por Marketing CCR | nov 30, 2021 | Dívidas
Embora 49% das empresas brasileiras já tenham quitado parte de suas dívidas, mais de 5 milhões ainda estão inadimplentes.
Desde o começo da pandemia as empresas seguem tentando se reerguer para continuarem funcionando e aos poucos recuperando todo o prejuízo causado pela doença. O Indicador de Recuperação de Crédito da Serasa Experian revelou que no ano de 2021, até julho, 49,1% das dívidas das empresas já foram recuperadas.
Segundo a empresa, o setor que teve mais valores reavidos foi o de utilities (60,5%). Na sequência, estão os bancos e cartões (50,6%) e o varejo (50%). Ainda, seis a cada dez dessas empresas pagaram contas atrasadas de serviços essenciais como água, gás e energia e cinco em cada dez empresas quitaram dívidas bancárias.
Para Marcelo Valentim, diretor financeiro da EuContabilizo Web, o pagamento das dívidas se deve principalmente aos programas do governo, que facilitam o acesso ao crédito e a redução de impostos. Outro fator importante é a retomada da economia, proporcionada pela vacinação. O movimento de fim de ano, com 13º salário, vendas de Natal e contratações temporárias, também deve colaborar.
Ainda assim, o fato de as empresas terem começado a reduzir as dívidas não significa que elas deixaram de ser inadimplentes. “Os últimos dados levantados em setembro mostram que ainda temos cerca de 5,8 milhões de empresas inadimplentes”, comenta Marcelo. Entre os motivos que estão diretamente ligados a um retorno mais lento na redução das dívidas empresariais estão a alta nos juros e o preço alto dos serviços essenciais.
De acordo com a última pesquisa da Fecomércio, quando questionados sobre os principais fatores que atualmente limitam o seu negócio, 48,1% dos empresários apontam a insuficiência de demanda, e outros 42,5% indicaram as restrições financeiras. Além disso, para 11,9% a falta de espaço e/ou equipamentos é um dos principais impeditivos e, por fim, a falta de mão de obra é apontada por 9,7% dos entrevistados.
Confira dicas do especialista para as empresas inadimplentes reverterem suas dívidas e começarem 2022 sem problemas.
Identifique as dívidas
Primeiro é preciso identificar o que levou ao excesso de dívidas, elaborando um diagnóstico detalhado para que seja possível tomar as decisões rumo à solução do problema.
Atenção ao fluxo de caixa
Manter um fluxo de caixa também ajudará a compreender de forma mais assertiva as despesas e as receitas, ajudando a identificar onde se deve reduzir os gastos.
Renegociação
Ao buscar a renegociação de dívidas, analise sempre os cenários mais favoráveis com relação a juros e extensões de prazos.
Coloque metas
Estabeleça metas, isso é importante porque, se o objetivo é equilibrar o orçamento, é essencial que o dinheiro seja empregado da forma mais estratégica, priorizando atividades e cortes necessários.
Pessoa física diferente de pessoa jurídica
Separe as contas empresariais das pessoais. Não realizar essa separação é um comportamento muito comum e altamente prejudicial para a saúde da empresa.
Já para evitar problemas financeiros futuros, a recomendação é que a empresa realize um planejamento (budget e forecast) e um controle mensal de tudo que foi orçado com o que está sendo realizado, para identificar qualquer movimento fora da curva. Para o diretor financeiro, sem essa nova postura certamente os erros ocorrerão e as dívidas surgirão novamente.
Outro ponto importante é tomar precauções para contornar a falta de pagamento dos clientes, que pode desestabilizar a saúde financeira do negócio e torná-lo inadimplente também. “Para isso, é recomendado optar por descontos ou parcelamentos que facilitem o pagamento”, finaliza
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | nov 29, 2021 | Pix
Novas modalidades estarão disponíveis na próxima segunda-feira
O Banco Central (BC) alterou o regulamento do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, para incluir as modalidades de saque e de troco. A resolução foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União.

As modalidades estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (29). Segundo o BC, a oferta dos dois novos produtos aos usuários da ferramenta é opcional, cabendo a decisão final aos estabelecimentos comerciais, às empresas proprietárias de redes de autoatendimento e às instituições financeiras.
Pix Saque
O Pix Saque permitirá que os clientes de qualquer instituição participante do sistema realizem saque em um dos pontos que ofertar o serviço.
Estabelecimentos comerciais, redes de caixas eletrônicos compartilhados e participantes do Pix, por meio de seus serviços de autoatendimento próprios, poderão ofertar o serviço. Para ter acesso aos recursos em espécie, o cliente fará um Pix para o agente de saque, em dinâmica similar à de um Pix normal, a partir da leitura de um QR Code ou a partir do aplicativo do prestador do serviço.
Pix Troco
No Pix Troco, a dinâmica é praticamente idêntica. A diferença é que o saque de recursos em espécie pode ser feito durante o pagamento de uma compra ao estabelecimento. Nesse caso, o Pix é feito pelo valor total, ou seja, da compra mais o saque. No extrato do cliente aparecerá o valor correspondente ao saque e à compra.
Limite
O limite máximo das transações do Pix Saque e do Pix Troco será de R$ 500,00 durante o dia, e de R$ 100,00 no período noturno (das 20h às 6h). De acordo com o BC, haverá, no entanto, liberdade para que os ofertantes dos novos produtos do Pix trabalhem com limites inferiores a esses valores caso considerem mais adequado aos seus fins.
Tarifas
De acordo com o BC, não haverá cobrança de tarifas para clientes pessoas naturais (pessoas físicas e microempreendedores individuais) por parte da instituição detentora da conta de depósitos ou da conta de pagamento pré-paga para a realização do Pix Saque ou do Pix Troco para até oito transações mensais. A partir da nona transação realizada, as instituições financeiras ou de pagamentos detentoras da conta do usuário pagador podem cobrar uma tarifa pela transação.
Segundo o BC, o valor da tarifa cobrada é de livre estabelecimento pela instituição e deve ser informado ao usuário pagador antes da etapa de confirmação da transação. “Os usuários nunca poderão ser cobrados diretamente pelos agentes de saque”, destacou o BC.
O BC explica ainda que os quatro saques tradicionais gratuitos realizados pelo usuário fora do âmbito do Pix Saque e Pix Troco podem ser descontados da franquia de gratuidades (oito por mês). Ou seja, se o usuário realizar um saque da sua conta, sem ser por meio do Pix Saque ou Pix Troco, esse saque poderá ser contabilizado e sua franquia de gratuidades poderá ser reduzida de oito para sete, a critério da instituição.
Para o comércio que disponibilizar o serviço, as operações do Pix Saque e do Pix Troco representarão o recebimento de uma tarifa que pode variar de R$ 0,25 a R$ 0,95 por transação, a depender da negociação com a sua instituição de relacionamento.
“A oferta do serviço diminuirá os custos dos estabelecimentos com gestão de numerário, como aqueles relacionados à segurança e aos depósitos, além de possibilitar que os estabelecimentos ganhem mais visibilidade para seus produtos e serviços (‘efeito vitrine’)”, diz o BC.
Fonte: Agência Brasil
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por Marketing CCR | nov 26, 2021 | Black Friday
Customer Success
Muito se fala sobre atrair novos clientes em datas sazonais, como a Black Friday, período em que grande parte dos consumidores estão atentos a boas oportunidades de compra e descontos.
Contudo, o que muitos empreendedores desconhecem é que é possível ter bons resultados de venda nas datas sazonais com os próprios clientes da base. Aliás, estima-se que conquistar um consumidor novo é sete vezes mais caro do que manter um antigo. Então reter clientes da base, além de tudo, é um caminho benéfico para o negócio. E isso é possível com ações de Customer Success (CS) – sucesso do cliente.
O Customer Success se baseia em estratégias para aumentar a satisfação do consumidor em relação ao serviço de uma empresa, um aspecto do negócio que ganhou ainda mais importância com a explosão do e-commerce e do varejo nos últimos anos e com a alta concorrência do mercado.
Ir além do processo de venda no relacionamento com os clientes, proporcionando uma experiência única, focada nas necessidades do consumidor, ajuda na construção de vínculos e da fidelização, e isso pode ser um dos principais motivos do sucesso do negócio em datas sazonais, inclusive a Black Friday. Afinal, um cliente satisfeito tende a voltar, em vez de se arriscar com outro fornecedor.
Na metodologia do Customer Success, a empresa deve se antecipar e entender as necessidades de seus consumidores, além de oferecer suporte antes mesmo de ser acionada. Ao identificar previamente essas demandas, será mais capaz de adequar suas ofertas e serviços ao público-alvo. Acaba tendo a oportunidade também de reconhecer pontos de melhoria que podem impactar positivamente a experiência de compra, como redução nos prazos de entrega e mudança na forma de embalagem dos produtos.
Outro cuidado importante que se insere no Customer Success é o pós-compra. É um erro comum dos e-commerces deixarem de lado uma prática importante, que é retornar o contato com o consumidor após a compra. Envios de newsletters com informações sobre os serviços e até mesmo mensagens de aniversário são algumas ações indicadas para fidelizar e naturalmente garantir mais vendas durante a Black Friday e depois dela.
O Customer Success é fundamental em qualquer nicho de negócio. Em 2020, implantamos a área de CS na Signa e percebemos de forma nítida um aumento no engajamento dos clientes e a antecipação de necessidades. Em muitos casos, identificamos consumidores insatisfeitos com nosso serviço, simplesmente porque não entendiam as funcionalidades da plataforma que oferecemos. Esses usuários poderiam deixar a nossa base, mas o CS evitou que isso acontecesse.
Nossa expectativa para o futuro é de um CS ainda mais integrado aos nossos clientes, que nos ofereça cada vez mais dados para entendermos e anteciparmos situações que demandam providências, permitindo também que possamos recomendar soluções que vão de fato melhorar o negócio de nossos consumidores e atender suas necessidades.
Podemos afirmar, sem dúvidas e por experiência própria, que investir em Customer Success traz como retorno uma maior taxa de fidelização, credibilidade no mercado e aumento do ticket médio. E se não bastassem esses benefícios, ele também ajuda na atração de novos consumidores, por meio da indicação de clientes da base que estão satisfeitos com os serviços que receberam. Uma fórmula que traz sucesso para os dois lados.
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | nov 25, 2021 | Índice
Indicador recuou para 74,9 pontos
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,4 ponto na passagem de outubro para novembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 74,9 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o menor valor desde abril deste ano (72,5 pontos).

A confiança foi afetada tanto pela piora do Índice da Situação Atual, que avalia o presente, quanto pelo Índice de Expectativas, que avalia o futuro.
O Índice da Situação Atual caiu 2,1 pontos e atingiu 66,9 pontos. Já o Índice de Expectativas recuou 1 ponto, indo para 81,4 pontos.
Apesar do avanço da vacinação [contra a covid-19], suas consequências favoráveis na redução de casos e mortes e flexibilização das medidas restritivas, o aumento da incerteza econômica diante de uma inflação elevada, política monetária restritiva e maior endividamento das famílias de baixa renda tornam a situação ainda desconfortável e as perspectivas ainda cheias de ameaças.
Fonte: Agência Brasil
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por Marketing CCR | nov 24, 2021 | LGPD
Neste artigo, entenda como o governo e o Congresso devem se movimentar no próximo ano em relação a LGPD.
Como diria Lulu Santos: “Tudo muda o tempo todo no mundo!” E não é diferente no que se refere à legislação no Brasil. Mas, ao contrário do que pensam os empresários em geral, a Lei Geral de Proteção de Dados não é “modinha” e nem é uma “lei que não vai pegar”.
Prova disso é a PEC 17/2019, que elevou ao nível de direitos e garantias fundamentais a “Proteção de Dados Pessoais”, conforme já escrevemos a respeito.
Isso elevou à milésima potência a importância da Lei Geral de Proteção de Dados, afinal de contas, agora ela protege um direito e garantia fundamental do cidadão.
Mas o que esperar da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e do Poder Legislativo Federal para 2022?
Primeiro, haverá muitas regulamentações. A LGPD possuía 23 artigos que dependiam de regulamentação, a primeira, referente à fiscalização já foi publicada em 28/10/2021, já falamos disso também e em janeiro deve sair a regulamentação da flexibilização para as Pequenas e Médias Empresas que, ao contrário do que se pensa, vai simplificar e não isentar as empresas do cumprimento da LGPD.
Além disso, em 2022 deve sair uma série de outras regulamentações, deixando a LGPD ainda mais complexa.
Cumpre informar que a Associação Nacional de Profissionais de Privacidade de Dados (ANPPD), vai protocolar, na próxima 4ª feira, dia 25/11/2021, junto ao Senado Federal, o Projeto de Lei para compensação tributária com base em um mandado de segurança que foi deferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Mato Grosso do Sul, que concedeu compensação tributária às empresas que tiveram gastos com projetos de adequação à LGPD.
Contador, procure acompanhar essa decisão acessando o MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL Nº 5003440-04.2021.4.03.6000 do TJMS e informe isso a seus clientes, eles podem ter custo zero na adequação, ficarem tranquilos, evitar multas ou ações de indenização, diminuindo ou até zerando os custos por meio de compensação tributária.
Vamos torcer para o senado votar logo esse projeto de lei!
Contador, procure entender como se faz a adequação de uma empresa à Lei Geral de Proteção de Dados e forneça mais esse serviço a seus clientes.
Uma coisa é fato, todas empresas terão que se adequar. A pergunta é: você vai mandar seu cliente para outro prestador de serviço ou vai estudar e oferecer mais esse serviço a ele? Pense nisso!
Fonte: Contábeis
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