CFOP: entenda do que se trata

Entenda o que é a CFOP e qual a relevância para a sua empresa!

Esclareça suas dúvidas sobre o que é e como funciona o CFOP e mantenha seu negócio distante de problemas fiscais
A conformidade de um negócio depende de diversos fatores que precisam estar em dia da forma adequada para que tudo funcione perfeitamente. 
Garantir isso é o grande desafio de todos os gestores, que precisam encontrar os melhores meios de ter processos que garantam a excelência do funcionamento dos seus negócios.
Ter o conhecimento adequado sobre os aspectos que impactam o desempenho e a conformidade da sua empresa é algo fundamental para isso, portanto preparamos este conteúdo para esclarecer suas dúvidas sobre o CFOP.
Assim, ao longo dos próximos parágrafos, vamos falar sobre o que se trata, como funciona e de que forma impacta a sua empresa.

CFOP: afinal, o que é e como funciona?

Para começar, vamos contextualizar o que é  o CFOP. 
Sigla para Código Fiscal de Operações e Prestações, trata-se de uma tabela composta por códigos que são responsáveis por identificar uma determinada operação por categorias no momento da emissão da nota fiscal.
Ou seja, o CFOP está diretamente relacionado às notas fiscais que sua empresa emite e funciona como uma definição da operação realizada. 
Dessa forma, o Código Fiscal de Operações e Prestações impacta aspectos como:

  • Tributação; 
  • Informações para o Fisco;
  • Documentos fiscais; entre outros. 

Logo, trata-se de algo importante para as questões fiscais e, consequentemente, para a conformidade do seu negócio. 

Tabela CFOP

Agora que já apresentamos o panorama geral do que é e como funciona, vamos falar sobre a tabela CFOP em si e como funciona.
A lista da tabela é publicada pelo governo, sendo que são muitos os códigos. 
Os códigos se dividem em entradas e em saídas que são identificados pelo primeiro dígito, conforme vamos evidenciar a seguir.

CFOP de entrada 

Quando se trata dos códigos de entrada, a tabela funciona da seguinte forma:

  • Primeiro dígito 1: refere-se à entrada e/ou a aquisições de serviços do estado, válido para quando quem envia e quem recebe estão no mesmo estado;
  • Primeiro dígito 2: refere-se à entrada e/ou a aquisições de serviços de outros estados, válido para quando há diferenças de estados entre quem envia e quem recebe os produtos ou os serviços;
  • Primeiro dígito 3: refere-se à entrada e/ou a aquisições de serviços do exterior, sendo usado quando a empresa contrata serviços ou quando compra produtos de outros países.

CFOP de saída

Já quando se trata dos códigos de saída, a tabela funciona da seguinte forma:

  • Primeiro dígito 5: refere-se às saídas ou a prestações de serviços para o estado, mas quem emite a nota também é quem envia o produto ou quem presta o serviço para uma pessoa dentro do mesmo estado;
  • Primeiro dígito 6: refere-se às saídas ou a prestações de serviços para outros estados, contudo quem emite o documento está prestando serviços ou enviando produtos para uma pessoa de outro estado;
  • Primeiro dígito 7: refere-se às saídas ou a prestações de serviços para o exterior quando a empresa que emite a nota destina seu produto ou seu serviço ao exterior.

Mantenha seu negócio distante de problemas fiscais!

A fim de garantir que a conformidade do seu negócio com todas as questões fiscais esteja em dia, ter o suporte de especialistas é fundamental. 
Portanto, basta entrar em contato conosco para esclarecer quaisquer dúvidas que tenham restado e contar com uma equipe preparada para atuar como sua aliada.
Fonte: Abrir Empresa Simples
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Conheça as estratégias para você promover melhor adaptação dos novos colaboradores da sua empresa

6 dicas para ajudar novos colaboradores a se adaptar ao ambiente de trabalho

Mostrar-se proativo e capaz de cumprir prazos ajudam a causar uma boa impressão quando se está iniciando uma nova jornada de trabalho

Para quem está na corrida do mercado de trabalho, vencer a disputa de uma vaga concorrida e conseguir o emprego sonhado é uma conquista importante. É comum ficar ansioso ao começar em um novo emprego, mas é durante os primeiros dias que algumas impressões serão formadas e é preciso aproveitar qualquer oportunidade de causar um impacto positivo na empresa.
Felipe Calbucci, Diretor de vendas do Indeed no Brasil, afirma que, na maioria das situações, a empresa não espera que o funcionário faça milagres durante as primeiras semanas e que há um período de adaptação. “Os gestores estão cientes de que o novo contratado precisa de um tempo para se ambientar e entender o funcionamento da empresa, assim como o fluxo de demandas. Hoje as empresas valorizam cada vez mais a capacidade de aprendizado e adaptação à cultura da organização do que apenas conhecimentos técnicos”, analisa.

No entanto, isso não significa que não é preciso se preocupar com o desempenho nos primeiros dias de trabalho. “Durante o chamado “período de experiência” o gestor vai avaliar se aquela pessoa vai se dar bem com o time, se é organizada e capaz de cumprir, prazos, por exemplo. Por isso é importante se dedicar desde o primeiro dia”, afirma Calbucci.

Pensando em quem está começando um novo emprego, o Indeed, site de empregos número 1 do mundo, listou 6 dicas para ajudar novos colaboradores a se adaptar a um novo emprego e causar uma boa impressão inicial.

1. Passar um tempo com outros funcionários

É interessante quando novos funcionários conhecem seus colegas de trabalho a fim de se integrarem ao novo ambiente corporativo. Nas primeiras semanas, tente passar mais tempo com seus colegas, tanto durante o horário de trabalho quanto durante os intervalos, para facilitar o processo de construção de relacionamento. Aprender o nome de todos também pode ajudar a se comunicar com mais eficácia no trabalho.

2. Pedir ajuda

Embora alguns novos colaboradores evitem pedir ajuda, é indispensável solicitar assistência quando necessário. Algumas empresas já têm documentos de treinamento específicos para ajudar a entender melhor o fluxo de tarefas ou usar um software específico da empresa, mas muitas vezes ter alguém te explicando é melhor do que apenas ler um documento, além de dar a chance de sanar possíveis dúvidas.

3. Oferecer-se para ajudar os outros

Embora novos funcionários estejam aprendendo sobre o local de trabalho, eles podem ajudar seus colegas de trabalho nas tarefas básicas. Se puder, ofereça-se antes que te peçam ajuda, mostre-se proativo. Ao ajudar alguém, você também pode aprender novas habilidades que poderão ser aplicadas em suas tarefas diárias mais tarde.

4. Boa gestão do tempo

É comum novos contratados levarem um tempo maior para concluir certas tarefas. De qualquer forma é importante se atentar aos prazos, deixar a ansiedade e o nervosismo de lado e, assim, criar uma reputação positiva no trabalho. Durante as primeiras semanas, tente tornar o cumprimento de todos os prazos uma prioridade.

5. Participar de reuniões

Quando se acaba de chegar em um novo ambiente, é comum permanecer mais quieto durante as reuniões, até se acostumar com o novo ambiente de trabalho. No entanto, se você tiver uma boa ideia ou uma sugestão pertinente, é importante contribuir com as discussões durante as reuniões. Se tiver dúvidas sobre algum projeto discutido, também não hesite em perguntar.

6. Aprenda sobre o ambiente de trabalho

Em tempos de home-office se tornou mais difícil conhecer bem o ambiente de trabalho, uma vez que empresas do mundo todo se viram obrigadas a deixar os  funcionários trabalhando de suas casas. No entanto, como um novo integrante da equipe, é importante que você conheça como é o seu local de trabalho e tente se familiarizar com ele. Pergunte aos colegas que já estão a mais tempo na empresa como funciona o ambiente de trabalho, como é o clima no escritório, dessa forma, você tem a oportunidade de interagir com os colegas e entender melhor como funciona a nova empresa.
Fonte: Jornal Contábil
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Saiba, agora mesmo, as 8 opções de crédito para alavancar o seu negócio.

Conheça 8 opções de crédito para impulsionar seu pequeno negócio

Com o mercado de trabalho cada vez mais restrito para o trabalhador registrado, muitas pessoas resolveram comandar o próprio negócio e trabalhar para gerar a própria renda. Segundo a Target Data, empresa de Big Data e Analytics, entre abril e junho foram abertas 774 mil micro e pequenas empresas no Brasil, alta de 68,1% na comparação com o mesmo período de 2020.
E com cada vez mais microempreendedores individuais (MEI) pedindo registro no Brasil, os bancos públicos e privados estão oferecendo opções para os empresários acessarem crédito e usarem dinheiro para pagar dívidas ou ampliar seus negócios.

Pronampe

O Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Empresas de Pequeno Porte) é uma linha de ajuda criada pelo governo federal para microempresas com faturamento anual de até R$ 360 mil e pequenas empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.

Os empréstimos podem chegar a até 30% da receita bruta anual registrada em 2019 e negócios com menos de um ano de funcionamento têm limite de até metade do capital social ou de 30% da média do faturamento mensal..
Cerca de 5,3 milhões de empresas podem acessar a linha de empréstimos do governo. Basta entrar em contato com o banco, fintech ou cooperativa onde você é correntista e descobrir se o dinheiro está liberado para a sua empresa.

Caixa Econômica Federal

Uma parceria entre a Caixa e o Sebrae disponibiliza até R$ 12,5 mil de crédito para o MEI, com prazo de pagamento até 24 meses, 9 meses de carência e juros de 1,59% ao mês.https://33848ed64cadf490ea3fb017a3fa9684.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html
Para ver as condições de acesso, clique aqui.

Banco do Povo Paulista

Controlado pelo governo de São Paulo, o Banco do Povo Paulista oferece até R$ 21 mil de crédito, com taxa de juros de 0,35% ao mês e prazo de pagamento de 36 meses, com 3 meses de carência.

Banco do Brasil

O BB oferece uma linha específica para o segmento, o chamado Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), com o valor do empréstimo e o prazo de pagamento estabelecidos com base na capacidade de pagamento do empreendedor. O prazo de pagamento varia entre 5 e 18 parcelas.
Para acessar o crédito, o MEI precisa ser correntista e a liberação da linha precisa da aprovação do banco. Veja mais condições clicando aqui.

Bradesco

No Bradesco, o Microcrédito Produtivo Orientado pode ser acessado por empreendedores formais, informais e microempresas no valor de até R$ 21 mil.

Os limites de pagamento são estipulados de acordo com a capacidade do empreendimento e a Taxa de Abertura de Crédito (TAC) é inclusa no valor da operação.

Santander

O Santander conta com uma linha de microcrédito chamada Prospera, feita para empreendedores. É necessário realizar agendamento, que pode ser feito online, e o banco oferece toda uma rede de assistência e suporte para os empreendedores estruturarem seus negócios.

Itaú

Segundo a instituição, o atendimento pessoal do Agente Prospera também ajuda o microempreendedor com orientação financeira e na gestão de negócios.
O programa de Microcrédito Itaú está disponível nas regiões de Campina Grande, Fortaleza, Teresina, Montes Claros, Grande São Paulo e Grande Rio de Janeiro e para contratar não precisa ter conta em banco.
Segundo o banco, basta ser maior de 18 anos, ter no mínimo seis meses na atividade e ter uma renda ou receita bruta do negócio de até R$360.000 ao ano. O valor do empréstimo não vai ultrapassar R$ 20.300 e poderá ser pago em até 15 vezes, com taxas de 3,79% ao mês.

BNDES

O BNDES lista algumas instituições financeiras que oferecem crédito de até R$ 20 mil, com recortes por estado. Você pode conferir os bancos e operadoras de crédito por região clicando aqui.
Fonte: Jornal Contábil
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Veja como encerrar corretamente uma empresa inativa.

Entenda o que é uma empresa Inativa e saiba como fechar ela

Aprenda como funciona uma empresa inativa e como você pode encerrar para sempre as atividades dessa empresa.

É importante estar regular, seja com assuntos pessoais ou com toda a burocracia de uma empresa. Deixar as suas obrigações para depois só piora a sua situação, pague todos os seus impostos e cumpra suas obrigações, mesmo que a sua empresa esteja inativa evite problemas.
Deixar uma empresa sem movimentação é o que caracteriza uma empresa inativa. E como as atividades dessa empresa não são consideradas encerradas pela Receita Federal, a empresa vai continuar gerando impostos e recebendo multas por não cumprir as suas obrigações.

Uma empresa inativa ainda gera impostos e o não pagamento desses tributos gera multas e a situação só vai piorando. Quem deixar uma empresa inativa gerando impostos e não quitar eles, pode acabar recebendo punições piores que as Multas.

Antes de uma empresa encerrar as suas atividades ela deve pagar tudo que deve, dívidas trabalhistas, impostos, tudo. Deixar uma empresa inativa acumulando dívidas é uma péssima ideia. Isso pode gerar a suspensão do CPF (Cadastro de Pessoa Física) dos proprietários e até mesmo a cobrança das dívidas da empresa diretamente dos sócios.

Por que alguém fica com uma empresa inativa?

Muitos empresários acabam se frustrando e não conseguindo cuidar dos seus negócios, portanto, as empresas acabam tendo mais dívidas do que lucros e isso faz com que essas empresas não consigam dar certo.
Mas para realizar o fechamento de uma empresa, existe muita burocracia, as dívidas devem ser quitadas e tudo isso pode sair caro.
Então, alguns empresários optam por simplesmente abandonar as suas empresas, mas para o fisco essas empresas não estão fechadas, elas são consideradas inativas e continuam tendo obrigações fiscais.

Uma empresa inativa continua com obrigações?

Sim, mesmo que uma empresa esteja inativa ela ainda tem que cumprir com as suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias, para não receber punições.
As principais obrigações de uma empresa inativa são as seguintes:

  • Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social  (GFIP).
  • Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ).
  • Escriturações fiscais.
  • Relação Anual de Informações Sociais (RAIS).
  • Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais (DCTF).

A diferença de uma empresa inativa e empresa sem faturamento

Uma empresa inativa e uma empresa sem faturamento podem estar em situações bastante similares, isso causa uma confusão na cabeça das pessoas, mas nós vamos te explicar o que faz uma empresa inativa e uma sem faturamento serem diferentes.

Uma empresa é considerada sem faturamento quando ela não realiza nenhuma prática operacional durante o ano. Então, uma empresa que durante o ano vigente não realizar qualquer atividade que gere receita é considerada sem faturamento.
E uma empresa é considerada inativa quando ela não efetua nenhuma atividade operacional, não operacional, financeira ou patrimonial. Ou seja, é uma empresa que não realiza nenhuma operação durante o ano-calendário.

Como encerrar uma empresa inativa

Para o proprietário de uma empresa inativa não continuar recebendo multas e evitar o aumento das suas dívidas com juros gigantescos, é importante fechar a empresa, para ela não continuar aumentando as suas contas.
Antes de dar baixa na empresa será preciso quitar as dívidas e verificar toda a documentação necessária, verificar as declarações, regularizar a baixa dos funcionários e realizar diversas outras verificações que podem ser complexas.
Será preciso conferir possíveis débitos trabalhistas e previdenciários, emitir uma Certidão Negativa por meio do portal da Receita, verificar o FGTS dos seus funcionários (Fundo de Garantia por Tempo de serviço) no site da Caixa Econômica, e caso você esteja devendo algo, será necessário pagar antes do fechamento total da empresa.
Além da Certidão Negativa no poder Federal, será preciso verificar no âmbito estadual se existem pendências como declarações, ou tributos a serem pagos. E no município, onde a sua empresa reside, você vai ter que verificar se existem débitos referentes ao IPTU ou alguma outra taxa.
Então, procure um contador experiente para te ajudar, ele vai realizar todos os procedimentos necessários e vai te auxiliar com o fechamento da sua empresa, para acabar de vez com os seus problemas.
Fonte: Jornal Contábil

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Tributos sobre importação de milho sofrem mudanças!

Tributos sobre importação de milho sofrem mudanças!

Governo zera alíquotas de tributos incidentes na importação de milho

Medida vale até 31 de dezembro

O presidente Jair Bolsonaro editou uma Medida Provisória (MP) que zera, até 31 de dezembro, os tributos sobre a importação do milho. O texto foi publicado hoje (23) no Diário Oficial da União e, como tem força de lei, já está em vigor.
A medida atinge a alíquota da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A renúncia do PIS/Cofins incidente na importação de milho terá um impacto de R$ 66,47 milhões em 2021.
De acordo com a Presidência, a medida é necessária para aumentar a importação do grão devido à escassez no mercado interno, “em razão de problemas climáticos, atrasos na colheita de verão e na semeadura da segunda safra e, ainda, pelos baixos níveis de estoque”. O milho é insumo agrícola importante, especialmente na agroindústria, em setores como a avicultura e a suinocultura.

Aumento compensa perda

A perda nessa arrecadação será compensada com o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), promovido pelo governo na semana passada e que entrou em vigor na segunda-feira (20). Para as pessoas físicas a alíquota passa de 3% ao ano (diária de 0,0082%) para 4,08% ao ano (diária de 0,01118%). Já para as pessoas jurídicas, a alíquota anual passa de 1,5% (atual alíquota diária de 0,0041%) para 2,04% (diária de 0,00559%). O ajuste vale até 31 de dezembro.
Os valores arrecadados com as novas alíquotas do IOF também serão utilizados para custear o Auxílio Brasil, programa social que deve substituir o Bolsa Família, e o aumento do valor da cota de importação pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Os gastos com o novo programa acarretarão, neste ano, um acréscimo de R$ 1,62 bilhão na despesa obrigatória de caráter continuado. No caso do CNPq, a renúncia fiscal do governo chega a R$ 236,49 milhões.
Fonte: Agencia Brasil
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