por Marketing CCR | out 20, 2021 | Benefícios flexíveis, Home Office, Motivando colaboradores por meio da gestão de benefícios flexíveis
Veja Incentivos diferenciados para motivar colaboradores nas empresas
Para especialista, incentivos diferenciados e a prática de benefícios flexíveis podem motivar e reter colaboradores nas organizações
Além dos benefícios trabalhistas obrigatórios por lei e os tradicionais como Vale Refeição e Plano de Saúde, algumas empresas oferecem vantagens extras aos seus colaboradores como complemento de remuneração. O objetivo é reter talentos e aumentar a produtividade das equipes. Esses podem fazer a diferença para o colaborador. É o que diz Ronn Gabay, especialista em benefícios na Bematize.
Segundo ele, oferecer incentivos, incluindo os modernos, motiva o colaborador a continuar na empresa. “As novas formas de trabalho, a ascensão do home office e a pandemia, fizeram com que o colaborador valorizasse mais seu plano de benefícios. Um pacote de benefícios e incentivos, além de motivá-los a permanecer na empresa, contribui para que haja um aumento no engajamento”, explica.
A equipe de operações e benefícios da Bematize fez um levantamento dos principais incentivos diferenciados que podem motivar colaboradores nas empresas, são eles:
Terapia online:
A busca pela terapia online cresceu muito durante a pandemia. Houve uma demanda crescente em mais de 600% no ano de 2020.
Plano de saúde ao Pet:
Incluir no pacote de benefícios do colaborador o plano de saúde ao animal de estimação também é uma forma de motivar colaboradores nas organizações. Existem operadoras que já oferecem produtos voltados para empresas, como é o caso da PetClub.
Cartão Presente:
Esse é mais um tipo de incentivo ocasional, no aniversário do colaborador ou como premiação extra por alguma conquista. A empresa pode oferecer um cartão presente a ele para que gaste com roupas, acessórios, entre outros.
Locação de veículos por aplicativos:
Algumas empresas já possuem parceria com frotas de táxi e aplicativo de transportes. Porém, trocar tudo isso pelo aluguel de carro em aplicativos pode ser mais econômico e ainda aumentar a satisfação do colaborador.
Academia e atividades físicas:
Total Pass e GymPass são os mais tradicionais, mas com a ascensão dos exercícios feitos de casa, começam a surgir novas opções. Além do tradicional plano para academia, existem também as plataformas de atividades e práticas esportivas, que possibilitam a realização do exercício em qualquer lugar.
Motivando colaboradores por meio da gestão de benefícios flexíveis
A prática de benefícios flexíveis já é realidade em muitas empresas. Deixar que o colaborador escolha seu próprio benefício também é uma forma de motivar e reter talentos nas organizações. Em uma pesquisa realizada pela Bematize, 71,43% entre 73 mil colaboradores de 14 empresas, declararam que poder escolher o benefício de acordo com a sua necessidade é um dos principais motivos de permanência na empresa.
“Sabemos que benefício é moeda de troca entre colaborador e empresa. Deixar que ele escolha o melhor benefício de acordo com suas necessidades é como dar a ele o poder de escolha do valor de sua moeda. A gestão de benefícios flexíveis é uma prática que tem se tornado comum em algumas empresas, deixar o poder de escolha na mão do colaborador é uma forma democrática e inovadora de oferecer benefícios em empresas”, finaliza.
Fonte: Jornal Contábil
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por Marketing CCR | out 19, 2021 | EBITDA
Com ele, é possível descobrir quanto a empresa está gerando com suas atividades operacionais, sem incluir investimentos financeiros, empréstimos e impostos.
O Ebitda é um dos indicadores financeiros usados para medir os resultados de uma empresa. Ele contempla a quantidade de recursos que a empresa gera apenas em suas atividades principais, sem contar a rentabilidade de investimentos ou descontos de impostos.
O indicador serve para mostrar aos investidores se a empresa consegue fazer dinheiro com a atividade que desenvolve. O Ebitda mostra, por exemplo, se uma montadora está sendo eficiente em ganhar dinheiro produzindo automóveis. Ou se um supermercado está tendo resultados melhores que os concorrentes ao vender produtos de utilidade doméstica.
O Ebitda é muito utilizado para avaliar o desempenho de empresas com ações na bolsa de valores. A evolução desse indicador permite aos investidores interessados em comprar ações verificarem quais empresas de um mesmo segmento são mais eficientes e merecem receber o seu dinheiro.
A medição do potencial de geração de caixa permite que os investidores identifiquem quais empresas são mais eficientes em suas operações sem que fatores externos, como altas taxas de juros, interfiram nessa avaliação.
Esse tipo de indicador pode ser muito eficiente para medir o desempenho de empresas endividadas. Os encargos pagos por empresas com altas dívidas podem esconder um bom potencial de lucratividade, que o Ebitda acaba revelando. Uma empresa com resultados finais ruins devido a dívidas pode ter um alto potencial de lucratividade para o futuro, quando suas contas estiverem organizadas.
Outro motivo que os investidores usam para levar em conta o Ebitda é para comparar empresas de países diferentes, que têm tributações diferentes. Uma empresa pode ser extremamente eficiente e promissora, mas ter sua rentabilidade afetada pela alta taxa de juros praticadas no país, enquanto uma concorrente, menos produtiva, pode ter lucros maiores porque o ambiente de negócios do país onde está instalada é mais favorável.
Como calcular o Ebitda
Para os investidores interessados em aplicar na bolsa, nem sempre é necessário fazer contas para descobrir o Ebitda. Apesar de não ser obrigatório que conste no Demonstrativo de Resultados de Exercício (DRE) , esse indicador geralmente é apresentado pelas empresas na hora de prestar contas ao investidor.
Se isso não acontecer, ainda há a possibilidade de recorrer a relatórios preparados pelos analistas do mercado financeiro. Mesmo assim, vale a pena saber como as empresas fazem para chegar a esse número.
O primeiro passo para calcular o Ebitda de uma empresa é descobrir o lucro operacional, que é a receita líquida menos as despesas que as empresas têm com a operação e com os custos das mercadorias que vendem. Outra maneira de calcular o indicador é somar o lucro líquido da empresa a Imposto de Renda, contribuição social, resultado financeiro líquido, depreciação e amortização.
A fórmula mais utilizada para calcular o Ebitda é:
- Ebitda = Lucro operacional líquido + depreciações + amortizações
Se o demonstrativo não tiver o lucro operacional líquido, é preciso calcular esse indicador e depois inclui-lo na equação acima. Para calcular o lucro líquido operacional é preciso realizar a seguinte conta, usando indicadores que constam no Demonstrativo de Resultados de Exercício.
- Lucro operacional líquido (Ebit) = Receita líquida de vendas – custos dos produtos vendidos – despesas operacionais
O rendimento dos investimentos não entra na conta do Ebitda. Os empréstimos contratados para financiar capital de giro, fazer investimentos, entre outras questões, também são excluídos. Portanto, resultados financeiros com aplicações e juros de empréstimos são deixados de fora no cálculo do Ebitda, apesar de comporem o resultado final da empresa.
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | out 18, 2021 | Índice de Atividade Econômica do Banco Central, Juros, PIB, Retomada econômica
Retomada econômica perde fôlego no Brasil
FMI reduz previsão para PIB acumulado de 2020 a 2022 para 2,4%, ante estimativa em julho de alta de 2,9%
Um estudo realizado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) mostra que o PIB brasileiro deve crescer 2,4% no acumulado de 2020 a 2022.
O resultado é 0,5 ponto percentual menor que o de julho, quando o Fundo havia elevado em 0,9 ponto percentual as projeções para a economia nacional no período, que envolve desde o início da pandemia no país até o ano que vem, quando se espera que a doença esteja mais controlada.
O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), que monitora o crescimento mensalmente e é considerado uma prévia do PIB, tem sinalizado o amortecimento da retomada.
Depois de forte crescimento em janeiro e fevereiro (1,04% e 1,7%), sofreu retração em março (-1,59%) e subiu um pouco em abril (0,85%). Em maio, voltou a registrar queda (-0,43%), decepcionando analistas que previam uma alta de 1%, segundo levantamento da Reuters.
Para João Leal, analista da Rio Bravo, o efeito direto de um agravamento da crise política e de uma ruptura do processo eleitoral é um aumento da incerteza na economia. “Em um ambiente de riscos elevados há uma paralisação ou mesmo uma fuga de investimentos externos e internos.”
O reflexo disso, ele explica, seria a desaceleração da atividade econômica ou até uma retração, com desemprego mais elevado, câmbio depreciado, inflação e juros mais altos. Esse cenário de erosão da democracia acabaria por criar um ciclo vicioso, prejudicial para a economia e para a renda da população.
“A tendência é que 2022 traga um período de cautela muito grande dos investidores estrangeiros em relação ao Brasil e que os brasileiros também se retraiam. Isso vai limitar o crescimento no ano que vem. E nem é algo esperado só para o ano que vem, mas já para o fim deste ano”, completa Leal.
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | out 15, 2021 | EFD, ICMS, Sistema Público de Escrituração Digital, SPED
EFD ICMS IPI: Sped disponibiliza nova versão do Guia Prático
O Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) lançou uma nova versão do Guia Prático da EFD ICMS/IPI. Leia este artigo e se informe
O Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) disponibilizou no dia 6 de outubro uma nova versão do guia prático da EFD ICMS/IPI, nós vamos te atualizar sobre as mudanças que foram feitas.
Leia este artigo e se mantenha informado sobre as alterações que foram feitas pelo novo guia prático lançado EFD ICMS/IPI lançado no começo desse mês de outubro.
Guia prático, o que é isso?
A nova versão do Guia Prático, a 3.0.7, e a Nota Técnica 2021.001 v1.0 terá vigência a partir de janeiro de 2022. Um Guia Prático vai ajuda o contribuinte pessoa física ou jurídica a como realizar certos procedimentos da maneira correta, evitando a burocracia e reduzindo as obrigações acessórias.
“O Guia Prático visa orientar a geração, em arquivo digital, dos dados relativos à Escrituração Fiscal Digital (EFD ICMS/IPI) pelo contribuinte do ICMS e/ou IPI, pessoa física ou jurídica, inscrito no cadastro de contribuintes do respectivo órgão fiscal e esclarecer aspectos referentes à apresentação dos registros e conteúdo de alguns campos, estrutura e apresentação do arquivo digital para entrega ao Fisco, na forma do Ato COTEPE/ICMS Nº 44, de 08 de agosto de 2018 e suas atualizações”.
A EFD-ICMS/IPI será a forma pelo qual o contribuinte vai apresentar na forma digital os registros dos documentos fiscais da escrituração e os respectivos demonstrativos de apuração dos impostos IPI e ICMS de cada período de apuração e alguns outros dados de interesse fiscal.
Quais foram as alterações?
Agora nós vamos te apresentar quais foram as mudanças feitas pelo novo Guia Prático, do EFD-ICMS/IPI, veja as alterações a seguir:
- Inclusão de regra de validação adicional no campo 04 do registro C425;
- Inclusão do campo 04 no registro 0220;
- Inclusão dos campos 34 a 40 no registro C500 com suas respectivas validações e orientações de preenchimento;
- Inclusão da orientação de preenchimento dos campos 16, 17, 20 e 22 do registro C500;
- Mudança na validação dos campos 13, 15 e 30 do registro C500;
- Mudança na orientação de preenchimento do campo 05 do registro C590;
- Mudança na validação do registro 0200;
- Mudança de obrigatoriedade dos campos 12, 13, 14 e 15 do registro C176 de OC para O;
- Mudança na orientação de preenchimento dos campos 12, 14 e 15 do registro C176;
- Alteração na descrição do campo 18 do registro C176;
- Inclusão do documento fiscal NF3-e (código 66) na escrituração do registro B020;
- Mudança na validação dos campos 04, 07 e 09 do registro B020;
- Mudança da descrição do campo 08 do registro 1010;
- Término da utilização do registro 0210;
- Mudança da descrição do campo 11 do registro C180;
- Mudança de obrigatoriedade dos campos 24 e 25 do registro D100 de “OC” para “O”;
- Mudança da validação dos campos 24 e 25 do registro D100;
- Mudança de obrigatoriedade dos campos VL_BC_ICMS e VL_ICMS dos registros D410, D420, D500 e D600 de “O” para “OC”;
- Mudança do tamanho máximo do campo 03 do registro C120 de 12 para 15 caracteres;
- Inclusão de regras de validação nos campos 05 dos registros E250 e E316;
- Inclusão do registro 1601 e término da utilização do registro 1600;
- Mudança na regra de validação do campo 04 do registro E530;
- Inclusão de regra de validação adicional no campo 06 do registro C170.
Para ler a documentação com todas as alterações na íntegra, é só clicar aqui, que você será direcionado para o documento.
Fonte: Jornal Contábil
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por Marketing CCR | out 14, 2021 | Empreendedorismo, Gestão Empresarial, RH
Como reter talentos para impulsionar o crescimento da empresa?
Especialista em direito para startups aponta caminhos que auxiliam o processo.
Um estudo realizado pela Inside Fintech Report, mostra que as fintechs brasileiras tiveram uma captação recorde de investimento em 2020, e as startups, no geral, captaram US$ 1,9 bilhão no último ano, 73% a mais do que em 2019. O estudo ainda revela que o segredo é ter uma equipe motivada e alinhada com os princípios da empresa.
A especialista em Direito para startups do Lage & Oliveira Advogados, Lorena Lage, conta que, para startups, a retenção de talentos é muito mais importante do que para empresas tradicionais, ainda mais para aquelas que estão em fase inicial.
“As empresas são criadas e compostas por pessoas. E, para uma startup que está começando, é importante formar um time sólido e estruturado, para que o investimento feito gere resultados. E, em meio a uma dificuldade enorme de encontrar profissionais na área tecnológica, atrair e reter talentos passa a ter uma importância adicional para as startups.”, afirma.
Outra opção é investir em ferramentas que auxiliem o processo dentro das startups, como as que possibilitam ao colaborador adquirir participação societária na startup, de forma progressiva, caso cumpra os prazos e demais condições acordadas.
“Para o empreendedor, a ferramenta possibilita atrair e reter talentos desde o início do negócio. Além de manter um clima organizacional agradável no time”, aconselha a advogada. Este formato permite à empresa selecionar à dedo os colaboradores que pretende reter, oferecendo condições interessantes para o crescimento conjunto.
Também há ferramentas para quem está em busca de um plano de ações para impulsionar o negócio, mostrando o que o colaborador pode ganhar em conjunto com o crescimento da empresa, num médio e longo prazo.
“É um tipo de incentivo de Longo Prazo (ILP), por meio do qual a empresa oferece aos colaboradores a opção de adquirir suas ações a um valor que é definido previamente, após passado certo período de tempo e após cumpridas determinadas atividades para a empresa”, comenta a especialista.
Ela conta ainda que a ideia é tornar a compra de ações um incentivo adicional para se manter na empresa, já que a empresa abre a oportunidade para que os interessados em crescer junto com o negócio, possam entender o que devem fazer para conquistar esse tipo de oportunidade, mirando algo num prazo maior e não forma imediatista.
Independente da ferramenta que o empreendedor escolher, o mesmo deve estar ciente que a otimização de processos, junto com as boas práticas de retenção de talentos, fazem o negócio crescer.
“Não dá para reter bons talentos sem uma comunicação transparente, feedback constante e um bom clima organizacional”, completa Lorena.
Fonte: Contábeis
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