por Marketing CCR | dez 16, 2021 | Gestão tributária, Impostos, Planejamento tributário
Pesquisa mostra que 95% das empresas no Brasil pagam impostos a maior ou indevidamente; saiba como evitar.
Todo empreendedor, independente do segmento que atue, sabe o quanto a lista de impostos e encargos a se pagar é extensa. E como a legislação brasileira é umas das mais complexas, pagar corretamente os impostos passa a ser uma tarefa complicada para as empresas.
De acordo com uma pesquisa do IBGE, 95% das empresas no Brasil pagam impostos a maior ou indevidamente e por falta de instrução, não possuem o conhecimento de que podem recuperar esses valores dando um fôlego aos empresários nesse período de crise econômica que estamos vivenciando.
Além disso, o SEBRAE realizou uma pesquisa com os empresários, no início deste ano, sobre “o que poderia ter evitado o fechamento das empresas”, 34% responderam que seria o acesso ao crédito facilitado, 21% afirmaram que seria a diminuição dos impostos e 25% disseram que seria conquistar mais clientes.
Onde o comércio é o setor com a maior taxa de empresas fechadas durante esse período de pandemia, com 30,2% .
Além desse caso, atualmente 46% dos bares e restaurantes enquadrados no regime do Simples Nacional estão em atraso com os pagamentos, onde 84% deles temem ser desenquadrado do regime, vendo a solução apenas no Refis da COVID.
Mas, será que essas são realmente as únicas saídas para esses problemas? Será que todos esses empresários têm o conhecimento sobre a recuperação tributária, planejamento tributário e como eles podem ajudar nesses quesitos?
Então, vou listar aqui 6 formas de como a Recuperação Tributária pode beneficiar o seu negócio:
- Realizando a recuperação de créditos tributários de forma criteriosa dos últimos 5 anos da sua empresa, você teria um impacto positivo imediato no seu fluxo de caixa;
- Com esse aporte no caixa, você poderá fazer investimentos no seu negócio, tornando-o mais competitivo no mercado;
- Irá evitar o desembolso desnecessário de recursos financeiros no pagamento de tributos indevidos ou a maior;
- Evitando problemas com a fiscalização, ao se manter sempre de acordo com a legislação, identificando e corrigindo irregularidades;
- Contribuindo com informações essenciais para a realização do planejamento tributário, visando a redução da carga tributária;
- Auxiliando na eficiência tributária, administrativa e financeira da empresa.
Por isso, a Recuperação Tributária se torna tão importante, pois por falta de conhecimento da legislação, uma empresa pode ser fechada, sendo que ela poderia recuperar o que é seu por direito, ter um aporte de caixa, manter o negócio ativo e prosperando no mercado.
Com conhecimento e bom planejamento, seu negócio irá muito mais longe!
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | dez 15, 2021 | Disaster Recovery Plan, TI
Descubra como elaborar um Disaster Recovery Plan para a sua empresa
Entenda como realizar o Disaster Recovery Plan completo e eficaz para a sua empresa. Leia o nosso artigo para saber mais.
Imprevistos e desastres podem acontecer com todo mundo e é bom estar sempre preparado. Por isso, confira, neste artigo, o que é e como realizar um Disaster Recovery Plan.
Minimizar os efeitos de um desastre, natural ou provocado, é fundamental para evitar grandes quedas nas receitas de um empreendimento.
Se você ficou interessado neste assunto, leia esse artigo até o fim!
Disaster Recovery Plan: veja o que é e como elaborar um
O que é um DRP?
O Disaster Recovery Plan é um documento formal, elaborado pela instituição, com a finalidade de descrever ações necessárias diante de um desastre não planejado.
Esses eventos, que podem ser naturais ou provocados, acontecem a partir de alterações climáticas, como enchentes ou quedas de energia, ou por ataques cibernéticos, por exemplo.
Ataques aos canais de TI — tecnologia da informação — podem afetar os negócios como um todo e causar perdas milionárias ao empreendimento.
O objetivo do DRP é criar um plano de ações rápidas e eficazes para minimizar os danos às operações e infraestrutura da organização, reduzindo os prejuízos de forma geral.
Esse planejamento precisa conter:
- as primeiras medidas para frear os danos e implementar soluções;
- como retomar o funcionamento dos instrumentos de trabalho para restabelecer a rotina de trabalho;
- verificação do que foi perdido e os impactos gerados;
- como evitar os mesmos danos, caso ocorra um novo desastre.
É importante, ainda, organizar por área/departamento da empresa e tipo de desastre para que as ações fiquem claras e bem definidas.
Como se proteger?
Para realizar um plano completo e eficaz, é preciso entender as ameaças mais prováveis.
Evitar um desastre não está nas mãos da equipe de trabalho, porém conhecer as ameaças para reduzir o impacto gerado, sim.
Algumas dicas possíveis para o seu negócio, são:
- implemente medidas de segurança da informação;
- realize diferentes backups frequentemente;
- conheça o RPO e RTO da empresa;
- estabeleça a prática de análise e revisão do DRP periodicamente.
O RPO, Recovery Point Objective, é uma métrica de análise para que a empresa conheça quais são os limites de dados que podem ser afetados, sem que comprometa o andamento do negócio.
Já o RTO, Recovery Time Objective, está relacionado ao tempo que o pessoal de TI leva para normalizar os sistemas.
Um Disaster Recovery Plan bem estruturado será capaz de proporcionar mais segurança aos negócios e maior produtividade da equipe de serviço, com menor tempo de interrupção e, consequentemente, com menores perdas.
Conte com quem entende do assunto para elaborar o seu Disaster Recovery Plan de forma eficiente
Proteger os negócios é fundamental para evitar danos estruturais e perdas financeiras.
Agora, você já sabe o que é e como realizar um Disaster Recovery Plan para a sua empresa e quais os retornos que ele irá lhe proporcionar.
Para lhe assessorar na correta elaboração do seu DRP, conte conosco!
Nossa equipe altamente qualificada e experiente está à sua disposição para que tudo ocorra de forma segura e eficiente.
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Fonte: Abrir Empresa Simples
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por Marketing CCR | dez 15, 2021 | Gestão tributária, Tributos
Neste artigo, Ângelo Peccini explica que, com uma malha tributária extensa e complicada, é fundamental que as empresas dominem o assunto.
O pagamento de impostos é uma realidade que precisa ser encarada. Sejam pessoas físicas ou jurídicas, todos são obrigados a pagar o que é devido para o governo e suas variadas instituições.
O Brasil é reconhecido como um país com uma malha tributária complicada, com impostos altos e bem variados. E o fato de esperarmos uma mudança não significa que nada possa ser feito. Para as empresas, é primordial dominar este assunto, já que o pagamento de impostos pode ter um impacto direto nas finanças. Nesse artigo, vamos abordar qual a diferença entre impostos diretos e indiretos.
O imposto direto
No imposto direto, existe uma relação direta entre a sua cobrança e a renda do contribuinte. O imposto de renda é o exemplo mais clássico, que todos conhecem. Quanto maior a renda, maior o tributo. Por isso, a relação direta. Outros exemplos de impostos diretos bem famosos são o IPVA e o IPTU.
O imposto indireto
Por outro lado, o imposto indireto é o que acaba, de certa forma, tendo uma relação um pouco mais próxima com as empresas, já que seu valor é cobrado no produto, ou no serviço, e é coletado pelos produtores ou vendedores, que repassa o custo para os consumidores com um aumento no preço. Alguns dos impostos mais populares com os quais as empresas precisam lidar são indiretos, como o ICMS, o ISS e o IPI.
Como esses impostos afetam as empresas?
Estes impostos têm um impacto direto nas empresas, não somente financeiro, mas na gestão, que costuma ter uma certa dificuldade em lidar com eles. Especialmente os impostos indiretos, que possuem uma malha extremamente complexa – podendo variar até mesmo de acordo com o município – apresentam um grande desafio na organização dos pagamentos e ao fazer o planejamento financeiro para todo um período.
Os aumentos dos impostos e sua complexidade geram dificuldades para as empresas. Primeiramente, como esse recurso é repassado ao cliente, muitas vezes o mesmo não tem ciência deste aumento e desta necessidade, e reclama se o preço aumenta em demasia, sem entender que isso foge ao controle dos produtores e vendedores.
Porém, não é apenas a relação com o cliente que é prejudicada. O ambiente interno também sofre com a enorme incidência de impostos indiretos. Com a complexidade, fica cada vez mais difícil fazer o compliance, ou seja, garantir a conformidade e que os pagamentos sejam feitos de maneira adequada, pois sem isso, a empresa pode estar sujeita a juros e multas.
Contudo, o outro lado também é bem comum. Com uma malha tão complexa e o medo de não cumprir com as obrigações, são recorrentes os casos de empresas que pagam mais do que devem, por falta de uma organização mais rígida e de um conhecimento mais profundo de suas obrigações.
Por isso, o controle dos impostos é um exercício que tem um impacto direto nas finanças de qualquer empresa. Essa organização garante que a renda não será comprometida com impostos desnecessários ou com multas por conta de atrasos.
Fonte: Contábeis
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por Marketing CCR | dez 14, 2021 | Documentos contábeis
Os documentos contábeis fazem parte das obrigações da empresa e servem para a escrituração e registros.
Manter um negócio no Brasil não é uma tarefa fácil, pois além de todos os desafios comuns do empreendimento escolhido, existe a parte burocrática. Nessa parte encontramos uma série de documentos que são de suma importância para garantir a saúde da empresa, entre eles estão os documentos contábeis. Eles mostram qual é a situação do negócio, assim o empresário pode criar soluções para os possíveis problemas encontrados.
O que são os documentos contábeis?
Esses documentos fazem parte das obrigações da empresa e servem para a escrituração e registros. Os registros financeiros são importantes para que a parte contábil possa fazer os cálculos dos principais deveres fiscais.
Como podemos observar, os documentos contábeis são essenciais; por esse motivo é preciso prestar atenção ao modo como são organizados e arquivados.
Quais são os principais documentos contábeis?
Acompanhe a seguir os principais documentos contábeis usados pelas empresas:
Comprovantes de pagamento de impostos
A partir desses comprovantes, o setor contábil da empresa consegue trabalhar, de modo especial quando mencionamos as guias de recolhimento de impostos.
Como a empresa consegue comprovar que está em dia com seus tributos?
Essa comprovação é realizada, através dos comprovantes de pagamento de tributos, assim o empresário atesta que cumpre com os seus deveres. Esses comprovantes também são usados em relatórios.
Importante: O contador deve arquivar os documentos que demonstrem que a empresa anda em dia com suas obrigações.
Registros trabalhistas
Esses documentos comprovam que a empresa cumpre com suas obrigações trabalhistas. Veja a seguir quais são elas:
- Pagamento dos funcionários;
- Tributos trabalhistas;
- Outros documentos relacionados aos funcionários da empresa.
Vale lembrar, que esses documentos precisam ser arquivados por muito tempo, pois servem como comprovante e são importantes na avaliação do futuro do negócio.
Nota Fiscal
A nota fiscal é um documento que regulamenta e certifica as vendas ou prestação de serviços feitos pela empresa, por essa razão é essencial para o bom andamento do negócio e para a declaração dos impostos sobre as operações feitas. A finalidade principal é anotar o processo de venda e informar os dados essenciais (tipo de produto ou serviço, tributos, valores, entre outros) para o empresário e o cliente.
Por que é importante emitir notas fiscais?
A nota fiscal é uma obrigação legal, ela simplifica e melhora diversos procedimentos internos da empresa, nos espaços contábil e fiscal.
Comprovantes de pagamentos
Os comprovantes são de suma importância para o negócio. Nos extratos de pagamentos encontramos o faturamento, que será usado no cálculo dos impostos. Através do faturamento, o empresário sabe se o negócio teve lucro ou prejuízo em um determinado período e assim pode traçar estratégias para continuar lucrando ou amenizar os impactos causados pelo prejuízo.
Dica Extra: Já imaginou aprender 10 anos de Prática Contábil em poucas semanas?
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Fonte: Jornal Contábil
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por Marketing CCR | dez 13, 2021 | Automatização de processos, Inteligência Artificial
Robôs vão substituir os humanos? Especialista esclarece mitos e verdades sobre automação
Uso de Inteligência Artificial em processos corporativos ainda gera muitas dúvidas
A automação de processos já é uma realidade. A evolução da tecnologia permitiu que muitas das atividades que levamos horas para concluir já sejam feitas em questões de segundos por robôs e seus cérebros virtuais. Mas, junto com os avanços, surgem muitas dúvidas entre quem não acompanha a fundo esse mercado.
Para sanar algumas delas, Rica Barros, CEO da startup Pareto – especializada em RPA (Automação de Processos Robóticos) para marketing e vendas -, esclarece abaixo os principais mitos e verdades em torno do universo da Inteligência Artificial.
“A automação de processos vai substituir meu emprego”
Esta é a frase mais comumente ouvida por quem atua no setor. Porém, segundo Barros, é um mito. A IA automatiza ações repetitivas do cotidiano e o grau de intervenção humana depende de cada situação.
“Mas a principal utilidade da automação de processos robóticos é justamente permitir que o profissional seja mais estratégico. Muitas vezes, deixa de atuar em um processo repetitivo e passa a gastar o tempo em contribuições intelectuais, que uma máquina não é capaz de fazer”, explica o executivo.
“A automatização de processos não serve para minha empresa, que não atua em tecnologia”
Hoje, a ferramenta pode ser implementada em vários segmentos, sempre com um objetivo muito claro: contribuir com o aumento da produtividade e a redução de custos em empresas de todos os portes no mercado. A extração de dados de produção de fabricantes e atualização do inventário de uma loja, por exemplo, demonstra como a automação pode ser útil no varejo.
“A tecnologia pode não ser o principal propósito de seu negócio, mas ainda assim é possível aproveitar a automação em determinados setores que dependem de organização. Processos que não requerem necessariamente inteligência humana facilmente são resolvidos com a automação”, acrescenta Barros.
“Minha empresa é pequena, então não cabe em meu dia a dia”
A automação de processos é abrangente. Independentemente se uma empresa é pequena, média ou grande, sempre há uma solução tecnológica capaz de aperfeiçoar sua rotina. Por exemplo, um profissional autônomo pode se utilizar de um simples chatbot no WhatsApp ou Instagram para fazer um atendimento prévio aos seus clientes e assim ganhar tempo nas outras atividades.
“A tecnologia não é capaz de fazer tudo”
Verdade. Em habilidades como criatividade, estratégia e inovação, nada é mais eficiente que o ser humano. O alto poder criativo, o “pensar fora da caixa”, é uma capacidade impensável para um robô, criado para repetir padrões matemáticos e resolver assuntos que um dia já foram resolvidos pelo homem.
“Por esse motivo, estamos seguros de que a tecnologia é uma aliada de extrema importância, que veio para ajudar todos nós a parar de perder tempo com atividades que nos façam de ‘pequenos robôs’ e aproveitar oportunidades para criar e inovar cada vez mais”, diz o CEO.
Um bom exemplo são os carros automáticos. Hoje, já existem marcas que desenvolvem veículos autônomos, mas ainda é necessária ao ser humano a atenção ao desenvolver a ferramenta e tomar decisões sobre ela, para garantir o pleno aprendizado do software. A inteligência humana é fundamental para complementar uma boa proposta tecnológica.
“A automação aumenta a confiança nos dados”
Esta é a proposta-chave da RPA. Quanto mais manual é um processo, maior é a dificuldade em garantir que as informações estejam corretas e padronizadas. Com a automação, temos a garantia de que todos os parâmetros estejam dentro do esperado e que os erros sejam menores, o que diminui a necessidade de retrabalho e garante que os processos aconteçam da mesma maneira de forma contínua. Além disso, contribui com a tomada de decisão. Um gestor de mídia paga, por exemplo, consegue ter mais precisão para planejar a distribuição do seu orçamento e prever o retorno em cada canal.
“Por isso, investir nessa tecnologia é o próximo passo para toda empresa moderna. A ferramenta ajuda a impulsionar os negócios, algo fundamental no cenário atual. Contribui na redução do desperdício de tempo e para uma rotina muito mais organizada, colaborativa e inventiva”, conclui Barros.
Fonte: Administradores
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