!

Os documentos contábeis fazem parte das obrigações da empresa e servem para a escrituração e registros.

Manter um negócio no Brasil não é uma tarefa fácil, pois além de todos os desafios comuns do empreendimento escolhido, existe a parte burocrática. Nessa parte encontramos uma série de documentos que são de suma importância para garantir a saúde da empresa, entre eles estão os documentos contábeis. Eles mostram qual é a situação do negócio, assim o empresário pode criar soluções para os possíveis problemas encontrados.

O que são os documentos contábeis?

Esses documentos fazem parte das obrigações da empresa e servem para a escrituração e registros. Os registros financeiros são importantes  para que a parte contábil possa fazer os cálculos dos principais deveres fiscais.

Como podemos observar, os documentos contábeis são essenciais; por esse motivo é preciso prestar atenção ao modo como são organizados e arquivados.

Quais são os principais documentos contábeis?

Acompanhe a seguir os principais documentos contábeis usados pelas empresas:

Comprovantes de pagamento de impostos

A partir desses comprovantes, o setor contábil da empresa consegue trabalhar, de modo especial quando mencionamos as guias de recolhimento de impostos.

Como a empresa consegue comprovar que está em dia com seus tributos?

Essa comprovação é realizada, através dos comprovantes de pagamento de tributos, assim o empresário atesta que cumpre com os seus deveres. Esses comprovantes também são usados em relatórios.
Importante: O contador deve arquivar os documentos que demonstrem que a empresa anda em dia com suas obrigações.

Registros trabalhistas

Esses documentos comprovam que a empresa cumpre com suas obrigações trabalhistas. Veja a seguir quais são elas:

  • Pagamento dos funcionários;
  • Tributos trabalhistas;
  • Outros documentos relacionados aos funcionários da empresa.

Vale lembrar, que esses documentos precisam ser arquivados por muito tempo, pois servem como comprovante e são importantes na avaliação do futuro do negócio.

Nota Fiscal

A nota fiscal é um documento que regulamenta e certifica as vendas ou prestação de serviços feitos pela empresa, por essa razão é essencial para o bom andamento do negócio e para a declaração dos impostos sobre as operações feitas. A finalidade principal é anotar o processo de venda e informar os dados essenciais (tipo de produto ou serviço, tributos, valores, entre outros) para o empresário e o cliente.

Por que é importante emitir notas fiscais?

A nota fiscal é uma obrigação legal, ela simplifica e melhora diversos procedimentos internos da empresa, nos espaços contábil e fiscal.

Comprovantes de pagamentos

Os comprovantes são de suma importância para o negócio.  Nos extratos de pagamentos encontramos o faturamento, que será usado no cálculo dos impostos. Através do faturamento, o empresário sabe se o negócio teve lucro ou prejuízo em um determinado período e assim pode traçar estratégias para continuar lucrando ou amenizar os impactos causados pelo prejuízo.
Dica Extra: Já imaginou aprender 10 anos de Prática Contábil em poucas semanas?
Conheça um dos programas mais completos do mercado que vai te ensinar tudo que um contador precisa saber no seu dia a dia contábil, como: Rotinas Fiscais, Abertura, Alteração e Encerramento de empresas, tudo sobre Imposto de Renda, MEIs, Simples Nacional, Lucro Presumido, enfim, TUDO que você precisa saber para se tornar um Profissional Contábil Qualificado.
Fonte: Jornal Contábil
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Será que o trabalho humano está com os dias contados? Leia e descubra!

Robôs vão substituir os humanos? Especialista esclarece mitos e verdades sobre automação

Uso de Inteligência Artificial em processos corporativos ainda gera muitas dúvidas

A automação de processos já é uma realidade. A evolução da tecnologia permitiu que muitas das atividades que levamos horas para concluir já sejam feitas em questões de segundos por robôs e seus cérebros virtuais. Mas, junto com os avanços, surgem muitas dúvidas entre quem não acompanha a fundo esse mercado.
Para sanar algumas delas, Rica Barros, CEO da startup Pareto – especializada em RPA (Automação de Processos Robóticos) para marketing e vendas -, esclarece abaixo os principais mitos e verdades em torno do universo da Inteligência Artificial.

“A automação de processos vai substituir meu emprego”

Esta é a frase mais comumente ouvida por quem atua no setor. Porém, segundo Barros, é um mito. A IA automatiza ações repetitivas do cotidiano e o grau de intervenção humana depende de cada situação.
“Mas a principal utilidade da automação de processos robóticos é justamente permitir que o profissional seja mais estratégico. Muitas vezes, deixa de atuar em um processo repetitivo e passa a gastar o tempo em contribuições intelectuais, que uma máquina não é capaz de fazer”, explica o executivo.

“A automatização de processos não serve para minha empresa, que não atua em tecnologia”

Hoje, a ferramenta pode ser implementada em vários segmentos, sempre com um objetivo muito claro: contribuir com o aumento da produtividade e a redução de custos em empresas de todos os portes no mercado. A extração de dados de produção de fabricantes e atualização do inventário de uma loja, por exemplo, demonstra como a automação pode ser útil no varejo.
“A tecnologia pode não ser o principal propósito de seu negócio, mas ainda assim é possível aproveitar a automação em determinados setores que dependem de organização. Processos que não requerem necessariamente inteligência humana facilmente são resolvidos com a automação”, acrescenta Barros.

“Minha empresa é pequena, então não cabe em meu dia a dia”

A automação de processos é abrangente. Independentemente se uma empresa é pequena, média ou grande, sempre há uma solução tecnológica capaz de aperfeiçoar sua rotina. Por exemplo, um profissional autônomo pode se utilizar de um simples chatbot no WhatsApp ou Instagram para fazer um atendimento prévio aos seus clientes e assim ganhar tempo nas outras atividades.

“A tecnologia não é capaz de fazer tudo”

Verdade. Em habilidades como criatividade, estratégia e inovação, nada é mais eficiente que o ser humano. O alto poder criativo, o “pensar fora da caixa”, é uma capacidade impensável para um robô, criado para repetir padrões matemáticos e resolver assuntos que um dia já foram resolvidos pelo homem.
“Por esse motivo, estamos seguros de que a tecnologia é uma aliada de extrema importância, que veio para ajudar todos nós a parar de perder tempo com atividades que nos façam de ‘pequenos robôs’ e aproveitar oportunidades para criar e inovar cada vez mais”, diz o CEO.
Um bom exemplo são os carros automáticos. Hoje, já existem marcas que desenvolvem veículos autônomos, mas ainda é necessária ao ser humano a atenção ao desenvolver a ferramenta e tomar decisões sobre ela, para garantir o pleno aprendizado do software. A inteligência humana é fundamental para complementar uma boa proposta tecnológica.

“A automação aumenta a confiança nos dados”

Esta é a proposta-chave da RPA. Quanto mais manual é um processo, maior é a dificuldade em garantir que as informações estejam corretas e padronizadas. Com a automação, temos a garantia de que todos os parâmetros estejam dentro do esperado e que os erros sejam menores, o que diminui a necessidade de retrabalho e garante que os processos aconteçam da mesma maneira de forma contínua. Além disso, contribui com a tomada de decisão. Um gestor de mídia paga, por exemplo, consegue ter mais precisão para planejar a distribuição do seu orçamento e prever o retorno em cada canal.
“Por isso, investir nessa tecnologia é o próximo passo para toda empresa moderna. A ferramenta ajuda a impulsionar os negócios, algo fundamental no cenário atual. Contribui na redução do desperdício de tempo e para uma rotina muito mais organizada, colaborativa e inventiva”, conclui Barros.
Fonte: Administradores

PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Acompanhe a discussão relacionada à Desoneração da Folha de Pagamento

Desoneração da folha: Senado vai tentar votar ainda neste ano projeto que beneficia 17 setores

Com ano acabando, Legislativo tem apenas duas semanas para votar o projeto de desoneração da folha de pagamentos.

O Senado vai tentar aprovar ainda neste ano a desoneração da folha de pagamento de 17 setores, que tem prazo de vencimento em 31 de dezembro. A ideia é que a desoneração seja renovada para ficar em vigor até o fim de 2023.
O Congresso tem apenas mais duas semanas úteis para conseguir desenrolar a pauta. Após isso, o Legislativo entra em recesso e, então, a proposta continuará no papel.
O senador Venexiano Vital do Rego, relator do texto no Senado, adiantou ao Congresso em Foco que o texto deverá ser votado no dia 14 ou 15 de dezembro.
“O tema desoneração que me cabe relatar, nós estaremos a fazê-lo na semana do dia 13 ao dia 17”, disse Veneziano.
Como o projeto só chegou na quinta-feira ao Senado, o relator conta que ainda não analisou se fará mudanças, mas ressaltou que o prazo é exíguo e que qualquer mudança de mérito pode inviabilizar a aprovação do projeto este ano, a tempo de permitir a prorrogação da desoneração.
Por acordo, o texto foi aprovado em caráter terminativo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. No Senado, segundo Veneziano, o acordo indicará um outro caminho: a proposta irá diretamente para o plenário.

Desoneração da folha

A desoneração da folha de pagamentos beneficia 17 setores da economia, entre eles os mais importantes, como indústria, comércio e serviços. A possibilidade de desoneração acabará no fim do ano caso não seja aprovada a prorrogação. Inicialmente, o projeto previa a ampliação do benefício fiscal até 2026, mas o prazo foi reduzido para 2023 em acordo feito na Câmara.
Atualmente, empresas dos 17 setores beneficiados pagam alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de 20% sobre a folha de salários. As empresas contempladas com a desoneração empregam 6 milhões de pessoas. O benefício fiscal é estimado em R$ 10 bilhões.
A proposta permite que, no momento de recolher os impostos, as empresas optem pela substituição da incidência da contribuição previdenciária patronal sobre a folha de salários pela incidência sobre a receita bruta. A medida deve beneficiar setores como o das indústrias de couro, calçados, confecções e têxtil; aves, suínos e derivados; de serviços, a exemplo do de tecnologia da Informação, call centers, hotéis; de transportes rodoviário de carga, aéreo, ferroviário e da construção civil, entre outros.
A desoneração da folha desses setores está em vigor desde 2014. A previsão é que, caso o projeto seja aprovado, o impacto na arrecadação seja de R$ 8 bilhões no próximo ano. O texto também eleva em 1% da Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior (Cofins-Importação) até 31 de dezembro de 2023.
Fonte: Contábeis
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Saiba agora como integrar a estratégia de vendas físicas às vendas on-line e fature mais!

4 dicas de como integrar o varejo físico e online para alavancar vendas e fidelizar clientes

Especialista no setor indica principais estratégias e cuidados para empreendedores expandirem operações integrando loja física e virtual.

O mercado do varejo mudou muito com a pandemia e passou a ser cada vez mais digital. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABComm, somente no ano passado, surgiram 80 mil novas lojas virtuais.
Isso não significa dizer que as lojas físicas perderam relevância. Ao contrário, elas ganham força com a retomada de 100% das atividades presenciais – e 51% dos consumidores ainda preferem fazer compras presenciais, segundo o estudo Consumer Insights, feito pela Kantar. Dessa forma, unir as duas frentes do varejo, físico e online, pode ser uma oportunidade de crescimento para empreendedores.
Para ajudar varejistas a conciliarem o varejo físico e digital, Franklin Bravos, CEO da Signa, empresa de soluções digitais, desenvolvimento e profissionalização de e-commerces, listou quatro estratégias para expandir operações no varejo e impactar os consumidores. Confira:

1- Priorize a logística 

Para Bravos, a logística é um dos primeiros passos para conciliar a loja física e online. É nessa etapa que o consumidor tem uma maior aproximação com a loja, portanto, é necessário que o lojista invista em oferecer a melhor experiência para o cliente. “Atentar-se à separação de produtos, embalagens e formas de expedição é fundamental para uma logística bem estruturada. Outra forma de priorizar a logística durante a integração do varejo online e físico é oferecer a oportunidade ao consumidor de comprar online e retirar na loja”, orienta o CEO.

2 – Integre a gestão de estoque

Unir o empreendimento físico ao online requer planejamento e, claro, integração. “A gestão de estoque impacta diretamente o desempenho da empresa, seja no atendimento ao cliente ou no financeiro. Dessa forma, todos os processos devem estar conectados, evitando erros.​ Uma das melhores soluções para realizar essa integração são os sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning), que unem o setor financeiro, comercial e até o estoque da empresa, possibilitando que lojas de todos os canais sejam conectadas”, sugere Bravos.

3 – Invista em tecnologia

Pesquisa realizada pela Capgemini indica que 46% dos varejistas acreditam que a tecnologia digital irá alterar as formas de fazer negócio, mas apenas 36% deles estão munidos dessas estratégias. O especialista alerta que estar atento a essa necessidade e tendência do mercado é um dos indicadores para sair na frente de concorrentes e proporcionar experiências que fidelizam clientes “Investir em tecnologia para o varejo virtual, conectando-o aos produtos da loja física, traz aumento de produtividade, efetividade de gestão e fidelização de novos clientes. Esses são apenas alguns dos ganhos”, destaca.

4 – Tenha uma estratégia de venda

Seja no varejo físico ou online, dispor de um plano estratégico de vendas é essencial para o bom resultado dos negócios. “Ações como cuidar da aparência do site da loja de acordo com as características da loja física, certificados de segurança e possibilitar diversos canais de comunicação com o público, como telefone, e-mail, chat, redes sociais e até WhatsApp, farão toda a diferença na estratégia final, alavancando vendas e potencializando os resultados”, finaliza Bravos.
Fonte: Contábeis
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Veja aqui como realizar o planejamento tributário da sua empresa para o próximo ano

Planejamento tributário 2022: elabore já o seu!  

O ano está chegando ao fim, logo é necessário que a sua empresa realize a análise de planejamento tributário para o ano de 2022.
Estar atento à área fiscal da sua empresa é de suma importância, por isso, você já deve começar a pensar no planejamento tributário 2022.
Sabemos que ao fim de cada calendário anual, toda empresa passará novamente por um processo de definição de novas metas.
Pensando nisso, reunimos, neste texto, os temas mais importantes que você, empresário, deve considerar antes de realizar o planejamento do próximo ano.
Se você atua como empresário geral, e está procurando informações para te ajudar, está no lugar certo!
Gostou deste tema? Se a resposta for sim, então permaneça com a gente e interaja conosco.

Planejamento tributário 2022: listamos as principais informações para a sua empresa, vejamos juntos!

  • Prazos

O regime tributário não pode ser mudado em qualquer momento. É uma decisão que precisa ser tomada uma vez por ano.
Por este motivo, a Receita Federal já estipula os prazos, na intenção de você, empresário, não perdê-los.
Via de regra, você tem até o dia 31 de janeiro para efetuar essa alteração.
Uma vez que o regime foi alterado, você não terá como tributar em outro regime. Ou seja, não se trata apenas de cumprir um prazo para entrega, mas realizar uma análise assertiva, com o objetivo de entregar ao Fisco o regime que, de fato, está elencado no seu negócio.

  • Faça uma análise profunda para um planejamento tributário 2022

Seguindo a linha de raciocínio, conforme vimos acima, é necessário realizar uma análise de planejamento tributário que esteja dentro das expectativas de lucro do seu negócio, mas, sobretudo, que também te permita ser favorecido.
Uma dica muito importante no momento da análise é que você, empresário, se questione a respeito de:

  • quanto eu gastei?
  • quanto eu faturei?
  • quanto é a minha margem de lucro?
  • quais eram as despesas?

Essas questões são os primeiros passos para um efetivo planejamento tributário 2022.

  • Tenha a compreensão de cada tipo de regime

Você cumpriu os prazos e realizou uma análise assertiva. Mas tem a compreensão dos tipos de regime e como cada um se dá?
Caso a resposta seja não, então será necessário entender cada um deles.
Temos temas aprofundados a respeito dos tipos de regime, você pode lê-los em nosso site.
São eles: MEI (Microempreendedor Individual), Lucro Presumido, Simples Nacional e Lucro Real.
Você deverá levar em consideração os prós e contras de cada regime. Deverá comparar eles entre si, e, então, escolher o mais adequado.

Conte com uma assessoria especializada em tributação para elaborar o melhor planejamento tributário para a sua empresa

A vida do empresário tem outras rotinas, então a nossa dica de ouro é: tenha um contador te auxiliando em todo o processo de análise para elaboração de um planejamento tributário 2022
Assim, você garante a eficácia dos fluxos e minimiza qualquer tipo de erro.
É importante que você compreenda que realizar a análise certa vai ajudar a sua empresa a reduzir custos e ainda ter saldo para investir.
Então, não perca mais tempo e entre em contato conosco agora mesmo! Vamos juntos elaborar o melhor planejamento tributário para o seu negócio!
Fonte: Abrir Empresa Simples
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Inteligência emocional: o que ela pode ensinar aos gestores?

O que aprendi com a inteligência emocional

Muito tem se falado de generosidade e gratidão. Porém, você as tem realmente colocado em prática? Penso que são semelhantes às orações

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL | Sempre é muito delicado relatarmos uma história, visto que ela envolve personagens reais, que podem se magoar, contestar, ou se ofender com o que é exposto. Afinal, geralmente, parte do ponto de vista de quem conta a história e toda história tem diversos pontos de vista. Porém, acredito que o aprendizado se torna mais efetivo, quando ele nos traz situações da vida real, ao invés ficção. Então, vamos lá…
Como tudo começou…
Era um momento difícil na economia brasileira, com muito desemprego e poucas ofertas. A recessão batia forte no mercado. Recebi o chamado de uma empresa, para atuar na minha área de especialidade. Uma proposta financeira e estrategicamente irrecusável. Porém, teria que me mudar de cidade. Pensei, pensei e encarei o desafio, afinal nunca tive medo deste tipo de mudança.
Meu gestor foi quem me entrevistou e aprovou. Tivemos uma afinidade imediata. Isso me deixou a vontade para realmente tomar a decisão de aceitar este novo desafio. Porém, o que eu não sabia, é que este mesmo gestor não era muito bem aceito pela equipe, composta por cerca de cinco pessoas. Havia um estranhamento entre ele e a equipe com quem eu também iria trabalhar, além de outras pessoas de área próxima.
Em função desta minha afinidade com o tal gestor, logo a equipe começou a me evitar também. Foi um período difícil, desafiador, e até mesmo desanimador para mim. Afinal, sempre valorizei muito o ambiente onde atuei. Este fator sempre foi um dos mais relevantes para minhas decisões profissionais. Ali eu estava acuado. Sentia que não conseguiria desempenhar meu melhor devido aquela situação inusitada.
A mudança…
Passou algum tempo e meu gestor se desligou da empresa. Eu permaneci, e por algum período ainda senti alguma hostilidade de meus colegas. A mudança ocorreu gradativamente. O fator decisivo para tal transformação foi a aplicação de meus conhecimentos sobre inteligência emocional, que estudava e buscava praticar no dia a dia em tudo o que fazia (e faço até hoje).
Nossos esforços foram recompensados. A equipe se abriu, conseguimos esclarecer algumas diferenças e passamos a atuar de modo mais integrado. Um alívio para todos, principalmente para mim. Aqueles que inicialmente me rejeitaram, tornaram-se amigos. Uma reviravolta incrível que a vida nos proporcionou. Eu também passei a entender melhor cada um e suas motivações. Percebi como minhas atitudes também contribuíram, de alguma forma, para toda aquela situação. Reconhecer os erros é fundamental para a mudança acontecer.
Platão disse: “Todo aprendizado tem uma base emocional”. Isso faz sentido para você?
Este aprendizado carrego em tudo o que faço. Saber que quanto mais nos conhecemos abre a possibilidade de conhecer melhor os outros, e isso faz toda diferença; compreender que o autocontrole é um processo evolutivo, e isso facilita nossos relacionamentos; e, que praticar a verdadeira empatia, é um dos mais desafiadores comportamentos humanos, mas ao mesmo tempo um dos mais profundos transformadores pessoais e relacionais.
Muito tem se falado de generosidade e gratidão. Porém, você tem realmente colocado elas em prática? Penso que são semelhantes às orações. Tem muita gente que frequenta o culto (qualquer que seja), repetindo mecanicamente as orações que aprendeu. Contudo, não as sente no coração. Quando sai dali maldiz de alguém, critica outro, xinga ou eleva seus pensamentos negativos no trânsito, e por aí vai. Conhece pessoas assim?
Dalai Lama nos ensina que “como seres humanos, todos queremos ser felizes e livres da miséria, todos aprendemos que a chave para a felicidade é a paz interior. Os maiores obstáculos à paz interior são as emoções perturbadoras como raiva, o apego, o medo e a desconfiança, enquanto o amor e a compaixão são as fontes de paz e felicidade”.
Porém, também sabemos que não é possível simplesmente excluir certas emoções de nossas vidas. Entretanto, temos que aprender a lidar com elas. Este é o verdadeiro significado da Inteligência Emocional, como relatou Daniel Goleman: “quando eu digo controlar emoções, me refiro às emoções realmente estressantes e incapacitantes. Sentir as emoções é o que torna a nossa vida rica.”
Assim, convido você a iniciar a jornada mais fantástica da sua vida…
A jornada do autoconhecimento, do autocontrole, da automotivação, da empatia e da sociabilidade. Se não souber como iniciar, ou tiver dificuldade durante esta jornada, pode me procurar. Afinal, este é meu propósito de vida: contribuir para o desenvolvimento humano, através do repasse do conhecimento, das melhores práticas e das ferramentas poderosas da inteligência emocional.
Fonte: Administradores
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!

Anywhere Office: o que é e como a sua empresa pode se beneficiar

Conceito vem ganhando muitos adeptos desde antes da pandemia

Há alguns anos, se alguém dissesse que trabalhava em home office, a surpresa era grande e causava impacto. Até mesmo alguns dias da semana trabalhando de casa já eram vistos como um privilégio imenso, afinal de contas, a cultura do escritório cara-a-cara era (e ainda é) muito intrínseca para nós, principalmente no Brasil. Mas, com a pandemia e as definições de distanciamento social, tudo mudou.
Muitas empresas tiveram que modificar rapidamente sua estrutura para proteger seus funcionários, e até mesmo as funções mais tradicionais conseguiram ser adaptadas para o trabalho remoto. Na fintech em que eu atuo, isso mudou de forma rápida. A gente já entendia que trabalhar online era o presente e que a cultura da empresa continuaria a vibrar entre os colaboradores. Não é uma missão simples, é verdade, mas se tornou viável quando entendemos que em qualquer lugar do mundo podemos fazer nosso trabalho com qualidade, segurança e assertividade.
O home office se tornou quase que uma lei e o vislumbre de voltar ao escritório é muito distante para a maior parte dos profissionais, que evoluíram sua maneira de trabalhar para o anywhere office, que significa, literalmente, trabalhar em qualquer lugarEsse conceito vem ganhando muitos adeptos desde antes da pandemia, com os chamados nômades digitais, mas com certeza o momento por que passamos acelerou isso: segundo um relatório da plataforma Workana, 94,2% dos trabalhadores com carteira assinada querem continuar atuando a distância, e 84,2% dos gestores pretendem promover o trabalho remoto mesmo depois que o distanciamento social acabar.
A tecnologia com certeza é uma aliada, mas isso não significa que somente empresas desses segmentos conseguem manter uma cultura organizacional 100% digital. Muito pelo contrário, qualquer empresa e empreendedor que esteja disposto a entender que nossos padrões mudaram, que os profissionais de diversas áreas já perceberam que podem, sim, ter o conforto de morar em qualquer lugar do mundo e ainda assim manter seu ritmo de trabalho, consegue preparar sua empresa para funcionários anywhere.
E, apesar de parecer uma coisa geracional, não são apenas os millenials que viram benefícios nisso: um relatório da Hubble mostrou que, na verdade, os chamados baby boomers (nascidos entre 1945 e 1964) são os que mais enxergam benefícios no trabalho remoto e não pretendem voltar ao escritório tão cedo.
Embora a gente não saiba quantas empresas exatamente irão preferir manter o formato de trabalho remoto para sempre, sabemos que muitas pessoas se sentem desestimuladas ao saberem que irão ser “obrigadas” a voltar ao escritório. E é aqui que acho importante dizer que, se sua empresa quer reter esses talentos, é importante que ela esteja preparada para entender as vontades e necessidades desses perfis. O que leva essas pessoas a não quererem trabalhar presencialmente? É realmente necessário que a minha equipe passe por esse estresse? Consigo manter uma cultura e valores mesmo a distância?
Certamente não será fácil e as ações para viabilizar o modelo remoto ainda irão demandar uma pitada de interações físicas/presenciais, indispensáveis para a criação de relações sólidas interpessoais e fortalecimento da cultura, mas se você respondeu sim para as perguntas acima, então sua empresa provavelmente está preparada para o anywhere office. É importante estarmos abertos para entender que o que faz o profissional ser bom no que faz e entregar resultados não é o lugar onde ele está, e sim, como a empresa o ajuda e lhe dá suporte para realizar seus feitos, independente de onde ele esteja – em casa, na praia, em um café, em outro estado ou em outro país.
Fonte: Administradores
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!