O registro de ponto no trabalho intermitente é a melhor forma de controle da jornada de trabalho, além disso, é obrigatório para empresas com mais de 20 funcionários.
O registro de ponto é um recurso para monitorar a jornada de trabalho dos funcionários.
Obrigatória em empresas de mais de 20 funcionários, esse recurso pode contribuir para comprovar as horas de trabalho, otimizar a rotina do setor de Recursos Humanos.
Além disso, é possível controlar a produtividade da equipe, reduzir custos operacionais e diminuir o número de ações trabalhistas.
Essa ferramenta gera segurança tanto para a empresa quanto para os colaboradores. Entretanto, quando implementada, pode gerar dúvidas. Por isso, elaboramos este post para mostrar como funciona o registro de ponto, sua obrigatoriedade, vantagens e demais questões. Confira!
Registro de ponto no trabalho intermitente é obrigatório?
O uso do controle de ponto é descrito pela Portaria 1510/2009 e prevista na CLT no artigo 47.
A companhia que tem até 20 funcionários não é obrigada a usar nenhum sistema de registro de ponto.
No entanto, a empresa com mais de 20 empregados deve escolher entre um sistema manual, mecânico ou eletrônico.
Desta forma, se em sua empresa há mais de 20 funcionários, sendo eles intermitentes ou não, é necessário o registro de ponto.
Caso sua empresa não faça essa prática, fica sujeita à multa aplicada pelo Ministério do Trabalho.
Como funciona o registro de ponto no trabalho intermitente?
Como já foi dito, existem três tipos de registro de ponto. Caso o eletrônico seja o escolhido, a organização deverá seguir as recomendações estipuladas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) de acordo com a Portaria 1510/2009. Entenda como funciona cada um deles a seguir.
Ponto Manual
No registro manual, os empregados precisam anotar em um livro ou folha de ponto os horários de entrada e saída das suas atividades, além dos horários de saída para o almoço e retorno, hora extra e afins.
No final de cada mês, o responsável por fechar a folha de pagamentos avalia todos os registros para encontrar o valor a ser pago a cada funcionário conforme o registro manual, sendo o mais trabalhoso dos três tipos.
Ponto Mecânico
No registro de ponto mecânico, o colaborador usa um cartão e insere no relógio de ponto todos os dias. Nesse cartão, ficam registradas todas as informações relativas à jornada de trabalho do empregado.
Assim, o responsável por fechar a folha de pagamento deve fazer, de forma manual, a análise dos horários de entrada e saída, banco de horas etc.
Ponto Eletrônico
Nesse tipo, existem três maneiras de registrar o ponto:
Por meio da leitura biométrica, em que o colaborador bate o ponto com sua impressão digital;
Via cartão de ponto, no qual o funcionário usa o crachá ou outro meio parecido;
Por meio digital/on-line, em que o empregado pode bater o ponto via web, tablet, smartphone ou demais ferramentas, sendo a mais moderna dessas opções.
Ponto com Leitura Facial
Esse modelo de registro de ponto é um dos mais avançados atualmente, dentre todos os citados até aqui.
Nesse tipo de registro, o colaborador se posiciona em frente à câmera e suas características faciais são reconhecidas, assim, registrando o ponto.
Vantagens do registro de ponto no trabalho intermitente
Quando o registro de ponto é correto, é possível observar várias vantagens, tais como:
Possibilidade de acompanhar as horas extras realizadas e banco de horas;
Precisão das informações;
Segurança e proteção dos dados;
Eliminação da necessidade de ajuizamento de ações trabalhistas por falta de cômputo das horas laboradas;
Redução de erros no momento da análise dos dados relativos à jornada de trabalho realizada, entre outras.
Conforme o ex-procurador geral do trabalho, Ronaldo Fleury, fazer o registro de ponto beneficia as “boas empresas”.
Conseguiu entender a relevância do registro de ponto? Em virtude de sua importância, é necessário que haja o uso correto dos colaboradores e empresas.
Fonte: Contábeis PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
Tudo o que você precisa saber sobre o IR prorrogado
O IR foi prorrogado pela Receita Federal! Aproveite para aprender como entregar a declaração sem erros
A declaração do IR 2022 foi prorrogada! Aproveite o novo prazo para se organizar e para realizar a entrega da sua declaração devidamente preenchida, sem erros, sem omissões e dentro do prazo determinado. A fim de ajudá-lo, preparamos o artigo de hoje com todas as informações de que você precisa com o objetivo de evitar problemas com a Receita Federal e de se manter regular junto ao governo. Acompanhe!
Quem deve declarar o IR 2022?
Em primeiro lugar, é importante confirmar se você precisa entregar a declaração do Imposto de Renda. Dessa forma, caso você atue como pessoa jurídica, terá a obrigação de realizar a declaração. No entanto, como pessoa física, é importante verificar os critérios de obrigatoriedade divulgados pela Receita Federal, sendo os principais:
Ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70;
Ter recebido rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40.000,00;
Obteve receita bruta anual decorrente de atividade rural em valor acima de R$ 142.798,50;
Posse ou a propriedade, em 31 de dezembro de 2021 de bens ou direitos, inclusive terra nua, acima de R$ 300.000,00;
Ter obtido ganho de capital, na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto;
Ter realizado operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e de assemelhadas;
Passou à condição de residente no Brasil, em qualquer mês, e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro de 2021.
Vale ressaltar que os critérios acima devem ser considerados de acordo com o ano-calendário de 2021. Dessa maneira, caso você precise entregar a declaração e ainda não começou a organizar os documentos necessários, aproveite que o IR foi prorrogado para se preparar desde já e para evitar problemas. Mas para quando o IR foi prorrogado? Veja a seguir!
IR prorrogado: quando entregar a declaração do IR 2022?
O prazo para declaração do Imposto de Renda 2022 começou no dia 07 de março e terminaria no dia 29 de abril, mas a Receita Federal, através da Instrução Normativa RFB nº 2.077, de 4 de abril de 2022, prorrogou a declaração do IR para o dia 31 de maio. Vale ressaltar que essa mudança no prazo não altera o calendário da restituição que continua sendo:
1º lote – 31 de maio de 2022;
2º lote – 30 de junho de 2022;
3º lote – 29 de julho de 2022;
4º lote – 31 de agosto de 2022;
5º lote – 30 de setembro de 2022.
Agora que você já sabe sobre os prazos da declaração e da restituição, é importante que fique atento para não deixar a entrega para a última hora e para não acabar errando o seu preenchimento, ou mesmo acabar não conseguindo realizar a entrega por algum imprevisto. Veja a seguir como realizar a entrega sem erros!
Como declarar o IR 2022? Conte com o nosso suporte!
A declaração do Imposto de Renda 2022 deverá ser entregue pela internet através de um dos seguintes meios:
Programa Gerador da Declaração (PGD);
Serviço “Meu Imposto de Renda (Extrato da DIRPF)”;
Aplicativo “Meu Imposto de Renda”.
Você precisa reunir os documentos necessários, todos os comprovantes de rendimentos, de bens, de pagamentos para comprovar as deduções etc. Quanto maiores as deduções, menor será o valor do IR devido a ser pago, e maior a chance de ter direito à restituição. No entanto, caso você entregue a declaração com erros ou esqueça de informar algum rendimento, a sua declaração ficará retida na malha fina, e você sofrerá com as punições da Receita Federal, com o impedimento de receber a restituição, o pagamento de multas e até mesmo o bloqueio do CPF. Mas não há motivos para pânico, pois nós estamos aqui para ajudar você! Somos especialistas em Imposto de Renda e vamos cuidar de tudo o que envolve a sua declaração do IR, desde a apuração dos documentos, o preenchimento e a revisão até o envio correto e dentro do prazo. Então, não deixe para cumprir a sua obrigação fiscal no último momento! Entre em contato conosco, deixe a sua declaração com os nossos especialistas e evite problemas com a Receita Federal!
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Uma vez que a importância do plano de contingência empresarial é entendida pelos empreendedores, saiba como desenvolver uma para cada tipo de negócio.
O plano de contingência é um plano essencial feito pelas empresas para garantir a segurança e estabilidade para qualquer estrutura de negócio. Sendo assim, ter um planejamento bem estruturado, inclusive para casos de imprevistos, é um fator determinante para a sobrevivência do negócio.
Um plano de contingência para empresas deve ser implementado em etapas, garantindo o planejamento, a comunicação entre os setores, o treinamento de colaboradores e a simulação de situações previstas.
Confira algumas dicas para criação e implementação do plano de contingência empresarial realizado pela consultoria de recursos humanos Robert Half.
Reconheça e identifique os riscos e as necessidades da empresa
Essa é a primeira etapa que consiste no reconhecimento e previsão de todas as formas de adversidades que podem acontecer na sua empresa.
Os profissionais responsáveis devem indicar a probabilidade de acontecimentos negativos à empresa e os possíveis impactos, tanto técnicos, quanto humanos ou naturais. A listagem desses casos facilitará a elaboração do documento.
Defina as prioridades e analise os recursos disponíveis
Com a lista de possíveis riscos em mãos, é preciso separar quais são as prioridades. A partir disso, será mais fácil chegar a uma solução para o momento de crise.
Para isso, é fundamental analisar os recursos disponíveis na organização e estabelecer quais os elementos, processos e setores precisam ser priorizados. Por exemplo: em caso de instabilidade de energia, manter os servidores e o ERP online em funcionamento deve ser uma prioridade para o andamento das atividades.
Organize os planos de ação
Quais serão as ações a serem tomadas durante as situações listadas? Essa é a pergunta chave para escrever um bom plano de contingência para empresas. Em caso de incêndios, por exemplo, uma prioridade é contar com um sistema de alarmes, placas sinalizadoras e saídas de emergência no empreendimento.
Além disso, deve ter um passo a passo para guiar os colaboradores até a saída mais segura. Portanto, comece a elaborar o documento pelos eventos que têm mais chances de ocorrer.
Garanta que o plano chegue a todos os colaboradores
Com o plano de contingência pronto e revisado, é importante divulgá-lo para todos os colaboradores e garantir que eles sejam devidamente treinados.
Por isso, organize um treinamento para cada tipo de risco e invista em uma comunicação eficiente. Por meio das simulações que a empresa conseguirá sobreviver e diminuir os riscos em situações adversas.
Disponibilize um guia de execução
Para facilitar a leitura pelos colaboradores, e até ajudar em situações críticas, elaborar um guia de execução é muito importante. Trata-se de uma versão condensada do plano de contingência completo.
Nele, é possível destacar as principais ações que podem ser tomadas diante de crises, seja com soluções imediatas ou de longo prazo.
Revise o plano de contingência constantemente
O mundo está em constante mudança e a todo momento surgem novos riscos e soluções para diversos problemas. Sendo assim, deixar o plano de contingência da empresa parado pode ser um risco para o negócio, e atrapalha todo o trabalho árduo destinado à elaboração do material.
Portanto, o plano de contingência para empresas é uma ferramenta essencial para minimizar danos e reduzir ou evitar prejuízos que podem interromper as atividades do negócio.
Para desenvolver um bom planejamento, reúna uma equipe de profissionais especializados no assunto e/ou conte com a ajuda de uma consultoria que consiga antecipar crises e prever soluções para as diferentes situações.
Fonte: Contábeis PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
Entenda melhor sobre a contabilidade digital e online e a contabilidade tradicional como ela pode ajudar no modelo de negócios do seu escritório.
As necessidades sociais moldam a vida da comunidade, que se adapta e acompanha cada novo episódio. As transformações no ramo da tecnologia estão mudando a forma como pensamos ou fazemos as coisas e nenhum setor do mercado está isento disso. A contabilidade digital é o resultado que podemos acompanhar dessas transformações.
A contabilidade é uma ciência mutável, que vive em uma transição constante, exigindo novas ações e conceitos para melhorar a vida das pessoas que dependem tanto desses serviços. Entretanto, ainda é motivo de confusão e preocupação de algumas pessoas.
O digital está presente com intuito de otimizar os processos e disponibilizar mais tempo para que os profissionais possam se preocupar com o que realmente importa. Para isso, esse profissional do ramo precisa estar atento às mudanças e tendências que vão surgindo com o tempo.
Com plataformas digitais, armazenamento em nuvens, versão mobile, entre outras novidades que cercam a contabilidade digital, os escritórios estão melhorando o atendimento e fluxo de processos internos. Entre dois tipos de modelos de negócio vamos abordar neste artigo como cada um é importante para os negócios. Confira!
A transição entre a contabilidade tradicional e a contabilidade digital
A história da contabilidade data de muitos anos antes do que conhecemos como realidade. As civilizações antigas, como os incas, maias, gregos e persas já praticam a ciência contábil para contabilizar e proteger os bens que possuíam. A contabilidade era muito diferente e passou por muitas fases para ser o que é – e ainda vai mudar muito.
Hoje é uma profissão regulamentada, lecionada e praticada por pessoas competentes e que seguem uma diretriz com regras e ensinamentos. A tecnologia, principalmente, foi responsável pela formação da contabilidade com a que conhecemos hoje. Nossas necessidades foram alteradas e ela precisou se adaptar a elas.
Em 2012 acompanhamos o surgimento da contabilidade online, que se baseou na automação dos processos rotineiros no cotidiano de um escritório. Apesar de limitado, foi uma solução que garantiu agilidade e facilidade para os colaboradores. Alguns profissionais da área, naquela época, sentiram-se inseguros, acreditando que aquela nova tecnologia poderia ser responsável pela perda de seus empregos. O que não aconteceu.
Após um período de adaptação, as pessoas começaram a entender o quanto essa tecnologia era benéfica e proporcionou mais trabalhos em menos tempo, entre outras vantagens. E, cerca de três anos depois, em 2015, o setor teve outra surpresa.
A contabilidade digital surgiu como um novo conceito no Brasil, entretanto já existia e era utilizada à exaustão por outros países na Oceania e na Europa, porém com um objetivo diferente do que já conhecíamos como contabilidade online. Neste caso, agregar valor ao cliente, com baixo custo e utilizando a tecnologia era o foco.
Foi importante para introduzir nos profissionais que melhor do que competir com valores, é a satisfação do cliente.
Atuação: como a contabilidade afeta a vida do empresariado
Essa é uma das parcerias mais comuns no mundo dos negócios, porque um empreendedor sempre irá precisar de um profissional para contabilizar seus bens, lucros e impostos. Essa relação é pautada em acordos e contratos físicos e verbais.
Assim como um advogado, o cliente não pode mentir ou omitir informações sobre sua receita de maneira a dificultar o trabalho de seu contador. Tudo que diz respeito a questões contábeis e fiscais são necessárias para ele – assim como o profissional precisa estar ciente e atualizado sobre a legislação do país e impostos, dessa forma, seu cliente estará sempre de acordo com a lei.
Contabilidade digital e contabilidade online: entenda as diferenças
Os dois métodos são muito utilizados atualmente pelos escritórios contábeis, mas ainda podem causar dúvidas e confusão na cabeça de algumas pessoas, principalmente quando o intuito é a contratação de serviços.
Selecionamos as principais diferenças entre estes dois modelos de negócio para que esta dúvida nunca mais surja, confira! Contabilidade online: este modelo de contabilidade trabalha de uma forma bem simples: através de sistemas. O contador vai alimentar um sistema com todos os dados e informações necessárias e assim obterá como resultado o balanço das contas.
Contabilidade digital: já este modelo de contabilidade absorve todas as informações sobre a empresa e faz uma análise mais estratégica com uma visão geral. É por este motivo que a contabilidade digital é capaz de agregar valor ao cliente.
Torna-se uma contabilidade mais consultiva, entregando eficiência e melhorias ao cliente, firmando uma parceria verdadeira.
Benefícios em adotar a contabilidade digital no seu negócio
Trabalhar com este modelo de negócio, sem dúvidas, resulta em diversos benefícios que podem colocar seu negócio à frente dos concorrentes, uma vez que o mercado está tão competitivo.
Reunimos algumas vantagens na adoção desse modelo de contabilidade no seu negócio.
Aumento de produtividade
Ao automatizar as tarefas e obter tantos resultados interessantes em um único sistema, fica fácil aproveitar o tempo para fechar mais contratos, analisar melhor a situação dentro do escritório e, claro, ficar com as pessoas que ama.
Insights in real time
Os dados em tempo real são responsáveis pelas análises estratégicas do negócio, uma vez que é possível monitorar resultados positivos e negativos de decisões.
Segurança
Esse modelo de contabilidade é extremamente seguro, evitando qualquer vazamento de informações importantes sobre os clientes.
Planejamento estratégico
As ações estratégicas começam a se desenhar facilmente com as análises rápidas dos dados que a contabilidade digital é capaz de proporcionar às empresas. Com isso, a obtenção de sucesso nos serviços prestados demonstra resultados positivos.
Com dados em tempo real, equipe contábil produtiva e muito mais tempo para pensar e trabalhar em parceria com os seus clientes, a tendência é a otimização do planejamento estratégico das empresas e muito mais capacidade de crescimento.
Isso se deve ao fato de que, organizar as informações e centralizar os dados, permite maior qualidade na criação deste planejamento, seja ele de curto, médio ou longo prazo, e o mais importante, permite que as melhores decisões sejam tomadas assim que preciso.
Seja um contador digital e saia do comum
Para fazer parte desse mercado tão promissor, o ideal é que escolha com cautela as plataformas para o seu escritório, estude as estratégias que a contabilidade digital pode resultar, adquira sistemas de gestão contábeis que integrem o ERP que os clientes do seu escritório já utilizam para que as informações sejam unificadas e administradas da melhor forma.
Capacite seu pessoal para estarem preparados no caso de qualquer mudança ou necessidade de um olhar mais estratégico. Quanto mais todos saberem, melhor será o trabalho em equipe!
E claro, lembre-se de treinar e capacitar a sua equipe! Ofereça treinamentos efetivos para que todos estejam alinhados e engajados com os novos recursos do seu escritório e com todas as novidades que vocês agora podem oferecer para os clientes.
Fonte: Jornal Contábil PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!
O objetivo da proposta é garantir os direitos dos contribuintes e diminuir a desigualdade que existe com o Fisco.
Tramita pela Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar (PLP) 17/22 que institui um Código de Defesa dos Contribuintes, com regras gerais sobre os direitos e garantias do contribuinte, e deveres da Fazenda Pública (da União, estados, Distrito Federal e municípios).
O texto foi apresentado pelo deputado Felipe Rigoni com outros 31 parlamentares. O autor disse que o objetivo é diminuir a desigualdade que existe hoje entre os contribuintes e o Fisco.
Segundo ele, hoje, a lógica do sistema tributário brasileiro é privilegiar o Estado em detrimento do contribuinte, que é quem o sustenta.
“O que se pretende não é inverter essa lógica, apenas repará-la, com vistas à coibição de abusos e retoques e inserções pontuais em nossas normas”, disse Rigoni.
Direitos dos contribuintes
O projeto elenca diversos direitos dos contribuintes, como acesso facilitado ao superior hierárquico da repartição fazendária em que estiver em curso seu atendimento, não obrigatoriedade de pagamento imediato de qualquer autuação e o imediato exercício do direito de defesa, e tratamento adequado e eficaz na repartição fazendária.
O texto prevê medidas práticas voltadas para beneficiar o contribuinte, como a necessidade de emissão prévia de notificação autorizando o trabalho de fiscalização e a análise da defesa do contribuinte antes da autuação fiscal.
A proposta também estabelece que a existência de processo tributário (administrativo ou judicial) pendente não impede o acesso do contribuinte a incentivos fiscais, crédito oficial e participação em licitações.
Já o parcelamento de débito tributário implicará novação, conferindo ao contribuinte o estado de adimplência.
Parte subsidiária ou solidária
O texto em análise da Câmara também traz regras para os casos em que o contribuinte é parte subsidiária ou solidária à cobrança de um tributo. A proposta estabelece que o mero pertencimento a um mesmo grupo econômico não enseja a solidariedade tributária do contribuinte.
Além disso, veda a caracterização de confusão patrimonial (entre sócio e empresa) por presunção e torna subsidiária a responsabilidade de terceiro (como um gerente de empresa ou inventariante) em relação à obrigação tributária de um contribuinte.
Também veda a inclusão unilateral pela Fazenda Pública de sócios, empregados ou assessores técnicos (como contadores) da pessoa jurídica em lançamento tributário ou na certidão de dívida ativa sem prévia comprovação de dolo.
Obrigações do Fisco
Em relação à Fazenda Pública, o projeto determina uma série de vedações, como usar força policial nas diligências no estabelecimento do contribuinte, salvo se com autorização judicial. Também condiciona ação penal ou quebra de sigilo ao fim do processo administrativo que comprove a irregularidade fiscal do contribuinte.
O texto altera ainda algumas regras previstas no Código Tributário Nacional. Por exemplo, estabelece que a ação para a cobrança de tributo prescreverá em três anos, e não em cinco, como é hoje. O mesmo prazo de prescrição (três anos) será usado na fase executória de localização de bens do devedor.
Por fim, o projeto prevê o uso da arbitragem para a resolução de controvérsias tributárias. A sentença arbitral será vinculante e produzirá os mesmos efeitos que a decisão judicial.
O projeto será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Em seguida, irá para o Plenário da Câmara.
Fonte: Contábeis PRESSIONE AQUI AGORA MESMO E FALE JÁ CONOSCO PARA MAIS INFORMAÇÕES!