por Marketing CCR | nov 11, 2021 | Pandemia
Dados são da Troposlab em parceria com a UFMG, e apontam o estado mental dos empreendedores que tiveram desafios decorrentes do isolamento social e, também, das consequências econômicas e pessoais para seus empreendimentos.
A pandemia trouxe uma série de incertezas para o mundo dos negócios, afetando a saúde mental de uma grande parcela de empreendedores brasileiros.
Para mapear as dimensões desse cenário, a Troposlab, empresa especializada em inovação, em parceria com a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), realizou pelo segundo ano consecutivo um estudo pioneiro no Brasil sobre a saúde mental dos empreendedores em tempos de pandemia.
A pesquisa revela que 30,13% dos entrevistados iniciaram acompanhamento psicológico durante a crise sanitária. Além disso, 53,5% dos participantes disseram ter sido diagnosticados com ansiedade, e 11,22% com depressão – em ambos os casos as avaliações foram realizadas por profissionais especializados. O levantamento contou com a participação de 312 empreendedores de praticamente todos os estados do Brasil.
Quando comparado ao estudo realizado no ano passado, foi possível perceber que, proporcionalmente, houve uma maior quantidade de pessoas que começaram a utilizar medicamentos psiquiátricos em 2021 – 26% neste ano, enquanto 16% alegaram tomar esse tipo de medicação em 2020.
A atual edição da pesquisa mostra também que o início do uso de ansiolíticos entre empreendedores saltou de 6% para 10%, e de antidepressivos de 3% para 8%, em relação ao ano anterior.
De acordo com Marina Mendonça, sócia e diretora de cultura e times da Troposlab, existe uma conexão significativa entre o sofrimento psicológico e a queda da renda dos empreendedores.
“No geral, é possível observar que empreendedores que reportam queda na renda também estão classificados com mais frequência com sintomas moderados e severos de ansiedade ou depressão. Em relação ao estresse, pessoas que respondem que tiveram queda na renda também apresentam mais sintomas severos”, afirma.
O estudo observou ainda que no ano passado, 51,1% dos empreendedores tiveram a vida afetada pela pandemia, mas que se sentem bem a maior parte do tempo, enquanto 24,9% dos empreendedores afirmaram que foram muito afetados. Já em 2021, 53,31% dos respondentes sentem que foram afetados e 21,49% muito afetados. Isso demonstra que não há diferenças significativas entre os períodos.
Quanto à percepção geral dos participantes sobre a pandemia, a maioria diz considerar o ambiente mais incerto (73,72%), mas os índices de 2021 são um pouco menores do que os de 2020. Por outro lado, 77,89% afirmam possuir habilidades para lidar com os desafios impostos pela crise sanitária, afirmação que se mantém semelhante aos dados do ano passado
Os resultados continuam a apontar que as mulheres apresentam maior intensidade de sintomas severos para ansiedade (12,50%), quando comparadas aos homens (2,84%), estresse (7,35% contra 1,13%) e também, maior prevalência de depressão (6,61% contra 2,84%).
“Nosso objetivo é aprender sobre o empreendedor. Percebemos lacunas de conhecimento sobre como ele se desenvolve, sua personalidade, saúde mental e outros elementos que impactam suas escolhas e desempenho nos projetos empreendidos. Em nossa visão, gerar conhecimento sobre esses elementos pode nos ajudar a construir um ambiente de negócios mais sustentável. Essa pesquisa é um de nossos esforços e entregas para esse ecossistema. Para que ele nos aproxime de parceiros e provoque novas iniciativas que gerem frutos para a ciência no Brasil e para o desenvolvimento saudável de nosso ambiente de negócios e inovação”, conclui a executiva da Troposlab.
Fonte: Contábeis
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | nov 10, 2021 | Investidor-anjo
Entenda como funciona um investidor-anjo
Compreender alguns pontos importantes sobre um investidor-anjo é fundamental para que saiba como solicitar o seu apoio
Encontrar recursos e fontes de investimento para um negócio é uma tarefa um tanto quanto delicada, afinal, dependendo do empreendimento, as coisas podem se tornar difíceis em relação aos investimentos.
Diante desse cenário, muitos empreendedores buscam por oportunidades a todo o momento, principalmente empresas que ainda não possuem tanto espaço no mercado, apesar de um grande potencial para crescimento em seu ramo de atuação.
Entretanto, para ajudar a maioria dos gestores, existe o chamado investidor-anjo.
E esse é o tema do nosso artigo de hoje…
Abordaremos, nos próximos tópicos, uma série de detalhes importantes que você, empreendedor, precisa conhecer para compreender melhor o investidor-anjo e como eles trabalham.
Dessa maneira, esperamos que nos acompanhe até o final e que tenha uma ótima leitura!
Vamos ao que interessa!
O investidor-anjo
Os investidores-anjo, como são conhecidos, são pessoas físicas com capital próprio que investem em empresas com alto potencial de desenvolvimento e de crescimento.
Ou seja, são empresários que destinam valores de seus recursos financeiros em favor de um empreendimento e, consequentemente, passam a possuir uma porcentagem sobre tal.
Em resumo, investem em troca de um percentual sobre a start-up escolhida.
Na grande maioria das vezes, esse investidor-anjo é um empresário, empreendedor ou qualquer outro investidor que já possui um grande sucesso no mercado e está sempre em busca de novos potenciais.
Qual o valor disponibilizado pelo investidor-anjo
Esses investidores, quando procurados, comumente disponibilizam um valor em torno de R$100 mil a R$800 mil.
Entretanto, existe uma condição para esse aporte: o negócio precisa apresentar algo inovador e com potencial de desenvolvimento futuro, visto que esses investidores buscam oportunidades em empresas com altas possibilidades de crescimento.
Onde encontrar um investidor-anjo
Normalmente, é possível ter contato ou encontrar com um investidor-anjo em palestras, em cursos ou em demais eventos relacionados ao mundo do empreendedorismo.
Existe, ainda, uma série de grupos de investidores aos quais você, empreendedor, pode ter acesso para compartilhar ideias e para buscar auxílio financeiro – caso alguém se interesse pelo seu projeto.
Profissionais qualificados para auxiliar em sua gestão
Durante a busca por um suporte financeiro, é preciso estar atento a todas as demais questões envolvendo a sua gestão; afinal, apresentar o projeto de seu negócio para um investidor certamente passará pelo lado administrativo.
Dessa forma, é imprescindível contar com profissionais capacitados e com a devida experiência para auxiliá-lo.
Com isso, as possibilidades de apresentar a sua startup a um investidor-anjo com uma gestão eficiente e correta aumentam consideravelmente.
Os profissionais disponibilizarão de diversas ideias, de recursos e de estratégias tecnológicas, tudo isso visando encontrar as melhores soluções para o seu negócio. Sendo assim, asseguram maior tranquilidade e segurança, além de assertividade na tomada de decisão.
Logo, não hesite em buscar o apoio de quem entende do assunto para que, assim, consiga encontrar um investidor-anjo que se proponha a disponibilizar os seus recursos para maior desenvolvimento e para crescimento de seu negócio.
Converse com nossos profissionais através dos meios disponibilizados em nosso website e saiba mais sobre como podemos ajudá-lo.
Não perca tempo!
Estamos aguardando o seu contato!
Fonte: Abrir Empresa Simples
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | nov 10, 2021 | CSLL, MEI
Para os Microempreendedores Individuais (MEI), o pagamento da CSLL está incluído no valor pago pelo DAS-MEI.
Ter o próprio negócio não é uma tarefa simples, pois existem os desafios decorrentes do ramo em que o profissional decide atuar e as questões burocráticas que podem causar muitos transtornos se não forem tratadas da maneira correta.
O pagamento em dia dos tributos é essencial para manter a saúde financeira da empresa, um desses tributos é a Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL)
Saiba mais detalhes sobre esse imposto no artigo que preparamos.
Qual é a definição de CSLL?
A Contribuição Social sobre o Lucro Líquido é um tributo federal pago por pessoas jurídicas e seus colaboradores. Ou seja, ele acontece conforme o lucro do empreendimento e destina-se à segurança social no Brasil, isso inclui a aposentadoria, assistência social e saúde pública.
Quais são as regras de cálculo e pagamento da CSLL?
O imposto tem as mesmas regras de apuração e pagamento do Imposto de Renda.
Pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
Em primeiro lugar é importante dizer, que todas as empresas do Brasil têm a obrigação de pagar a CSLL. A maneira como o imposto será cobrado varia conforme o regime tributário em que o negócio esteja classificado.
Regimes tributários do Brasil
Hoje em dia, o Brasil possui quatro regimes tributários: Simples Nacional, Lucro Real, Lucro Arbitrado ou Lucro Presumido.
Como definir o Simples Nacional?
Nessa modalidade estão as microempresas e empresas de pequeno porte. A sugestão do Simples é unificar os tributos do estado, do município e da federação e pagá-los com uma guia, o DAS.
O que é o Lucro Real?
Nessa modalidade estão os bancos comerciais; as sociedades de crédito; as corretoras de títulos, investimentos e financiamentos; entre outros. Nesse regime o imposto é calculado sobre o lucro líquido do tempo de apuração.
Como podemos definir o Lucro Arbitrado?
É usado pela autoridade tributária quando a pessoa jurídica não honra com os seus deveres relacionados à definição do lucro real ou do lucro presumido. É uma maneira de apuração da base de cálculo do Imposto de Renda.
Quem pode usar o Lucro Arbitrado?
Pode ser usado pela autoridade tributária ou contribuinte.
O que é lucro presumido?
Nessa modalidade estão as empresas com faturamento anual inferior a R$78 milhões e superior a R$4 milhões. Esse regime faz a apuração simplificada do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ)
Importante: Para os Microempreendedores Individuais (MEI), o pagamento da CSLL está incluído na quantia paga pelo DAS-MEI.
Quem não precisa pagar a CSLL?
As organizações sem fins lucrativos que tem parceria com a administração pública, que realizam atendimentos a grupos, famílias ou pessoas que vivem em condição de fragilidade social.
Qual é a base de cálculo e os percentuais da CSLL?
O percentual da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido varia entre 9% e 15%. Principalmente sobre as pessoas jurídicas, veja a seguir:
- Pessoas jurídicas que escolheram o lucro real e presumido: o percentual de 9% será aplicado sobre o LAIR (Lucro antes do Imposto de Renda);
- 15% no caso das pessoas jurídicas consideradas instituições financeiras, de seguros privados e de capitalização.
Vale ressaltar, que o cálculo e a apuração da CSLL varia conforme o regime de tributação selecionado pela empresa, isto é, Simples Nacional, Lucro Real, Lucro Arbitrado ou Lucro Presumido.
Como é feito o pagamento da CSLL?
Para fazer o pagamento desse tributo é preciso usar o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF) quando for às agências bancárias relacionadas à Receita Federal.
Importante: Esteja atento ao código de arrecadação, pois ele tem que ser coerente com o perfil tributário da empresa.
As empresas que escolhem o Simples Nacional, recolherão os impostos, através da guia DAS- Documento de Arrecadação Simples.
Fonte: Jornal Contábil
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | nov 9, 2021 | Gestão de custos
Saiba por que o bom gerenciamento das finanças é essencial para o sucesso do negócio e aumenta a competitividade no mercado.
Uma gestão de custos de qualidade é onde começa seu sucesso financeiro!
É muito importante que o empreendedor conheça o próprio negócio para não deixar, nas mãos de terceiros, cuidados essenciais como uma boa gestão de custos. O conhecimento do assunto auxilia o proprietário do negócio a ter uma boa gestão financeira, administrar e controlar os custos gerados na produção e comercialização de serviços ou produtos.
O preço final de um serviço prestado ou produto vendido depende do quanto é investido para que ele exista. Quando não tem uma gestão de custos eficaz, a empresa pode cobrar valores que não condizem com a realidade, podendo prejudicar margens de lucro, volume de vendas ou o andamento geral do negócio.
Como detalhar os custos do empreendimento?
Primeiramente, é preciso ter em mente que os custos se dividem em variáveis e fixos.
Os fixos são aqueles gastos rotineiros, como pagamento de contas, fornecedores, funcionários, aluguel, entre outros.
Os custos variáveis correspondem a tudo o que é gasto para produzir ou comercializar o seu produto ou serviço, como por exemplo, os impostos sobre mercadoria e comissão de vendedores.
Procure fazer um registro de todos os gastos, para que seja possível identificar investimentos desnecessários e outros que mereçam uma atenção especial, por resultarem em maior qualidade ou volume de vendas, por exemplo. Estabelecer um calendário ou tabela de metas mensais ajuda a controlar os gastos, tanto fixos quanto variáveis.
O controle de gastos é essencial para fornecer as informações necessárias sobre a rentabilidade e desempenho das atividades da empresa. Além disso, essa gestão auxilia o planejamento, controle e desenvolvimento das diversas operações da empresa.
O que é uma boa gestão de custos?
Sem dúvidas, ter um controle de custos eficiente se tornou uma medida certa para a manutenção da saúde organizacional de uma empresa. Quando mal feito, invariavelmente interfere nos resultados planejados e implica em possível queda de produtividade. Mas, afinal, como podemos medir se estamos executando uma gestão eficaz?
Um bom controle depende de disciplina. Se sua equipe de gestão tiver a capacidade de analisar constantemente os procedimentos financeiros, detalhá-los em planilhas e registros organizados e souber pescar oportunidades de investimentos para que sua empresa possa crescer de forma sustentável, podemos chegar à conclusão que sua empresa está realizando um controle de qualidade.
De qualquer forma, o aconselhável para um bom início é seguir as regras básicas de organização e análise. Se seguidos com qualidade, o caminho mais provável será o de desenvolvimento e capacidade de gerir os números de sua empresa.
Controlando e analisando, sua empresa só tem a ganhar
Se a sua empresa investir em gestão de custos eficaz, provavelmente gastará menos e lucrará mais. Com os dados obtidos durante esse levantamento rotineiro, é possível conseguir informações valiosas que influenciarão diretamente na tomada de decisões. Não importa o valor, vale registrar tudo o que entra e sai da empresa. Assim, fica mais fácil atingir o crescimento almejado.
Fonte: Sebrae
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
por Marketing CCR | nov 8, 2021 | PMEs
A maior parte dos gerentes das PMEs brasileiras (35%) declararam que empregam, em média, de 6% a 10% de investimentos em sustentabilidade.
A maior parte dos gerentes das PMEs brasileiras (35%) declararam que empregam, em média, de 6% a 10% de investimentos em sustentabilidade, de acordo com nova pesquisa do Capterra, plataforma de comparação de softwares. A minoria são os que investem até 1% –foram apenas 7% dos entrevistados que selecionaram essa quantia de investimento.
O dado faz parte da nova série do Capterra sobre sustentabilidade. No primeiro artigo, com foco em consumo, foram realizadas entrevistas com 703 pessoas de todas as regiões do Brasil entre os dias 10 e 16 de agosto. Para o segundo e terceiro artigos, que investigam a sustentabilidade na área de recursos humanos (RH) e nas pequenas e médias empresas (PMEs), respectivamente, também foram entrevistados 305 gestores de PMEs, entre as mesmas datas de agosto.
Em relação à maior barreira na hora de investir em sustentabilidade, a falta de incentivo financeiro ou as dificuldades em medir o retorno foram a principal queixa das PMEs (28% das empresas acreditam que esta é a principal barreira de investimento).
Sustentabilidade atrai candidaturas em empresas
A pesquisa do Capterra também identificou que as ações de sustentabilidade implementadas pelas companhias já influenciam a motivação dos profissionais em se candidatar a uma vaga de trabalho -73% dos entrevistados demonstraram, em algum grau, se sentirem influenciados por essas medidas.
Para os trabalhadores brasileiros, as empresas já vem levantando a bandeira da sustentabilidade. Isso porque 67% dos respondentes da pesquisa do Capterra disseram que a empresa em que trabalham já possui medidas sustentáveis em vigor.
Segundo os respondentes, a maior parte das medidas estão relacionadas ao meio ambiente (87%), seguido por medidas relacionadas a ações sociais (50%).
Ações sustentáveis das marcas influencia consumo
O consumidor brasileiro está mais consciente e essa tendência se reflete na sua maneira de consumir. A pesquisa do Capterra identificou que 7 de cada 10 brasileiros dizem que as ações sustentáveis de uma empresa influenciam, em algum nível, quando escolhem produtos ou selecionam fornecedores.
Além disso, a maioria dos consumidores brasileiros parece aprovar o preço dos produtos sustentáveis: 47% concordam de alguma maneira que o preço é justo e 23% concordam plenamente com esta afirmação.
O produto que as pessoas estão mais dispostas a pagar por sustentabilidade é comida e bebida, seguido por roupas e em terceiro lugar produtos de bem-estar. Apesar disso, para todas as categorias analisadas pelo Capterra (transporte e entrega, comidas e bebidas, roupa e cosméticos), os consumidores estão dispostos a pagar 10% a mais para ter acesso a produtos sustentáveis.
Fonte: Contábeis
PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!